E essa chegada? pic.twitter.com/TEoAWVTWYs
— Milton Neves (@Miltonneves) June 9, 2025
E essa chegada? pic.twitter.com/TEoAWVTWYs
— Milton Neves (@Miltonneves) June 9, 2025

Nenhuma surpresa: Fernando Haddad prepara mais um pacote fiscal para tirar dinheiro de quem paga impostos. Não vai tirar de quem sonega, nem de quem está só recebendo o imposto dos outros – estes estão achando graça.
O plano seria cobrar um imposto de renda mais alto sobre aplicações financeiras. Será um tiro no pé, porque as aplicações financeiras é que garantem essa dívida pública gigantesca, de R$ 7,6 trilhões, que só consegue ser rolada porque as pessoas estão comprando papéis do governo, por meio das aplicações. Se os brasileiros terão de pagar imposto – mais imposto, porque já pagam – para emprestar ao governo, fica bem esquisito, não?
Tudo isso é porque estão vendo que esse aumento do IOF não resiste. Estão desesperados, porque o governo gasta demais. O tal arcabouço fiscal era só propaganda, era para enganar vocês. A mim não enganou; mas enganou a mídia, que aprovou a medida. O que funcionava mesmo era o teto de gastos, que veio de Michel Temer. Ninguém aprendeu com Margaret Thatcher que não existe essa de dinheiro público, é dinheiro do contribuinte; nem com Milton Friedman, que dizia que não existe almoço grátis, alguém sempre vai pagar. Quando o presidente faz caridade, usa o dinheiro do pagador de impostos.
* * *
Lula diz bobagens em série sobre Rússia e guerra na Ucrânia
Falando em presidente, parece que ele não se dá conta de que é chefe de Estado. Em julho haverá reunião dos Brics no Rio de Janeiro, e Lula disse que é Vladimir Putin que decide se quer vir. Em 2023, Lula já disse que Putin poderia vir tranquilamente que não seria preso, porque não havia nenhuma razão para prendê-lo. Nesta segunda-feira, o Tribunal Penal Internacional disse que o Brasil, como signatário do Tratado de Roma, tem a obrigação de prender Putin. Se ele vier e não for preso, o Brasil será expulso, como mau cumpridor de cláusulas contratuais de um tratado. E aí perderá totalmente a seriedade dentro da comunidade internacional, só terá algum respeito dentro dos Brics.
Não foi só isso: na França, comentando a guerra na Ucrânia, ele disse que “acreditamos num cessar-fogo. Só quem não acredita é a Rússia e a Ucrânia”. Dá para captar alguma coisa? É como se ele estivesse dizendo “acredito que os dois farão as pazes, mas os dois não acreditam”. Quando um não quer, dois não brigam. Basta um não querer. Mas, se Lula está dizendo que os dois querem briga, como é que ele acredita em paz? Eu não consigo traduzir para vocês.
* * *
Gustavo Petro sai-se muito mal ao falar de atentado contra Miguel Uribe Turbay
Quando falei aqui sobre o atentado contra o pré-candidato colombiano Miguel Uribe Turbay, eu disse que até o presidente esquerdista Gustavo Petro tinha condenado a ação. Mas agora vejo o rádio, a televisão, os comentaristas colombianos, e parece que não é bem assim. No sábado à noite, Petro falou de improviso por 45 minutos e soou até meio xenofóbico: a família Turbay é de origem libanesa, de imigrantes que foram para a Colômbia há quase 150 anos, e Petro chegou até a falar em árabe, meio para insinuar que foi um árabe que recebeu três tiros na cabeça. O presidente ainda falou do “grande comandante Chávez”, disse que o atentado era consequência do que os israelenses estão fazendo com os árabes na Faixa de Gaza, enfim, fez uma mistura danada.
Acho que Petro está despencando com isso; agora, os investigadores querem ouvir o sujeito responsável pela segurança dos pré-candidatos, que é muito ligado ao presidente, para saber por que não houve proteção, como é que um menino de 14 anos, armado, chegou perto de Uribe Turbay ponto de acertar três tiros na cabeça. O estado dele é gravíssimo, gravíssimo.
Isso é uma tragédia: Uribe é um jovem de quase 40 anos, e a mãe dele foi assassinada quando ele tinha 5 anos. E Petro teve a coragem de dizer que o avô de Uribe, quando era presidente da República, torturou 10 mil pessoas. O que ele tem que ver com o avô, se é que torturou mesmo? Isso é o típico ataque ad hominem: agredir a pessoa, os parentes, os irmãos, e não as ideias, os argumentos. Saiu-se pessimamente Gustavo Petro, presidente da Colômbia.
De volta ao Brasil, Lula traz na bagagem amarga fatura da estada de alto luxo e gastança dos dias que desfrutou com a primeira-dama Janja em Paris.
O custo da hospedagem do “casal esbanja”, como Lula e Janja são chamados em Brasília, passou de R$ 1,2 milhão.
Não bastasse tal desfeita ao pagador de impostos, o petista torrou outra fortuna, por nossa conta, em aluguel de belos carrões para zanzar pela “Cidade Luz”: foram R$ 974.459,71.
Com tanta gente na comitiva, o cerimonial de Lula pediu quartos extras para hospedar a turma. Por isso, a fatura disparou mais R$ 144,4 mil.
Aos poucos, mais e mais notas da passagem de Lula vão aparecendo.
Só a hospedagem da tripulação que levou Lula nos custou R$ 76,4 mil.
Foi contratado intérprete para Lula inclusive para evento sobre oceanos, talvez por isso o custo do monoglotismo saiu tão salgado: R$ 38,8 mil.
O ministro interino Frederico de Siqueira Filho (Comunicações), com dificuldade para se comunicar, teve o próprio intérprete: R$ 4 mil o dia.
* * *
Êita peste!!!
Chega fiquei zonzo lendo o tanto de dinheiro que foi esbanjanjado em Paris.
Jogaram R$ que só a porra pelos ares!
É pra arrombar a tabaca de Xolinha.
E arrombar mais ainda o bolso do contribuinte.
“Broqueia” tudo!
😂😂😂😂😂😂😂 pic.twitter.com/INn9nrM9Pj
— Nanibarbosa (@RosaneBonoro) June 10, 2025

Rocky Dennis (Eric Stolz) e Diana Adams (Laura Dern), a garota cega
MARCAS DO DESTINO, narra a cinebiografia do jovem Roy L. ‘Rocky’ Dennis (1961-1978), (vivida na telona pelo excelente ator americano Eric Stoltz). Rocky sofre de uma rara deformidade facial, (síndrome de Crouzon), já retratada em outro filme, O Homem Elefante (1980), por David Lynch. Mas, a doença não o impede de ser bem humorado e extrovertido. Rusty, a mãe viciada em heroína, luta com unhas e dentes para que a sociedade o aceite exatamente como ele é. Portanto, Marcas do Destino é um drama emocionante, tocante, que foge às emoções vulgares, exploradas em filmes similares.
Dirigido por Peter Bogdanovich, diretor americano participante da geração de diretores/realizadores da chamada “Nova Hollywood”, ou ainda, movie brats, (na qual estão incluídos William Friedkin, (O Exorcista), Brian DePalma, (Os Intocáveis), George Lucas (Star Wars), Martin Scorsese (Taxi Driver), Steven Spielberg (Tubarão, A Lista de Schindler), Michael Cimino (O Franco Atirador) e Francis Ford Coppola (The Godfather I, Apocalypse Now). O filme mais conhecido do diretor Bogdanovich, depois de Marcas do Destino, é A Última Sessão de Cinema, cuja história é conhecida por envolver dois adolescentes que crescem juntos, iniciam a vida sexual junto e numa única sessão de cinema de uma cidade do Texas, Estados Unidos, nos anos 1950, época da Guerra da Coreia. A amizade dos dois sofre um grande abalo quando ambos se apaixonam pela mesma garota.
MARCAS DO DESTINO é um filme sobre a diferença. Mas, afinal, o que é ser diferente? A discussão é tão constante na contemporaneidade, parte da agenda de setores diversos da vida cotidiana. Falamos disso no âmbito da literatura, do cinema, da psicologia, da educação, da política e de tantos outros “ambientes” que a lista completa apresentaria numerosos caracteres. A diferença, entretanto, delineada ao longo dos 120 minutos do filme em questão trata da narração de uma trajetória bastante peculiar: a saga de uma mãe que precisa lidar com o preconceito e a ignorância diante das pessoas que não entendem a “diferença” do seu filho, um jovem que possui uma doença rara e por isso, é motivo de chacota, descrença e outros problemas que compõem o painel de celeumas da vida em sociedade.
