CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOÃO FRANCISCO – RIBEIRÃO PRETO-SP

E o “Bolsomaster”, não iria derrubar Flávio Bolsonaro?

Zema tentou embarcar de paladino da moralidade logo no primeiro instante em que o tal vídeo apareceu. Quebrou a cara a ponto de o próprio NOVO (PR e SC) o desautorizar.

O Menino Bezerro de Ouro não atacou, mas também não defendeu; disse que – Flávio tem que dar suas explicações, afinal à mulher de César não basta ser honesta e blá, blá, blá.

Os “Isentistas” acompanharam a toada e cravaram; – agora é Tarcísio e Michelle, ops, Zema e Michelle, ops, Teresa Cristina e Michele. Perceberam o padrão?

O PT ficou na moita; – deixa sangrar, devem ter pensado. Estão ligado demais ao Master para sair atirando, afinal pedir uma CPMI iria dar ruim.

O que ninguém contava é que as Tias e Tios do Zap (e o Vô aqui) pegariam Flávio no colo. Com todos os seus defeitos, Flávio ainda é infinitamente melhor que todas as opções que colocam.

Flávio não caiu, este entrevero foi bom para depurar o joio do trigo e vamos em frente.

DEU NO JORNAL

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

O MUNDO ODEIA A ANVISA

Quando uma conduta imprópria é detectada, a reação do povo é imediata.

A verdade aflora mais rápido nesses tempos de internet ainda meio livre.

Quando o mal é praticado, nem OMS, OTAN, BYD, CNBB ou MS escapam da reação do público.

Aí a resposta acaba contrariando as espectativas do malefício. O cancelamento vira aprovação, o que era para ser bonito fica feio e o desidratado infla.

DEU NO JORNAL

EVIDENTE

A bancada no Novo na Câmara quer que o Ministério da Justiça explique a substituição do delegado da Polícia Federal Guilherme Figueiredo Silva.

Ele investigava possíveis desvios de Lulinha no escândalo do INSS.

* * *

Oxente, e precisa explicação???

Tá tudo claro e evidente.

Quem investiga um inocente, filho de outro inocente, tem mesmo que ser jogado fora.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

DEU NO JORNAL

A SAÍDA DE PEQUIM

Karina Michelin

A saída da delegação americana de Pequim nesta sexta-feira, 15 de maio, terminou com uma cena digna de Guerra Fria tecnológica.

Segundo a correspondente da New York Post, Emily Goodin, funcionários da Casa Branca e integrantes da comitiva de Donald Trump descartaram literalmente tudo o que haviam recebido das autoridades chinesas antes de embarcar no Air Force One.

Crachás, presentes, pins comemorativos, materiais oficiais e até os celulares descartáveis usados pela equipe foram jogados em uma lixeira ao pé da escada da aeronave.

A ordem do governo americano era direta – “Nada vindo da China entra no avião.”

A medida revela o nível extremo de cautela envolvendo espionagem eletrônica e infiltração tecnológica durante a cúpula entre EUA e China em Pequim.

De acordo com a reportagem do New York Post, membros da delegação deixaram seus celulares pessoais nos Estados Unidos antes da viagem e operaram exclusivamente com “burner phones”, aparelhos temporários e “limpos”, usados para evitar vazamentos, rastreamento, clonagem de dados ou infiltrações digitais.

Os dispositivos pessoais ficaram armazenados dentro de bolsas Faraday no Air Force One – equipamentos especiais que bloqueiam sinais de GPS, Wi-Fi, Bluetooth e radiofrequência. A prática faz parte dos protocolos de segurança americana para viagens a países considerados de alto risco de vigilância eletrônica.

A tensão nos bastidores também expõe algo maior; apesar dos sorrisos, banquetes e cerimônias públicas entre Donald Trump e Xi Jinping, Washington continua tratando Pequim como a principal ameaça global em inteligência, tecnologia e espionagem estratégica.

A maior potência militar do planeta participou da cúpula diplomática mais importante do século XXI… sem confiar sequer em um crachá entregue pelos chineses. Isso diz muito

DEU NO JORNAL

CONVERSA

Petistas divulgam Lucas (8:17): “não há nada escondido que não venha a ser conhecido e trazido à luz”, sobre Flavio Bolsonaro omitir as relações com Vorcaro.

Serve também para Lula, que ainda não contou o que tanto conversou com o banqueiro em dezembro de 2024 por uma hora e meia.

* * *

Uma hora e meia de conversa é até pouco.

Mesmo assim ele deve ter falado somente verdades para o banqueiro.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DE FIDELIDADE – Vinicius de Moraes

De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.

Vinicius de Moraes, Rio de Janeiro-RJ (1913-1980)