Decididamente estamos sofrendo uma epidemia de fecaloma cerebral (FC).
Vemos uma profusão de casos graves de infecção em todos os setores da vida social, política, jurídica, jornalística, científica, artística, esportiva, etc, dos bananenses.
FC é uma doença insidiosa e incurável, posto que não há vacina, medicação, ou reza braba que dê jeito.
Os sintomas do mal são fácilmente identificáveis: raciocínio confuso, autoritarismo, afeição à mentira e desonestidade, forte inclinação à pregação de virtudes, acusações a terceiros sem fundamento, ideias de natureza sinistra (no sentido amplo da palavra!), profundo resentimento, etc.
Enfim, um quadro patológico de sério e irreversível embotamento intelectual.
Confirmação da patologia pode ser feita pela autópsia do cadáver do infectado, quando a abertura da cavidade craniana mostra apenas a total conversão do cérebro em uma massa disforme, fétida, de fezes endurecidas.
A doença, ao que sabemos, felizmente não é contagiosa. O agente patogênico, de natureza ainda cientificamente indeterminada, parece se instalar em cérebros tenros, possivelmente já portadores de alguma deficiência, logo na infância do infectado.
A doença ainda não está catalogada na CID (Classificação Internacional de Doenças), pois até o presente os únicos, porém numerosos, casos identificados se restringem à Banânia.
Posto que, como acima mencionado não há tratamento conhecido eficaz, é recomendável que os indivíduos saudáveis se mantenham distantes de infectados, não por risco de contaminação, mas por segurança, já que infectados às vezes tendem também à violência física.
O presidente Lula (PT) recomendou protocolo especial, com todas as homenagens, na recepção do presidente francês Emmanuel Macron, que se tem caracterizado por iniciativas de hostilidade ao Brasil.
Nas redes sociais, Macron divulgou alegações mentirosas para prejudicar o Brasil, como no caso de uma foto de incêndio na floresta em território peruano, feita 20 anos antes, de autor já falecido, como “prova” de que o Brasil estaria destruindo a Amazônia por meio de incêndios criminosos etc.
Além de mentir, Macron agiu para inviabilizar o que pudesse beneficiar o Brasil, como o acordo Mercosul-União Europeia, prestes a ser celebrado.
Lula aceitou a exigência lacradora de Macron de na terça (26), ir recebê-lo em Belém, sede da COP 30, e não na capital, como prevê o protocolo.
Macron impôs exigências incumpríveis ao agro brasileiro, baseadas em mentiras, claro, como forma de proteger o ineficiente agro europeu.
O francês passou a perseguir o Brasil após o então presidente Bolsonaro citar a “feiúra” da mulher, Brigitte Macron, 25 anos mais velha que ele.
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Se Macron é mentiroso, como diz a nota aí de cima, então tá tudo explicado.
A identificação dele com Lula é perfeita.
O nosso mentiroso, que também é larápio, merece a toda consideração do presidente francês.
Rodrigo Teixeira, diretor da PF, presta esclarecimentos no Senado sobre retenção do jornalista português Sérgio Tavares no Aeroporto de Guarulhos
Na terça-feira, dia 19, o diretor de Polícia Administrativa da Polícia Federal (PF), Rodrigo de Melo Teixeira, foi à Comissão de Segurança Pública do Senado representando o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues. Tinha uma missão árdua, quase impossível: dar uma justificativa plausível para o surreal episódio em que um jornalista português passou horas retido no Aeroporto Internacional de Guarulhos, no dia 25 de fevereiro – Sérgio Tavares havia viajado ao Brasil para cobrir a manifestação convocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em São Paulo. E, sem conseguir justificar o injustificável, Teixeira acabou admitindo implicitamente (pois não o faria explicitamente, é claro) que tudo havia sido, como já se imaginava, uma grande demonstração de que a perseguição por “crimes de opinião” entrou de vez no roteiro de órgãos como a PF, o Ministério Público e o Judiciário.
