Lembro-me dos meus pais, tios, primos, meus avós, no terraço da casa deles em Arcoverde–PE, ouvindo e dançando ao som dos Platters!!!
Essas coisas são inesquecíveis, Berto, e eu tive, graças aos meus pais, uma educação musical exemplar.
Muitas vezes aqui em meu apartamento, ouço com Ana e dançamos à vontade, embalados pela música e por um excelente vinho.
Excelente postagem.
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DECO:
“The Platters” foram formados em Los Angeles, Califórnia, em 1951. Em 1953, os membros originais Tony Williams, David Lynch, Alex Hodge e Herb Reed foram contratados pelo empresário musical e compositor Buck Ram para a Federal Records. Ram conheceu originalmente “The Platters”, enquanto eles trabalhavam como atendentes de estacionamento.
Herb Reed deu nome ao grupo enquanto estava sentado ao redor da mesa da cozinha na casa de Alex Hodge com os outros do grupo. Ele foi inspirado pela Sra. Hodge colocando um prato de biscoitos na mesa da cozinha onde o grupo estava sentado tentando encontrar um novo nome. Vários discos de 78 rpm estavam sobre a mesa e, ao empurrá-los para o lado, disse: “Eles se parecem com pratos”. Herb disse: “É isso. Vamos nos chamar de “The Platters”.
“The Platters” também teve um membro feminino, a cantora Zola Taylor, de 1954 a 1962, quando o grupo produziu a maioria de seus singles populares. No início, a banda estava na Federal Records, eles gravaram oito músicas para a Federal, incluindo uma versão inicial de “Only You”, que foi seu primeiro sucesso regional. Convencido por Jean Bennett e Tony Williams de que “Only You” tinha potencial, Ram disse ao “The Platters” para regravar a música durante sua primeira sessão para a Mercury. Lançado no verão de 1955, tornou-se o primeiro hit Top Ten do grupo nas paradas pop e liderou as paradas de R&B por sete semanas.
O single seguinte, “The Great Pretender”, excedeu o sucesso de sua estréia e se tornou o primeiro hit # 1 nacional do “The Platters”. “The Great Pretender – O grande pretendente” também foi o maior sucesso de R&B da banda, ficando 11 semanas no topo dessa parada. A música captura a solidão de alguém que finge ser feliz depois de perder o amor, o que ressoou profundamente com os ouvintes na era do pós-guerra. Buck Ram escreveu a letra em cerca de vinte minutos no banheiro do Flamingo Hotel em Las Vegas. A música foi posteriormente regravada por Freddie Mercury em 1987.
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Vamos receber aposentadoria além túmulo.
Imagina o que será de nós se o ratinho crescer e chegar a ser um Raton como pretende.
Minha opinião sobre essa questão adentra no mérito do caso, exatamente naquilo que deve tratar e, porque não dizer, no objetivo daquilo que se quer dizer.
Dito isso, digo que direi propositalmente o que devo dizer, não porque deve ser dito mas, e principalmente, pelo âmago da questão pista nos exatos termos que colocada.
É importante salientar que o propósito da discussão, tem por desígnio um fim específico.
Portanto, ante tal intento, tem-se uma meta definida.
Nesse caso, o projeto segue o itinerário do plano traçado que, à evidência, alinha-se com o alvo de destino.
Fica claro, sem espaço para questionamentos ou discussões, que a disposição está flagrantemente tracionada pelo destino almejado.drsde o seu nascedouro.
Sem embargo das opiniões divergentes, às quais respeito, data máxima vênia, é isso que penso e finalizo sugerindo cuidado porque geralmente geral mente.
“Blowin’ in the Wind” é uma canção folclórica atemporal, “pra mim atualíssima”, que cativa públicos por décadas.
Originalmente composta e gravada por Bob Dylan, mas foi na versão de Peter, Paul e Mary, que a música verdadeiramente se transformou um sucesso, num “single” mais vendido na história da Warner Bros, no ano de 1963, alcançando o degrau número 2 na Billboard Hot 100, rendendo ainda ao trio dois prêmios Grammy em 1964.
“Blowin’ in the Wind” turbinou a carreira de Bob Dylan projetando-o para a sua geração, dando a Dylan um grande impulso, de acordo com o Los Angeles Times. Dylan incluiu a música em seu segundo álbum, “The Freewheelin’ Bob Dylan”, que ajudou a impulsionar seu álbum para o Top 25.
“Blowin’ in the Wind” tornou-se a música definidora da cena folk de Nova York e um hino para toda a década. Como resultado, Dylan, relutante e involuntariamente, tornou-se a voz de sua geração. Essa história e sua subsequente reação contra ela definiriam a sua carreira.
Era abril de 1962 quando Bob Dylan entrou correndo no Gerde’s Folk City, restaurante e bar de apresentações musicais, em Greenwich Village, em New York, para encontrar seu amigo músico, Gil Turner, prestes a subir ao palco com os “New World Singers” e disse: “Gil, eu tenho uma nova música que acabei de terminar. Quer ouvir?”. A música era “Blowin’ in the Wind”. Turner ficou impressionado com “Blowin’ in the Wind”. Ele cantou a música – que estava destinada a mudar a vida de Dylan – naquela noite, no que seria sua primeira apresentação diante de uma platéia. O público teve a mesma reação e ficaram impressionados tal e qual Gil Turner. Bob Dylan escreveu “Blowin’ in the Wind” entre duas curtas temporadas.
Mais tarde, ele afirmou que compôs a versão original com dois versos em 10 minutos e o verso central semanas depois.
Ainda no Gerde’s Folk City, ele explicou que a música não era de protesto dizendo: “não é uma música de protesto, porque eu não escrevo canções de protesto. Estou apenas escrevendo como algo a ser dito, para alguém, por alguém.” Mesmo assim, “Blowin’ in the Wind” se tornou uma música de protesto.
Em 1963-64, no Mississipi ser converteu em um hino dos direitos civis. Foi cantada, por Peter, Paul e Mary, no evento icônico em que o Reverendo Martin Luther King disse a frase “Eu Tenho Um Sonho”. Evento com mais de 250 mil pessoas.
Mesmo assim, Dylan continuou a negar qualquer significado político em sua melodia. “Não tenho inclinação política”, disse ele a um repórter. “Blowin’ in the Wind” foi apenas um sentimento que aflorou subitamente.
Em 27 de setembro de 1997, o papa João Paulo II e Bob Dylan protagonizaram um encontro inusitado durante o Congresso Eucarístico de Bolonha, na Itália. Diante de uma multidão de 300 mil pessoas, o pontífice usou os versos de “Blowin’ In The Wind” para transmitir uma mensagem religiosa.
Algumas músicas são imortais, porque transmitem mensagens que atravessam o tempo. “Blowin In The Wind” é um desses casos. Desde a sua criação, em 1962, até hoje, ela divide opiniões de fãs e críticos sobre o significado da letra.
Em apenas nove versos, ao som de três acordes, “Blowin In The Wind” é uma das canções mais emblemáticas de todos os tempos.
Apesar de simples e curta, a sua letra é muito profunda e desconcertante, capaz de nos fazer refletir durante dias e até mesmo anos sobre o seu significado. Os questionamentos nos fazem pensar sobre a trajetória do ser humano na Terra, com suas lutas infundadas e o seu desejo irrefreável de dominar o mundo.
Uma realidade deplorável que era vivida na década de 1960, com a guerra do Vietnam, quando a música foi composta, mas que infelizmente ainda está presente nos dias atuais.
“Blowin In The Wind”, na interpretação de Bob Dylan, com tradução: