DEU NO JORNAL

OMISSÃO VERGONHOSA

O Planalto age fortemente para abafar a denúncia da médica Natália Schincariol à polícia contra Luís Cláudio, filho mais novo de Lula, por continuadas agressões físicas e morais.

A omissão vergonhosa inclui parte da imprensa, em geral intolerante contra casos enquadrados na Lei Maria da Penha.

Não houve qualquer reação oficial. Ministros da Mulher, da Justiça ou dos Direitos Humanos e nem a Presidência divulgaram frase, sequer nota, nem repudiaram o denunciado agressor de mulher.

O Ministério da Justiça, há 50 dias levando baile de fugitivos de Mossoró, nem se acanhou de passar a bola de explicações à Polícia Civil paulista.

A Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara, presidida pela petista Ana Pimentel (MG), rasgou a máscara e se calou diante da covardia.

Em Rondonópolis (MT), março de 2023, Lula gritou lacração: “Lugar de homem que bate em mulher é na cadeia”. Exceto para o filhão, claro.

* * *

Uma situação vergonhosa, deprimente.

Tão tudo de cu trancado.

Não se manifestam de modo algum sobre este episódio alarmante.

Isso é a cara da republiqueta banânica em 2024, sob o comando do PT.

É de lascar!!!

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

ANULAR A VONTADE DO ELEITOR ESTÁ VIRANDO MANIA PERIGOSA

No ano passado, o TRE-SC rejeitou o pedido de cassação de Jorge Seif (PL-SC).

No ano passado, o TRE-SC rejeitou o pedido de cassação de Jorge Seif (PL-SC)

O jornalista Mário Rosa, no Poder360, fez uma brilhante defesa, embora isenta, do senador Jorge Seif, de Santa Catarina. Ele será julgado nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral. O jornalista Mário Rosa mostra que não existe nenhuma prova, nenhum crime, na campanha eleitoral do senador, que recebeu 1,484 milhão de votos. É choro de quem teve só 600 mil votos e entrou na Justiça. O Ministério Público Eleitoral recomendou o arquivamento e o Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina disse, por unanimidade – foram 7 votos a zero – que não havia crime nenhum. Ainda assim, três partidos, depois de terem perdido a eleição, recorreram ao TSE: Patriotas, União Brasil e PSD. Na verdade, o que eles querem é anular o voto de 1,484 milhão de eleitores de Santa Catarina.

O mesmo está acontecendo no Tribunal Regional Eleitoral do Paraná em relação a Sergio Moro. É uma vingança dos corruptos, vingança de políticos que foram julgados e condenados por ele, além de revanche de quem perdeu a eleição. Moro teve quase 2 milhões de votos e querem anular os votos desses eleitores com um argumento fácil de derrubar. Tanto é que os principais editoriais de quarta-feira de O Globo e O Estado de S.Paulo, dois dos maiores jornais brasileiros, embora critiquem Moro em outras questões, defendem a manutenção do seu mandato.

Moro não fez nada que possa ser considerado crime, mas o julgamento está empatado em 1 a 1. O relator disse que não havia prova de crime algum, mas outro desembargador, indicado por Lula, disse que, como no futebol, eles estão agindo para fazer o VAR. Comparar com futebol uma coisa séria, que é o voto de quase 2 milhões de eleitores? E, depois, quem fez o gol que eles querem anular não foi Moro, foram 1,953 milhão de eleitores do Paraná. Mas é a história da vingança – aconteceu o mesmo com os eleitores de Deltan Dallagnol, quando anularam os votos de 345 mil paranaenses.

* * *

Filho de Lula é adulto; o que ele faz é responsabilidade dele, não do presidente

O filho de Lula está proibido pela Justiça de chegar a menos de 200 metros da mulher com quem ele viveu nos últimos dois anos. Se ele quiser buscar os pertences dele, por exemplo, terá de ser acompanhado por um oficial de Justiça. Ele é o Luís Claudio Lula da Silva, e ela se chama Natália Schincariol, e denunciou que ele cometeu agressões físicas.

O presidente Lula não tem nada a ver com isso; o filho dele é adulto. Mas o caso virou notícia por ele ser filho de Lula, e de certa forma isso resvala no presidente, assim como as notícias a respeito dos filhos de Bolsonaro – a última é sobre Renan, o filho mais jovem, que tem um inquérito em Brasília por causa de uma empresa dele. Os pais não podem ser responsabilizados por crimes dos filhos. É como o filho do Pelé. Dizem “ah, o filho do Pelé isso e aquilo”. E aí? Mas não se transfere culpa do filho para o pai ou do pai para o filho.

DEU NO JORNAL

DEU NO X

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

RICOS E “RICOS”

José e Antônio moram na mesma rua em um bairro nobre da capital. A vida dos dois é parecida, embora suas atividades sejam diferentes. José é autônomo, “trabalha por conta”, como se diz na gíria. Antônio, por outro lado, é político e ocupa um cargo de confiança em um órgão governamental.

José mora em uma casa grande e bonita. Ele pagou imposto quando comprou a casa, paga imposto todo ano por ter a casa, e provavelmente vai pagar imposto quando vender a casa.

