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COMENTÁRIO

Leandro Ruschel

É muito interessante esse comentário do Breno Altman sobre as manifestações ‘gigantescas’ da direita na Paulista.

Para quem não sabe, Altman é da ala mais radical do PT, e representa uma fatia muito significativa do partido, que defende com fervor as ditaduras cubana e venezuelana, sonhando com a instalação de um regime parecido no Brasil.

Altman opera com uma espécie de embaixador do PT junto às ditaduras comunistas da AL, e tem apoiado abertamente os terroristas do Hamas.

Ele tem estreita ligação com José Dirceu e chegou a ser investigado na Lava Jato por lavagem de dinheiro, sendo absolvido por falta de provas.

Altman deixa claro que a oposição à direita está sendo conduzida pelo Supremo, a quem ele trata como ‘instituição burguesa’. Ele aponta o erro da esquerda em depender do Supremo, e da aliança com o que ele chama de ‘direita liberal’.

Ao final do vídeo, ele deixa claro que apoia o cerceamento da liberdade de expressão da direita, mas acha um erro ‘terceirizar’ essa tarefa ao Supremo.

Ele quer que o Lula encabece uma chamada às ruas para esquerda assumir o ‘protagonismo político’, ao mesmo tempo que reconhece a falta de força para fazer frente ao gigantesco apoio popular de Bolsonaro.

Resumindo, a extrema-esquerda considera o Supremo como veículo da repressão à direita, mas teme que a ‘instituição burguesa’ se vire contra ela em algum momento.

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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ALEXANDRE GARCIA

QUERER NEGAR AS DIMENSÕES DA MANIFESTAÇÃO NA PAULISTA É PASSAR RIDÍCULO

manifestação

185 mil pessoas na Avenida Paulista? É ridículo, não? O pior de tudo é a pessoa passar ridículo por vontade própria. Nós vimos aquela Avenida Paulista lotada; moradores de lá disseram que nunca a viram tão cheia. Eu calculei com base na matemática – e eu fui bom nisso, nota 10 na faculdade e no ensino médio –: a área da avenida é de uns 130 mil metros quadrados; se pusermos cinco pessoas por metro quadrado, teremos 650 mil pessoas. A PM de São Paulo disse que havia 750 mil, e eu até admito porque calculei apenas a avenida em si, com 50 metros de largura e 2,8 mil metros de extensão, mas certamente havia gente nas transversais. Se não tivesse havido bloqueio na estrada, haveria ainda mais gente. Mas insistir em 185 mil é um retrato desse ridículo. É tão absurdo que ficamos pensando que a pessoa está sonhando ou deixou de pensar racionalmente, só emocionalmente, porque quer ser contra. Como se passou ridículo ingenuamente, puerilmente. “Não é”, “não é”, “não é”. Por que isso? É tão vergonhoso, tão vexaminoso negar a realidade.

E não estou falando só da contagem da multidão. Vi pessoas dizendo “o pior discurso do Bolsonaro em toda a sua vida”, não sei mais o quê. Outros ofenderam, disseram que não podia ter havido a manifestação… mas não vivemos em uma democracia? Quem diz algo assim está revelando o seu totalitarismo, seu desejo de partido único, quando na verdade toda essa gente deveria simplesmente reconhecer a demonstração de força, de grandiosidade de um líder, que conseguiu convencer os manifestantes a não trazerem faixas ofensivas, por exemplo. Houve o discurso moderado de Bolsonaro, houve o discurso de cunho moral e religioso de Michelle e de Silas Malafaia. Não houve partidarismo, não apareceu partido político; o presidente apenas deu força para as lideranças que estavam com ele no palanque.

Mas as pessoas fazem questão de negar isso. E quando fazem isso, assinam embaixo, assumindo que aquilo as atingiu. E como usam adjetivos, até interjeições! É coisa de jornalista que não aprendeu na faculdade, como eu aprendi, que em jornalismo não se usa adjetivo e muito menos interjeição. Usamos verbos e substantivos para contar os fatos. Em vez de usar um adjetivo, mostramos o tamanho do que foi, a cor do que apareceu, o inchaço. Mas não se usa adjetivo, que, em geral, embute uma opinião. Enfim, a manifestação teve repercussão no mundo inteiro, principalmente por causa da detenção do jornalista português – um marqueteiro empenhado em deixar mal o país não teria feito melhor.

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Abasteça o carro e patrocine um filme

Um edital da Petrobras, divulgado na sexta-feira, prevê para o ano que vem a volta do patrocínio para shows, teatro, filmes e até festas: R$ 250 milhões. De onde vai sair esse dinheiro? Se você pensou que é do seu bolso, quando estiver abastecendo com diesel ou gasolina, ou comprando gás, então você acertou. Porque não tem mais de onde sair. Tanto que no governo anterior o patrocínio havia acabado, exatamente para não pesar no preço do combustível e do gás. Está de volta, agora, a festa de R$ 250 milhões.

DEU NO JORNAL

À BEIRA DE UM ATAQUE

A manifestação na Avenida Paulista fez muitos no governo, no supremo e até na mídia começarem a semana nervosos, tensos, cuspindo marimbondos de fogo.

Talvez tenha sido esse o maior êxito do ex-presidente.

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Só cuspir maribondos de fogo é o de menos.

O danado é ter de expelir pelo fopa.

Queima tudo!!!

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PENINHA - DICA MUSICAL