DEU NO X
DEU NO X
UM FILME ARRASADOR
DEU NO X
UM PUTEIRO CHAMADO BRASIL-2023
O brasil não tem lei.
O brasil não tem uma corte constitucional.
A quantidade de crimes que foram confessados nesse vídeo deveria ser suficiente para derrubar a república.
Um ministro do stf, que deveria se pautar pela seriedade e pela imparcialidade, se liga com uma jornalista e… pic.twitter.com/RIS44YlyUG— Coronel Márcio Amaro (R1) (@Amaro_Coronel) November 24, 2023
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
O BRASIL DE PONTA CABEÇA
DEU NO JORNAL
NÍVEL PAULO FREIRE DE BURRICE JORNALISTEIRA ESQUERDÓIDE
DEU NO X
PUTA MERDA! PARCERIA ESCANCARADA ENTRE OS CUMPANHEROS
Jornalista da Globonews que postou sobre ameaça do STF contra líder do governo no Senado devido ao voto favor da PEC que limita os poderes da Corte revela que ministros se sentem traídos pois a eleição de lula dependeu do Supremo. É surreal! pic.twitter.com/c3yVIsrPFH
— Carlos Jordy (@carlosjordy) November 24, 2023
DEU NO JORNAL
A CAPITAL GAÚCHA NÃO MERECE…
COMENTÁRIO DO LEITOR
ESPERNEIA MESMO, BEIÇOLA!
Comentário sobre a postagem GILMAR MENDES FAZ DECLARAÇÃO GRAVÍSSIMA SOBRE ATUAÇÃO DO SUPREMO
Pablo Lopes:
Como estamos falando sobre questões jurídicas, convém classificar juridicamente a fala do ministro beiçola:
Trata-se do famoso “Jus Esperneandi”.
CARLOS EDUARDO SANTOS - CRÔNICAS CHEIAS DE GRAÇA
VENEZA AMERICANA
Recife, a Veneza Americana
Inspirado em notas de Fernando Novais, quando se referiu à minha cidade como “Porto dos Arrecifes”, informo que ao me dedicar a estudos sobre a obra de Francisco Augusto Pereira da Costa – Anais Pernambucanos – observei que a capital do meu estado já foi conhecida – inclusive em documentos antigos e por vozes populares – por vários topônimos, o que me chamou a atenção para o tema desta crônica historiográfica.
Ouvi falar em várias denominações da cidade, desde as populares às documentadas. E falarei um pouco sobre o tema.
Inicialmente conhecida como “Porto de Olinda”, (atual Bairro do Rio Branco) porque ali se instalou a zona de atracação de navios. Em seguida, foram construídos os armazéns, uma balança para pesar caixas de açúcar e pau-brasil; depois, face ao progresso, surgiram algumas casas de moradia.
Séculos a seguir, veio um traçado de metrópole, com as duas avenidas principais – Rio Branco e Marquês de Olinda, prédios em estilo neoclássico e uma moderníssima ponte-giratória. Até o início dessas reformas era chamada: “Ribeira Marinha dos Arrecifes”.
Mais adiante, desejando Nassau planejar a “Metrópole Brasileira”, focou um novo traçado para ruas e casas, na parte que era conhecida como “Ilha de Antônio Vaz”, ficando a região do porto referida como “Rio Branco” e “Bairro do Recife Antigo”, passando a atual área de Santo Antônio a ser conhecida como “Cidade Baixa”, dado à relação com Olinda, que era a Cidade Alta.
O Recife deixou, em passados anos, de ser “Aldeia do Recife” e começou a disputar com Olinda – que era a “Cidade Alta” – o privilégio de ser uma cidade que cresceu e se tornou capital de Pernambuco. A denominação de “Cidade Baixa” foi criada pelo pirata inglês James Lancaster, que passou pelo Recife em 1594, para fins de saque.
“Aldeia do Recife” e “Povoamento do Recife” foram dois topônimos que seus habitantes ouviram falar, com certa insistência, a partir de 1630. É interessante assinalar que o principal bairro do Recife – que viria a se chamar oficialmente: Bairro de Santo Antônio e contava apenas com 130 casas sendo os sobrados de um e dois andares, além de lojas.
Fico imaginando como essa cidade conseguiu acomodar tantos soldados que vieram da Holanda para tomar o Brasil de assalto, aqui permanecendo durante o período de 1630 a 1654.
Quando o Príncipe Maurício de Nassau aqui chegou e começou a traçar as linhas de uma urbe moderna, concentrou na Ilha de Antônio Vaz a sede do Governo, instalando os tribunais, a Casa da Moeda, a alfândega, as repartições públicas e o empório comercial. Recife tomou corpo. Seria nos anos 1950, com o advento das iniciativas da Sudene, a “Metrópole do Nordeste”.
Com o passar do tempo outras denominações foram aparecendo em jornais: “Cidade dos Rios e das Pontes”, “Cidade dos Arrecifes”.
Uma das mais importantes denominações foi “Cidade Maurícia”, em homenagem popular ao alemão Johann Moritz von Nassau-Siegen, nascido em Dillenburg, que aqui chegou contratado pela Cia. das Índias Ocidentais, no período da invasão holandesa, para ser o Administrador de Pernambuco, pessoa que deu ao lugar foros de “Capital do Brasil holandês”, outro título importante do Recife.
Uma curiosidade! Há vozes correntes e títulos de livros que costumam citar o nome abrasileirado – Maurício de Nassau – como nascido na Holanda, quando, na verdade, era um príncipe alemão e cujo registro de nascimento consta da forma como se escreve no idioma germânico: Johann Moritz.
Em dias recentes eufemisticamente denominnaram minha cidade como: “Recife – Capital do Frevo e do Maracatu”. É mesmo! Para confirmar bastaria se ouvir Cristina Amaral cantando “Recife Manhã de Sol”, notável peça de Jota Michiles, e por esse motivo já poderemos batizá-la com nova denominação: “Recife – Primavera dos Amores”. Vejamos:
Recife Manhã de Sol – De Jota Michiles e interpretação de Cristina Amaral
Todavia, teremos que considerar que em 1938, o radialista Luiz Campos – mais conhecido como Ziul Matos, escreveu os versos e o maestro Nelson Ferreira musicou o frevo-hino que tem atravessado os tempos, tornando nossa cidade a encantadora:
“Recife – Veneza Americana”. Autores: Ziul Matos e Nelson Ferreira
Com o coral misto da Fábrica de Discos Mocambo
“És Veneza Americana
Do mais lindo céu de anil
Minha terra hospitaleira
Namorada do Brasil”.
E assim, considero o Recife não apenas “A Namorada do Brasil”, mas a cidade que é a “Veneza da América do Sul”, portanto, a “Veneza Americana”.
DEU NO JORNAL
UM NOVO LEMA PARA O IBGE
Editorial Gazeta do Povo

Márcio Pochmann, presidente do IBGE, afirmou que está insatisfeito com a forma atual de divulgação dos dados coletados pelo órgão
Já se vão quase 30 anos desde que o então ministro da Fazenda, Rubens Ricupero, disse a um jornalista, enquanto se preparava para uma entrada ao vivo em um telejornal, que “eu não tenho escrúpulos; o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde”. Apesar de a frase ter sido dita fora do ar, ela foi captada por telespectadores que tinham antena parabólica, e Ricupero entregou o cargo ao então presidente, Itamar Franco, dias depois. Mas, ao que tudo indica, este espírito segue vivo, e o mote deve ganhar sobrevida no IBGE de Márcio Pochmann, o ideólogo radical de esquerda escolhido por Lula em julho para gerenciar a produção e divulgação de estatísticas sobre vários temas, inclusive a economia nacional.
Na semana passada, ao empossar Daniel Castro – que já havia trabalhado sob Pochmann no Ipea, durante os governos Lula 2 e Dilma 1 – como coordenador do Centro de Documentação e Disseminação de Informações (CDDI), Pochmann disse não gostar do modelo atual de divulgação de dados, em que jornalistas são recebidos para entrevistas coletivas com técnicos do órgão, capazes de explicar e destrinchar os números e responder às perguntas (às vezes incômodas) da imprensa. “A comunicação do passado era aquela que (sic) o IBGE produzia as informações e os dados, fazia uma coletiva e transferia a responsabilidade para o grande público através dos meios de comunicação tradicional (sic). Isso ficou para trás”, disse o presidente do IBGE, sem esconder aquela hostilidade tão característica do petismo em relação aos veículos de comunicação.
Pochmann já tomou uma atitude prática neste sentido: a área de Comunicação Social, que era uma coordenadoria autônoma, irá para o guarda-chuva do CDDI de Daniel Castro. Embora não tenha afirmado com detalhes o que viria no lugar dessa “comunicação do passado”, a dupla acenou para o uso das plataformas próprias do IBGE e os perfis do órgão nas mídias sociais, embora ambos os meios já sejam usados. O objetivo, afirmou Castro, é “chegar na Dona Maria e o Seu João diretamente”, como se todos os brasileiros, independentemente da faixa de renda, fossem usuários pesados de mídias sociais e não recorressem, por exemplo, à televisão para ter acesso ao noticiário, até para compreender melhor o que dizem os números levantados pelo IBGE. Além disso, essa ênfase no desprezo pela intermediação da imprensa deixa subentendidas outras intenções.
No discurso de posse de Castro, Pochmann ainda afirmou que, com “o deslocamento do centro dinâmico do mundo para o oriente, já não está perceptível (sic) as melhores soluções apenas no ocidente. O oriente também traz informações” – mais especificamente, a China, já que os presidentes do IBGE e do Instituto Nacional de Estatística chinês estiveram juntos em setembro. Talvez as “melhores soluções” que Pochmann tenha ido buscar no gigante asiático incluam a suspensão da divulgação de informações incômodas, como os números do desemprego juvenil, que vinha subindo mês após mês até que a publicação do dado foi interrompida em agosto. Da mesma forma, as estatísticas chinesas sobre a Covid-19, especialmente quanto às mortes, foram alvo de crítica praticamente desde o início da pandemia, sendo consideradas nada confiáveis.
Pochmann nem precisaria ter ido tão longe para buscar esse tipo de inspiração. O Indec argentino sob Cristina Kirchner manipulou os números da economia tão pesadamente que por vários anos a revista The Economist se recusou a publicar os dados oficiais. E o próprio Pochmann, a julgar por relatos de sua passagem pelo Ipea, já vinha colocando em prática o lema de faturar sobre o que é bom e esconder o que é ruim: por ocasião da escolha de Pochmann para o IBGE, o ex-gerente de área Paulo Tafner afirmou ao jornal O Estado de S.Paulo que a prática corrente no órgão era engavetar estudos com conclusões desagradáveis e publicar rapidamente os que reforçaram as narrativas petistas. Nesta toada, o que “ficará para trás” não será o estilo de comunicação do IBGE, mas a sua credibilidade.



