CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

Na década de setenta, precisamente no ano 72, estudei no Colégio Marista em Surubim.

Na véspera do carnaval daquele ano, um irmão marista despediu-se da classe, aconselhando os alunos para se comportarem na folia.

Então disse uma estrofe, segundo ele de um soneto, cujo poeta não lembro:

O juízo da pobre humanidade
Uma síncope sofre de três dias
Para que se façam públicas orgias
A apoteose da imoralidade.

Dai 54 anos se passaram e a coisa só piorou.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *