A PALAVRA DO EDITOR

31 de dezembro de 2025.

Acabou o mês e acabou o ano.

Chupicleide, secretária de redação, já está pronta para, como ela mesmo falou, “romper o ano e as pregas” na beira da praia, na zona sul aqui do Recife, celebrando a chegada do novo ano e enchendo a cara.

Ô sujetinha inxirida que só a peste!

Isso graças à generosidade dos nossos leitores, que ajudam a pagar as cachaças que ela toma e também a manter essa gazeta escrota avuando pelos ares.

Um caloroso abraço para todos que acessam o JBF, mantendo em alta as nossas estatísticas nas 24 horas do dia.

Ano que vem, melhor dizendo, amanhã, como acontece todos os dias, este jornaleco safado será atualizado com novas postagens, contando com a audiência e a participação de todos vocês, essa turma boa que dá vida a este recanto.

Gratíssimo a todos do fundo do coração, estimados leitores!!!

Tenham certeza que 2026 vai ser um ano arretado pra todos nós e nossos entes queridos!

Vou fechar a postagem e o ano com Louis Armstrong interpretando a belíssima canção “What a Wonderful World” (Que mundo maravilhoso).

Este maravilhoso mundo da comunidade fubânica!!!

* * *

Que Mundo Maravilhoso

Eu vejo as árvores verdes, rosas vermelhas também
Eu as vejo florescer para mim e para você
E penso comigo: Que mundo maravilhoso

Eu vejo os céus tão azuis e as nuvens tão brancas
O brilho abençoado do dia, e a escuridão sagrada da noite
E eu penso comigo: Que mundo maravilhoso

As cores do arco-íris, tão bonitas no céu
Estão também nos rostos das pessoas que passam
Vejo amigos apertando as mãos, dizendo: Como vai você?
Eles realmente dizem: Eu te amo!

Eu ouço bebês chorando, eu os vejo crescer
Eles vão aprender muito mais que eu jamais vou saber
E eu penso comigo: Que mundo maravilhoso
Sim, eu penso comigo: Que mundo maravilhoso

2 pensou em “FECHANDO O ANO

  1. “WHAT A WONDERFUL WORLD”, gravada por Louis Armstrong em 1967, foi escrita por Bob Thiele (sob o pseudônimo de George Douglas) e George David Weiss como um antídoto otimista para a turbulenta era da Guerra do Vietnã, focando em belezas simples como árvores, céus e crianças crescendo, e se tornou um sucesso mundial, posteriormente alcançando enorme sucesso nos EUA após sua utilização no filme “Bom Dia, Vietnã”. Louis Armstrong se conectou profundamente com a letra, vendo seu próprio bairro amado Corona, no Queens, New York, refletido na canção, que celebra a vida cotidiana e a esperança em meio ao caos. Esta música foi escrita em meados da década de 1960, uma época de significativa turbulência nacional, incluindo a Guerra do Vietnã, lutas pelos direitos civis e assassinatos. Os compositores Thiele e Weiss queriam que Armstrong, com sua capacidade única de unir as pessoas, transmitisse uma mensagem de esperança e apreço pela bondade inerente do mundo. Inicialmente hesitante, Armstrong passou a amar a música, encontrando significado pessoal em versos como “Eu ouço bebês chorarem / Eu os vejo crescerem”, enquanto observava gerações de crianças crescerem em seu bairro. O presidente da ABC Records, Larry Newton, não gostou da música e se recusou a promovê-la nos EUA. A aversão de Larry pela música não foi o único contratempo. A equipe teve que gravar à noite, depois das apresentações de Armstrong em Las Vegas. Eles se organizaram para acomodar sua agenda lotada e montaram um estúdio improvisado. Era um estúdio funcional, mas infelizmente ficava bem em cima de uma linha férrea bastante movimentada. As paradas e partidas constantes atrasavam a gravação porque, bem… não dava para ouvir a música por causa do barulho dos trens de carga. Mas esse não era o pior dos problemas deles. Larry ainda estava furioso. Tão furioso, aliás, que voou até Nevada para tentar impedir as gravações. As histórias divergem quanto aos detalhes, mas aparentemente, algumas medidas drásticas foram tomadas. Dizem que a crença da equipe nessa música era tão grande que eles trancaram Larry para fora do estúdio. Mas… você e eu sabemos como essa história termina, não é? A música foi gravada e se tornou um clássico instantâneo! Fonte: Google e Brad Montague

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