COMENTÁRIO DO LEITOR

POPULARIZAÇÃO DA INTERNET

Comentário sobre a postagem AÍ VEM A CENSURA!!!

João Francisco:

Censurar a internet; este era o sonho de consumo da esquerda e do Sistema, depois que deram o golpe das caixinhas mágicas de 2022.

Não conseguiram, o tal PL 2630 de 2020, apelidado de PL da Censura foi tentado de todas as formas, até ser definitivamente arquivado em abril de 2024 pelo Arthur Lira.

A internet é hoje um território relativamente livre, foi criado para isso.

Fica quase impossível controlar a narrativa, como a Red Grobo o fazia até 2010, depois da democratização da internet, quando o cidadão com um smart fone e um computador pode editar um jornal (um salve para o Berto e o JBF), fazer um programa, rezar um terço na madrugada e ter milhares de visitas.

Coincidência ou não, foi depois da popularização da Internet que as ideias conservadoras de direita passaram a dominar a política, o que jamais ocorria antes.

Agora resta para o Analfabeto falar mal do celular toda vez que faz um discurso e dizer que precisa “regular” a internet.

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FESTAS DE ARROMBA

Comentário sobre a postagem NORMAL, NORMAL. TUDO NOS CONFORMES

José Alves Ferreira:

Teve um período de minha vida recente que estagiei no TJSP… e acessei por força do trabalho a alguns casos absurdos que envolviam a USP.

“Alunos”, principalmente das tais aéreas humanas, com mais de 40, quase 50 anos de idade – fechando e abrindo matriculas, mudando de curso, nunca se formam – com suas famílias vivendo no CRUSP…

Nada pagam, se alimentam nos refeitórios a preço mínimo, se adoecem têm o Hospital Universitário e promovem festas de arromba, onde rola o suficiente para o que não conseguem de graça…

De graça não, às custas dos impostos de quem trabalha.

É lógico, então, fazerem “movimentos”, “greves” contestando qualquer coisa que pode mudar sua situação ….

Ah, como a vida é bela para tais seres… nada almejam, nada produzem, nada pensam… apenas a continuidade dos parasitas.

E, segue assim… creio, não posso ter certeza quanto a todas as universidades públicas, onde após o vestibular os alunos se sentem “donos do pedaço” e, exigem direitos sem saber de obrigações.

Assim, como formaremos verdadeiros cidadãos?

Ou seriam “cidadões”, como disse a nossa matriarca de plantão?

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GRANDE FILME

Comentário sobre a postagem MAR ADENTRO (2004) – REFLEXÃO SOBRE A MORTE ASSISTIDA

Marcos Mairton:

Grande história! Grande filme!

Andei pesquisando alguma coisa sobre o caso que serviu de inspiração ao filme.

Até onde fiquei sabendo, de duas maneiras o caso foi levado à Justiça espanhola, mas acabou não tendo o mérito analisado.

Na primeira, Sampedro buscou autorização para por fim à própria vida, com auxílio médico, mas o pedido não chegou a ser apreciado porque o juízo perante o qual foi feito o pedido teria se declarado incompetente, ou seja, o foro adequado seria o de outro local.

Ele, por meio de seus advogados, recorreu, mas não conseguiu reverter a sentença. A frustração dele com o ocorrido é retratada no filme.

Depois da sua morte, teria havido uma investigação criminal, para buscar eventual prática criminosa, mas o caso prescreveu, sem jamais ter sido julgado.

Não entro em detalhes porque estou escrevendo de memória, mas o caso é interessantíssimo do ponto de vista jurídico.

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O CANTOR BOBBY HELMS

Comentário sobre a postagem BOBBY HELMS

DECO:

Bobby Helms (1933–1997) foi um cantor americano de música country e rockabilly.

Ele fazia parte da era de ouro que misturava o country tradicional com o balanço do rock n’ roll nascente.

Sendo que O Rock and Roll surgiu nos Estados Unidos no final da década de 1940 e início da década de 1950.

Embora muitos possam não reconhecer o nome de Bobby Helms, sua voz certamente é bem conhecida a cada Natal nos EUA, já que seu sucesso “Jingle Bell Rock” é uma das músicas natalinas mais tocadas desde seu lançamento inicial em 1957.

Antes do hit de Natal, ele dominou as paradas em 1957 com “Fraulein” e “MY SPECIAL ANGEL”, que foram grandes sucessos no gênero Country e Pop.

Fontes: Google e Bobby Helms biography

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O POETA

Comentário sobre a postagem EUTRÓPIO

Jairo Juruna:

Xico Bizerra usou a figura de Eutrópio e a rua de uma casa só para construir uma divertida crônica recheada de ironia sobre a banalização do título de poeta no cotidiano e o ego inflado de quem se acha indevidamente um gigante da poesia.