O ponto de partida é numa fase já avançada da vida do garoto. Ele é muito inteligente e perspicaz, mas o diretor da escola em que estuda se nega a matriculá-lo normalmente, alegando que ele deveria ser ajustado numa turma de educação especial. Florence Dennis (Cher) é o seu equilíbrio. Dedicada, ela consegue a matrícula na escola pública, mas sofre os preconceitos já esperados por uma mãe que tem um filho com “deficiência” ou qualquer apresentação que esteja fora dos padrões fixados pela sociedade. Essa é apenas uma das brigas de sua mãe, uma mulher obstinada a enfrentar qualquer peça do sistema para conseguir dar dignidade a cada minuto de vida do filho. As previsões do diretor não condizem com o trajeto, pois o jovem consegue terminar o colegial e arruma o seu primeiro emprego, um cargo de monitor de um acampamento, local responsável por promover a única paixão de sua vida, a bela Diana (Laura Dern), uma garota cega que também se apaixona pela singularidade de Roy, um jovem extremamente delicado e inteligente.
Ao longo do filme, podemos ver como Rocky tenta quebrar os preconceitos entre os colegas de escola, sua luta para fazer a mãe se livrar do vício e viver uma vida normal, assim como ele tenta viver e também podemos notar que, assim como uma pessoa normal, ele busca incansavelmente realizar seus sonhos, mesmo que estes pareçam ser impossíveis devido às suas limitações.
Lançado em 1985, Marcas do Destino é um drama edificante, que foge às emoções vulgares, comuns aos filmes desse estilo. A história não entra em outros detalhes, mas a história de Roy é muito conhecida fora da ambientação fílmica, pois o seu caso raro mexeu com a comunidade médica e levantou debates que extrapolam a ficção. Desenganado ainda quando tinha dois anos, sob a promessa que não passaria dos quatro anos de idade, o jovem Roy lutou o quanto pôde e viveu até os dezesseis anos.
A sua mãe, um exemplar perfeito de um ser humano comum, sem heroísmos fajutos, e por isso, repleta de erros e acertos em suas escolhas, sem a composição essencialista maternal típica hollywoodiana, é um modelo adequado para a composição de um equilibrado desenvolvimento de perfil e necessidade dramática de um personagem. Cher, em uma das suas atuações mais brilhantes, consegue alavancar tais qualidades, ao entregar um excepcional desempenho dramático.
O filme termina com Rusty visitando seu túmulo de Roy, deixando flores e alguns cartões de beisebol ao lado de sua lápide e uma narração do próprio Rocky, que recita o poema que havia escrito para a aula de inglês e que o garoto havia mostrado para sua mãe previamente num momento do filme.
a) Marcas do Destino – cena do acampamento
b) Marcas do Destino – cena dois do acampamento
Editorial Gazeta do Povo
Em uma corte constitucional, como é o Supremo Tribunal Federal, seria esperado que seus integrantes se destacassem pela defesa sem concessões da Constituição e, especialmente, das garantias democráticas que ela promove. No entanto, é justamente o fato de essa disposição andar tão rara na corte suprema que torna notável o voto do ministro André Mendonça no julgamento sobre a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet. Notável e corajoso, pois, além de defender com maestria os princípios constitucionais, o voto ainda foi uma rara contestação ao pensamento e à prática recente de alguns de seus colegas que insistem em se portar como governantes de facto do país, ao arrepio do que diz a própria Constituição.
Se voltamos a este assunto poucos dias depois de o termos abordado neste mesmo espaço, isso não se deve apenas à proximidade da continuação do julgamento, marcada para esta semana e que ainda terá mais sete votos, mas também pela importância do que está sendo decidido no Supremo. Em resumo, estamos diante de um embate entre uma visão jurídica que relativiza – na verdade, até mesmo aceita e promove – a censura, e uma outra visão jurídica que demonstra respeito à liberdade de expressão e consciência de seu papel em uma sociedade dita democrática. E nossa descrição está longe de ser uma dicotomia simplificadora ou maniqueísta, pois as palavras e os atos dos ministros demonstram muito bem ambas as posições.
