Nesta Sexta-Feira Santa (29), o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) vilipendiou a fé de bilhões de cristãos pelo mundo ao publicar uma imagem de Jesus Cristo na cruz com a inscrição “bandido bom é bandido morto”.
A infeliz publicação foi compartilhada nas redes sociais do grupo de extrema-esquerda que tem como um de seus principais líderes o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), atual pré-candidato à Prefeitura de São Paulo.
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Este absurdo está dentro do padrão esquerdóide.
Nada de surpresa.
É só olhar a ilustração pra ficarmos de queixo caído, espantados, horrorizados.
É antiga a promessa de Emmanuel Macron de despejar dinheiro na Amazônia.
Lorota.
A floresta só interessa ao lacrador presidente francês para difundir mentiras contra o Brasil.
Em 2023, Chaterine Colonna, então chanceler francesa, veio ao Brasil e acenou “contribuição” ao Fundo Amazônia, para alegria de ONGs picaretas da região.
Após 13 meses, a França não fez pix nem de 1 real.
Em nova jogada, Macron e Lula, roletando no Pará, anunciaram “doações” de R$ 5,3 bilhões.
Arram.
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Isso se chama coerência.
Tá tudo dentro dos conformes.
Um mentiroso francês do porte de Macron passeando de mãos dadas, no meio do mato, com um mentiroso brasileiro do porte de Lula.
Dizem que os dois cagaram debaixo de um pé de pau pra eternizar o encontro.
A vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018
A prisão de três pessoas no último domingo, apontadas pela Polícia Federal como os mandantes e o planejador do assassinato da vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, mostrou até que ponto o crime organizado já não é mais um “poder paralelo” no Rio de Janeiro: ele já está incrustado nas estruturas institucionais do poder político. Só isso explica que tenham sido presos ninguém menos que um deputado federal, um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro e um ex-chefe da Polícia Civil do estado.
As prisões foram possíveis graças às informações dadas por Ronnie Lessa, ex-PM preso em 2019 e acusado de ser o autor dos disparos. Os irmãos Domingos Brazão (conselheiro do TCE-RJ) e Chiquinho Brazão (deputado federal eleito em 2018 pelo Avante e reeleito em 2022 pelo União Brasil) teriam encomendado o crime por questões fundiárias: milícias na Zona Oeste do Rio promoviam expansão ilegal de loteamentos e tentavam regularizar as propriedades posteriormente por meio de projetos de lei na Câmara Municipal, aos quais Marielle se opunha. Já o delegado Rivaldo Barbosa teria sido o planejador do crime e, dentro da Polícia Civil, garantiria que os verdadeiros responsáveis pelo crime jamais fossem identificados. Para ocultar ainda melhor a trama, Barbosa – que assumiu a chefia da Polícia Civil na véspera do crime – se aproximou da família de Marielle, prometendo empenho nas investigações; sua prisão foi recebida com enorme surpresa pelos familiares e por políticos do PSol, partido da vereadora, como o ex-deputado Marcelo Freixo.
Várias regiões do Rio de Janeiro já haviam se tornado propriedade particular das facções criminosas, que se fortaleceram durante décadas, contando inclusive com a conivência dos poderes constituídos – o ex-governador Leonel Brizola e o Supremo Tribunal Federal estão entre os que simplesmente impediram a polícia de subir os morros e reivindicá-los de volta, condenando os cariocas honestos que vivem nessas favelas a se tornarem eternos reféns dos traficantes. Mais recentemente, as milícias surgiram para disputar espaço com o tráfico, e mesmo antes da elucidação da morte de Marielle já se sabia que elas vinham tendo mais sucesso que as facções criminosas em infiltrar estruturas e órgãos de governo. O crime de que os Brazão e Silveira são acusados é demonstração da audácia dos milicianos e de sua disposição em eliminar qualquer oposição a seus planos.