Por meio da figura de Eutrópio, que se autodenominava poeta em sua solidão, o texto de Xico satiriza a mediocridade pretensiosa e, no final, o cronista adota um tom humilde, recusando o rótulo para si e exaltando poetas consagrados.

A confissão final do cronista, ao declarar que não tem a menor pretensão de ser poeta e que apenas escreve versos, ecoa a postura do apóstolo Paulo que, em uma de suas cartas destinadas a Timóteo (1 Timóteo 1:15), se intitulou como o pior dos pecadores, reconhecendo sua insignificância diante da grandeza divina.

É interessante ver nesta crônica o autor tratar da poesia como uma coisa muito maior, colocando-se abaixo de nomes como Manoel Bandeira e Fernando Pessoa, em uma posição de humildade semelhante à de Paulo perante Deus.

Em seus textos Paulo e o “enorme poeta, já consagrado, que é Xico Bizerra” utilizaram a hipérbole da autodepreciação para elevar o verdadeiro objeto de admiração: Paulo eleva a graça divina, e o cronista eleva a verdadeira arte poética, distanciando-se da figura narcisista de Eutrópio.

“Viva Xico, para sempre, eterno, viva!!!”

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TEMOR

Comentário sobre a postagem Ô POVO BESTA…

João Francisco:

Nenhuma carteira, celular, relógio roubados.

Nenhum xingamento.

Um caos organizado.

Essa é a direita.

Isso é o que eles temem.

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DIVAGAÇÕES SOBRE O CHIFRE

Comentário sobre a postagem SEXTA-FEIRA, 10 !!!

Maurino Júnior:

O chifre ali em cima não é decoração — é logo oficial da experiência.

Não é bar, não é clube… é instituição de acolhimento emocional coletivo.

Ali não tem julgamento — só confirmação.

O cara entra triste e sai… rindo da própria desgraça.

E o melhor: quem entra já sabe o motivo. Transparência total!

Aqui não se esconde nada — nem a dor, nem os chifres.

Fidelidade pode falhar, mas o humor… jamais.

Não é derrota — é associação.

Uns pagam terapia… outros entram pra confraria.

O sujeito não perdeu tudo — ainda ganhou um título honorário.

Isso aí é o Brasil na sua forma mais genial: transforma tragédia em piada e ainda pendura na parede com orgulho.

Confraria dos Chifrudos – Foto de Mercado da Madalena, Recife - Tripadvisor

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MENSAGEM DO SONETO

Comentário sobre a postagem MAL SECRETO – Raimundo Correia

Jairo Juruna:

O poema faz uma advertência para a condição de piedade que sentiríamos se víssemos o sofrimento real por trás da “venturosa” aparência alheia.

A mensagem que passa é que as aparências enganam, e a vida perfeita e a felicidade expostas publicamente muitas vezes escondem sofrimentos internos ou uma busca por parecer venturosos aos olhos dos outros.

Nos dias atuais, essa mensagem se torna extremamente relevante no contexto das redes sociais, onde predominam mensagens pra cima e belas imagens, uma falsa realidade filtrada e feliz e que pode ocultar problemas reais, tudo isso como consequência de uma pressão por um discurso positivo constante, o que pode gerar efeitos colaterais em quem consome esse tipo de “felicidade” editada.

O soneto evidencia assim a contundente disparidade entre a “máscara” pública e a dor privada e expõe a sociedade como um teatro onde todos fingem ser felizes, ocultando suas invisíveis chagas cancerosas.

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MAL SECRETO – Raimundo Correia

Se a cólera que espuma, a dor que mora
N’alma, e destrói cada ilusão que nasce,
Tudo o que punge, tudo o que devora
O coração, no rosto se estampasse;

Se se pudesse, o espírito que chora,
Ver através da máscara da face,
Quanta gente, talvez, que inveja agora
Nos causa, então piedade nos causasse!

Quanta gente que ri, talvez, consigo
Guarda um atroz, recôndito inimigo
Como invisível chaga cancerosa!

Quanta gente que ri, talvez existe,
Cuja aventura única consiste
Em parecer aos outros venturosa!

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RELACIONAMENTO CORDIAL

Comentário sobre a postagem SILVIO SANTOS

Valter Ego:

Silvio Santos não se enquadrava como alguém com alinhamento de esquerda ou de direita.

Faz mais sentido comparar seu modo de atuação com o do Centrão no que tange ao pragmatismo político e à busca por boas relações com quem estava no poder, independentemente da ideologia.

A prova disso é que Silvio Santos foi um empresário que cultivou um relacionamento cordial com todos os presidentes da república, passando pelos militares e incluindo todos os que vieram depois na redemocratização, sem se alinhar a nenhum campo ideológico.

Com interesses diferentes, a comparação de Silvio Santos com o Centrão é válida pelo aspecto pragmático e pela habilidade de transitar com facilidade entre diferentes governos (de direita a esquerda) sem sofrer rupturas com o poder central.