A primeira justificativa da Polícia Federal para a retenção – Teixeira passou quatro horas no aeroporto, antes de ser liberado para ir à Avenida Paulista – já havia sido desmascarada no próprio dia da manifestação. A PF afirmara, na ocasião, que Tavares não havia apresentado visto de trabalho, o que nem era necessário, devido a uma dispensa concedida a jornalistas provenientes da União Europeia e a um outro acordo específico entre Brasil e Portugal. Sem uma razão objetiva para segurar o jornalista no aeroporto, restavam apenas as razões subjetivas, e foi aqui que a fragilidade das alegações da Polícia Federal se mostrou de forma avassaladora.
Teixeira ainda teve a audácia de afirmar que a abordagem havia sido feita com base na lei de controle migratório. Mas qual lei? Afinal, o parágrafo único do artigo 45 da Lei de Migração (13.445/17) diz que “ninguém será impedido de ingressar no país por motivo de raça, religião, nacionalidade, pertinência a grupo social ou opinião política”, e o próprio diretor da PF acabou admitindo que Tavares fora retido exatamente devido a suas opiniões políticas, como, aliás, o jornalista já havia denunciado ao expor os assuntos sobre os quais havia sido interrogado. Para tentar dar alguma legitimidade à ação, Teixeira alegou que publicações do jornalista português “beiram um aspecto criminal”, sem no entanto apresentar um único relatório, print ou transcrição que lhe permitisse defender essa afirmação – seria de se esperar que um diretor da PF, chamado a falar sobre este caso específico, estivesse melhor preparado a esse respeito, a não ser, claro, que o tal “aspecto criminal” não passasse de algo saído da cabeça do próprio diretor ou dos responsáveis pela retenção de Tavares.
E esta segunda hipótese não é apenas a mais plausível; é a explicação acabada. O diretor da PF disse aos senadores ter havido “ataque à honra de ministros da Suprema Corte, o que é crime” – algo muito temerário a se dizer sem que apresente o teor exato de tais afirmações, além do fato de que nenhum ministro prestou queixa, o que impede a polícia de agir por conta própria. Teixeira citou também “a crítica dele [Tavares] à urna eletrônica, em que diz que é fraudada”, mas até mesmo deputados petistas admitem que isso não é crime no Brasil, e por isso mesmo apresentaram projeto de lei para criminalizar tais afirmações. Por fim, e novamente sem apresentar evidências, o diretor da PF citou “o apoio [de Tavares] ao movimento golpista do dia 8 de janeiro ao se posicionar de forma favorável à invasão de prédios públicos”, o que o jornalista negou veementemente – em suas publicações, ele apenas afirma que o vandalismo fora causado por “infiltrados”, sem aprovar a invasão.
Só faltou mesmo Teixeira dizer que seus agentes tinham feito tudo interessados única e exclusivamente na “defesa da democracia”, a justificativa padrão que tem sido adotada até mesmo nos escalões mais altos do Poder Judiciário para a adoção de medidas autoritárias, antidemocráticas, que minam as liberdades democráticas, especialmente a liberdade de expressão, novamente vitimada no caso de Sérgio Tavares. Se os supremos ministros inventam “crimes de opinião” – e até mesmo “crimes de cogitação”, como aconteceu no caso dos empresários investigados por uma conversa de WhatsApp –, quem pode ficar realmente surpreso quando o arbítrio deixa de ser exclusividade das cúpulas e entra no dia a dia de juízes, procuradores, delegados e agentes?
Deputado Chiquinho Brazão (UNIÃO–RJ), preso como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL, Rio de Janeiro)
O domingo marcou o fim de seis anos de investigações do caso Marielle, e se esse descobre que dois ex-vereadores — ela era vereadora do Rio de Janeiro — são os mandantes: dois irmãos, os irmãos Brazão. Um é conselheiro do Tribunal de Contas do estado do Rio de Janeiro. Já foi afastado, já foi preso por propina, e está lá no Tribunal de Contas, conferindo as contas dos outros. Um é Domingos, o outro é Chiquinho. O Chiquinho é deputado federal pelo União Brasil — diz o partido que vai expulsá-lo.
Também preso um ex-chefe de Polícia do Rio de Janeiro, por obstrução de Justiça, o delegado Rivaldo Barbosa. Os três já estão encaminhados para ficarem presos em Brasília. Com isso terminam seis anos, seis longos anos em que ficaram sugerindo, inclusive na mídia, que seria Bolsonaro, que seriam os filhos de Bolsonaro. E agora, como é que fica?
