CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOÃO BOSCO DE LIMA – ARACAJU-SE

Na década de setenta, precisamente no ano 72, estudei no Colégio Marista em Surubim.

Na véspera do carnaval daquele ano, um irmão marista despediu-se da classe, aconselhando os alunos para se comportarem na folia.

Então disse uma estrofe, segundo ele de um soneto, cujo poeta não lembro:

O juízo da pobre humanidade
Uma síncope sofre de três dias
Para que se façam públicas orgias
A apoteose da imoralidade.

Dai 54 anos se passaram e a coisa só piorou.

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SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Essa foi boa.

Murilo Couto foi ironizar (seguiu no instagran) e acabou criando essa musiquinha que grudou e que, gratuitamente, já faz parte da “campanha” popular do Flávio.

Como o povo brasileiro é incomparável em termos de criatividade já temos versões no ritmo de pagode, sertanejo, etc espalhadas nas redes.

Meu amigo Flávio

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