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O HOMEM QUE FAZ A DIFERENÇA

Gustavo Segré

Sou argentino morando no Brasil há 38 anos e vi o país afundar nas políticas de congelamento de preços e os “fiscais de Sarney”, até chegar ao desastre econômico gerado pela ex-presidente Dilma Rousseff. No meio desses desastres localizados nas duas pontas da história econômica contemporânea brasileira, observei o acerto proposto pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, apoiando a economia em três pilares:

1. Superávit fiscal
2. Liberdade de câmbio
3. Metas de inflação

A proposta era tão consistente que mesmo o ex-presidente Lula se preocupou em mantê-la em seus dois governos (mesmo com um Banco Central apenas parcialmente independente).

Curiosamente, essas ideias eram também defendidas por Paulo Guedes, que tinha se baseado no exemplo do Chile, enfatizando a necessidade de uma reforma previdenciária. Na época em que foi professor da Universidade de Chile, Guedes defendia, inclusive, a forma de previdência pelo regime de capitalização.

O segundo governo de Dilma Rousseff, mesmo interrompido pelo impeachment, conseguiu destruir o superávit fiscal e furar a meta da inflação, apoiando-se apenas na liberdade cambial. Aqui, deve ser reconhecido o mérito do ex-presidente Michel Temer e do então ministro da Economia, Henrique Meirelles, que conseguiu apoiar a economia brasileira, novamente, numa meta de inflação determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

…e chegou Paulo Guedes…

Quando Bolsonaro convidou o economista Paulo Guedes para integrar o ministério, tenho convicção de que jamais imaginou que essa decisão seria o maior acerto da sua proposta de governo. Guedes foi – e segue sendo – o avalista para o mercado financeiro, comercial, industrial, empresarial, local e exterior. A certeza de que os três pilares impulsados formalmente por FHC seriam retomados.

Mesmo com as complicações geradas pela pandemia em 2020 e 2021, e recentemente pela invasão da Ucrânia pela Rússia, Guedes teve uma visão sistêmica do que acontecia e de como o Brasil poderia se diferenciar de um mundo com inflação em alta, atividade produtiva em baixa e absoluta incerteza no destino de investimentos e na provisão de insumos fundamentais.

Foi memorável a sua apresentação no 5° Fórum de Investimentos de 2022, quando explicou como os preços relativos dos bens e as remunerações dos fatores (salários reais e rentabilidade do capital) tinham alterado os custos de mão da obra industrial do sudeste asiático. Ou quando expôs como a pandemia tinha gerado uma quebra na oferta (insumos e produtos) e um aumento nos custos logistícos nunca visto antes. Por último, ao detalhar como a invasão da Ucrânia pela Rússia tinha puxado os preços da energia e dos grãos para cima.

Guedes propôs que a melhor forma de garantir um futuro econômico estável e crescente para qualquer país teria necessariamente de considerar a proximidade com o mercado consumidor e a amizade dos fornecedores mundiais (ficando de fora das questões bélicas).

O governo de Jair Bolsonaro, por meio da política econômica proposta por Guedes, atende a essas questões: está perto do mercado consumidor e, além da escala do mercado interno, opera no restante da América Latina, o que reduz os custos logísticos provenientes do sudeste asiático.

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BERNARDO - DIRETO DO PINGO NOS Is

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FAVAS CONTADAS

A entrevista do presidente Jair Bolsonaro ao Flow Podcast atraiu ontem (8), só no Youtube, mais de 620 mil espectadores simultâneos ao vivo.

Isso não conta as visualizações que o vídeo recebe após a estreia.

* * *

Hoje cedo o JBF já contou as visualizações.

Uma a uma, na ponta do dedo.

E informou aos seus leitores.

Vamos repetir:

COMENTÁRIOS SELECIONADOS

EM TUDO QUE É LUGAR

Comentários sobre a postagem TEM MUITO BESTANTE NO MUNDO

Nino Yoshida:

Parabéns.

Venho aqui, quase todos os dias, para manter-me informado e não esquecer da escrita no idioma português.

Também, aqui é lugar de dar boas gargalhadas.

Obrigado pelo trabalho.

( お疲れ様 でした。宜しくね!)

* * *

Marcos Mairton:

A gente encontra leitor da Besta em tudo que é lugar que a gente anda!

