
Eu não acredito Charlenne🤣🤣🤣🤣🤣 pic.twitter.com/fz69lbUlQB
— 🇧🇷KobraNews🇧🇷 (@kobraf4) March 21, 2026
Quando ela passa todo mundo espia,
Não para a cara, que não é formosa,
Mas para a bunda, que é maravilhosa.
Em bunda, nunca vi tanta magia.
Requebra, sobe, treme e rodopia
Dentro de uma expressão maravilhosa.
Deve ser uma bunda cor-de-rosa,
Da cor do céu quando desponta o dia.
E ela sabe que sua bunda é boa.
Vai pela rua rebolando à toa,
Deixando a multidão maravilhada.
Eu a contemplo, num silêncio mudo.
Embora a cara não valesse nada,
Só aquela bunda me valia tudo.

Belmiro Ferreira Braga (1872-1937). A cidade onde ele nasceu, em Minas Gerais, originalmente chamada de Vargem Grande, recebeu o seu nome após a sua morte.
Comentário sobre a postagem MILITÂNCIA E ÓDIO COM CRACHÁ DE JORNALISTA
João Francisco:
Não é a primeira vez que o Sr. Hélio expõe seu desejo de morte ao Bolsonaro, numa demonstração de ódio, sentimento oposto e mais fiel que o amor.
Deve ser difícil conviver com isso todos os dias, pois o ódio corrói a alma; nos faz ter pesadelos constantes, não ter outra coisa que falar.
Muitos estão nesta triste situação.
Rezo por eles também, para que voltem a amar.
Comprometido funcionário dos Correios lotado no Rio Grande do Sul procurou o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania para denunciar perseguição pelo comando da estatal após denunciar o decadente estado de uma agência em Santo Antônio da Patrulha (RS).
O documento com a suspensão do agente de correios Carlos Alberto Duarte é assinado pela corregedora estadual Káthia Maria Araújo. O documento informa que Duarte foi suspenso por 30 dias e sem salário.
A coluna teve acesso a fotos da agência, tomada por mato alto, infiltração, mofo, rachaduras e etc. Foi o que indignou o servidor.
Revoltados com a gestão da estatal, os colegas puxam um abaixo-assinado contra a punição do servidor e repudiando retaliação.
Procurada pela coluna, a estatal afirmou que não comenta processos administrativos em apuração.
* * *
Isso é cagado e cuspido o retrato dos Correios em tempos petralhas.
É o estado atual de uma estatal de grande importância para a população nas mãos do bando luloso.
Que os céus se apiedem deste sofrido país!!!
“Minha jangada vai sair pro mar
Vou trabalhar, meu bem querer
Se Deus quiser quando eu voltar do mar
Um peixe bom eu vou trazer
Meus companheiros também vão voltar
E a Deus do céu vamos agradecer”

Jangada improvisada de Dico
Hoje tentarei lhes contar uma pequena estória de Dico, cidadão cearense nascido em Pacajus, mais propriamente no povoado de Guaiúba. Raimundo na pia batismal, que a família transformou em “Dico” tão logo saiu do “gatinho” para o caminhar forte e seguro.
Entre o ver a luz da maternidade dada pela mãe, até o criar cabelos nos peitos e nas partes pudentas, Dico conhecia mesmo era a enxada, a foice – que manuseava com maestria – o machado e o rachar lenha para o consumo diário na cozinha. Tinha extrema habilidade, também, no pescar curumatás, traíras e piaus no Açude Novo.
Cresceu, namorou e “mexeu com o que não devia, antes do tempo” – e isso acabou lhe custando um casamento antes do dia e da hora marcada. Na roça, nos tempos em que os filhos obedeciam aos pais, era assim. Ajoelhou, tinha que rezar.
Certo dia Francisca passou mal. Chamaram a Dodoca rezadeira, e essa quase deixou o pé de arruda em esqueleto, de tantos tirar galhos com folhas – a arruda murchou de tanta reza, mas Francisca não melhorou. Dico foi aconselhado par levar Francisca para a cidade, onde certamente conseguiria resolver aquele problema intempestivo na vida deles.
Numa primeira visita a solução pareceu distante. Seria necessária uma estadia mais prolongada na capital, o que acabou proporcionando a mudança definitiva do casal – com os filhos – para encontrar a facilidade do atendimento médico.
Sem profissão, trabalhador da agricultura na Guaiúba, Dico mudou com família e tralhas para a capital. O dinheiro economizado durante dias, serviria para custear o tratamento e, caso necessário, a compra de medicamentos.
A solução imaginada por Dico para alimentar a família, foi a pesca. Inteligente, Dico improvisou uma jangada e foi ao mar. Foi pescar o dicumê da família.
O homem não conhecia nada do mar – que vira poucas vezes – e acreditou que tudo seria resolvido em poucas horas. Tudo parecia fácil na maré vazante. E, sozinho, Dico foi pescar. A poucos metros da arrebentação, se deixou levar. Não se deu conta que logo estaria distante da orla marítima. Se deixou levar.

Farol que orientou Dico
Dico tinha um sonho: queria pescar o maior “pirarucu” que alguém tivesse pescado algum dia.
As horas foram passando. A noite chegou e nada de Dico conseguir pescar o “pirarucu”, coisa que, inicialmente parecia fácil. Mas não era.
Longe da costa, sem uma lamparina – que não levara por achar que voltaria cedo com o maior pirarucu já pescado – as dificuldades só aumentavam. Nada de peixe. A preocupação, agora, era com a volta para casa.
A escuridão foi – finalmente – importante para que Dico, já desesperado, avistasse um farol que, pela distância sugeria a proximidade da orla marítima.
As luzes do farol acabaram ajudando Dico. Foi avistado por uma equipe de socorristas que, com muito trabalho lhe prestou ajuda e ajudou no resgate.
Um dos socorristas, atônito, perguntou:
– Ei siô, que bom que o encontramos. Fique tranquilo, vamos leva-lo para a orla. Conseguiu pescar muitos peixes?
Agradecido pelo socorro, Dico respondeu:
– Não. Não consegui pescar o meu “pirarucu”!
No que o socorrista, entre incrédulo e ansioso, acrescentou:
– É! “Pirarucu” o senhor jamais pescaria!
Sem entender, Dico perguntou:
– Por que?

Pirarucu, o gigante dos rios amazônicos
Ao que o socorrista respondeu:
– Senhor, vamos pra casa. O senhor queria pescar “pirarucu” no mar?
🚨URGENTE – Luciano Hang se veste de mulher, mostra pesquisa em que 84% das pessoas discordam de Erika Hilton na presidência da Comissão e questiona
“Colocar uma peruca loira, botar uma roupa feminina me faz conhecer os verdadeiros problemas de uma mulher?” pic.twitter.com/YBOmngngOX
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) March 20, 2026
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Mote deste colunista
Vá devagar, meu amigo,
Que a vida não volta atrás!
O tempo é sempre fugaz…
Em pouco, o novo é antigo
E eu vivo a pensar comigo:
Correr pra quê pela estrada?!
Se é sempre na caminhada
Que a gente colhe poesia,
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Melchior SEZEFREDO Machado
Para que tanto cifrão
VSó somar não dividir
Por que não subtrair
Ajudando seu irmão
Se não leva no caixão
O que juntou na jornada
Deixa tudo na morada
Vai morar no céu um dia
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Cabal Abrantes
Não adianta se estressar
Perder sua paciência
E ir parar numa Urgência
Em um bloco hospitalar
Se tudo aqui vai passar
Vem o final da jornada
E o fim dessa caminhada
Terminará qualquer dia
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Poeta Nascimento
Não adianta tanta pressa
Tampouco ter alvoroço
Pra ir ao fundo do poço
Pois pouca coisa interessa
E se o nada é promessa
Dessa curta caminhada
Vou evitar na jornada
Levar tudo o que queria
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Leo Brasil
Pra que dinheiro de Emenda,
Desvio e corrupção
Pra comprar uma mansão,
Um iate, uma fazenda?
E perder a vaga na Tenda
Da mais sublime morada
Ter a alma encarcerada
Na infernal enxovia.
Pra que tanta correria
Se Tudo vem a ser Nada?
Wellington Vicente