DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

SANDÁLIAS

Comentário sobre a postagem É DE FAZER PENA…

João Francisco:

Com muita dor no coração me desfiz da marca que me acompanha desde sempre.

Joguei meu par de sandálias fora e vou agora mesmo ver novas marcas para substituir as últimas havaianas que estavam nos meus pés.

Realmente é uma pena.

A marca sempre se mostrou descolada e criativa em suas propagandas.

Desta vez se meteu em política e cuspiu na cara de mais de 60 milhões de brasileiros.

Vai pagar, e caro, por isso. Já suspenderam o comercial poucas horas depois do lançamento e bloquearam comentários no insta.

Esperando mais notas explicativas dizendo que foram mal interpretados em 3, 2, 1, …

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

ORCA – A BALEIA ASSASSINA – NÃO É UM FILME GROTESCO

Cartaz em DVD de Orca – A Baleia Assassina

O filme Orca – A Baleia Assassina, dirigido por Michael Anderson, que estreou a adaptação do romance “1984”, de George Orwell, que reverberou os medos onipresentes de 1956, dirigiu “A Volta ao Mundo em 80 Dias” (1984), narra a história da trágica morte da companheira de Orca, baleia prenha, pelo capitão de navio pesqueiro, Nolan (Richard Harris).

A intenção do barqueiro Nolan era capturar um tubarão branco, mas o arpão acabou atingindo um animal inocente, a baleia prenha. Inconformado com a tragédia, o macho direciona toda sua fúria e poder de morte para o porto de pescadores. Sob a pressão dos aldeões, Nolan, terá de fazer alguma coisa para expulsar o animal das redondezas.

Estreado em 1977, Orca – A Baleia Assassina, apresenta o capitão Nolan (Richard Harris), um comandante que acidentalmente mata uma baleia fêmea prenha. O interesse do capitão era o de capturar um tubarão branco para o aquário da cidade, mas a baleia foi o que veio primeiro. Então, o aventureiro capitão não se conteve e dizimou o que viu pela frente. O macho, no fundo e numa perspectiva “ponto de vista”, assiste a tudo, impotente. Talvez essa seja uma das melhores personificações do cinema, pois a forma como o animal assiste ao abate da fêmea e a retirada do feto das entranhas dela, provoca-lhe uma revolta sem paralelo! Há um trecho que o design de som deixa bem nítido essa revolta: o som do choro do animal.

Tomada pelo sentimento de tristeza, a orca começa o seu projeto de vingança e a ideia é destruir a tudo e a todos. Objetivos gerais? Vingar-se pela morte da companheira. Objetivos específicos? Destruir a cidade, matar a todos e dar aos humanos o que eles merecem. Justificativa? Não se deve fazer mal aos animais, principalmente aos que estão praticamente em extinção. Procedimentos metodológicos? Infernizar a cidade, destruir as possibilidades de curtição dos turistas, vingar-se de todos e atrair os diretamente culpados pelo massacre da “família arca” para um terceiro ato similar ao colega de gênero cinematográfico – Tubarão (1974) – dirigido pelo magno Spielberg, mais experiente, o que designa uma espécie de referências consultadas.

A Ooca não vai conter qualquer instinto e destruirá boa parte da cidade, algo que pede a suspensão da crença por parte do espectador. Com cenas gravadas num tanque e com a presença de alguns animatrônicos em determinados trechos, o filme possui uma narrativa arrastada, mas não absurda. A trilha sonora é do genial Ennio Morricone, aclamado compositor italiano de western e dramas edificantes, dá dignidade ao filme, adaptado do romance Tubarão, do escritor americano Peter Benchley.

Há uma polêmica que envolve o filme, similar ao título do clássico O Massacre da Serra Elétrica (2003). Quando divulgado no Brasil com o título traduzido, espectadores alegaram que o instrumento criminal de Leatherface (personagem fictício da série de filmes Slasher The Texas Chain Saw Massacre), é um motosserra, haja vista a impossibilidade de um maníaco utilizar uma serra elétrica nas circunstâncias apresentadas pelo filme.

No caso de Orca – A Baleia Assassina, a questão é polêmica pelo fato da Orca ser parte integrante da família dos golfinhos, não das baleias, o que traz toda uma confusão biológica em torno do animal. A confusão não chega a atrapalhar o roteiro de Luciano Vincenzoni e Sergio Donati, tampouco a direção de Michael Anderson.

Em seus 92 minutos, Orca – A Baleia Assassina nos mostra que é uma história de revanche e vingança justificada. A referência ao clássico Moby Dick, de Herman Melville, (romance publicado em 1851), é evidente. O capitão Nolan é uma versão do Capitão Ahab da obra literária, numa prova de como os fios que entrelaçam essa narrativa são oriundos de uma rede que lembra um rizoma, com colaborações de todos os lados e uma maneira de se espalhar que segue direções variadas e toma de empréstimo elementos da literatura clássica, como textos bíblicos, de histórias da vida real e do próprio cinema, como é o caso desta narrativa que se firmou como o derivado de Tubarão, com maior projeção na época.

Orca – Trilha sonora de Ennio Morricone

DEU NO JORNAL

O RISCO DA DÍVIDA PÚBLICA CRESCENTE

Editorial Gazeta do Povo

Ilustração conceitual de uma balança em severo desequilíbrio, com o eixo central rachando sob o peso de um tanque industrial vazando recursos, simbolizando a crise nas contas públicas e a insustentabilidade da dívida brasileira para as eleições de 2026.

O próximo governo herdará um cenário de desequilíbrio fiscal crítico: sem uma “terapia de choque” e reformas estruturais, a dívida pública poderá ultrapassar 100% do PIB, exigindo correções urgentes para evitar o colapso econômico

O Brasil caminha para atingir uma dívida pública equivalente a 100% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2030. O alerta foi feito por Marcus Pestana, diretor da Instituição Fiscal Independente do Senado Federal, em audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Para ilustrar a gravidade do cenário, Pestana foi direto: “Imaginem as Forças Armadas sem munição, o Ibama e a Polícia Federal sem gasolina, o PAC zerado e os ministérios sem pagar a conta de energia? Parece caricatura, mas é para lá que caminhamos”.

O crescimento acelerado da dívida pública não é um problema abstrato nem restrito a planilhas técnicas. Trata-se de um risco concreto ao funcionamento do Estado e à estabilidade econômica. A dívida pública engloba o endividamento de todo o setor estatal – União, estados, municípios, autarquias, fundações e empresas estatais –, financiado por tributos pagos pela sociedade. Hoje, a Dívida Bruta do Governo Geral já se aproxima de 80% do PIB e mantém trajetória ascendente, sem sinal claro de reversão.

A compreensão desse fenômeno exige olhar além do curto prazo. O endividamento público moderno tem origem histórica na grande depressão dos anos 1930 e nos efeitos econômicos das guerras mundiais. Foi nesse contexto que se consolidaram as ideias de John Maynard Keynes, para quem o Estado deveria ampliar gastos em momentos de recessão profunda, mesmo à custa de déficits e aumento da dívida, como forma de recuperar a demanda, o emprego e a renda.

A premissa central dessa abordagem era a transitoriedade do desequilíbrio fiscal. Superada a crise, os governos retomariam o equilíbrio orçamentário, reduziriam déficits e conteriam o endividamento. O próprio debate teórico da época, porém, já apontava o risco de que essa reversão não ocorresse. A história confirmou o alerta: em muitos países, o gasto emergencial tornou-se permanente, os déficits se cristalizaram e a dívida passou a crescer de forma contínua, mesmo em períodos de expansão econômica.

O Brasil ilustra com precisão esse desvio. Apesar de ostentar uma das maiores cargas tributárias do mundo, o país convive com déficits fiscais recorrentes e dívida em expansão. De novembro de 2014, quando as contas públicas entraram no vermelho, até outubro de 2025, a dívida saltou de 56,1% para 78,6% do PIB, segundo o Banco Central. No atual mandato de Lula, apenas sete dos 33 meses até setembro de 2024 registraram superávit primário, e estimativas indicam que o endividamento pode crescer até 11 pontos percentuais apenas neste período. É preciso reconhecer o peso das despesas obrigatórias nesse cenário, que consomem hoje mais de 90% do orçamento – e seguem crescendo, impulsionadas pelo envelhecimento da população e pela indexação de benefícios previdenciários e assistenciais ao salário mínimo.

Diante dessa estrutura engessada, o governo optou por contornar o problema em vez de enfrentá-lo. Para cumprir formalmente o arcabouço fiscal, recorreu a expedientes contábeis: alterações no tratamento de precatórios, exclusão de gastos do Programa de Aceleração do Crescimento das regras fiscais e uso de empresas estatais para executar despesas fora do resultado primário. Desde o início do terceiro mandato de Lula, mais de R$ 330 bilhões foram retirados da contabilidade oficial das metas fiscais.

Essas medidas podem evitar uma paralisação imediata da máquina pública, mas não resolvem o problema – apenas o adiam por um curto espaço de tempo. Estimativas indicam que o risco de um “shutdown” – a interrupção de serviços públicos por falta de recursos discricionários – foi postergado de 2027 para 2029. Trata-se de um alívio temporário, que não altera a trajetória estrutural da dívida.

A estratégia implícita é clara: ganhar tempo, evitar decisões impopulares e apostar que o crescimento econômico – ainda incerto – aliviará as contas públicas. É uma aposta arriscada. Com juros elevados, orçamento rígido e credibilidade fiscal fragilizada, o crescimento não tem nada de garantido e, mesmo que ocorra, dificilmente compensará o avanço automático das despesas.

A trajetória atual confirma um alerta antigo: políticas concebidas para situações excepcionais não podem se tornar permanentes. A insistência em postergar ajustes, ampliar gastos e recorrer a expedientes contábeis não elimina o problema da dívida pública. Apenas o transfere para o futuro, em condições possivelmente ainda mais adversas. A deterioração fiscal já está em curso, e é lamentável que um assunto dessa magnitude e importância para a saúde da economia nacional e para o bem-estar social da população não seja uma das principais preocupações do governo, do parlamento e das autoridades da área econômica. Fica o alerta.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO JORNAL

ALEXANDRE GARCIA

SERÁ QUE OS VOTOS DA ELEIÇÃO DE 2026 JÁ ESTÃO TODOS COMPRADOS?

O Bolsa Família se agigantou desde a pandemia: o valor médio mais que triplicou e o número de famílias atendidas teve forte aumento

O Bolsa Família se agigantou desde a pandemia: o valor médio mais que triplicou e o número de famílias atendidas teve forte aumento

Tem colega meu que acha que quem ganha pouco é venal, que está à venda. Vi comentários dizendo: “Olha, o Lula vai subir nas pesquisas a partir de fevereiro, a partir do carnaval, porque é quando entra em vigor a isenção do imposto de renda para quem ganha até cinco mil reais e a redução do imposto, na fonte, para quem ganha de cinco mil a sete mil e quinhentos”. Gente, vocês estão dizendo que a pessoa vai se vender por trinta moedas, trinta dinheiros? Assim como a gente que acha que é uma tentativa de compra de votos, a mancheias de favores, o Bolsa Família.

Tem gente no Bolsa Família há mais de quinze anos. Tem gente no Bolsa Família há mais de dez anos. Isso é o fracasso do Bolsa Família, porque o programa deveria ser uma porta de saída do problema. A pessoa ganha um emprego porque adquiriu uma atividade, uma profissão, uma qualificação. Se não tem, é preciso qualificá-la e oferecer emprego.

Em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, o prefeito está fazendo exatamente isso, sob a rejeição de gente do governo federal. É incrível como os pensamentos estão deturpados. Eu culpo a escola, porque há pais horrorizados dizendo que estão perdendo os filhos para a escola.

A escola deveria ser uma fonte de luz, de saber, de ensinar a pensar, de ensinar a ser curioso, de pensar por si próprio, para descobrir as próprias verdades. Não é isso? Mas há gente achando que todo mundo vai se vender. Se for assim, meu Deus do céu, os votos já estão todos comprados. Se a gente olhar, há treze estados em que existem mais beneficiários do Bolsa Família do que trabalhadores com carteira assinada. É uma tragédia.

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Novo ministro

Deve haver posse, nesta semana, do novo ministro do Turismo. Celso Sabino, depois de trair milhares de eleitores e o próprio partido, está voltando para a Câmara. Agora pegaram um nome da Paraíba. Deve ser um grande entendido em turismo, já que foi secretário de Turismo da Paraíba, nomeado pela própria mãe. E quem o escolheu agora como ministro do Turismo foi o pai, que falou com o presidente do União Brasil. Pessoas da Paraíba me disseram que isso ainda vai dar problema, porque ele é dono de escolas no estado e enfrenta questões com professores, com a Justiça do Trabalho, uma série de problemas. Estou apenas transmitindo o que me relataram.

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Bolsonaro

Queria falar também, mais uma vez, que Moraes não concedeu prisão domiciliar a Bolsonaro, mesmo com nove comorbidades. Autorizou a cirurgia, mas determinou que a Polícia Federal, por meio de seus peritos, verificasse se havia realmente necessidade e urgência. Ainda assim, não autorizou a ida para casa, sob o argumento de que a prisão fica mais perto do hospital do que a residência dele. É um argumento quase geográfico, de Waze ou Uber. E, de fato, o DF Star fica mais perto. Tem sempre congestionamento, mas uma ambulância faz o trajeto em cerca de cinco minutos.

