Recordo: um largo verde e uma igrejinha, um sino, um rio, um pontilhão e um carro de três juntas bovinas, que ia e vinha rinchando, alegre, carregando barro.
Havia a escola, que era azul e tinha um mestre mau, de assustador pigarro… (Meu Deus! que é isto? que emoção a minha. quando estas cousas tão singelas narro?)
‘Seu” Alexandre. um bom velhinho rico que hospedara a Princesa; o tico-tico, que me acordava de manhã, e a serra
com o seu nome de amor: Boa Esperança… Eis tudo quanto guardo na lembrança da minha pobre e pequenina terra!
Bernardino da Costa Lopes, Rio Bonito-RJ (1859-1916)
Já fiz meu comentário ontem sobre a coluna do Consta. Ele continua a atacar a família Bolsonaro.
Consta não tem o direito de cobrar nada do Flávio, uma vez que, se fosse por ele, este não seria o candidato à presidência pela direita. Quem bancou esta candidatura, contra tudo e todos do sistema foram basicamente Eduardo e Carlos, seus irmãos.
Aí entra a questão; seria nepotismo se Flávio nomeasse algum de seus irmãos a cargos em um eventual governo seu?
Eu entendo que não.
– Ah João, mas nomear irmão para cargo no governo é um claro nepotismo, diria algum emocionado.
Sim, se este irmão ou parente não tivesse brilho próprio, o que não é o caso dos irmãos citados. Os mesmos emocionados dizem que Jair Bolsonaro colocou a família toda para mamar na vida pública.
Eu digo que não foi Jair que os colocou, foram os eleitores. Uma vez, ainda vá lá, mas todos eles já passaram pelo escrutínio público pelo menos umas 4 vezes. Sempre com votação massiva.
Vejam o caso do Belzebu de Caetés; uma vez o filho mais velho, aquele que ele adotou da Marisa, tentou ser vereador por S. B. Campo – SP pelo PT. Usou o nome e teve todo apoio do pai. Não se elegeu. A tal da Lurien também fica pendurada em cargos de pequena monta e não se arrisca a sair como Deputada.
Então, se Flávio quiser ter seus irmãos como auxiliares de um eventual governo, não só pode, como deve usar de seu apoio. Ainda tem o pai, que também seria um baita reforço.
Quanto ao Consta, gostaria que ele tivesse que engolir mais essa.
BRB tentou comprar Banco Master em 2025, mas negócio foi vetado pelo Banco Central
O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Roberto Costa, que está preso na Papuda, encaminhou pedido ao ministro relator André Mendonça para fazer delação premiada. Ele quer ir para uma outra prisão, não ficar na Papuda, que ele deve conhecer bem, porque mora em Brasília. Espera-se que o ausente ex-governador Ibaneis Rocha apareça nessa delação. Ibaneis se licenciou para fazer campanha para o Senado, mas sumiu, nem campanha está fazendo. Estão até projetando “Onde está Ibaneis?” em prédios de Brasília. Deve surgir muita novidade, porque o ex-presidente do BRB não ficará sozinho nessa história de o banco estatal do Distrito Federal comprar o Banco Master.
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Alta do endividamento é culpa do governo, não do Banco Central
O Banco Central informa que as famílias brasileiras estão cada vez mais endividadas. A renda familiar está comprometida em quase 30%, e o endividamento chega a quase metade do que as pessoas ganham; estão no vermelho. O problema é que isso aumenta a inadimplência e, com isso, os bancos também se protegem, dificultam cada vez mais os empréstimos, e a coisa só piora. Lula está preocupadíssimo com isso, está pensando em planos para renegociar dívidas, porque a campanha eleitoral se mistura com o desempenho do governo. E o responsável por essa situação de endividamento e inadimplência não é o Banco Central, é o desempenho desse governo gastador, que, para suprir o caixa, tem de lançar papéis no mercado e pagar juros. O Banco Central é obrigado a manter a Selic alta para não estourar ainda mais a inflação.
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Correios pagam o preço das nomeações políticas
A administração do general Floriano Peixoto, no governo Jair Bolsonaro, rendeu lucro aos Correios, que vinham de déficit. Agora, os Correios estão novamente no buraco: só no primeiro trimestre deste ano já foram R$ 3,4 bilhões de prejuízo. No ano passado, foram R$ 8,5 bilhões. O que é isso? É consequência da nomeação de apadrinhados políticos e não de técnicos, que tenham condições de administrar o que não é deles, mas de todos nós. Os Correios, sendo uma empresa pública, pertencem ao público, ao contribuinte, ao eleitor e ao cidadão brasileiro.
Na Petrobras, é o povo brasileiro que tem a maioria das ações, por meio do Tesouro Nacional. É uma empresa de capital aberto, mas “meteram a mão” na Petrobras, como vimos na Lava Jato. O Supremo, por causa do CEP de Curitiba, acabou derrubando toda aquela sensação de que iríamos punir a corrupção, e deixou a sensação reversa, a da impunidade.
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Gilmar Mendes virou cabo eleitoral de Romeu Zema
O ex-governador de Minas Romeu Zema esteve na Agrishow. Foi recebido lá, à custa de quem? Gilmar Mendes, que agiu como marqueteiro de Zema. O ex-presidente Michel Temer disse que Gilmar não deveria ter respondido. Pois o ministro não só respondeu como dobrou a aposta; deu muitas entrevistas detonando Zema. Virou um grande cabo eleitoral do mineiro; não era a intenção dele, mas foi, no mínimo, um pouco ingênuo da parte de Gilmar se expor nessas entrevistas.
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Os caminhos estranhos do dinheiro que ligam a JBS, Toffoli e o Tayayá
Não tem como não ficarmos horrorizados com a notícia que o Estadão publicou, sobre os R$ 11,5 milhões da JBS e da J&F que foram para o escritório de advocacia de uma advogada desconhecida de Goiânia, que tinha movimentação mensal de R$ 9 mil. No mesmo dia, o dinheiro foi para um advogado que, tempos depois, comprou de Dias Toffoli as cotas do Tayayá. E, no mesmo mês em que o dinheiro da J&F entrou na conta da advogada, Toffoli perdoou uma multa de R$ 10,3 bilhões da J&F. Será que foi mera coincidência?
Era domingo no Parque Recordo com precisão Você me deu um abraço E apertou a minha mão Tinha dança e poesia Animando aquele dia De cultura e tradição.
Foi uma tarde animada Era festa no lugar Promessa de emoção Entrevi em seu olhar Olhando-me animado Quebrava o chapéu de lado Sempre a me cumprimentar.
Nesse dia entrei na roda Me enfeitei pra cirandar Você acenava eufórico Inquieto em seu lugar Eu de maneira brejeira Dançava toda faceira Somente pra me mostrar.
Pra você joguei um beijo E uma flor arremeti No ar você segurou E eu radiante sorri Era o cravo, era a rosa Entre um verso e uma prosa Girando no Cariri.
🚨 O Rei Charles acaba de dar uma resposta hilária ao Presidente Trump no Jantar de Estado:
“O senhor comentou recentemente, Sr. Presidente, que se não fosse pelos Estados Unidos, os países europeus estariam falando alemão. Ouso dizer que, se não fosse por nós, o senhor estaria… pic.twitter.com/OrxR7cB1do