Arquivo da categoria: DEU NO JORNAL
DEU NO JORNAL
DEU NO JORNAL
FESTIVAL DE ABSURDOS
Marcel van Hattem voltou a mirar o governo:
“A farra dos descontos no INSS saltou de R$ 700 milhões para inacreditáveis R$ 2,6 BILHÕES no governo Lula”.
Lulinha agora investigado no STF, intensifica às críticas.
* * *
Num tem nada de “inacreditáveis”, seu Marcel.
Todo absurdo que acontece nesse desgunverno é perfeitamente crível.
São inúmeros absurdos a cada novo dia.
DEU NO JORNAL
TÁ NO SANGUE
A ordem do ministro do STF André Mendonça para que a Polícia Federal investigue Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, expõe suspeitas de tráfico de influência e corrupção contra filho do presidente que já cumpriu pena de prisão, em regime fechado, por corrupção e lavagem de dinheiro.
A investigação agora inclui as figuras-chave da lobista Roberta Luchsinger e de Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, além de Lulinha, na intermediação de negócios no governo do pai, em troca de vantagens.
Viagens conjuntas, Roberta recebendo pagamentos de R$ 1,5 milhão e menções a “filho do rapaz” são detalhes que a PF deverá investigar.
A tramoia envolveria o Ministério da Saúde e o gabinete do pai para compra milionária de produtos derivadas de maconha ou “cannabis medicinal”.
Apesar das suspeitas contra seu gabinete, Lula sempre se refere ao problema como se fosse só do filho, em cuja “inocência” diz acreditar.
* * *
“Compra milionária de produtos derivados da maconha“.
É o que tá escrito na nota aí de cima.
Se fosse pra compra de cachaça, a verba seria maior ainda.
Essa dupla pai-filho é um exemplo de firmeza e solidariedade.
Orgulho da republiqueta banânica.
DEU NO JORNAL
OS EXEMPLOS QUE REACENDEM A ESPERANÇA DE UM BRASIL RICO, DECENTE E SEGURO
Editorial Gazeta do Povo

Em cerca de 20 anos, a cidade de Nova York reduziu os homicídios em 80%
Dias atrás, neste espaço, a Gazeta do Povo diagnosticou o que chamamos de “crise da alma” brasileira: uma perda de esperança que nasce da conjunção de uma crise institucional, uma crise econômica e uma crise civil, ético-cultural, que se alimentam mutuamente. Esta perda de esperança se traduz, com muita frequência, em uma afirmação tão apocalíptica quanto – mostraremos a seguir – enganosa: a de que “o Brasil não tem jeito”. Ainda que haja muitos motivos para tal constatação, temos a ousadia de afirmar que ela é um engano grave, que costuma se alastrar e acompanhar os países em crise. Considerar que o presente é permanente, que as coisas sempre foram assim e sempre serão é um fatalismo que a própria história do mundo desmente.
É um pessimismo que deve diminuir nos próximos meses, até porque, ao longo da campanha eleitoral que está para começar, muitos candidatos afirmarão que sim, o Brasil tem solução – desde que sejam eles os eleitos. Não se trata, no entanto, de um processo tão simples. Mesmo quando se trata de candidatos que de fato defendem um conjunto de ideias correto (pois muitos também oferecerão como solução fórmulas que apenas agravarão os atuais problemas), os casos de países que mudaram para melhor mostram que é preciso construir uma direção clara e mantê-la por muitos anos. É disso, e não de passes de mágica nem de salvadores da pátria, que depende a concretização dos nossos desejos de um Brasil rico, um Brasil decente e um Brasil seguro.
Será possível, por exemplo, que o Brasil deixe de ser um país de renda média e passe a integrar, em um horizonte de 20 anos, o grupo das nações de alta renda, aquelas que têm renda per capita superior a cerca de US$ 14 mil, nos critérios do Banco Mundial? Nosso ponto de partida é uma renda per capita de US$ 9,5 mil – o salto seria de quase 50% em duas décadas. Parece impossível, mas três exemplos, inclusive alguns bem próximos, mostram que não se trata de utopia.
A Costa Rica, geograficamente muito próxima de países de baixa renda e em crise, acaba de atingir esse mesmo objetivo que gostaríamos de ver traçado para o Brasil. Em julho de 2025, o Banco Mundial reclassificou o país como economia de alta renda, resultado de duas décadas de crescimento consistente – cerca de 3% ao ano, em média, entre 2004 e 2024. O Chile é outro exemplo: em 1990, 39% dos chilenos viviam na pobreza; em pouco mais de 15 anos, esse número caiu para menos de 14%, enquanto a renda por habitante quase sextuplicou entre 1990 e 2018. Em 2010, o Chile tornou-se o primeiro país da América do Sul a ingressar na OCDE, o grupo das nações mais desenvolvidos do mundo. E há o exemplo mais radical: o da Coreia do Sul. Nos anos 1960, a renda per capita sul-coreana era inferior à brasileira e o país figurava entre os mais pobres do planeta. Hoje, a Coreia do Sul é uma potência tecnológica, industrial e cultural, cuja renda per capita é o triplo da brasileira.