Antônio também mora em uma casa grande e bonita, mas ele não gastou nada. Ele ganha auxílio moradia e o aluguel da casa é pago pelo contribuinte.

José tem um carro importado. Ele pagou de imposto mais do que o valor do carro. Ele também paga imposto todo ano por ter o carro.

Antônio também anda de carro importado, mas ele não paga nem a gasolina. O carro é pago pelo contribuinte, e trocado todo ano.

José gosta de comer fora com a família. Ele frequenta restaurantes caros e paga a conta.

Antônio também come em restaurantes caros com frequência, mas a conta é paga com alguma das verbas a que ele tem direito, nunca sai do bolso dele.

José paga um dos melhores planos de saúde do país para ele e para sua família. Não é nada barato, mas José acha que com saúde não se brinca.

Antônio e sua família também têm um excelente plano de saúde. Adivinhe se ele paga? Claro que não, quem paga é o contribuinte.

José tira férias todo ano. Ele gosta de viajar com a família para o exterior. Para isso, ele precisa pagar as passagens, os hotéis e os restaurantes.

Antônio também viaja ao exterior várias vezes ao ano, mas nunca pagou uma passagem ou um hotel. Quem paga são empresas que costumam fazer negócios com o governo e que mantém um relacionamento “próximo”, digamos assim, com pessoas como Antônio.

Observando tudo isso, chegamos a uma conclusão interessante: do ponto de vista patrimonial, José é rico, já que possui bens valiosos como sua casa e seu carro; Antônio, por outro lado, não é, já que não têm esse tipo de patrimônio. É inegável, certamente, que ambos vivem como ricos, mas isso não é relevante para boa parte da opinião pública, para quem apenas os ricos como José são a causa dos males do mundo.

Recentemente, uma autoridade do G20 declarou que “um imposto de apenas 5% sobre a fortuna dos bilionários poderia trazer uma receita anual de um trilhão de dólares, o que seria suficiente para acabar com a fome no mundo”.

Uau, “apenas” 5% ao ano. 5% de um patrimônio que já pagou imposto várias vezes. Vejamos a casa de José: o dinheiro que ele usou para comprar a casa pagou imposto de renda. Ao comprar a casa, ele pagou ITBI. Anualmente ele paga IPTU (que para os “malvados” ricos costuma ter alíquotas bem salgadas). Se precisar vender sua casa para pagar impostos, José provavelmente pagará imposto de renda sobre o “lucro”, mesmo que esse lucro seja apenas o efeito da inflação. Matematicamente, vale lembrar que o governo tomar 5% do patrimônio a cada ano significa tomar metade desse patrimônio em 16 anos.

Se realmente é possível acabar com a fome no mundo com um trilhão de dólares por ano, existe outro caminho: esse um trilhão corresponde a apenas 4% do valor que os países do G20 arrecadam todo ano, e que é usado para manter o padrão de vida de milhões de Antônios mundo afora – Antônios esses que não levam a culpa pela fome no mundo, porque afinal eles não são ricos, não é mesmo?

Repetindo: se os governos de apenas 20 países reduzissem seus gastos em quatro por cento, sobraria um trilhão de dólares por ano e isso poderia acabar com a fome no mundo, segundo eles mesmos. Por que não fazem isso?

Não fazem por uma questão de princípio: para os Antônios que fazem parte dos governos, os gastos do governo não podem diminuir, só aumentar. E a arrecadação de impostos também não pode diminuir, só aumentar. E o governo nunca “tira do seu” para resolver alguma questão; se surge uma nova necessidade, cria-se um novo imposto, porque os que já existem já tem destino certo e esse destino é intocável.

E para completar esse circo de horrores, é preciso destacar que propostas desse tipo são vistas com simpatia por boa parte da população. Décadas de doutrinação estatista na mídia e no sistema educacional tranformaram o cidadão médio em alguém que sente que é “injusto” algumas pessoas serem ricas enquanto a maioria é pobre. E uso o verbo “sentir” porque a doutrinação os transformou em seres incapazes de pensar ou de raciocinar; eles se movem apenas por sentimentos, impulsos, instintos básicos. A opinião do cidadão médio sobre uma notícia que acabou de assistir na TV não depende do fato em si, mas do tom de voz e da expressão facial do locutor. Falar em redução de impostos para esse “cidadão médio” é uma espécie de pecado ou heresia. Afinal, o governo é uma entidade mágica, que na sua bondade fornece aquilo que precisamos para viver (o famoso saúde-educação-segurança). Pedir a uma destas pessoas que pare de dar dinheiro ao governo é como pedir a um religioso que pare de frequentar a igreja: é algo que ofende, que causa repulsa, é algo que simplesmente não se pode conceber. O resultado final é que aumentos de impostos “para os outros” são vistos com simpatia e pessoas que defendem a redução dos impostos são xingadas.

Se no início do século 20 fosse tentado cobrar o volume de impostos que é cobrado hoje o mundo teria entrado em colapso. Governos têm aumentado a carga tributária baseados no aumento de produtividade trazido pelo desenvolvimento tecnológico. Este processo poderá continuar indefinidamente? Só o tempo dirá.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO