3 pensou em “VALE TUDO. MENOS ESTUDAR

  1. É factual a violência contra e com a mulher. Mas, essa violência física e psicológica é “apenas contra a mulher”. Afinal, qual é a nossa definição de “violência”?
    Alterar o seu voto nas eleições, não é um tipo de violência?
    E, o que temos feito, na prática, para acabar com isso?
    Por que esperar as ações de Donald Trump, enquanto ficamos embevecidos com futebol, carnaval e outras coisas que não resolvem a violência?
    No futebol mesmo: o caso do Bruno Henrique, jogador do Flamengo, não foi também uma violência contra a moralidade do futebol? E o que fizemos? Aceitamos passivamente. Não seria uma violência, anunciar o preço de uma mercadoria no valor de R$14,99? Quem vende e anuncia, vai devolver o troco? E o que fazemos? Nada. Aceitamos passivamente e ainda dizemos: “um centavo não vale nada”!
    Não concordo que devamos nos preocupar e reagir apenas, com a violência contra a mulher. Repito o meu entendimento: a violência contra a mulher é real. Mas, é só contra a mulher?

  2. Eu sou contra a este projeto, tinha que ter um projeto, projeto não uma lei que é o seguinte ao registrar uma queixa de maus tratos que apanhou do petista opa do marido o delegado ao invés de escrever tudo aquilo que não vale nada numa medida protetiva deveria dar um 38 para a mulher e um 38 para família uma caixa de munição para cada com a ordem que se o ex aparecer a 100 metros ou aparecer no local de trabalho da ex mulher a mulher tem o direito de descarregar toda munição nele , aí eu acho que acaba com esta pouca vergonha.

    Porque tem uma deputada que pediu proteção e não ganhou uma medida protetiva no papel ganhou escolta armada já qu a deputada pode ter uma escolta armada que cada mulher que não possa ter uma escolta armada que dê arma e munição para ela e a família dela se defender

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