Há inúmeros outros casos bastante documentados, com boa literatura analisando esses movimentos. O que ela mostra é que nenhum desses países “ganhou na loteria”, por exemplo encontrando alguma reserva abundante de commodities valiosas. O que eles fizeram foi mais difícil: criaram instituições confiáveis, investiram pesado na educação (especialmente a educação básica), mantiveram responsabilidade fiscal, abriram-se ao comércio internacional – e preservaram esse rumo ao longo de diferentes governos. A palavra-chave é consistência.
O que vale para a economia vale para a segurança pública, como demonstram os casos de Nova York, Colômbia, Escandinávia e Itália. Em 1990, Nova York registrou 2.245 homicídios; era a cidade mais violenta dos Estados Unidos, um símbolo mundial de violência urbana, retratada inclusive em clássicos do cinema. Também lá não houve milagre algum, mas decisão política, inteligência policial, aplicação efetiva da lei e recuperação da confiança nas forças de segurança. Duas décadas depois, os homicídios anuais giravam em torno de 300, uma queda de mais de 80% em comparação com os piores dias da “cidade que nunca dorme”. Nova York havia se tornado referência mundial em redução da violência – e o aumento verificado no início desta década se deveu justamente ao abandono de algumas das medidas que haviam ajudado a reduzir a criminalidade, o que apenas ressalta a importância da consistência nas políticas públicas.
O próprio Brasil mostra que isso é possível. As sucessivas edições de estudos como o Atlas da Violência apontam que há estados com baixos índices de homicídios, e outros com números comparáveis aos de países em guerra. A diferença está nas instituições, nas prioridades e nas políticas públicas que não caem no erro de achar que a defesa da dignidade humana exige desconfiança em relação à polícia ou complacência com os criminosos – isso só leva a aceitar a impunidade. É o contrário: uma sociedade verdadeiramente humana não tem medo de ser firme e de proteger prioritariamente as vítimas, as famílias honestas, que só desejam viver em paz.
Por fim, na esfera civil e ético-cultural nem é preciso buscar exemplos externos. Graças à Operação Lava Jato, milhões de brasileiros passaram a considerar possível combater aquilo que, por décadas, foi tratado quase com resignação: a corrupção. Por mais que uma reação organizada e interesses políticos tenham conseguido desmontar a maior e mais bem-sucedida operação de combate à corrupção da história do Brasil, essa demolição não muda o fato de que a cultura de descrença quanto à possibilidade de atacar a corrupção mudou profundamente. E o que muda uma vez pode voltar a mudar.
Nossa sociedade está aprendendo. Há uma disposição crescente de rediscutir temas sem recorrer automaticamente a lógicas estéreis, como a surrada oposição entre opressor e oprimido ou o vitimismo permanente. A cultura do cancelamento e a afetada sinalização de virtude estão sendo cada vez mais questionadas. E uma razão adicional para esperança é o fato de o Brasil não “partir do zero”. O país tem estabilidade monetária desde o Plano Real; nosso agronegócio está entre os mais competitivos do mundo; reformas importantes como a da Previdência e a trabalhista, marcos regulatórios como o do saneamento, e medidas como a autonomia do Banco Central foram aprovadas no Congresso (ainda que algumas delas enfrentem retrocessos). O bom trabalho, portanto, já está em andamento – mas precisa ser terminado.
Além disso, agressões e repressões não foram capazes de conter a cultura de valorização da família, da vida, da liberdade, do empreendedorismo, do associativismo, da participação na vida pública, cultura essa que vem crescendo nos últimos 20 anos – em parte, também como reação a essas agressões e repressões. Temos, assim, um pano de fundo de valores humanos extremamente fecundo. E também a tecnologia é um elemento de esperança. A disseminação rápida da inteligência artificial traz desafios gigantescos, especialmente no mundo do trabalho, mas pode acelerar o crescimento e encurtar o tempo de implementação de medidas que levem à superação das crises.
O Brasil está bem posicionado para iniciar um ciclo de grande desenvolvimento institucional, econômico e ético-cultural. Mas ele depende de escolhermos líderes capazes de iniciar uma transformação na direção correta, com medidas assertivas e capazes de sobreviver ao próprio mandato, porque é assim que os países mudam. A virada não ocorre em quatro anos, mas não exige um século inteiro; basta que uma sociedade decida caminhar na mesma direção saudável por 20 anos, com a capacidade de manter boas políticas públicas ao longo do tempo.