A Constituição protege a liberdade de expressão e veda a censura em vários de seus trechos, notadamente os incisos IV e IX do artigo 5.º – cláusulas pétreas, portanto – e o artigo 220, mas nunca entendeu esse direito como absoluto. Há, de fato, limites à liberdade de expressão, mas eles estão todos previstos em lei e qualquer restrição exige o devido processo legal. É por isso que o artigo 19 do Marco Civil da Internet prevê a responsabilização legal dos provedores apenas em caso do descumprimento de decisões judiciais para a remoção de conteúdos específicos (à exceção dos casos de violação de direitos autorais e “pornografia de vingança”, em que basta a notificação da parte ofendida), indicando que qualquer conteúdo controverso precisaria passar pela análise do braço estatal para identificar o cometimento de eventual crime. Este modelo, amplamente discutido à época da tramitação do Marco Civil no Congresso, é o que melhor protege tanto a liberdade de expressão quanto os direitos daqueles que eventualmente venham a ser agredidos por manifestações on-line.
No entanto, o que os demais ministros do STF que já deram seu voto – Dias Toffoli, Luiz Fux e, em menor medida, Luís Roberto Barroso – pretendem é acabar com este modelo e substituí-lo por obrigações de remoção imediata de qualquer conteúdo potencialmente problemático por parte dos provedores (o eufemisticamente chamado “dever de cuidado”) ou pelo notice and takedown, o modelo em que a obrigação legal de remover um conteúdo passa a vigorar após notificação. Ninguém precisa ter notável saber jurídico para saber que o resultado da adoção ampla de qualquer um dos dois sistemas resultará em censura ampla, geral e irrestrita: seja por iniciativa dos próprios provedores, seja pela ação de grupos militantes capazes de vigiar e notificar qualquer publicação que lhes desagrade. E não se argumente que a responsabilidade pelas restrições à liberdade de expressão será toda de empresas privadas, pois a verdade é que elas o farão apenas por medo de processos judiciais. A censura continuará a ser promovida pelo Estado: não explicitamente, mas por terceirização – e isso se percebe pela intenção de Toffoli ao ter incluído, em seu voto, uma lista de “temas proibidos”.
Mendonça recusou completamente essa promoção – às vezes dissimulada, às vezes explícita – da censura. A liberdade de expressão não é mera “bondade” que o Estado concede ao cidadão e pode retirar ou reduzir a qualquer momento, de forma arbitrária; ela é pilar da democracia, e só pode sofrer restrições em casos bastante específicos. Ela é inclusive a “liberdade para as ideias que odiamos”, como disse o juiz da Suprema Corte americana Oliver Wendell Holmes Jr. Esse foi o eixo condutor do voto de Mendonça; uma ideia básica, que todo brasileiro teria o direito de esperar de qualquer guardião da Constituição, mas que está sob ataque desses mesmos ditos guardiões, que desejam considerar inconstitucional o artigo 19 do Marco Civil da Internet.
Ora, o que afronta a Constituição não é o texto em debate no STF. O que é verdadeiramente inconstitucional é a instauração de um ambiente de censura generalizada; é a resolução do Tribunal Superior Eleitoral que já impôs aos provedores o “dever de cuidado”; é a suspensão de perfis inteiros em mídias sociais, que configura censura prévia e ostraciza brasileiros que são privados de participar da ágora digital, em uma versão moderna da antiga “morte civil”. É, aliás, igualmente notável e corajoso que Mendonça tenha feito questão de afirmar claramente a inconstitucionalidade dessa prática diante de seu maior promotor, o censor-mor da República, ministro Alexandre de Moraes.
Apesar dessa referência explícita, seria uma injustiça reduzir o voto de Mendonça a um discurso contrário a Moraes, ou mesmo um favor às big techs. O voto é uma eloquente – e juridicamente muito bem fundamentada – defesa da liberdade de expressão como princípio fundante da democracia, e por isso precisa ser devidamente destacado por todos os que estão comprometidos com essa garantia básica do cidadão, já bastante vilipendiada nos últimos anos. De formadores de opinião a entidades de classe, todos precisam aproveitar estas poucas horas que nos separam da continuação do julgamento sobre o Marco Civil da Internet para manifestar sua rejeição à censura que os “editores de um país inteiro” querem transformar na lei da nação.