O ministro Lewandowski considerou o caso encerrado com “vitória do Estado”. Eu não sei que vitória é essa, que triunfo do Estado, se demorou seis anos para elucidar um caso que estava muito claro que era disputa territorial na zona oeste do Rio de Janeiro. Coisas de vereadores, de políticos do Rio de Janeiro.
Enfim, terminado isso, é preciso esclarecer agora o que não é difícil de esclarecer: de que gabinete da Câmara dos Deputados partiu a autorização para fazer o álibi do Bispo, que enfiou a faca na barriga de Bolsonaro dia 6 de setembro de 2018? Naquele dia, Adélio Bispo estava registrado como presente na Câmara dos Deputados: era o álibi, se ele não fosse pego lá em Juiz de Fora. Quem foi? De que gabinete? Não é possível que não tenha ficado registro disso. Ou veio um anjo exterminador do céu e acabou com todos os registros? Agora está faltando isso.
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Mauro Cid: um personagem de Kafka?
Continuam martelando o caso do tenente-coronel Mauro Cid. Seria um personagem de Kafka, ou mesmo do Evangelho de domingo, lá em Jerusalém — Barrabás, Jesus, Pedro — se ele não pudesse se queixar, se queixar-se fosse crime. Ele se queixou. Estão dizendo que foi um desabafo na conversa com um amigo. Ele não estava proibido de conversar com um amigo, estava proibido de conversar com outros investigados, proibido de usar rede social. Não sei se a pessoa que gravou disse para ele: “olha, estou gravando. Você autoriza?” Não sei se a pessoa disse para ele “olha, eu vou publicar. Você autoriza?”. Não sei se aconteceu isso. Se ele não autorizou, não pode ser responsável por isso. Então, é estranho. E ele tá preso. Além disso, ele estava cumprindo uma missão militar, estava portanto sob a jurisdição da Justiça Militar.
E o Superior Tribunal Militar, que foi tão atuante em tempos do governo militar, inclusive liberando gente que estava injustamente presa, agora está silencioso, tão omisso quanto a OAB e o Senado, nesses casos que a gente está vendo, que agridem o devido processo legal, o Estado democrático de direito e a Constituição.
Uma outra questão: será que esses últimos acontecimentos, esse grito do tenente-coronel Mauro Cid, chegam aos ouvidos de Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, que é responsável pela manutenção desses casos? Além de tudo, tem lá na Câmara, também, com mais do que suficientes assinaturas, um pedido de CPI sobre abuso de autoridade. Há uma lei que fala de abuso de autoridade e está sendo atropelada, tanto quanto a Constituição.
O presidente Arthur Lira prometeu ao deputado Marcel van Hattem, que colheu as assinaturas, que tomaria providências assim quem instalasse as comissões. As comissões já foram instaladas e já estão funcionando.
A descriminalização das drogas volta ao debate. Drogas – maconha em especial – fazem parte da “cestinha ideológica” que todo militante progressista é obrigado a carregar e defender. Não me perguntem por que a esquerda tem essa obsessão por entorpecentes. Não há exatamente uma explicação – apenas hipóteses.
Uma delas é a ampliação da política de pão e circo para pão, circo e maconha. Outra hipótese é que a defesa das drogas serve como ferramenta de recrutamento de jovens – assim a esquerda se apresenta como “descolada” em oposição à direita careta. Ou talvez a obsessão da esquerda por drogas seja apenas uma extensão natural da simpatia que os progressistas nutrem por criminosos, sempre caracterizados como oprimidos ou potenciais revolucionários.
É evidente que a defesa das drogas nada tem a ver com liberdade. Não há forma maior de degradação do que a dependência química. O fato é que, para tristeza dos progressistas e felicidade geral da nação, a maioria da população brasileira rejeita as drogas. Provavelmente, 99% dos pais e mães desejam que seus filhos nunca cheguem perto de drogas. A razão é óbvia, e conhecida mesmo – ou principalmente – pelas pessoas mais humildes: drogas são o caminho da dependência, dos distúrbios psiquiátricos, do crime e da pobreza.
Ninguém decide começar a consumir maconha pensando em sucesso profissional ou estabilidade familiar. Ninguém diz: “Vou cheirar uma carreira de cocaína porque isso aumenta minha chance de ter uma vida próspera e bem-sucedida”.