O brasileiro nunca deixou de ser um povo otimista, mas precisa trazer essa característica de volta à superfície. A história nunca está completamente escrita e o Brasil não está condenado ao fracasso. Temos problemas profundos, mas também instituições que podem ser reconstruídas, uma economia que pode voltar a crescer, e uma sociedade que segue mostrando enorme capacidade de reagir quando encontra lideranças, ideias e objetivos claros. A pergunta não é se o Brasil pode mudar, pois a história de muitos países já respondeu que sim. A verdadeira pergunta é outra: teremos a lucidez, a coragem e a perseverança para construir essa mudança?
DEU NO JORNAL
SE É ILEGAL, TÁ NORMAL, NORMAL
DEU NO JORNAL
FILHOTE COMPETENTE!
DEU NO JORNAL
POPULISMO E DEMAGOGIA EM ANO ELEITORAL
Editorial Gazeta do Povo
Com base no último Boletim Focus publicado pelo Banco Central, as previsões para este ano de 2026 são: crescimento de 1,99% do Produto Interno Bruto (PIB), fechamento do exercício com taxa básica de juros em 14%, e inflação de 5,12% medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Essas três variáveis são fundamentais para definir o crescimento econômico, o nível de emprego e a variação da renda por habitante. Como a taxa de aumento da população deve ficar em torno de 0,5% no ano, o PIB previsto significa 1,48% de elevação no PIB por habitante, insuficiente para gerar vagas no mercado de trabalho a fim de reduzir o desemprego, que pode estar baixo atualmente, mas cujo futuro é imprevisível devido ao avanço de tecnologias que substituem o trabalho humano.
Eleições para a escolha de deputados federais, senadores e presidente da República sempre são uma temporada de demagogia política e de promessas de mais gastos públicos com programas sociais e formas de distribuir dinheiro aos pobres e desempregados. Neste ano, a campanha não será diferente, pois o presidente da República é candidato a governar o país pelo quarto mandato e tem abusado de todo tipo de “bondades” custeadas pelo pagador de impostos, em sua tentativa de se reeleger.
Lula, como candidato que é, não perde oportunidade de fazer discursos prometendo salvar os pobres das mazelas e carências que os atingem, como se o PT não fosse responsável por tais carências, tendo governado o Brasil por 18 dos 26 anos já transcorridos neste século – sem contar que Michel Temer, hoje renegado pelo PT, governou por dois anos e quatro meses apenas porque era o vice da cassada Dilma Rousseff. Por dever de justiça, reconheça-se que Temer corrigiu algumas distorções criadas nos 14 anos anteriores de petismo no poder, tendo aprovado, durante seu governo, a reforma trabalhista e o teto de gastos.
As promessas populistas e demagógicas, caso venham a ser executadas nos próximos quatro anos do próximo presidente, seja ele quem for, terão o efeito de lançar o Brasil em uma crise muito grave, principalmente porque o governo Lula tem como marca principal a irresponsabilidade fiscal, a imprudência financeira e a geração de déficit primário (saldo negativo decorrente de despesas maiores do que as receitas antes de computar os juros da dívida pública). Lula sempre foi defensor de déficits e disse não ver problema em “um pouco mais de inflação”, afirmando que os livros de economia estão superados.
Em situação de déficit crônico, o governo tem somente as opções de tomar mais empréstimos, aumentar a dívida pública, aumentar impostos ou emitir moeda. Em geral, o governo tem feito as quatro coisas. A dívida pública aumentou notoriamente, e é uma das causas da elevação da taxa básica de juros. Os impostos vêm crescendo regularmente todos os anos e podem aumentar ainda mais com a reforma tributária. A base monetária cresceu 14,9% nos três primeiros anos do governo e, se fechar 2026 com crescimento de 3,1% no ano, o agregado dos quatro anos de Lula será de 18%.
Todo esse quadro é suficiente para pôr fogo na inflação, elevar o custo de vida, frear o crescimento do PIB, gerar desemprego, aumentar o trabalho informal e reduzir os salários médios, principalmente das classes de menor renda. Essa combinação tem a capacidade de piorar o padrão médio de vida da população, de forma que as medidas populistas e demagógicas anunciadas como ajuda aos pobres acabam por agravar os problemas que prometem resolver. Em alguns casos, no Brasil e em outros países que adotaram políticas similares, as medidas populistas e demagógicas parecem fazer sentido e convencem parte da população a acreditar nelas. Porém, invariavelmente tais medidas são incapazes de gerar melhorias duradouras e crescimento sustentado, além de em geral virem acompanhadas de piora dos indicadores econômicos do país.
Durante os anos 1980 e início dos anos 1990, o Brasil viveu a experiência de ter adotado pelo menos seis planos econômicos que prometiam curar os males que acometiam a economia brasileira, mas acabaram fracassando. Todos os planos deixaram de atacar os problemas estruturais do país, como déficits públicos, inchaço do Estado, intervencionismo no mercado, protecionismo e emissão de dinheiro. Se os atuais governantes – a começar pelo presidente da República – continuarem a lançar mão de gastos irresponsáveis e medidas populistas na tentativa de se reeleger ou de eleger os candidatos por eles apoiados, mais uma vez a população pagará caro em forma de baixo crescimento, desemprego e piora dos indicadores sociais. É a repetição do oceano de demagogia e promessas irresponsáveis com fins eleitorais.
DEU NO JORNAL
CHUMBO GROSSO
DEU NO JORNAL
TENTA GANHAR A ELEIÇÃO E QUEBRAR O PAÍS
Alan Ghani

Lula amplia gastos e crédito subsidiado para impulsionar a economia, mas amplia o risco fiscal, a inflação e o endividamento do país
Sem surpresas, o governo tem gastado barbaridades para reeleger o presidente Lula. O aumento de gastos ocorre de várias formas: auxílios governamentais, emendas parlamentares, renúncias fiscais e expansão do crédito subsidiado. De todas elas, chama atenção a forte elevação do crédito subsidiado neste ano.
De maneira bem simples, o crédito subsidiado ocorre quando o governo utiliza os impostos para oferecer empréstimos e financiamentos com taxas de juros abaixo das do Tesouro Nacional. Como o Tesouro capta recursos da sociedade, emitindo títulos públicos próximos de 14,5% (prazo de 5 anos), e oferece linhas de crédito a 8%, essa diferença é subsidiada, ou seja, paga por meio de impostos do contribuinte. Portanto, o crédito subsidiado não é de graça e tem impacto significativo nas contas públicas.
Neste ano, economistas estimam um impacto de aproximadamente R$ 150 bilhões do crédito subsidiado nas contas públicas, com destaque para os financiamentos para habitação (R$ 45 bilhões), transporte (R$ 45 bilhões) e exportação (R$ 15 bilhões).
A expansão do crédito é baseada numa visão econômica keynesiana – o efeito do multiplicador do gasto público. A ideia do multiplicador é: a expansão do crédito, pelo aumento do gasto público, estimula o consumo e o investimento das empresas, gerando elevação da renda e do emprego para a sociedade. Com a elevação da renda, aumenta a arrecadação, melhorando as contas públicas.
Esse raciocínio tem dois erros. O primeiro é não considerar o custo fiscal. Conforme dito anteriormente, a despesa com o crédito subsidiado para este ano é de cerca de R$ 150 bilhões. Se o impacto nas contas públicas é certo, não é possível garantir o efeito positivo na atividade econômica. Fosse assim, todos os problemas econômicos estariam resolvidos. Bastaria gastar mais para que houvesse geração de renda e emprego, redução da pobreza e aumento da arrecadação do governo. Se essa visão fosse verdadeira, a Venezuela seria o país mais rico do mundo.
O segundo problema desse raciocínio é o impacto inflacionário. Expandir o crédito significa elevar a base monetária. A expansão monetária, numa economia com reduzida capacidade de oferta (gargalos de infraestrutura, gargalos de mão de obra e baixa produtividade) e pouco nível de ociosidade, fatalmente traz elevação generalizada e disseminada nos preços. Não por acaso, a expectativa de inflação para este ano está acima de 5%. No acumulado dos quatro anos do governo Lula, considerando a projeção para este ano, a inflação soma aproximadamente 20%. Isso significa que, se a renda da pessoa não subiu nos últimos quatro anos, a perda do poder de compra foi de 20%.
Inflação mais elevada e maior risco fiscal significam juros mais pressionados. Fica claro que os juros sobem em resposta à inflação e ao risco, e não por má vontade do Banco Central, conforme gosta de dizer o presidente Lula.
A expansão desenfreada do crédito também gera superendividamento e inadimplência para as pessoas. De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mais de 80% das famílias estão endividadas e aproximadamente 30% delas estão inadimplentes.
Paradoxalmente, para reduzir o endividamento familiar, o governo Lula cria um programa de renegociação de dívidas (Desenrola 2), com impacto fiscal de R$ 23,2 bilhões, para um problema que ele mesmo criou.
Essa fórmula, do protagonismo estatal e da política fiscal ultraexpansionista, levou a dívida/PIB para 81%, com um custo de rolagem de 14,15% a.a. (Selic efetiva de julho). Lula, com o uso da máquina e seus estímulos fiscais, até poderá ganhar as eleições, mas herdará uma bomba que ele mesmo criou. E, desta vez, não vai ter FHC ou Bolsonaro para culpar.
DEU NO JORNAL

