DEU NO JORNAL

TUDO DE RUIM E DO PIOR

Luís Ernesto Lacombe

Tudo o que o PT entregou ao Brasil foi desgraça. O caso Master é só mais um. Jaques Wagner é só mais um. Antes dele, em 2015, outro líder do Partido dos Trabalhadores no Senado já tinha sido alvo da Polícia Federal: Delcídio do Amaral, que era do PT de Mato Grosso do Sul, foi preso por atrapalhar as investigações da Lava Jato. E a operação, destruída pela turma do Lula, tinha também colocado atrás das grades um monte de gente ligada ao petista, além dele próprio: João Vaccari Neto, João Santana, Antônio Palocci…

O guerrilheiro treinado em Cuba José Dirceu conseguiu a proeza de ser preso duas vezes, não apenas na época da Lava Jato. Ele já tinha sido pego nas investigações sobre o mensalão, e estaria “pedindo música no Fantástico” indefinidamente, a cada três prisões, se o Brasil fosse um país quase sério. Se fosse sério, Dirceu teria residência permanente na cadeia. Mas, para o PT, bandido bom é bandido solto. E tanta gente agradece: José Genoino, João Paulo Cunha, Delúbio Soares, os ladrões de celular, os sequestradores, os narcoterroristas, as “vítimas da sociedade”…

Onde tem PT tem apoio a bandidos. Os ladrões do INSS, a gangue do Master, todos agradecem ao partido de Lula. E tem o apoio internacional também. Os ditadores e terroristas ao redor do mundo são gratos. Se tem crime, o que defende quem tomou o poder é a não investigação, a não punição, a impunidade, que só pode gerar mais crime. Corrupção nunca foi o problema, mas, sim, o combate a ela. Facções criminosas nunca foram o problema, mas, sim, o endurecimento da guerra contra elas.

O empenho do PT quase sempre está ligado a ilegalidades, à falta de ética e de moralidade. Onde tem PT tem censura, perseguição política, tem guerra. O “Lulinha paz e amor” é uma invenção sem pé nem cabeça. Onde tem PT tem mentira, enganação, falsidade, narrativas desapegadas dos fatos. Tem propaganda enganosa, e nisso se gasta uma fortuna. Os pagadores de impostos que se danem. Com o dinheiro deles, o partido de Lula jura que já tirou o Brasil da pobreza e acabou com a fome umas quatro ou cinco vezes.

Onde tem PT tem vacina aprovada em desacordo com a lei que determina que a inclusão de novas tecnologias no SUS deve passar por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). E o Ministério da Saúde interpreta o texto e libera a vacina do Butantan contra a dengue porque ela seria parecida com o imunizante japonês aprovado pela comissão. Se duas pessoas que receberam a vacina morreram e dezenas tiveram reações graves, a interrupção da aplicação é considerada um ato “responsável”.

Onde tem PT tem negociata, gastança desenfreada, governo que gasta mal e gasta muito… E, claro, as consequências disso: inflação, juros altos, déficit, dívida. Sempre foi desse jeito. E não podia ser diferente, se o partido de Lula acredita num Estado gigante, burocrático, incompetente, como se ele fosse a solução de todos os problemas, e não a causa da maioria deles. E, assim, onde tem PT tem povo endividado, empresa quebrando sem parar, estatais no prejuízo, maquiagem de estatísticas, tem reuniões secretas, tem sigilo de cem anos. Em suma, onde tem PT tem desserviço ao Brasil e uma impossibilidade doída de um dia sermos um país decente.

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO JORNAL

SÃO O CRIME ORGANIZADO E A BUROCRACIA QUE AGRIDEM A SOBERANIA DO BRASIL

Carlos Alberto Di Franco

comando vermelho belem amazonia soberania

Poste com marca do Comando Vermelho em Belém (PA): facções se instalaram na Amazônia

O Brasil atravessa um momento decisivo. O país vive uma perigosa combinação de paralisia institucional, radicalização política e ausência de um projeto nacional consistente. O debate público foi capturado pela lógica simplificadora da polarização. De um lado e de outro, multiplicam-se discursos inflamados, slogans vazios e disputas que alimentam ressentimentos, mas não oferecem soluções.

Ao mesmo tempo, cresce na sociedade um sentimento silencioso, porém cada vez mais perceptível: o desejo de uma liderança madura, equilibrada e capaz de olhar além do calendário eleitoral. O Brasil precisa reencontrar um rumo. Precisa recolocar o desenvolvimento, a segurança e a prosperidade no centro da agenda nacional.

O recente tarifaço imposto pelos Estados Unidos reacendeu, à direita e à esquerda, um debate superficial sobre soberania nacional. Mais uma vez, políticos transformaram um tema sério em instrumento de propaganda. A soberania passou a ser tratada como peça de marketing eleitoral. Discursa-se muito e governa-se pouco.

Mas a verdadeira soberania não se mede pela retórica. Ela se expressa na capacidade de uma nação proteger seus cidadãos, garantir sua segurança, explorar suas riquezas de forma responsável e criar condições para o crescimento econômico.

Sob essa perspectiva, o Brasil enfrenta dois graves problemas de soberania.

