Velho “Tartaruga Clube”, (Foste Mercado do Amor!). Teus boêmios já morreram, As damas? Não têm vigor… Veio abaixo o teu reinado, Hoje és chão malassombrado Sem teto e sem morador.
Famosa esquina da Afonso Pena com Marechal Deodoro, onde por muitos anos, existiu o “Tartaruga”, um dos mais antigos cabarés de Porto Velho, Rondônia
Além de persona non grata em Israel, pelas ofensas aos judeus, Lula também não poderá pisar em Portugal caso o líder do partido Chega, de direita, vença as eleições deste domingo (10).
André Clemente declarou publicamente que, se Lula ousasse ir a Portugal, seria preso.
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Vamos torcer pela vitória de André Clemente hoje.
E, caso seja eleito, vamos rezar pra que o Ladrão Descondenado invente de passear em Portugal.
Seria um acontecimento mundial arretado: o maior mentiroso do Brasil novamente atrás das grades.
Ontem, por volta das 16h senti o cansaço dominar o corpo e a mente. Um dia extremamente exaustivo, de um trabalho meticuloso que é orientação de tese, dissertação ou artigo, além de tantas demandas administrativas dos projetos do mestrado, que resolvi parar. Liguei a TV e saí procurando algo que valesse a pena, até que parei num filme, que já havia começado, e que tinha o título em epígrafe. Já vi pedaços e resolvi acompanhar.
O enredo trata do escândalo do Water Gate, lá do governo de Richard Nixon que também foi adaptado para o cinema e gerou o bom filme Todos os Homens do Presidente. A invasão do Water Gate era colocar escutas telefônicos no partido Democrata e o trabalho investigativo dos repórteres foi imparcial e graças ao que foi divulgado, Nixon renunciou.
O The Post foi jornal que começou a divulgar os indícios de falcatruas forjadas dentro da Casa Branca e este filme traz a perspectiva de uma pressão sobre o jornal para que não utilizasse determinadas provas. O caso vai parar na Supremo Corte e por 6 x 3 os juízes decidem que a imprensa livre é uma das bases fundamentais da democracia.
Imediatamente veio a comparação com nossa suprema corte e com nossa imprensa. Primeiro, olhe para a imprensa brasileira. É só uma “impressão”. A dependência de recursos públicos mantém qualquer veículo na obrigação de aplaudir até mesmo as baboseiras ditas publicamente pelo presidente. A grana é a motivação mais clara para ser contra ou favor qualquer partido. Existem ressalvas? Acho que sim, mas desconfio que não!
Certa ocasião, nos idos de 2012, eu estava dando aula num curso de graduação quando 4 alunos me pediram para falar com a turma. Concordei e eles entraram e se identificaram como integrantes da UNE. Destilaram mensagens doutrinárias e se posicionaram favorável ao financiamento de campanha e convidaram os alunos para uma “plenária” e depois de uns 10 minutos, perguntaram se os alunos tinham alguma pergunta. Silêncio absoluto. Daí eu perguntei se poderia fazer uma pergunta e eles disseram tudo bem. Então eu mandei essa:
“Por que a UNE era tão combativa no passado e agora eu não ouvi uma nota de protesto contra os escândalos de corrupção do governo? Foi porque a UNE recebeu R$ 25 milhões para construir sua sede e isso acabou com a combatividade?”
Eles se entreolharam e não responderam absolutamente nada. Tentaram dizer que a UNE continuava combativa, mas cada vez mais eu mostrava exemplos contrários. Saíram da sala e foram confabular do lado de fora. Meus alunos tentaram me aplaudir, mas eu não permiti. Disse que eles deveriam se posicionar e questionar as coisas para não servir de cobaias. De modo igual é a imprensa. A grana transferida pelo o governo veda os olhos das redações a ponto de se encontrar repórteres dispostos a defender o indefensável.