Previsão do tempo para amanhã. pic.twitter.com/kr0GXT69vo
— José Carlos (@JosCarl54144326) June 8, 2025

Senador do partido Centro Democrático Miguel Uribe, vítima de atentado em Bogotá neste final de semana
Mais um político sofre atentado. Miguel Uribe levou quatro tiros, um deles na cabeça, e está entre a vida e a morte. Ele era oposição ao comunismo de Petro na Colômbia. Ou seja, apenas mais um direitista alvejado por incomodar a esquerda, como aconteceu com Jair Bolsonaro, Donald Trump e outros.
A esquerda ou se cala ou faz pior: sai em defesa do assassino. Foi o que fez o próprio presidente Gustavo Petro, afirmando que era preciso “proteger essa criança”. A fala gerou forte reação dos conservadores. O secretário Marco Rubio desabafou:
Essa é uma ameaça direta à democracia e o resultado da violenta retórica esquerdista vinda dos mais altos níveis do governo colombiano. Tendo acompanhado em primeira mão o progresso da Colômbia nas últimas décadas para consolidar a segurança e a democracia, [o país] não pode arcar com o custo de voltar aos dias escuros da violência política. O presidente Petro precisa voltar atrás na retórica inflamada e proteger as autoridades colombianas.
Mas eis o ponto: a esquerda sempre adota a retórica da violência redentora, “do bem”, pois é essa a sua linguagem, tocar o terror para intimidar seus opositores. No Brasil, com apoio da velha imprensa, a nossa esquerda radical sempre flertou abertamente com atos de vandalismo e até terrorismo. A simpatia pela marginalidade salta aos olhos e basta ver agora o PSOL saindo em defesa de traficantes.
Como essa turma comunista é igual no mundo todo, não seria diferente nos Estados Unidos. Em Los Angeles, financiados por ONGs esquerdistas ou mesmo pelo Partido Comunista Chinês, vândalos da Antifa e outros grupos delinquentes espalham o caos, incendeiam carros e atacam policiais, tudo isso para “protestar” contra a política do ICE, a polícia imigratória.
A velha imprensa faz seu trabalho sujo, ao mentir que se tratam de manifestações “pacíficas”, negando aquilo que nossos olhos podem ver. O governador Gavin Newson sai em defesa dos manifestantes, assim como Kamala Harris e demais democratas. Tudo pela narrativa de que protestar é legítimo, ignorando que são atos violentos ilegais. Dessa vez, porém, acabou a brincadeira, pois há Trump do outro lado.
O presidente já enviou dois mil soldados da Guarda Nacional para proteger os prédios federais e os policiais, e deixou claro: quem cuspir na polícia vai apanhar. É assim que se fala com criminoso! O mundo está cansado do salvo-conduto da esquerda para praticar atos violentos enquanto acusa a direita de “ameaça à democracia”. A demanda por uma postura estilo Bukele aumenta a cada dia. Quem quer espalhar o terror precisa pagar um preço alto. A lei e a ordem são valores fundamentais para a sociedade.
PS: Desnecessário chamar a atenção para a tremenda hipocrisia da esquerda, que acusa de terroristas donas de casa “armadas” com Bíblia e batom num protesto em Brasília, gritando “sem anistia” para essa gente, enquanto aplaude aqueles que realmente agem para impor o terror nas cidades e alterar políticas públicas na marra, já que perderam nos votos.
Comentário sobre a postagem PORTO CELESTE – Afonso Celso
João Francisco:
Se quem vai ainda hoje para a Europa ainda vê palácios, sacrários e monumentos portentosos; imaginem na virada do século XIX para o XX?
O nosso Afonso Celso (quantas cidades têm ruas com este nome) , Visconde de Ouro Preto, foi uma pessoa privilegiada de nascimento, cultura e contatos. Durante o império ocupou todos os cargos públicos que um político poderia almejar em um império. Era amigo muito próximo de D. Pedro II.
Foi político muito ativo até 1889, quando do golpe militar do traidor da monarquia, Deodoro da Fonseca.
Estes versos acima mostram o inconformismo com as diferenças sociais da época entre a opulência dos palácios e a miséria das ruas, que provavelmente frequentava como político.
Não trilhou o caminho fácil do socialismo florescente da época, o que é um grande alento.