A defesa da “descriminalização” – ou “liberação”, ou “regulamentação” (esses termos são usados de forma intercambiável e sem qualquer compromisso com significado) – usa argumentos improváveis que não resistem ao mais leve exame. Um desses não-argumentos diz que, quando se trata a droga como um crime, os pobres são os maiores prejudicados. É uma afirmação grosseiramente equivocada, de fundo populista e preconceituosa. A maioria dos pobres nunca usou drogas – pelo contrário. É seguro dizer que, quanto mais humilde a pessoa é, maior a chance de ela rejeitar o uso de drogas.
Alguns políticos não enxergam isso. No debate sobre a PEC antidrogas, um senador da República teria dado a seguinte declaração: “Sabe o que vai acontecer com essa PEC? Um pobre, em um local de pobreza, vilipendiado dos seus direitos alimentares, sem saneamento básico, iluminação pública, educação de qualidade e saúde, com cigarros de maconha, as circunstâncias fácticas ali serão a cor da pele e o local do crime”.
Vamos examinar a declaração do senador. Ele descreve uma pessoa pobre, que provavelmente mora em uma favela (local geralmente dominado por traficantes) e que tem dificuldades para comprar comida (a pessoa deve estar desempregada). Na favela, não há saneamento e nem iluminação, e os serviços de saúde básica são deficientes. Os filhos do indivíduo pobre e desempregado provavelmente terão destino semelhante ao dele, porque o ensino que eles recebem – em escolas públicas – é precário.
Mas olha: pelo menos eles têm baseados. O Estado falha em todas as suas obrigações básicas. E aí, para compensar, oferece maconha, droga que produz uma sensação de bem-estar, mantendo a pessoa calma e satisfeita em meio ao lixo, ao esgoto, à doença, à fome e à pobreza.
Outro argumento sem sentido é o do tal uso medicinal da maconha. Sobre isso, encontrei a seguinte fala de um político: “Acabei de vir dos EUA e lá tem na prateleira óleo de canabidiol”. Pode ser. Mas óleo de canabidiol é uma coisa, um baseado é outra. A maconha do baseado não tem só canabidiol, ela também tem THC – o composto tetrahydrocannabinol, que tem efeitos psicoativos e neurotóxicos. O THC é conhecido por provocar distúrbios psiquiátricos. Essa informação está amplamente disponível, inclusive no documento do governo da Suécia que explica por que, naquele país, a posse de qualquer quantidade de maconha é crime punido com pena de prisão.
Muita gente não sabe que a maconha vendida hoje em dia tem um teor de THC muito maior do que a maconha vendida há alguns anos. O uso dessa droga expõe crianças e adolescentes ao risco de desenvolvimento de dependência e de distúrbios psiquiátricos. Eu mesmo conheço duas pessoas cujas vidas foram destruídas – um aos 18 anos, o outro aos 45 anos – pelo uso de maconha.
O mais velho deles era um dependente funcional, ou seja, ele usava a droga regularmente, mas – aparentemente – sem que ela afetasse sua vida que, em vários aspectos, era muito bem-sucedida. Até o dia em que, sob o efeito da droga, se envolveu em um acidente fatal que também vitimou seu filho.
Maconha é fofa, até o dia em que, subitamente, deixa de ser. É uma irresponsabilidade suprema abrir as portas da dependência química e dos distúrbios mentais para nossas crianças e jovens. Nenhum dependente químico jamais começou a usar droga planejando se tornar dependente. No início, todo uso de droga é “recreativo”.
Não deixa de ser curioso o empenho do atual governo na aprovação da “descriminalização do porte de maconha para uso próprio”. Já ouvimos dizer que o governo quer se aproximar do agronegócio. Mas o agro brasileiro não cultiva maconha. Ouvimos que o governo também queria se aproximar dos evangélicos. Não existe evangélico que seja a favor do uso de drogas. Ouvimos dizer também que o governo planejava fazer um discurso mais “conservador”, tentando aumentar sua popularidade. Não existe conservador que aprove dependência química.
No final das contas, talvez o Senado faça um favor ao governo ao aprovar a PEC antidrogas, impedindo o governo de dar mais um tiro no próprio pé – pois qualquer relaxamento da legislação antidrogas será entendido como uma decisão de governo (e com certa razão: afinal, a maioria dos juízes que apoiam a descriminalização do porte foram indicados pelo PT, ou são manifestamente apoiadores do partido).
A decisão em discussão no STF não seria exatamente uma descriminalização. Ela só pretende determinar uma quantidade de droga, abaixo da qual o portador será considerado usuário. O uso continuará sendo considerado crime, como é previsto em lei – só que é um crime sem pena de prisão: as penas são levar uma bronca do juiz, pagar cestas básicas ou prestar serviços comunitários. Por isso, na vida real, quase não se reprime mais o uso público de drogas. Na prática, portanto, o uso já foi descriminalizado, porque não gera consequências para o usuário.
Não acredito que os ministros tenham a intenção de liberar ou de estimular o uso de drogas. Mas a experiência nos mostra que essas serão as prováveis consequências. Por isso, no domingo passado, na praia, eu estava rodeado por maconheiros – desculpe, por pessoas em situação de maconha.
Lula acha que é a Santíssima Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Há muito tempo ele anda por aí, se comparando a Jesus Cristo… Já disse o seguinte: “Se eu pudesse destacar uma imagem das facadas que eu tomei e eu pudesse tirar a camisa, meu corpo estaria mais estraçalhado do que o corpo de Jesus Cristo depois de tantas chibatadas que ele tomou”. Lula se acha perseguido, “como Jesus também foi”. Quando tem um breve surto de humildade relativa, afirma que, no Brasil, só Jesus Cristo ganha dele, só.
Lula é do tipo que conversa com Jesus de igual para igual. Diante de uma imagem do Cristo na cruz, não hesitou em dizer: “Você vai voltar… Eu já voltei, agora você vai voltar. E, juntos, nós vamos mudar esse país”. Assim é Lula, um pecador contumaz, que não tem coração e não merece misericórdia. É o inventor diabólico de uma seita. As chaves do Reino dos Céus jamais receberá; as portas do inferno estão sempre abertas para ele.
No Reino dos Céus não existe pecado, não há maldade nem sofrimento. Lula se entrega aos sacrilégios e só gera atrocidade, dor, aflição, tormento. Lula desrespeita pelo menos oito dos Dez Mandamentos. Talvez não cumpra nenhum deles… Mesmo assim, se acha Deus. Sua heresia não tem limites. O petista, em depoimento, na época da Lava Jato, disse ao juiz: “Se o senhor soubesse quanta gente usa o meu nome em vão… De vez em quando, eu fico pensando que as pessoas deveriam ler a Bíblia, para não usarem tanto o meu nome em vão”.
Ele não é o todo-poderoso, é o seu próprio Deus, um anticristo que se orgulha de ser chamado de comunista. Lula demonstra que se opõe à fé religiosa, mas tenta enganar, é mais um “comunista, graças a Deus”. Em reunião recente do satânico Foro de São Paulo, ele disse: “Aqui no Brasil, enfrentamos o discurso do costume, da família e do patriotismo. Ou seja, enfrentamos o discurso que aprendemos historicamente a combater”.
Sem valores religiosos, sem valores morais, Lula se orienta pelo mal. Não sabe o que é amor, paz, prudência. Não tem ideia do que seja solidariedade, fraternidade, compaixão, caridade, bondade, respeito, misericórdia. Ele ignora o caminho, a verdade e a vida. Lula é um destruidor de tudo o que realmente importa, é um incendiário, um ladrão de esperanças, um demolidor da fé, da verdadeira fé. Que Deus, o único, olhe por nós. Que Deus, o único, abençoe o Brasil.
Eu vejo um homem triste, pelos cantos, voz muda, segurando a mão de uma mulher carrancuda a quem chamam solidão … De repente, ele fecha os olhos e, sorriso largo, passa a fazer versos brandos que alumiam o céu, de tão doces que são. O homem, agora poeta, tira o chapéu e de sua cabeça brotam luzes, e flores, e pássaros e cores. E sua alma também ri. A dama carrancuda solta-lhe a mão e, como se uma valsa ouvisse, rodopia no salão com um sorriso o seu rosto a estampar. Tristeza já não há. Eu vejo um homem alegre dançando uma valsa: notas sutis, passos gentis, segurando a mão de uma mulher também feliz a quem chamam alegria. . .