Eu vi um vídeo onde o jornalista Reinaldo Azevedo fazia uma intepretação da queda de popularidade do governo e do presidente atual. Dizia ele que a pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 27 de fevereiro e que por conta do evento na Paulista, o povo ainda estava na rua se lembrando a Lava Jato – era esse o contexto, não as palavras. A imbecilidade é tanta parece que foram entrevistados apenas as pessoas que participaram do 25/02. Não custa lembrar que esse mesmo Reinaldo era o cara que tratava com Andrea Neves notícias que elevassem a figura de Aécio Neves. Como uma pessoa com esse caráter se acha probo para opinar sobre qualquer coisa? Acrescente-se que ele era crítico ferrenho de Lula, mas agora é defensor público sem procuração. Eu era assinante da Veja e ele colunista. Fiz dois comentários à coluna dele e foram publicados. Depois fiz uma crítica mais contundente e ele não publicou. Esse mesmo paspalho confundiu prisão em segunda instância com prisão preventiva.
Na extensão disso vem a suprema corte. Lá no passado, quando invadiram o capitólio contra o resultado suspeito da eleição norte-americana, ministros do STF foram às redes sociais defender a “essências da democracia”, enquanto não se ouviu uma palavra sequer dos membros da suprema corte americana. O grau de proibições feitas pelo STF em relação a parte da imprensa, a blogueiros, etc. é algo fora do padrão. Viola os preceitos mínimos do Direito e das garantias constitucionais. Liberdade de imprensa, liberdade de expressão, direito de ir e vir, me parecem mecanismos acessórios de um mecanismo podre que é esse espectro de democracia a qual estão nos impingindo.
Bloqueio de contas correntes tem sido uma praxe e tudo isso sob o manto de que estamos defendendo a democracia. Caramba! Morro de medo das escolhas que fazem por mim. Gostaria, imensamente, de continuar sendo responsável pelas decisões que tomo.
O pior é que não vejo sinais de mudança. Vejo um país enorme, com um potencial enorme, atolado na merda.
Mário Juruna, batizado Mário Dzuruna Butsé, nasceu na aldeia Xavante Namakura, próximo a Barra do Garças, MT, em 3/9/1943. Líder indígena e político ligado ao PDT-Partido Democrático Trabalhista. Foi primeiro deputado federal indígena do Brasil.
Filho de Isaías Butsé, chefe da aldeia Namakura, o principal cacique do povo Xavante. Seu primeiro contato com os brancos se deu aos 17 anos, quando sucedeu o pai na liderança da aldeia. Pouco depois passou a viajar pelo Brasil e na década de 1970 passou a frequentar a sede da FUNAI, em Brasília, em busca da demarcação das terras indígenas e fazer denúncias contra o Estatuto do Índio.
Tal Estatuto, nos artigos 2, 17 e 22, permitia que os povos indígenas pudessem ser removidos de suas terras, de maneira permanente ou temporária, com as seguintes condições: por imposição da segurança nacional; para a realização de obras públicas que interessem ao desenvolvimento nacional; para a exploração de riquezas do subsolo de relevante interesse para a segurança e o desenvolvimento nacional. Sua atuação e visibilidade na imprensa denunciando a precária situação dos índios fizeram com que tomasse a decisão de adotar um posicionamento mais firme e efetivo em sua luta.
Assim, em 1982 telefonou para Leonel Brizola, dirigente do PDT-Partido Democrático Trabalhista, manifestando interesse em se candidatar a deputado federal. No ano seguinte foi eleito com 31 mil votos. Uma de suas primeiras iniciativas na Câmara dos Deputados foi a criação da Comissão Permanente do Índio no Congresso Nacional, em março de 1983, que dá início a atual Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial. A partir daí, amplifica sua atuação junto as comunidades e instituições de proteção aos povos indígenas. Em seu primeiro discurso na Câmara Federal, declarou “Sou homem do povo, sou homem de campo, quando me criei não encontrei nem um branco, não encontrei nem um avião, nem automóvel, nem estrada; onde me criei era sertão, eu só escutava canto do passarinho, e hoje eu encontro muito pressão contra índio, e invasor, e estrada. A gente está recebendo muita pressão”.