A prisão do trio também mostra como a politização de um crime pode atrapalhar sua elucidação. Em sua coluna na Gazeta do Povo, o senador Sergio Moro lembrou que já em 2019 a Polícia Federal tinha indícios de que Domingos Brazão poderia estar ligado ao assassinato de Marielle e Anderson, como resultado de uma investigação iniciada ainda em 2018, no governo de Michel Temer, motivada por suspeitas de obstrução à Justiça. Tanto a família de Marielle quanto políticos de esquerda, no entanto, se opuseram veementente à federalização do caso durante o governo Bolsonaro; a PF só assumiu de vez a apuração do crime em 2023, já com Lula no poder – e é preciso reconhecer que ainda depois disso a mãe de Marielle seguiu contrária à federalização. Nesse ínterim, não faltaram tentativas de associar o próprio Bolsonaro ao crime, e mesmo depois das prisões de domingo a esquerda continuará tentando capitalizar politicamente, já que a nomeação de Silveira como diretor-geral da Polícia Civil fluminense se deu durante a intervenção federal na segurança pública do estado, e o interventor era o general Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente na chapa de Bolsonaro em 2022.
O assassinato de Marielle pode ter sido devidamente elucidado, o que é motivo de celebração, mas as investigações não podem terminar por aí; é preciso apurar até que ponto as milícias se apossaram das estruturas de Estado no Rio de Janeiro e as colocaram a serviço do crime. Traficantes e milicianos são, hoje, os verdadeiros governantes do Rio, mas derrotá-los e devolver o território aos cariocas que só desejam levar suas vidas honestamente exigirá muito mais que tudo o que já foi feito até agora.
Quando trabalhamos em certas empresas, onde temos o privilégio de permanecer por longos anos, sempre nos vem à mente o dia da aposentadoria.
Éramos jovens trabalhadores e já ouvíamos os mais antigos falando constantemente nesse dia. A data sempre surgia à nossa mente como se fôra um zumbido nos ouvidos, pois se tratava, na verdade, de um patamar triunfal. O pódio da profissão!
Eis, porém, que nem sempre nos preparamos de verdade para a aposentadoria, embora os principais pensamentos sejam realizar várias opções: ter tempo para viajar, montar um negócio ou mesmo não fazer plano algum: “Deixar a vida nos levar”, como diz o Zeca Pagodinho.
Os anos foram passando e muitos de nós que permaneceram em funções importantes – como os magistrados, por exemplo – tiveram seu dia de triunfar; ou seja, chegar à aposentadoria plenamente saudáveis.
Primeiramente alguns profissionais que conheço me disseram que logo nos primeiros dias de malandreiragem se sentiram aliviados pois se livraram dos fardos da responsabilidade diária.
Mas, aí vem aquela coisa de pensar que perdendo a “patente” não se sente mais nada. Um choque, portanto, será a readaptação a um novo estilo de vida. E esse novo anseio chega na sequência dos dias da “liberdade”.
Livre da obrigação de tantos anos começa-se o tiranete da busca de alguma coisa para fazer, pois não é fácil um aposentado – por exemplo: um Juiz de Direito, um oficial de Marinha, arranjar uma atividade rendosa e que para exercê-la se exija apenas meio expediente.
E ficam bom tempo a pensar: “Ser escravo depois de uma carreira tão expressiva, Deus me livre! ”
Um caso típico apresento como exemplo. Tenho um amigo correspondente, ilustre cidadão residente em Fortaleza, com quem quase todos os dias me comunico pela internet, Dr. Boaventura Bonfim, atento leitor desta gazeta do famoso Luiz Berto.
Boaventura tornou-se um caso raro de adaptação a outra atividade, mesmo que não remunerada, mas representa algo que lhe dá gosto incomum: a arte de cantar e de pronunciar conferências sobre vários temas filosóficos e de autoajuda.
Notei, por algumas despretensiosas remessas de suas artes, que ele está desenvolvendo intensa atividades, depois de aposentado. Embora não sendo rendosas, atendem aos seus anseios juvenis mais significativos, uma delas o desejo de um dia vir a ser cantor, independentemente de ter sido identificado como um John Lennon, na juventude.
Equipou-se, para ser, no caso do canto e das palestras, um Influenciador. Tanto que adquiriu microfone e demais apetrechos de cena, e tem preparado bons programas, todos cheios de graça, pois se apresenta, às vezes, com as encantadoras filhas Camila e Cibele.
Aprendeu a fazer a mágica de poder cantar com “orquestras invisíveis”, cujos sons saem de pequena geringonça que coloca discretamente em cima da mesa do estúdio, de onde saem os sons instrumentais, mostrando que seus acompanhantes são de especial categoria. E exibe o macete para seu público.
