Após a proibição de anúncios do governo Lula (PT) nas redes sociais por conta da legislação eleitoral, o Partido dos Trabalhadores (PT) assumiu a posição de maior anunciante do grupo Meta (Facebook e Instagram) no Brasil.
O partido de Lula, que denunciava Jair Bolsonaro (PL) por turbinar posts e defende “regulação” das redes sociais, torrou mais de R$ 1,74 milhão, só nos últimos 30 dias, para promover Lula e Fernando Haddad.
Só os anúncios para fazer propaganda para Lula custaram R$ 779,3 mil.
Foram mais de 150 postagens pagas apenas desde 27 de julho.
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Que absurdo!
Se o PT quiser anunciar aqui no JBF, a gente vai cobrar apenas 13% dessa fortuna citada na nota aí de cima.
E vai ter uma repercussão enorme, com muitas aplausos e gritos de “Viva o Honesto!!!”.
O belo poema ARTE MATUTA, de Patativa do Assaré, exalta a sabedoria empírica e a conexão profunda do homem sertanejo com a natureza.
Nesta obra o autor contrapõe o “livro artificial” (o saber por meio da educação formal das cidades) ao “livro natural” (as folhas, as aves e a mata).
Para ele, que via a natureza como escola, a verdadeira faculdade que teve foi crescer aprendendo diretamente com o meio ambiente.
Sinalizando que a presença de Deus é fortemente associada à pureza da vida simples, o poema sugere que a divindade é mais visível no canto das aves, na vida dos animais e na perfeição do canto do sabiá do que nas construções humanas.
Destaca-se no poema a ênfase na valorização da cultura matuta. O título e os versos defendem com maestria a arte matuta não como uma ignorância, mas como uma forma legítima e sensível de ler o mundo, onde a falta de estudo formal não impede a compreensão das belezas e verdades da vida.
Uma belezura de poema e de lição de vida, beleza pura!
No longínquo ano de 1989, poucos meses antes da eleição presidencial, tive a minha mais importante aula no curso de jornalismo, ministrada pela saudosa professora Maria Helena Viana. Na ocasião, graças a ela, este futuro cronista de sete leitores, que era um moleque bobo de 19 anos, com a estrelinha do PT no peito, aprendeu a definição de lead, ou seja, aquelas seis perguntinhas a que todo texto jornalístico deve responder: Quê? Quem? Como? Quando? Onde? Por quê?
O problema foi a aula do dia seguinte, quando um professor comunista veio e apresentou a famosa 11ª tese sobre Feuerbach, formulada pelo jovem Karl Marx em 1845:
“Os filósofos têm apenas interpretado o mundo de diferentes maneiras; a questão, porém, é transformá-lo”.
Quase todas as aulas que tive durante os quatro anos de curso foram um prolongamento da frase de Marx, e não da aula de Maria Helena. Em outros termos: se quisesse ser jornalista, bastar-me-ia aquela primeira aula. Infelizmente, o maior objetivo dos cursos de jornalismo não é preparar bons jornalistas, amantes da verdade factual, mas sim adestrar militantes de redação. E foi isso que eu me tornei, até abandonar as ilusões esquerdistas pelas razões que já descrevi em meus livros e crônicas.
A frase de Marx, aparentemente inocente, teve gravíssimas consequências, não apenas para o jornalismo, mas para a própria civilização. Como explica Olavo de Carvalho em seu magistral “O Jardim das Aflições”, a 11ª tese sobre Feuerbach significa “a abolição do conceito de verdade objetiva e submissão de toda atividade cognitiva às metas e critérios da práxis revolucionária; a absorção da lógica na retórica, da ciência na propaganda ideológica”.
O decreto que impôs a obrigatoriedade de diploma para o exercício do jornalismo foi promulgado em 1969, durante a vigência do AI-5. Era uma forma que os militares da ditadura, com sua estupidez positivista, encontraram para controlar as redações de jornais. O efeito foi exatamente o contrário: duas décadas do tal decreto, a maioria das redações estava dominada pela militância petista (como denunciava, naquele ano de 1989, o grande jornalista sem diploma Paulo Francis).
A esquerda, com sua estratégia gramsciana de ocupação de espaços, transformou quase todas as redações em valhacoutos de militantes esquerdistas, com poucas e honrosas exceções, como a Gazeta do Povo. Uma pesquisa realizada em 2022 pela Universidade Federal de Santa Catarina mostrou que 81% dos jornalistas brasileiros se declaram de esquerda, e apenas 4% dizem ser de direita. Levando-se em conta que no Brasil até a direita é de esquerda, imagino que o quadro real seja ainda mais devastador.
É por isso que Alexandre de Moraes e Flávio Dino querem agora desenterrar a obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Trata-se de uma medida preventiva para evitar que qualquer informação incômoda para o regime venha a ser divulgada por cidadãos livres que amam a verdade, e não a ideologia. No fim das contas, tudo se resume, como bem lembrou um amigo, o professor Eduardo Cabette, ao diálogo entre Alice e Humpty Dumpty no capítulo VI de “Alice Através do Espelho”:
— Quando eu uso uma palavra — disse Humpty Dumpty, num tom bastante desdenhoso —, ela significa exatamente o que eu quero que ela signifique… nem mais, nem menos.
— A questão é — disse Alice — se você pode fazer as palavras significarem tantas coisas diferentes.
— A questão — disse Humpty Dumpty — é saber quem é que manda… e ponto final.
A fraude feita contra Filipe Martins com a total anuência do consórcio de imprensa é um dos maiores escândalos da nossa justiça.
Ele precisava delatar Bolsonaro e ficaria tudo bem, preferiu ficar ao lado da Verdade, com “V” maiúsculo, essa que liberta quem a conhece.
Nada poderá lhe trazer de volta os 4 anos que perdeu, mas se serve de consolo, receberá, ao menos nos EUA uma bolada como medida compensatória pelo crime que sofreu.
Aqui no Brasil ele já é, para os patriotas, uma referência de como um homem não se quebra ante às injustiças.
Eu nasci ouvindo os cantos das aves de minha serra e vendo os belos encantos que a mata bonita encerra foi ali que eu fui crescendo fui vendo e fui aprendendo no livro da natureza onde Deus é mais visível o coração mais sensível e a vida tem mais pureza.
Sem poder fazer escolhas de livro artificial estudei nas lindas folhas do meu livro natural e, assim, longe da cidade lendo nessa faculdade que tem todos os sinais com esses estudos meus aprendi amar a Deus na vida dos animais.
Quando canta o sabiá Sem nunca ter tido estudo eu vejo que Deus está por dentro daquilo tudo aquele pássaro amado no seu gorjeio sagrado nunca uma nota falhou na sua canção amena só canta o que Deus ordena só diz o que Deus mandou.
Antônio Gonçalves da Silva, o Patativa do Assaré, Assaré-CE (1909-2002)