If you want to be trussed like a slab of beef, this is your sign to go for it! pic.twitter.com/G6FPqtRqKV
— Dr. Jebra Faushay (@JebraFaushay) October 11, 2025
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Luís Ernesto Lacombe
Tenho tomado café da manhã, de segunda a sexta, acompanhando dois canais de notícias: a CNN Brasil e a Globo News, na qual trabalhei por cinco anos, na década de 1990, quando a emissora ainda fazia jornalismo. Não é masoquismo. E é coisa de meia hora, 40 minutos. Fico listando as narrativas desengonçadas, as opiniões delirantes, os comportamentos ativistas, para tentar expor a turminha nos espaços jornalísticos que ocupo. Ainda não tive indigestão, diante da tevê, porque encaro com bom humor. Sim, dou boas gargalhadas, com tanta bobagem que é produzida, ao mesmo tempo em que tento controlar um certo desespero: como alguém com um mínimo de inteligência e senso crítico pode acreditar naquilo tudo, ou em grande parte do que é despejado por figuras tão arrogantes e enviesadas?
No começo da semana passada, Valdo Cruz falava da “onda de notícias boas para o Lula”… Ele se referia, principalmente, à aprovação do projeto que isenta de Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil. Esqueceu, claro, que o texto foi aprovado por unanimidade e que a oposição propôs que a isenção fosse estendida a quem ganha até R$ 10 mil… Citou também a videoconferência entre Trump e Lula. Considerou uma “grande vitória” do petista, ignorando, como de costume, o que pode atrapalhar os “esforços” de Geraldo Alckmin, Fernando Haddad e Mauro Vieira… Eles vão conversar com o pitbull do presidente americano, o secretário de Estado, Marco Rubio. Alguma chance de revisão das tarifas sobre produtos brasileiros importados pelos Estados Unidos? Sim. Alguma chance de recuo na aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes? Nenhuma.
Valdo até tinha criticado, acertadamente, a medida provisória que aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras… Também não gostava muito da nova MP, que taxaria rendimentos de aplicações e apostas esportivas, abandonando a garfada ilegal no IOF. Mesmo assim, mostrava otimismo em relação ao “kit reeleição” que Lula e seu “ministro da propaganda enganosa”, Sidônio Palmeira, montavam. O “dançarino de frevo” da falecida Globo News apostava na aprovação da nova medida e não escondeu sua irritação com a Câmara, que derrubou o texto… Entre um gole de café e outro, ouvi o senhorzinho dizer que a oposição só tinha sido contra o plano da turma do PT para “prejudicar o governo Lula”. Não foi porque o petista já baixou 27 medidas que provocaram aumento de impostos… “Valdo Cruz Credo” tem mesmo percepção e memória criminosamente seletivas. A oposição se posicionou contra medidas que apenas empurrariam com mais força o Brasil para o fundo do poço.
É costume do PT, isso, sim, votar contra tudo o que pode trazer benefícios para o Brasil. Foi assim com o Plano Real, a minirreforma trabalhista, a reforma da Previdência, a Lei da Liberdade Econômica… Valdo finge que não percebe que os adeptos do “quanto pior, melhor” tomaram o poder de novo. Quando na oposição, o PT trabalha para desgraçar nosso país. Quando no governo, o partido de Lula, infelizmente, tem mais chance de implementar a calamidade… A bomba fiscal está armada, com a carga tributária aumentando assustadoramente e os gastos estatais avançando em ritmo ainda maior. As contas não fecham. O déficit e as dívidas do governo aumentam, as famílias brasileiras se afogam em inadimplência… E é esse o objetivo, sempre foi: prender a população na pobreza e distribuir a ela as migalhas de sempre. Quando desligo a tevê, a cada manhã, o que me resta é isso: se é bom para o Lula, é ruim para o Brasil.
– Mulheres: “Amiga vc tá linda. Amei o vestido.”
Por trás: “a bruxa engordou muito.”– Homens (amizade verdadeira).👇 pic.twitter.com/MwdymfR9gW
— Rafael Zattar (@ZattarRafael) October 11, 2025
Duas glosas deste colunista com o mote de Otacílio Batista:
O peido que a doida deu
Quase não cabe no cu.
Disseram que não fedeu
Mas foi um ronco arretado
Como um trovão demorado
O PEIDO QUE A DOIDA DEU.
O que a danada comeu?
Um pirão de cururu
Com farofa de urubu
Mais dez gotas de limão
Foi um tiro de canhão
QUASE NÃO CABE NO CU.
Assustou rico e plebeu
Do Brasil ao estrangeiro
Ao redor do mundo inteiro
O PEIDO QUE A DOIDA DEU.
Kandahar se estremeceu
Fez tremer toda Kabul
Nas ruas de Istambul
Culparam os americanos
Foi um peido pra mil “ânus”
QUASE NÃO CABE NO CU.