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Heroísmo

Para encerrar, aquele sujeito que impediu a continuidade da matança em uma praia de Sydney – quando dois homens, com uma bandeira do Estado Islâmico, estavam atacando pessoas – veio por trás de um carro e agarrou o homem armado com um fuzil. Ele levou vários tiros no braço e na mão, pode até perder o braço, mas recebeu a mais alta condecoração por bravura, a Cruz do Valor, concedida pelo governo australiano e pelo chefe de Estado da Austrália, o rei Charles. O rei Charles, pessoalmente, telefonou para cumprimentá-lo pelo ato de bravura. Além disso, Bill Ackman, investidor bilionário, deu a ele um cheque de 99.999 dólares.

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

HAVAIANAS: TIRO NO PÉ

É preciso ter titica na cabeça para fazer uma campanha que deliberadamente rifa mais da metade da potencial clientela, só por motivos políticos

O que deu na cabeça dos marqueteiros da Havaianas?! A marca de chinelos de borracha resolveu usar a artista petista Fernanda Torres para sua campanha de fim de ano, e com uma mensagem bizarra: não entrar no ano novo com o pé direito! Afinal, esquerdistas não querem saber de endireitar coisa alguma.

Claro que a campanha teve efeito bumerangue. A marca foi “cancelada” por inúmeras pessoas, e vários vídeos revoltados viralizaram. É preciso ter titica na cabeça para fazer uma campanha que deliberadamente rifa mais da metade da potencial clientela, só por motivos políticos.

A dona da marca, a Alpargatas, pertence ao grupo Itaú. Seu CEO foi do conselho do Lula. O próprio banco tem sócios importantes que vivem defendendo o PT. O boicote, portanto, nem deveria ficar restrito aos chinelos de PVC, mas ao próprio banco. Quem lacra não lucra!

Érika Hilton saiu em defesa da Havaianas, mas o que chamou a atenção foi o tamanho do seu pé. Certas coisas o movimento trans não consegue mudar. Enquanto isso, a marca concorrente, Ipanema, já surfa na onda e tenta capturar os clientes insatisfeitos com a guinada ideológica.

No capitalismo é assim mesmo: cada um é livre para escolher, e posicionamentos políticos têm consequências. Parece que a empresa já se deu conta da burrada, apagou a campanha e trancou os comentários, mas é tarde demais. O estrago está feito. Talvez a marca pudesse mudar de nome para Havanas. Fernanda Torres coleta seu cachê capitalista e vende socialismo para os otários…

Aqui em casa a Havaianas não entra mais. Não será um grande esforço: os chinelos são um tanto vagabundos, especialmente para o preço cobrado. Nos Estados Unidos, um par chega a custar mais de US$ 20, ou seja, mais de cem reais! Era só o valor da marca mesmo, pois o custo de produção não deve passar de dois dólares. Só que agora a marca está chamuscada. Que venda só para a turma petista. Vamos ver se é suficiente…

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

CARLOS EDUARDO SANTOS – RECIFE-PE

Aos caros colegas colunistas e leitores do JBF.

PRESENTES E AUSENTES

O nascimento de Jesus, conforme descrevem as letras antigas, motivou os reis magos, vindos do oriente, a trazerem presentes para o recém-nascido: Jesus.

O ouro – simbolo de poder e da sabedoria; o incenso – que simboliza a oração, chegando até Deus em forma de fumaça; e a mirra – que representa a imortalidade.

Este era o costume para se comemorar o nascimento de Jesus, e como de costume, eram oferecidos tais presentes quando nascia um grande profeta.

Dai entendemos a causa da milenar tradição de presentear as pessoas e confraternizar, comemorando festivamente a época dezembrina.

Todavia, interpretando os dias correntes, sabemos que esta tradição foi desvirtuada, tornando-se um estímulo à comercialização dos mais diversos objetos, com os quais demonstramos nossos afetos, durante a Noite de Natal.

Mas, é preciso lembrar, que em eras outras, se afirmou ter o significado da palavra “presente”, oriundo da iniciativa de um soldado, de antigas batalhas romana, quando deixava com sua esposa uma flor, de forma que representasse a sua presença durante os dias de ausência nas batalhas.

Como se dissesse: antes que a flor murche nos veremos novamente!

Ou seja, o “presente” representava o ausente.

E pensando em transmitir o sentimento do profundo bem querer, mando-lhes o mais nobre pensamento, almejando Boas Festas, desejando que estas palavras sejam consideradas um presente espiritual diante de minha momentânea ausência.

Nada é mais representativo para esta época em que se afloram os sentimentos de bondade mais efusivos, do que uma afirmativa de que estou presente – embora distante – desejando o melhor que o Supremo Arquiteto do Universo haja escrito na aura de cada um de nós, para os próximos dias de suas vidas.

Desta maneira desejo estar presente, mesmo ausente, às muitas confraternizações natalinas, abraçando a todos, e assim reforçando nossas amizades, desejando que perdurem até os últimos dias de vida de todos nós.