Já pensou, caro leitor, você cantando no chuveiro sob acompanhamento da Orquestra Cassino de Sevilha, apenas por conta de minúsculo aparelhinho, que funciona como Play Back?
Dá gosto apreciar-se um ex-Desembargador dominar os sons mais emocionantes de inesquecíveis músicas, interpretadas em espanhol; as belas canções dos saudosos Pero Vargas, Lucho Gatica ou Carlos Gardel.
Todavia, tais programas, mesmo sob a égide do amadorismo, merecem se expandir pelas ondas hertzianas, mundo afora, para gaudio de gentes das “Oropa, França e Bahia”, como nos disse o amado Jorge.
Um sujeito de sorte, Dr. Boaventura Bonfim, porque está conseguindo desenvolver, principalmente, a atividade artística que ficou encastoada em sua alma durante tantos anos de intenso trabalho com as leis!
O cantor e sua esposa Edvanda
Agora solta no ar seu canto. Não pode imaginar até onde irá chegar sua voz. Não solicita nem ao menos um magro Pix por suas apresentações.
Recebe sim, uma paga especial: a remuneração em moeda cujo valor nem é capaz de avaliar: a realização de seus sonhos, aqueles inesquecíveis momentos da época em que se apresentava em Crateús, sua cidade natal, como um dos participantes do conjunto “Os Diamantes”.
Como seguidor do futuro “Canal Boaventura”, terei a iniciativa de começar a divulgar suas atividades, para amigos pernambucanos que residem na América do Norte. Seu canto vai ser ouvido por pessoas em Las Vegas, Phoenix, Dallas, San Francisco, Utah e vários lugares do Brasil onde as imagens deste jornal chegam.
O que mais desejo é vê-lo vitorioso nessa atividade pós-aposentadoria. Afinal não é moleza o cidadão se aposentar e ficar a malandrear. Que se torne um cantor de fama é o que peço a Deus, para que jamais venha a ser chamado de malandreante.
Balneário Camboriú, SC. Enquanto isso, o molusco passeando de mãos dadas com o Lacron na Amazônia, entregando nossas riquezas para os estrangeiros. 👏🇧🇷 pic.twitter.com/plXyyQ6ZCu
Tradução livre e adaptação de um poema de M. Lockbridge
É sexta-feira Jesus está orando Pedro está dormindo Judas está traindo Mas o domingo está chegando! É sexta-feira Pilatos julgando O conselho está conspirando A multidão está difamando Mas eles não sabem Que o domingo está chegando! É sexta-feira, Os discípulos estão fugindo Como ovelhas sem pastor Maria está chorando Pedro está negando Mas eles não sabem Que o domingo está chegando! É sexta-feira Os romanos batem em meu Jesus Eles o vestem de escarlate Eles o coroam com espinhos Mas eles não sabem Que o domingo está chegando! É sexta-feira Veja Jesus caminhando para o Calvário Seu sangue pingando Seus pés tropeçando Sobrecarregado está em seu espírito Mas você vê, é só sexta-feira Mas o domingo está chegando! É sexta-feira O mundo está vencendo As pessoas estão pecando E o mal está sorrindo É sexta-feira Os soldados pregam as mãos do meu Salvador Na cruz Pregam os pés do meu Salvador na cruz E então eles o crucificam Ao lado de criminosos É sexta-feira Mas deixe-me dizer-lhe uma coisa O domingo está chegando! É sexta-feira, Os discípulos estão questionando O que aconteceu com o seu Rei E os fariseus estão celebrando Que seu plano astuto Foi alcançado com sucesso Mas eles não sabem É apenas sexta-feira, Mas o domingo está chegando! É sexta-feira Ele está pendurado na cruz Sentindo-se abandonado por seu Pai Deixado sozinho e morrendo… Pode alguém salvá-lo? Ooooh É sexta-feira Mas o domingo está chegando! É sexta-feira A terra treme O céu escurece Meu rei entrega seu espírito É sexta-feira A esperança está perdida A Morte ganhou O pecado conquistou E Satanás apenas ri. É sexta-feira Jesus é enterrado Soldados montam guarda E uma pedra é rolada no sepulcro Mas é sexta-feira Só é sexta-feira Mas o domingo está chegando.
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GALOPE A BEIRA MAR – NOVO TESTAMENTO – Fernando Paixão
Eu lembro que o povo lá da Galileia No tempo passado esperava o Messias Até que cessou a contagem dos dias Surgindo do meio da classe plebeia Um jovem pregando pra sua plateia Dizendo que as coisas precisam mudar E chama discípulos pra lhe ajudar Convidando gente do campo e da praça Chamou pescadores que viu na barcaça Cantando galope na beira do mar.
Tudo começou quando na Palestina O povo amargava uma forte opressão Sofrendo sonhava por libertação E de Nazaré uma jovem menina Tão doce, inocente, pura e pequenina Um anjo aparece pra lhe avisar Que seu ventre puro iria gerar Um filho que ia ser grande poeta Salvador e santo, pastor e profeta Cantando galope na beira do mar.
A jovem assustada prostrou-se no chão Dizendo que aquilo não era possível Mas a pulsação do seu peito sensível Qual jovem criança quase sem razão Dizendo pro anjo: não tenho varão Por isso não posso esse filho gerar Mas, faça-se em mim o que Deus desejar Pra Deus quero ser uma serva fiel Cantando louvores ao Deus de Israel Nos dez de galope na beira do mar.
O tempo passou e o povo escutava A voz que clamava no alto deserto Pra cima, pra baixo, pra longe e pra perto Soava essa voz que o profeta pregava Nas águas do rio também batizava Pedindo ao povo pra se preparar: Que nosso Messias não tarda a chegar – Batizo com água começando o jogo Mas ele batiza com Espírito e com fogo Cantando galope na beira do mar.
Jesus aparece para João Batista Mergulha nas águas do Rio Jordão Quando se batiza tem uma visão Narrada no livro do Evangelista O céu se abrindo diante da vista Palavra serena ele ouve no ar O Espírito Santo vem sobrevoar Jesus nessa hora se faz consciente Que ele é o Filho do Onipotente Cantando galope na beira do mar.
E para o deserto ele foi conduzido A soma dos dias contava quarenta Jesus persevera, se esforça e enfrenta Todo pesadelo por ele sofrido Escuta uma voz lhe falando no ouvido Eu tenho poderes pra lhe ofertar Porém Jesus Cristo se fez superar Não foi seduzido por seu inimigo Com a força de Deus se livrou do perigo Cantando galope na beira do mar.
E assim começou para o pobre e pequeno Feliz despontar de uma nova bonança Porque nessa hora a finada esperança Já ressuscitava em Jesus Nazareno Aquele rapaz com aspecto sereno Com plenos poderes se pôs a pregar Chamando os pequenos para celebrar Seu Reino de paz, de justiça e igualdade Um Reino onde impera somente a verdade Nos dez de galope na beira do mar.
A sua mensagem não foi escutada Por gente importante da sua nação Porém encantando toda multidão A boa semente da paz foi plantada Mas foi o Sinédrio que armou a cilada Dizendo: esse homem nós vamos calar Prenderam, julgaram para o condenar A morte cruel duma cruz amargou No terceiro dia ele ressuscitou Cantando galope na beira do mar.
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O VÍRUS E O VELHO – Mané Beradeiro
Meu doutor eu sou do mato. Lá não tem televisão, Meu rádio tá quebrado, Telefone tem também não! Eu senti o mundo parado O povo todo trancado Numa grande aflição! Quando procurei a feira, Na cidade do meu chão, Nem bancas estavam lá. Surgiu minha indagação: – O que é que se assucede? – Será guerra mundial? Mas não ouço um estrondo, nenhum um tiro de canhão. Doutor me arresponda: – Que está acontecendo? E o doutor foi explicando Coisa que eu não sabia. Um tal de coronavírus vindo lá do estrangeiro, Tá matando muita gente, muito mais que Lampião, Que os peidos de Jandira, que o bafo de Tonhão, Que inhaca de Raimundo, Que a fome no meu sertão. Eu fiquei agoniado e disse para o doutor: – Será possível que não tenha Um homem que mate esse sujeito? Que fure os olhos dele, quebre as pernas por inteiro, Destrua as suas armas, lasque logo este estrangeiro? Doutor, só mais uma pergunta. Pode ser? – Esse tal de coronavírus come mesmo o quê? Menino! Quando o doutor falou fiquei todo arrepiado. Minha alma deu um pulo, meu corpo ficou gelado. Vou voltar pra minha casa e ficar todo trancado. O tal do coronavírus come velho pra todo lado!