* * *

Carlos Alberto:

Berto,

você não tem noção da importância desse “jornaleco” para o cotidiano de milhões de pessoas.

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ALEXANDRE GARCIA

NÃO É SÓ O AUXÍLIO, O BRASIL TODO ESTÁ MELHORANDO

Auxílio Brasil de R$ 600, com promessa de zerar a fila de espera, é a maior despesa do pacote de benefícios que o governo federal vai pagar neste semestre

Começa nesta terça-feira o pagamento do novo Auxílio Brasil, de R$ 600. Esse auxílio só foi possível porque se acabou com a corrupção. O Bolsa Família, por exemplo, pagava R$ 30 bilhões por ano. O Auxílio Brasil está pagando R$ 115 bilhões. Como é? Sobrou dinheiro de onde? É que o dinheiro não saiu mais pelo ralo do bandido. Não é dinheiro que vem de Taiwan, nem de Marte, não foi mais para o bolso dos corruptos.

Na segunda-feira o presidente Bolsonaro fez um apelo, almoçando com os banqueiros da Febraban, pedindo para que se cobre pouco no empréstimo consignado dentro do Auxílio Brasil. Quem recebe R$ 600 ainda pode pedir empréstimo, mas do tipo consignado, em que se vai descontando a prestação do Auxílio Brasil. O presidente apelou aos banqueiros que aderirem a esse programa social, então, que cobrem juros baixíssimos.

Bolsonaro também disse que alguns ficam assinando cartinhas pela democracia, mas que democracia é olhar para ele e ver o que ele está fazendo. “Vejam se eu já prendi algum deputado, vejam se fiz alguma coisa contra a democracia.” Então, olhou nos olhos dos banqueiros e disse: “Quem assinou essa cartinha, no fundo, quer a volta do PT. Vocês recontratariam um funcionário que roubou de vocês? Se alguém contrata um cara que roubou a nação por 14 anos, ele vai sentir que fez a coisa certa e vai fazer em dobro”, disse. É bem o estilo de Bolsonaro dizer na cara esse tipo de coisa.

Vocês leem as pesquisas – eu dou uma olhada, mas nunca as levo a sério – e olham as multidões que recebem o presidente no Nordeste… sabem por quê? Ainda vão chegar os R$ 600, mas antes mesmo disso já está cheio de gente que não tem carteira assinada porque prefere ganhar R$ 5 mil por mês a ter carteira assinada e ganhar R$ 1,2 mil. O consumo aumentou. As indústrias de confecção estão trabalhando em dois turnos para dar conta da demanda, estão terceirizando, colocando gente para trabalhar em casa. A indústria de laticínios está vendendo tudo, todo o iogurte está saindo. Está ficando difícil encontrar alguém para fazer o trabalho.

Não foi só a água que chegou ao Nordeste; é todo o Brasil que está dando certo, enquanto o mundo não está. Aqui no Brasil, o número de famílias em extrema pobreza caiu 22%, segundo o Ipea: de 5,1% para 4% até o fim do ano. No mundo é o contrário, esse número chegou a subir 15%. No resto do mundo, a inflação está subindo e o PIB está caindo. Aqui, cai a inflação e sobe o PIB. O que é isso? É o brasileiro! O Paulo Guedes dá uma mãozinha, o Campos Neto dá uma mão para segurar a inflação, o Bolsonaro dá uma mão fazendo com que os mal-intencionados, os que queriam corromper, fiquem com medo. É isso que tem acontecido neste país.

* * *

Antes o PT fazia rifa para bancar campanha, hoje leva meio bilhão de dinheiro do contribuinte

Falando de dinheiro, o União Brasil vai receber R$ 782 milhões dos nossos impostos para fazer campanha eleitoral. O PT vem em segundo lugar, com R$ 503 milhões do nosso dinheiro para gastar nas eleições. E pensar que lá no início, na primeira candidatura de Lula, eles não tinham dinheiro.

Precisaram fazer um sorteio que, segundo o site Poder 360, funcionava assim: a pessoa comprava o número a R$ 10, o resultado saía pela loteria federal, e quem ganhasse ia para Cuba, quatro dias e quatro noites em Havana, dois dias e duas noites em Varadero, na companhia de Lula e podendo levar um acompanhante. Isso foi na primeira eleição, quando o PT não tinha dinheiro. Ainda não tinha Petrobras, empreiteiras, essas coisas…

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