Em 1980 foi convidado, junto com Darcy Ribeiro, a participar do Tribunal Bertrand Russel, na Holanda, onde denunciou os abusos que os indígenas do Brasil estavam sofrendo com a ocupação de suas terras pelos brancos e os assassinatos cometidos contra os índios. Ficou conhecido como um deputado combativo, tendo sempre um gravador portátil para registrar as conversas com políticos e autoridades, para cobrar depois o que era prometido. Não confiava nas promessas ou afirmações dos políticos. Em 1982 foi publicado o livro O Gravador do Juruna, organizado por Antônio Hofeld e Assis Hofman, publicado pela editora Mercado Aberto.
No prefácio, Darcy Ribeiro traça um breve perfil de Juruna: “Como e por que este líder de uma aldeia indígena com menos de 100 pessoas se impõe, assim, a todos nós? Metade da resposta se encontra certamente na forte personalidade de Mário Juruna que faz sentir, de imediato, o seu carisma. A outra metade está na autenticidade de sua encarnação da causa indígena. Ele é a grande voz índia do Brasil que calou indigenistas, antropólogos e missionários que pretendiam interpretá-la. Depois de Rondon, os índios do Brasil têm pela primeira vez um representante incontestável: Mário Juruna”.
Foi um crítico ferrenho da FUNAI, que segundo ele não representava os povos indígenas adequadamente. Como Deputado, conseguiu a aprovação do projeto que alterava a composição de sua diretoria, incluindo pessoas indicadas pelas comunidades indígenas, que podiam ser índios ou indigenistas reconhecidos.
Em 29/3/1984, a Rede Globo dedicou o programa “Globo Repórter” à análise da questão indígena no Brasil, onde Juruna foi apresentado junto com uma entrevista realçando sua luta pela demarcação das terras. Em 1986 tentou se reeleger na Câmara Federal. Não conseguiu, mas continuou participando na política mesmo sem cargo político. Em 1994 houve nova tentativa, mas não foi eleito. No ano seguinte atuou como assessor parlamentar na Câmara dos Deputados. Sua saúde era precária – sofrendo de diabetes e artrose infecciosa – e veio a falecer em 17/7/2002.
Cédulas de dólar sendo impressas no Bureau of Engraving and Printing norte-americano
No próximo ano, o mundo completará 80 anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial. O suicídio de Hitler, em 30 de abril de 1945, é uma das datas simbólicas que marcam o fim daquela trágica guerra e coincidiu com o primeiro ano de funcionamento da grande reforma econômica resultante da Conferência de Bretton Woods, realizada em julho de 1944. Três ocorrências de alta relevância foram aprovadas e implantadas com a finalidade de reconstruir a infraestrutura dos países devastados pela guerra e promover o crescimento econômico e o desenvolvimento social das nações: 1. A criação do novo padrão monetário mundial pela introdução do padrão-dólar em substituição ao padrão-ouro; 2. a criação do Fundo Monetário Internacional (FMI), destinado a fornecer financiamentos para cobrir déficits nas contas externas dos países e promover a expansão do comércio internacional; e 3. a criação do Banco Mundial (composto de quatro instituições financeiras) para conceder empréstimos de longo prazo para investimentos públicos em áreas essenciais e eficazes ao crescimento econômico e combate à pobreza.
A grande depressão econômica ocorrida nos anos 1930, com toda a tragédia social que provocou, e os efeitos da guerra levaram à predominância das ideias e teorias de John Maynard Keynes, considerado por muitos o maior economista do século 20, que colocam o setor público como agente da reconstrução e motor da retomada do crescimento econômico. A descomunal queda do Produto Interno Bruto (PIB), o elevado desemprego, a volumosa perda de patrimônio derivada da crise do mercado de ações, a fome, as tragédias familiares e a desesperança foram o pano de fundo para a adoção das soluções propostas por Keynes.
Keynes tinha sólida formação em economia e experiência em finanças públicas adquirida no tempo em que trabalhou no Tesouro britânico, no qual ingressou em 1915 com a missão de preparar a equipe do país que participaria do Tratado de Versalles, destinado a definir as sanções à Alemanha após a derrota germânica na Primeira Guerra Mundial. Vendo o estrago derivado da guerra, que durou de 1914 a 1918, mais os efeitos negativos da grande depressão dos anos 1930, Keynes publicou sua obra magistral em 1936, sob o título de A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, na qual ele apresentou uma sofisticada teoria para explicar o funcionamento do capitalismo e concluir que, em momentos de recessão, o Estado deve aumentar os gastos públicos, especialmente em obras de infraestrutura, para estimular a demanda agregada, gerar empregos e promover a recuperação.
As ideias de Keynes e sua proposta de elevação dos gastos públicos receberam pesadas críticas dos economistas que viam o governo como uma ameaça quando liberado para gastar acima das receitas tributárias. Os críticos argumentavam que, uma vez feitos gastos elevados e contraídos déficits orçamentários, os governos acabariam adotando duas medidas nocivas no longo prazo: aumento de impostos e emissão de dinheiro, prática que resultaria inevitavelmente em inflação e empobrecimento da população. Keynes respondeu que, em face da recessão, o governo poderia gastar mais e pagar com emissões monetárias, sem aumentar tributos, pois o mundo estava vivendo sob deflação (queda de preços); logo, a emissão de dinheiro não provocaria aumento de preços.
Os críticos argumentavam que, ainda que os déficits orçamentários promovessem a recuperação da economia, se os governos continuassem com seus gastos e déficits, inevitavelmente a inflação se instalaria e causaria recessão, desemprego e empobrecimento. Keynes alegava que, após retomado o crescimento, o governo deveria reduzir os gastos, voltar ao equilíbrio orçamentário e eliminar o déficit. Ou seja, a teoria keynesiana previa aumento de gastos do governo sob a forma de programas de investimentos e pagos com emissão monetária, sem aumento de impostos, apenas enquanto durasse a recessão.
Keynes falhou em não entender a natureza humana, especialmente a natureza dos políticos e a lógica do poder, que é sempre crescente. Governos e políticos têm como lógica gastar cada vez mais e aumentar o grau de intervenção na economia. Os governos do mundo nunca mais pararam de gastar e se tornaram cronicamente deficitários em escala tão elevada que, mesmo aumentando sistematicamente a carga tributária, tiveram de recorrer ao aumento da dívida pública e emissão de dinheiro para cobrir seus rombos.
No caso brasileiro, a carga tributária era de 21% do PIB quando dos trabalhos da Assembleia Constituinte que culminou com aprovação da nova Constituição Federal, em outubro de 1988. No ano seguinte, em 1989, foi feita uma reforma tributária e, desde então, a carga tributária vem crescendo sistematicamente, estando hoje em 34% em valores efetivamente ingressados nos cofres públicos. Mesmo com essa elevação da carga tributária, os déficits públicos continuaram aumentando, de forma que o setor estatal seguiu se endividando em tal grau que a Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) – o que inclui os estados e municípios – entrou o ano de 2024 equivalendo a 74% do PIB anual. Em resumo, a soma de alta carga tributária, déficits crônicos e alta dívida pública constitui um grave perigo, tanto que o Banco Central vem manifestando preocupação com a trajetória da economia brasileira. Se essa tendência persistir, o Brasil pode vir novamente a colher baixo crescimento econômico, recessão e inflação. Eis aí um problema que merece atenção e vigilância da sociedade sobre as autoridades responsáveis pela gestão macroeconômica do país.