Hoje, 12 de outubro, é um domingo muito especial.
Aqui no meu calendário de mesa, está registrado que é Dia da Criança, Dia do Descobrimento da América, Dia da Leitura, Dia do Engenheiro Agrônomo, Dia do Corretor de Seguros, Dia do Basquete, Dia do Mar, Dia do Círio de Nossa Senhora de Nazaré e Dia de Nossa Senhora Aparecida.
Um dia de muitas celebrações!
Dia também deste Editor agradecer a força dada pelos leitores para manutenção desta gazeta escrota nos ares, fazendo suas generosas doações, propagando nossas postagens e mantendo a audiência nas alturas 24 horas do dia.
Gratíssimo do fundo do coração a todos vocês!
O dia de hoje é celebrado com romarias gigantescas em direção à cidade de Aparecida, em São Paulo, o maior centro de perigrinação religiosa da América Latina, onde está localizada a basílica de Nossa Senhora Aparecida.
E, em sendo o dia desta santa, considerada pelos católicos a Padroeira do Brasil, lembrei-me de uma composição em sua homenagem, da autoria de Luiz Gonzaga, em parceria com Raimundo Granjeiro.
Uma composição dos anos 50, quando eu era criança.
Uma música que Dona Quiterinha, minha saudosa mãe, gostava muito de cantar e que está no vídeo a seguir.
Um excelente domingo para toda a comunidade fubânica!!!
Alguém sabe o nome desse peixe?pic.twitter.com/Z4wlM8bOdw
— O Pinto Marcando (@opintomarcand0) October 10, 2025
As noites são belas, calmas e iluminadas, nas Queimadas, onde nasci.
Naquele tempo, as únicas luzes eram da natureza, ou, a luz das lamparinas e candeeiros – Vovó e Vovô se encarregavam de acendê-las.
O cansaço de mais um dia de puxado trabalho de carpina e virada de milho – com a maior parte usando a agilidade do Vovô, que, não apenas fazia. Ensinava para evitar erros ali, e além dali – na vida.
Sentei exausto na beirada da calçada de barro feita em estuque com apoio de pequenas estacas de madeira. A poucos metros, Vovô acendia e dependurava o candeeiro que diminuía a escuridão, iluminando o quintal ao derredor, que Vovó limpara na boquinha da tarde.
O cântico irritante, contínuo, mas belo das cigarras levava um ar de poesia que só conseguimos ouvir na calmaria e na escuridão noturna do sertão.
Levantei o olhar para o céu, onde, longe dali, as estrelas formavam o Cruzeiro e escreviam na minha mente, versos de uma poesia. Não tão distante, mariposas em mutação experimental para a transformação em borboletas, se permitiam ver, e, até ouvi-las, tamanho era o silêncio.
Difícil mesmo era não se deixar envolver em deslumbramento. Uníssono, tudo parecia a cerimônia de um casamento bem organizado – tudo dando certo e sendo belo. Poético!
Mariposas e borboletas escreviam um, dois, três versos – poeticamente
– Zé, quer café meu fio? Passei agorinha!
Vovó, claro que, sem saber o momento do êxtase que me envolvia, de hábito, sendo gentil e carinhosa.
Recebi a xícara, bebi o café – mas continuei embevecido e literalmente envolvido pelo céu e sua poesia, que, naquele momento, nenhum Drummond ou nenhum café da Vovó podia ser comparado.
Era a beleza sentida no âmago de mim mesmo – provavelmente tocado pela graça divina.
A noite. A incomparável beleza e calmaria da noite. Coisa de Deus.
A cigarra parou de cantar, de repente. Como um coral de mil vozes estivesse cantando “Aleluia”, e tivesse sido interrompido.
O céu escureceu. As estrelas sumiram. As mariposas se aquietaram e se recolheram.
O vento soprou forte e trouxe a chuva. Relâmpagos calaram – com certeza – as cigarras.
Levantei e fiquei olhando para o céu. A poesia foi transformada num dilúvio que só os pequenos animais noturnos pressentiam – mas que eu agora estava vendo.
E fiquei olhando. Consegui o impossível de ver o vento que tocava os galhos tênues das pequenas árvores, mostrando o quanto é poderoso.
A mariposa pousada observando a nuvem esconder a luminosidade lunar
A noite.
A noite não é apenas o espaço de algumas horas que antecede o dia. A noite é o momento onde a vida (inclusive a vida humana) começa se reproduzir, desde o recolhimento das cigarras e das mariposas, até o casal de humanos, que, em cópula, se reproduz e multiplica.
Vamos para a aula?
Bem atual, eles voltaram a cena do crime!
CPMI DO INSS pic.twitter.com/HRBtEUVFWM— Lueci (@luecifabretti) October 11, 2025