O primeiro é o avanço avassalador do crime organizado. Facções criminosas deixaram de ser apenas organizações dedicadas ao tráfico de drogas. Transformaram-se em estruturas sofisticadas de poder, com presença em diversas regiões do país, influência econômica crescente e capacidade de infiltração em setores do Estado. Em muitas localidades, o crime organizado já exerce funções que deveriam ser exclusivas do poder público.

O cidadão comum percebe essa realidade diariamente. A população convive com o medo, com a violência e com a sensação de abandono. A soberania de um país é profundamente ferida quando seus habitantes deixam de ser protegidos pelo Estado e passam a viver sob a ameaça permanente de organizações criminosas.

O segundo problema é o bloqueio sistemático ao desenvolvimento nacional. O Brasil tornou-se refém de uma burocracia sufocante, de um emaranhado regulatório irracional e da ação de grupos organizados que frequentemente atuam contra projetos estratégicos para o país.

Essa realidade se manifesta com especial intensidade na Amazônia. A região concentra riquezas minerais, energéticas e ambientais extraordinárias. Possui potencial para gerar emprego, renda, inovação tecnológica e desenvolvimento sustentável em larga escala. No entanto, sucessivos obstáculos ideológicos e burocráticos impedem que o Brasil aproveite plenamente suas próprias oportunidades.

Não se trata de defender devastação ambiental nem de desprezar a importância da preservação. Mas preservar não pode significar condenar milhões de brasileiros à pobreza nem transformar a Amazônia em um imenso santuário intocável administrado, na prática, por interesses externos.

O Brasil precisa exercer sua autoridade sobre o próprio território. A exploração responsável das riquezas minerais, a produção de energia, a abertura de infraestrutura logística, a ampliação da conectividade e a geração de empregos são instrumentos legítimos de soberania nacional. País algum se desenvolveu renunciando ao uso racional de seus recursos naturais.

Os números ajudam a dimensionar o tamanho do desafio. Nos últimos 14 anos, 111 países cresceram mais do que o Brasil. Estudos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional mostram que, entre 123 países analisados, apenas 11 registraram desempenho inferior ao brasileiro. Em outras palavras, cerca de 90% do mundo avançou mais rapidamente do que nós.

O resultado está à vista. Crescemos pouco, investimos pouco e oferecemos poucas perspectivas às novas gerações. Milhões de jovens brasileiros olham para o futuro com insegurança. O país que poderia ser uma potência global contenta-se com desempenhos modestos.

O Brasil precisa de líderes que pensem grande, compreendam a complexidade nacional e sejam capazes de formular um projeto. consistente de longo prazo. Governar não é administrar crises sucessivas. Governar é construir futuro.

O estadista não alimenta divisões artificiais. Não governa para as redes sociais nem para as próximas eleições. Governa para a próxima geração. Sabe que a prosperidade nasce da liberdade econômica, da segurança jurídica, da educação de qualidade e da valorização do trabalho.

O Brasil dispõe de território, recursos naturais, capacidade produtiva, talento humano e força empreendedora para ocupar posição muito mais relevante no cenário internacional. O que falta não são riquezas. Falta liderança.

A verdadeira revolução de que o país necessita não é ideológica. É uma revolução de responsabilidade, de competência e de visão estratégica. Uma revolução que enfrente o crime organizado com firmeza, liberte o potencial econômico da Amazônia e devolva aos brasileiros a confiança no futuro.

O Brasil precisa de um estadista.

PENINHA - DICA MUSICAL

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

SIAMO TUTTI FUDITTI

Comentário sobre a postagem O ESTADISTA FICOU PUTO

Monteiro:

Lembra a Rita Lee e sua cançãozinha:

Siamo tutti fuditti
Maledetto mondo cane
Voglio mangiare dinamite
Con mortadela, vino i pane…

etc, etc…

Fica esperto eleitor, se é que me lê…

Não tem picanha e cervejinha, como prometeu o mané, e muito menos terá mortadela, vinho e pão, como pedia a Rita Lee.

Realmente siamo tutti fuditti, ou estamos todos fudidos, em bananês castiço, a considerar o que há como candidatos ao cargo de próximo gerente de Banânia…

Ou é o atual saco de esterco, encharcado d’água que passarinho não bebe, ou o outro mané, que também aparenta ser incapaz de atravessar uma rua mastigando chicletes…

Arriba, Banânia!

* * *

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

COMENTÁRIO DO LEITOR

O AMANHÃ

Comentário sobre a postagem AMANHÃ – Patativa do Assaré

Jairo Juruna:

Utilizando uma linguagem simples, mas carregada de significado filosófico, o poema AMANHÃ, de Patativa do Assaré, traz uma reflexão profunda sobre a dualidade entre a esperança humana e a inevitabilidade da morte.

Por meio do texto, o autor aborda como o ser humano projeta seus desejos e necessidades no futuro imediato, tratando o AMANHÃ como uma solução para os males do presente e, mais pra frente, na última estrofe, ele apresenta com categoria o contraste com a ideia de finitude:

Enquanto todos caminham “alegres e sorridentes” guiados pela esperança, o poeta nos lembra de uma verdade tantas vezes esquecida: a de que “a morte também chega amanhã”.

Por conta disso tudo, eu pensei em findar o meu trabalho e comentar amanhã, mas mudei de ideia e decidi comentar ainda hoje.

Comentário enviado… e segue o baile.