Já eternizado, um amado irmão nosso, chamado Hélder Câmara costumava afirmar que “conversa franca faz bons amigos.” E é a partir desse princípio saudável e com muita crença no futuro da região, oportunizando a emersão de uma dinâmica IA – Inteligência Artificial, que sugiro a efetivação, no Recife, na Fundação Joaquim Nabuco, de um amplo Seminário Regional denominado SOS NORDESTE FUTURO, envolvendo as mais diferenciadas representações, debatendo alternativas para o atual nível situacional, despertando muitos para livramento do marasmo socioeconômico, ensejando projetos sobre as potencialidades regionais e locais, sem histerismos nem sectarismos ideológicos, tampouco interesses vulgares, nem demagogias populistas.
A meta principal do evento deverá ser a de aglutinar os segmentos que se interagem na área socioeconômico-político-cultural do Nordeste, para garimpar propostas e projetos empreendedores que acelerem o ingresso do todo regional em níveis de desenvolvimento compatíveis com as exigências de uma contemporaneidade século XXI.
Manifestar-se sem dogmatismos, eis um bom lema para um encontro que busca saídas concretas. Para desmascarar, inclusive, os que idealizam o Nordeste como uma enorme lata de lixo, repleta de ideologias obsoletas, das mais diferenciadas classificações, inclusive religiosas, que proliferam sob múltiplas incoerências, réplicas monstruosas ou caricatas das matrizes oligárquicas.
O cientista social Oscar Lewis, aponta algumas características econômicas, psicológicas e sociais dessa cultura. Segundo ele, a tipicidade da cultura dos pobres se encontra refletida na luta constante pela vida, no desemprego, nos baixos salários, nos empregos não-especializados, no trabalho de crianças, na penúria crônica de liquidez monetária, na ausência de reserva de alimentos, na dependência de agiotas, na falta de intimidade, no espírito gregário, no alcoolismo, no recurso frequente à violência para acertar disputas, nos castigos corporais nas crianças, no abandono relativamente frequente de mulher e filhos, na predominância do autoritarismo machista, numa quase única preferência pelo presente e numa impossibilidade orgânica de adiar para um amanhã mesmo próximo os mais simples projetos.
Para que o SOS MORDESTE FUTURO produza resultados, algumas premissas tornam-se imprescindíveis, sem as quais tudo ficará reduzido a mais um muro de lamentações. Atrevo-me a enumerar algumas delas, na certeza de ser devidamente compreendido pelos que entendem de limitações, inclusive educacionais:
a. Terá espírito puramente negocista toda discussão que não levar na mais alta conta as chances de sobrevivência cidadã de todos os segmentos regionais, respeitando-se sempre a Vida no seu sentido o mais abrangente possível.
b. Uma nova atitude para com a natureza também se faz necessária, mormente quando o mundo inteiro debate os direitos de sobrevivência climática.
c. A solidariedade humana deve ser entendida como uma maneira de se ensinar todos a pescar, sendo necessário, sempre que houver ocasião, proclamar que a educação para todos, mormente a educação básica de eficaz conteúdo, amplia a cidadania e fortalece os direitos e deveres dos entornos comunitários.
d. Um programa permanente de capacitação empresarial, através dos mais diversos estímulos promocionais, ampliará a compreensão dos empreendedores acerca das questões básicas, todas elas relacionadas com o trinômio economia x criatividade x sociedade.
e. Um amplo, consistente e não-direcionado mecanismo de incentivo à participação política deverá sempre estar presente em todas as linhas comportamentais mestras das empresas, entendendo-se como participação política o envolvimento de todos nas áreas de suas convivialidades.
Na atualidade, empresários, sindicalistas, homens públicos, líderes comunitários, militares e religiosos não fundamentalistas, tampouco cretinos, estão percebendo que o apenas mais-ou-menos é muito pouco. Fazer o melhor, eis o mote para se sair de uma situação deficitária, sempre se assessorando nos melhores talentos eticamente vocacionados. É chegada a hora da reinvenção de empresas, empresários, homens públicos e lideranças as mais diversas. Todos com a certeza de que, numa sociedade que se informatiza rapidamente, acelera-se a urgência de fecundas ultrapassagens, na linha de frente se firmando uma inadiável qualidade de vida para todos.