JOSÉ PAULO CAVALCANTI - PENSO, LOGO INSISTO

CONVERSAS DE ½ MINUTO (33) ‒ CEMITÉRIOS

De volta às conversas, hoje só no assunto cemitérios e afins, em livro que estou escrevendo (título da coluna).

Dona ADELAIDE. Velório da mãe, no Cemitério de Santo Amaro (Recife). Disse, a ela, o de praxe

– Meus pêsames.

Olhou para mim de um jeito diferente, como se estivesse nas nuvens, e perguntou

– Pêsames por quê?, meu filho.

– Sua mãe.

– O que é que ela tem?

Sem acreditar, apontei para a morta

– No caixão.

– O que é que minha mãe está fazendo ali?

– Acho melhor perguntar a ela.

E Maria Lectícia me expulsou do recinto.

ALBERTO TEIXEIRA, empresário. Em Arouca (cidade próxima do Porto, Portugal), num Dia de Finados, foi rezar no túmulo da família. E comentou, desolado, com o sobrinho José Brandão

– O lugar está à pinha (cheio). Vim encontrar meus mortos e vejo só vivos dos outros.

AMERICANO, amigo que vivia de pescar lagostas na ilha de Santo Aleixo. Conto só o triste dia em que se suicidou sem querer. Chegou em casa quase meio-dia, quando mulher e filhos iam já saindo para o culto

‒ Podem ir que vou depois.

Foram suas últimas palavras. De noite, ao voltar, a família encontrou seu corpo junto da panela, na beira de um fogão com o gás aberto. Tentou, mas não conseguiu, acender o fogo com fósforos é algo complicado para quem tem na cabeça cachaça demais. E dormiu ali mesmo, no chão, respirando aquele gás. Para nunca mais acordar. Pobre americano.

CARLOS ALBERTO SARDENBERG, jornalista. Chegou sem saber qual o velório certo (havia cinco, alí). Então perguntou, no primeiro,

– Quem é o morto?

E o cidadão, apontando para um caixão,

– É aquele ali dentro.

DIVANE CARVALHO, jornalista. Algumas vezes, a gente se arrepende do que diz. Foi o que ocorreu naquela manhã de domingo, seu aniversário. Liguei bem cedo

– Parabéns, Divane, desejo que tenha um dia esplendoroso.

– Acho meio difícil, Zé Paulo. Que estou aqui, no necrotério, esperando o corpo de meu marido (Luciano Fraticelli) para enterrar ainda hoje.

ELIAS SULTANUM, santeiro. Comprou casa velha junto ao Mercado da Ribeira (Olinda); só para lembrar construído, por volta de 1.560, onde se vendia carne, farinha, peixes e escravos. Já morando nela, começou uma reforma. Só que passou a ouvir uma barulheira que não tinha fim. Na quarta noite sem dormir, foi até o meio da escada e anunciou

– Atenção, senhores fantasmas, acabaram as reformas. A casa fica do jeito que está.

Em seguida, foi para o quarto e dormiu bem. Fim das reformas, fim dos barulhos. E ninguém, até hoje, conseguiu explicar o que aconteceu.

FERNANDO SABINO, escritor. No fim, vítima de um câncer no fígado, se escondia na Rua Canning (Ipanema, Rio). Mas teve o cuidado de, antes de partir, deixar escrito seu epitáfio:

‒ Aqui jaz Fernando Sabino,
que nasceu homem e
morreu menino.

FILINTO ELYSIO (nome arcádico de Francisco Manuel do Nascimento, 1734-1819), poeta. Parte do grupo conhecido como Ribeira das Naus, teve uma vida complicada. Padre, se apaixonou por Maria, filha da marquesa de Alorna e freira de um Convento. Acabou processado pela Inquisição, ainda no Século XVIII. Para um amigo, que acabara de enviuvar, escreveu curioso Epitaphio

– Minha esposa aqui jaz.
Que bem que faz.
Por sua e minha paz.

GERMANO HAIUT, ator. Ao sair do Cemitério dos Judeus, no Barro, me disse

– Taí, se há uma coisa que não entendo é muro de cemitério. Porque os de fora não querem entrar e, quem está dentro, não pode sair.

HENRIQUE DE RESENDE, advogado. No Cemitério de Cataguazes (MG) está esse epitáfio, no seu túmulo, escrito por ele mesmo

‒ Contra sua vontade, bem se entende,
Sempre amando a vida como outrora
Aqui repousa Henrique de Resende
Que preferia repousar lá fora.

NELSON DOS ANJOS, diplomata. Um belo dia, em julho de 2022, recebemos mensagem de sua mulher Clementina

– Nelson estava bem e, de repente, faleceu!!!

Saudades do amigo querido.

OTTO LARA REZENDE, escritor. Eram quatro amigos inseparáveis que formavam grupo inspirado nos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, personagens descritos na terceira visão profética do apóstolo João, está no livro bíblico da Revelação ‒ fome, guerra, morte, peste, que acontecerão antes do fim dos tempos. Agora eram os Quatro Cavaleiros de um Íntimo Apocalipse ‒ Fernando Sabino, Hélio Pellegrino, Paulo Mendes Campos e Otto, o que mais gostava de conversar no grupo. Um dia Sabino entregou, a Otto, seu epitáfio ‒ que depois a família, por implicância, recusou.

‒ Aqui jaz Otto Lara Resende,
Mineiro ilustre, mancebo guapo!
Deixou saudades isso se entende:
Passou cem anos batendo papo.

VICENTE PHAELANTE, advogado (e parceiro no bridge). Tinha irmã, que o criou, morando no interior. Com esclerose e diabetes avançados. E a coitada, belo dia, preparou bolo de chocolate que degustou com uma Coca-Cola de dois litros. Resultado, morreu em pouco tempo. E ninguém pensou em suicídio. Por não haver bilhete nem comportamento nenhum indicando estar triste. Deve ter sido mesmo a cabeça que voou. Vicente decidiu que seria enterrada no jazigo da família, aqui no Recife, e foi até lá para buscar o corpo. Acertou com uma funerária local que o levasse direto para o cemitério de Santo Amaro, na manhã seguinte bem cedo. Não tinha sentido fazer velório que ninguém a conhecia mesmo, na capital. Falou com o Diário de Pernambuco, para o anúncio fúnebre. E a mulher do jornal

– Qual tipo quer?

– O mais barato.

Explica-se. Com a impressão do jornal feita em placas de chumbo, naquele tempo, seria preciso apenas três. Uma, com o nome da morta. Outra com o de Vicente, que convidava para o enterro. E a terceira, para detalhes. O resto vinha com o palavreado de sempre, já tudo pronto. Era mais barato por isso. Ocorre que dia seguinte, no Diário, apareceu a morta convidando para o enterro dele. Algum problema no telefone. Liguei, assim que li,

– Alô.

– É você?, Zé Paulo.

– Vicente?!!!

– Ele mesmo.

– Você está morto ou vivo?

Explicou e pediu fosse ajudá-lo, na tarefa de receber os amigos que iriam ao cemitério. O caixão estava já sob cuidados do pessoal da funerária, junto do jazigo. Na entrada Vicente, com um caderninho na mão, anotava o nome dos que chegavam, explicava o que ocorreu e dizia

– Vão embora não que tem o enterro da minha irmã.

Em resumo, foi o mais festivo da história do cemitério, com pequena multidão para homenagear uma desconhecida. E, todos, muito animados. Tivesse vendedor de cerveja, no local, e não iria sobrar nada. Em seguida fez lista por ordem alfabética dos presentes, datilografou e pôs na carteira. A partir daí, toda vez que o encontrava, era

– Vicente, morreu… (um nome qualquer), vamos para o enterro?

E ele, bem calmo, abria a carteira, tirava a listinha e conferia. Se o nome não estivesse nela, e até morrer de verdade, dizia sempre o mesmo

– Vou não. Só vou a enterro de quem foi no meu.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

TEATRINHO

Comentário sobre a postagem A AMAZÔNIA É DE MACRON

Pablo Lopes:

Quem quiser que acredite no teatrinho encenado pela dupla Lule e Lacron.

Ambos fingem se preocupar com a floresta amazônica e a usam como desculpa para sabotar o agronegócio brasileiro.

O francês teme nossos agricultores e pecuaristas, pois sabe que seus produtores não têm a menor possibilidade de concorrer com com os nossos.

Já o persona non grata odeia nosso agronegócio, a quem chama de fascista, pois eles representam tudo o que esquerda abomina: amor pelo trabalho, independência e geração de riquezas.

O modelo defendido pelo nine é o do MST que, uma vez implantado, só poderia resultar em uma coisa: fome!, fome no Brasil e em boa parte do mundo. Essa é a única verdade.

Então ficamos assim, a dupla finge que se preocupa como meio ambiente; a imprensa finge que acredita e segue o jogo.

DEU NO JORNAL

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

A SEMANA SANTA

Mais uma vez, estamos vivendo a Semana Santa. Mais uma vez, assistimos a paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, como também de outros Cristos, pessoas desvalidas, que apodrecem nas cadeias, sem defesa, e sem assistência digna.

O que vemos é que o mundo continua sob a opressão dos “poderosos”. Vemos o sofrimento dos mais fracos, com a perseguição e a tortura física e psicológica dos injustiçados.

A perseguição aos injustiçados e a opulência dos maus é chocante. Não se sabe até quando irá essa opressão.

Nossos antepassados, se pudessem voltar à vida, se assombrariam diante do turbilhão de maldades espalhadas pelo mundo atual, onde há um imenso palco, em que se desenrola a Paixão, não de um só Cristo, mas de inúmeros Cristos, que neste País, diariamente, são perseguidos, humilhados, torturados e crucificados.

O profano se sobrepuja às coisas santas. A igreja tornou-se um reduto de políticos, em época de campanha eleitoral, que se misturam aos verdadeiros cristãos.

Os costumes mudaram, mas a corrupção continua predominando.

A “caridade dos poderosos”, nesta Semana Santa, continua nas trevas. Só praticam o mal, perseguindo e desmoralizando pessoas e famílias inteiras.

Hoje, Sexta-feira Santa, não há respeito ao sofrimento de Cristo, salvo nos ritos religiosos. As operações para capturar infratores continuam ininterruptamente, transformando a Semana Santa num período mais do que profano. Um período de maus tratos ao ser humano, sofrimento, perseguição e humilhação.

A volúpia da perseguição vivida pelos podres poderes cada vez aumenta mais, e a mídia se delicia com isto, como se vê a olhos nus nos noticiários televisivos.

Tempos estranhos, estes que vivenciamos.

Mudando o rumo “desta prosa”, tento fixar meu pensamento num tempo distante e feliz, em Nova-Cruz (RN), terra abençoada, onde nasci e me criei, e onde hoje estão sepultados Francisco e Lia, meus inesquecíveis pais e de meus cinco irmãos. Vejo-me no tempo da minha infância e juventude, com a família toda reunida na Semana Santa, período esperado com ansiedade.

Ainda hoje trago na memória o calor humano da família toda reunida em Nova-Cruz (RN), e o clamor dos pedidos de esmolas, feitos por crianças, durante a Semana Santa, principalmente na Quinta-Feira Santa e Sexta-Feira da Paixão:

“ Uma esmolinha, pelo amor de Deus, pra minha mãe jejuar no dia de hoje!”

Esse apelo continua vivo na minha lembrança, e a saudade desse tempo feliz, quando ninguém tinha morrido, continua a mesma.

Hoje, vemos pessoas que podem comprar comida, mas não possuem a liberdade de ir e vir. Vivem sob a tirania daqueles que se sentem poderosos e que se acham no direito de tripudiar, humilhar e perseguir suas presas, na ânsia de crucificar e colocar uma pedra em cima daqueles que não se enquadram na cartilha traçada por eles, ao arrepio da lei.

Na época da minha infância e juventude, em Nova-Cruz, década de 60, na Quinta-Feira Santa e Sexta-Feira da Paixão, as esmolas eram de bacalhau e brote. Nessa época, bacalhau era produto de baixo custo, como também a qualidade era uma só, sem opção de um produto melhor. Na sala da nossa casa, ficavam um saco com brotes e outro com bacalhau, que minha saudosa mãe distribuía com os pedintes.

Na Sexta-Feira da Paixão, havia uma grande preocupação das famílias, de esconder suas galinhas dentro de casa. Os “biriteiros” de plantão costumavam furtá-las dos quintais nessa noite, e transformá-las em guisados, para lhes servir de tira-gosto.

O furto de galinhas, na noite da Sexta-Feira Santa, era uma tradição, fruto da cultura popular nordestina. Geralmente, os “gatunos” eram jovens conhecidos e de boa família, e faziam isso por brincadeira, às vezes compartilhada pelos próprios donos.

As comadres da minha mãe, que residiam na zona rural, traziam-lhe beijus de goma e coco de presente, cujo cheiro e gosto nunca esqueci.

A Semana Santa, para os adeptos da Igreja Católica, era uma época triste e sombria. Para começar, não havia aula durante essa semana. O martírio de Nosso Senhor Jesus Cristo era revivido com respeito. Não se ouvia música profana. Não se chamava nome feio, e quase não havia briga. Era um período de reflexão e esperança de um mundo melhor.

Na Quarta-Feira da Semana Santa, a chamada Quarta-Feira de Trevas, não se ouvia o apito do trem, pois ele não trafegava. Não havia entrega de leite dos currais, pois não se tirava leite naquele dia, sob pena de “em vez do leite, do animal jorrar sangue”. Ainda por cima, propagava-se o perigo de ficar entrevado, para aquele que tomasse banho na Quarta-feira de Trevas.

Esses medos faziam parte da crendice popular, nos recantos nordestinos mais atrasados. Mas Frei Damião, em suas Missões, desmistificou esse costume, comum na zona rural.

Na Quinta-Feira Santa , quando se revive a traição de Judas durante a Última Ceia, sentia-se na cidade o clima de tristeza, Era o começo do martírio de Jesus, que carregaria sua Cruz até ser crucificado e morto.

Na Sexta – Feira da Paixão, Jesus estava morto e a imagem do seu corpo ficava em exposição na Igreja, durante todo o dia. Formava-se uma fila interminável, para que os fiéis o beijassem.

Nesse dia triste, eram praticados o jejum de carne e a abstinência de bebidas alcoólicas.

As rádios só transmitiam músicas sacras ou clássicas. Não se comercializava nenhuma mercadoria, em respeito ao sofrimento de Jesus Cristo, traído por Judas, em troca de 30 moedas.

Os clubes sociais e outros ambientes de entretenimento não funcionavam, em respeito à morte de Jesus Cristo.

O sábado de Aleluia revive a expectativa da Ressurreição de Jesus Cristo, o filho de Deus. A liturgia da Páscoa, ou passagem, ocorre pela madrugada.

A Páscoa Cristã é uma das festividades mais importantes para o cristianismo. De acordo com o calendário cristão, a Páscoa consiste no encerramento da chamada Semana Santa.

Nos dias de hoje, há diversos judas infiltrados nas multidões e vários Cristos estão vivendo seu Calvário, com uma imensa torcida para que sejam crucificados.

A adoração ao “vil metal”, ou seja, ao dinheiro, se sobrepuja ao sentimento cristão, e as igrejas se tornaram redutos políticos, procurados pelos podres poderes durante campanhas eleitorais.

Quando estava orando no Monte das Oliveiras, num jardim chamado Getsêmani, Jesus disse: “Pai, afasta de mim este cálice!” Isto ocorreu na noite em que Ele foi traído. Antes, Ele havia acabado de celebrar a última Páscoa com seus discípulos, e instituído a Ceia do Senhor, como uma ordem a ser observada por seus seguidores.

Ele partiu para o Monte das Oliveiras como de costume. Ali Ele pediu que seus discípulos vigiassem em oração. Ele se afastou um pouco deles com o objetivo de orar. A Bíblia diz que ali Jesus orou ao Pai intensamente.

Naquele momento, Jesus Cristo estava experimentando um estado de agonia tão extremo, que até o seu suor se transformou em gotas de sangue. O escritor de Hebreus, também descreve que naquele momento Jesus apresentou um grande clamor com lágrimas ao Pai (Hebreus 5:7). Ali ele estava vivendo os momentos finais antes da prisão que resultaria em sua morte. Foi justamente nesse contexto que Ele clamou:

“PAI, AFASTA DE MIM ESTE CÁLICE!”

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

A PALAVRA DO EDITOR

HELADO CALIENTE

Truly amazing! Ah, os gemidos da Birkin (inoubliable). Tão próximos do ‘dia da mentira’ ousem dizer um “Je t’aime, je t’aime / Oh oui, je t’aime”. Ninguém vai te levar muito a sério, gema à vontade. Comme la vague irrésolue / Je vais, je vais et je viens…

Falando em mentiras e sacanagens… Polícia Federal conclui que o motoqueiro e jet-skiteiro Inocênssio Hacusado Culpado Detuddo Bozzonarrô, arrastador de multidões e dorminhoco em embaixada (a Michele anda roncando muito e o cabra foi para um quarto mais sossegado), é inocente no caso da sereia, ops, baleia.

Ah, acharam o mobiliário perdido e os panos de bunda do palácio que ‘monsieur bozzonarrô’ afanou (what!?). E saiu na imprensa: O “Caso Marielle” encerrado; e quem mandou matar Bolsonaro? Manchete da excelente Oeste Sem Filtro (Revista Oeste – disponível no youtube).

Ainda no quesito mente e sacaneia… Tudo tão brésil. “Os Brazão já estavam ali, talvez até a compor um triste trocadilho como aumentativo de Brasil. (…) Vivemos em tempos em que ninguém se pergunta o que está engolindo. Engolir sem perguntar, fica mais fácil”, nos assegura, neste JBF, o sempre imperdível e coerente Alexandre Garcia.

Falando em engolir (¿Avaler ou cracher?). Pascoalemos… Olá, coelhinhas!!! Comer chocolate, fazer muito sexo (no jargão feminino, ‘fazer amor’) com o Sancho e até dar boas risadas da pistolinha ou cenourinha sanchiana, desencadeiam a liberação de endorfina (endorfina é neurotransmissor produzido no sistema nervoso central em resposta a atividades prazerosas como atividade física e durante o orgasmo, visando relaxar e dar muito prazer). Prazer é arte de gente arteira, como você…

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A PALAVRA DO EDITOR

FORA DO AR

Comunico aos caros leitores fubânicos que estou sem Internet desde ontem à noite.

Faço esta postagem daqui do meu celular.

Assim que tudo voltar ao normal, a edição de hoje da nossa gazeta irá pros ares.

Conto com a compreensão e a paciência de todos!!

PENINHA - DICA MUSICAL