DEU NO X

FERNANDO ANTÔNIO GONÇALVES - SEM OXENTES NEM MAIS OU MENOS

LIÇÕES SAPIENCIAIS

No século XIII, fatos, feitos e ditos envolvendo um Mullá chamado Nasrudin, nascido numa pequena aldeia da Turquia, principiaram a se espalhar pelos quatro cantos do Oriente, tornando-se presentes, nos séculos posteriores, em toda a literatura universal, nas mais diversas comunidades, como conselhos e advertências para aqueles que buscavam aprimorar suas caminhadas existenciais.

Dizem que, quando Nasrudin era pequeno, tinha língua muito solta solta e era muito perguntador, desejando saber a razão de tudo que via, ouvia e sentia ao seu derredor. Contam que, certa feita, num café da manhã de sua residência, ele perguntou à sua genitora se lâmpada era bombom. Diante do questionamento da mãe, ele respondeu, sem piscar os olhos, que tinha ouvido, na noite anterior, o pai pedir para ela apagar a luz e chupar.

De outra feita, ficou durante bons minutos a contemplar as peripécias feitas por um faquir, que ao perceber sua curiosidade, acendeu uma vela e perguntou a ele de onde estava vindo a chama. De imediato, Nasrudin apagou a vela e perguntou ao faquir para onde teria ido a chama. O faquir botou o rabo entre as pernas e se mandou do lugar, sofrendo uma tremenda vaia.

Atualmente, já passados muitos séculos, Nasrudin ainda é um dos personagens mais citados nas rodas sociais do mundo árabe-muçulmano. Todos têm uma história acontecida com ele, um dizer dele, um ensinamento moral, uma gozação feita por ele n uma determinada ocasião. Como a de um idiotão que perguntou a Narusdin se, num cortejo fúnebre, se deveria ir à frente ou atrás do caixão. Resposta do Mullá: – Dá no mesmo, não se estando dentro dele…

Nasrudin ratificava a opinião dos entendidos do mundo: “Místicos de todas as culturas utilizam as histórias como um meio de transmissão de saberes, como um instrumento para abrir corações e aclarar as mentes.” Em palavras mais corriqueiras: para desabestalhar os idiotas  que são manadas, ruminando e balançando o rabo para os seus superiores imediatos, que se consideram o centro do mundo, tornando-se mote para críticas irônicas e demolidoras, tal qual a promovida pelo inesquecível Charles Chaplin, desconstruindo o alucinado nazista Adolf Hitler, do III Reich, responsável pela morte de milhões de judeus nossos irmãos.

Para finalizar, mais uma do Mullá famoso: numa sexta-feira, Nasrudin estava na mesquita para fazer suas orações, quando ouve, do seu lado, um devoto que suplicava bem alto:

– Senhor, conceda-me a devoção, a fé, a benevolência, a generosidade e a felicidade.

Ao terminar de orar, foi a vez de Nasrudin:

– Senhor, conceda-me muito dinheiro, uma bela residência, roupas da moda e uma linda mulher, além de muita beleza própria.

Ao ouvir isso, o homem que estava ao lado e tinha acabado de ora disse indignado para o Mullá:

– Como ousa blasfemar dessa maneira, fazendo semelhante pedido ao Todo Poderoso?

– Ora meu irmão, cada um pede ao Todo Poderoso o que lhe está lhe faltando…

O Mullá Nasrudin, se por aqui aparecesse, seguramente daria um conselho sementeiro para muitos políticos brasileiros:

“Mais do que criar resistência se opondo ao adversário, a genialidade política consiste em saber enxergar suas próprias contradições, sem cometer uma mínima grosseria.”

PS. Auxiliemos os irmãos gaúchos, vitimados pelas violentas enchentes dos últimos dias.

Façamos uma doação por PIX, dentro dos limites das nossas possilidades.

BANRISUL – Chave: 92958800000138

O amor ao Brasil tornar-se-á bem mais explícito.

PENINHA - DICA MUSICAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

PENINHA – TUPI PAULISTA-SP

Ontem, dia 03 de maio, foi comemorado o “Dia dos Netos”.

Quero aqui prestar homenagem ao meu neto Enrico agora já com quase quatro anos e meio.

Desejo que ele tenha muita sorte na vida e que Deus e Nossa Senhora o proteja com todas as bênçãos.

Obrigado Enrico por você alegrar tanto a nossa existência !

Vovô Zé Eduardo e vovó Cleide.

R. Parabéns, Enrico  querido, pela passagem do Dia dos Netos!

Em nome de todos os nossos leitores,  desejo a você uma futuro brilhante, ao lado desse vovô e dessa vovó que tanto te amam!

Um beijo pra você, menino lindo!

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

MARCOS ANDRÉ – RECIFE-PE

UM BOM CONSELHO

Das muitas lendas que povoam o mundo jurídico forense, determinadas demopsicologias se sobressaem perante outras, muitas, pelas peculiaridades de suas retóricas e riqueza sistemática da lógica, sempre inseparáveis do sarcasmo e ironia.

A maledicência popular é impagável. Conta-se que, um sujeito, desconfiado que estava sendo traído pela sua amada, se armou de revolver e voltou para casa, convicto de que, só assim, agiria corretamente pra acertar as contas e lavar a sua honra. (machismo exacerbado).

Ao perceber a aproximação do enfurecido marido, a mulher e o “gajo”, fugiram correndo. Mesmo a curta distancia os tiros não acertou ninguém, restando ao agressor um processo por tentativa de duplo homicídio.

O diligente advogado foi logo dizendo ao seu paciente: Sr., ainda bem que não morreu ninguém. Conversei com o delegado e depois com o promotor e o juiz. Aleguei na defesa que o Sr. Pensou que se tratava de assaltantes que teriam invadido sua casa, e que os tiros foram só pra assustar.

O advogado, matreiro, convenceu o seu cliente com os seguintes argumentos:

– Acompanhe meu raciocínio lógico, pois vou ser bem claro. O Sr. Foi traído, logo, é um corno. Estou certo?
– Sssssim.

Se houvesse alguma morte, seria considerado um assassino. Verdade?

– Concordo.

Certamente que o Sr. procuraria fugir. Seria considerado um fugitivo, correto?

– É o normal.

Se pego pela policia e ido a julgamento, seria então condenado e sentenciado, ok?

– Oook

Daí, o Sr. Se tornaria um prisioneiro, não é mesmo?

– Infelizmente…

Então, meu caro cliente, veja de quantos infortúnios e flagelos eu o livrei:

1º o Sr. é corno;

2º Assassino;

3º Fugitivo;

4º condenado;

5º sentenciado;

6º prisioneiro;

Ainda o livrei do 7º infortúnio, que seria a cereja do bolo. O Sr. se tornaria uma bicha (um gay, um viadão), para ser mais elegante, um homossexual compulsório. Pois assassino de mulheres não são bem quistos no cárcere… o Sr. sabe como é, né?

– PQP…é vero!

Portanto, nobre Sr., fique só como corno, mesmo.

Passar bem!

DEU NO X

DEU NO X

DEU NO JORNAL

DEU NO X