Gostaria de propor ao outro mestre – Peninha – a possibilidade de uma semana dedicada ao grande Eliomar Figueira de Mello – catingueiro menos reconhecido – mas muito cantado por quem realmente gosta de boa música, enredo e folclore positivo.
Tenho material dele, se necessário.
Tantas coisas belas ele produziu, merece homenagem…
Se Berto pedir, creio que Peninha vai fazer….
Afinal ele é um doce de pessoa, que embora de longe considero amigo…
Abraço… inté!
R. Meu caro amigo e leitor fubânico:
Encaminhei sua sugestão pro nosso magnífico Peninha, o colunista que abre diariamente a edição desta gazeta.
E ele me respondeu com essa mensagem:
Responda pro Zé Alves que na semana que começa em 6 de outubro farei essa homenagem, ok?!
Parlamentares da CPMI do INSS percebem “dedo do governo Lula” na mudança de atitude de veículos de comunicação que passaram praticamente a ignorar a investigação do roubo aos aposentados.
* * *
A expressão “dedo do governo Lula”, contida nessa nota aí de cima, deve ser dedo no bolso.
Pra catar uns trocados do dinheiro público e presentear os chamados “veículos de comunicação”.
Ficam caladinhos, caladinhos perante a zorra instalada neste país.
É pena que não sobre nem uns trocadinhos aqui pra essa gazeta escrota…
Encontrei um velho amigo – nem vou dizer o nome dele, que não via desde o século passado, e ele me confidenciou seu estado atual, como que desabafando. Ainda bem que comigo é completamente diferente. Meu único problema é ser mentiroso:
Da rede, levei três quedas Acordei, rabo no chão Na rua, duas topadas Foi-se a unha do dedão A pressão nos dezenove Nem Captopril resolve O bater do coração
Dor de dente, não mais tenho Porque dentes já não há Já deixei de comprar pente Nada há pra pentear Na farmácia, todo mês Compro uns quatro pinci-nez Que é pra poder enxergar
O joelho reclamando A glicose disparada O bucho num ronca-ronca U’a peidaria danada E o maior esquecimento Um branco no pensamento Sem se alembrar mais de nada
Saí com u’a novinha Que a qualquer um satisfaz Sabe tudo de carinho Basta um ‘tiquinho’ de gás Só que eu, na hora agá Quando quis funcionar Esqueci cumé que faz …
Inda bem que o intestino Funciona bem danado Todo dias às 8 horas Obro muito, um bocado Quando acordo às 8 e meia A desgraceira é feia, Eu já tô todo cagado…