Historia de un amor
Não vou conseguir assistir à sabatina ao vivo.
Algum senador poderia perguntar se Messias considera os presos do 8 de janeiro golpistas, e se ele acha a anistia a eles inconstitucional. Se ele negar, é só mostrar esse vídeo.
Algum já fez essas perguntas? pic.twitter.com/sr6h5qHb2f
— Ludmila Lins Grilo (@ludmilagrilo11) April 29, 2026
É hoje: cobre o seu Senador. O Brasil está atento. pic.twitter.com/YJtseFJK4K
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) April 29, 2026
Guilherme Fiuza

A esquerda instrumentalizou o ressentimento para retratar adversários como opressores e justificar radicalização política e social
Qual é o primeiro reflexo da imprensa quando tentam matar Trump? São dois, na verdade: minimizar a importância do fato e chamar “especialistas” para dizer que a culpa é da vítima. Seria exagero dizer que o moderno jornalismo “lacrador” é cúmplice do problema?
A terceira linha que habitualmente surge é a da negação simples do acontecido. As tropas digitais de sempre vão a campo espalhando que foi tudo encenação. E a grande imprensa não adota, nessas horas, aquele expediente rigoroso e implacável contra qualquer vestígio de fake news ou “desinformação”. Se é para desumanizar Trump, está liberado.
Desde Butler, na Pensilvânia, no dia 13 de julho de 2024, quando o então candidato a retornar à Casa Branca escapou de um fuzil AR-15 por milímetros, a cabeça de Donald Trump está no alvo — literalmente. Cerca de dois meses depois, um atirador de AK-47 foi capturado à margem de um campo de golfe na Flórida no momento em que a próxima jogada de Trump o colocaria na mira do assassino.
Em pelo menos dois outros episódios, já com o atual presidente empossado, o atentado foi evitado com ações preventivas — uma delas a metros da Casa Branca. Agora, o atirador foi detido dentro do hotel Washington Hilton (chegando a fazer disparos no saguão) antes de alcançar o salão onde Trump se encontrava com os correspondentes da Casa Branca.
E as milícias da bondade seguem imperturbáveis em sua missão de manter a cabeça de Trump a prêmio. Esse ativo demagógico e antidemocrático tem valor em várias partes do mundo — inclusive na política brasileira. O presidente Lula não deixa escapar uma única oportunidade de se apresentar como pacifista em contraste com a suposta beligerância de Trump — a quem classificou como a nova cara do nazismo na campanha de 2024.
Todo esse sistema propagandístico anti-Trump — que vai da imprensa aos governos, passando pela classe artística e setores variados — tem tido, indisfarçavelmente, uma postura complacente com a tirania iraniana. É uma espécie de efeito colateral demagógico.
Foi comovente o agradecimento oficial do regime iraniano ao jornalismo da TV Globo.
Respondendo à pergunta inicial: sim, a mídia é cúmplice da caçada contra o presidente americano. E vale a generalização. Quando foi revelado que a BBC fraudou um discurso de Trump para acusá-lo de atentar contra a democracia, o assunto não durou 48 horas nas manchetes. Tornou-se “cool” investir na demonização de Trump. E, pelo visto, as tentativas de eliminá-lo continuarão. Mas cada um precisa saber a sua responsabilidade nesse circo macabro.
Amigos leitores:
Muda o tempo, muda tudo.
Vejam só a diferença:
Em 2026 é proibido levantar uma faixa onde está escrita a palavra “Ladrão”.
A polícia vai lá e manda tirar.
É um atentado contra a democracia.
Já em 2020, há apenas 6 anos, podia-se publicar este tipo de coisa num dos maiores jornais do país: