PENINHA - DICA MUSICAL

OITO ANOS DE JORNAL DA BESTA FUBANA

Há exatos oito anos, no dia 29-02-2016, eu estreava como colunista do JBF.

Nesse tempo as postagens eram duas vezes por semana, sendo que as três primeiras postagens, do dia 29-02, 03-03 e 07-03-2016 foram em mix de áudio com cinco músicas.

A partir da coluna do dia 14-03-2016 começamos a postar áudios individuais com um tema para cada coluna postada.

Esse formato foi publicado até a coluna n° 323 do dia 10-01-2019.

Após essa data, passamos a publicar vídeos, formato que se mantém até o momento atual.

Quero agradecer a todos que me prestigiaram nesses oito anos e principalmente ao Grande Editor do JBF, Luiz Berto, pela oportunidade de proporcionar momentos de lazer, prazer e saudades ao relembrar as muitas canções esquecidas no fundo baú.

Grato a todos!!!

Abaixo, o primeiro mix da coluna em 29 de fevereiro de 2016.

Músicas e intérpretes no mix:

1. Previsão do tempo ( Zé Mulato ) – Zé Mulato e Cassiano
2. Meu céu – ( Zé Mulato / Xavantinho ) – Di Souza e Moisés
3. Transporte pioneiro – ( Palmito / Montealegre ) – Palmito e Barion
4. Forno de barro – ( Caetano Erba / Brazando ) – Lael e Araguaí
5. Peito amigo – ( Carreirinho ) – Luiz Fernando e João Pinheiro

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JOSÉ ALVES FERREIRA – SÃO PAULO-SP

Uma das qualidades do ser humano é a autocritica, onde o que pensávamos ontem não se sobrepõe ao hoje.

Não se trata de simplesmente mudar de opinião, ao sabor do momento que se impõe, por simples leviandade ou interesse próprio.

É saber entender o momento, ser coerente com a situação que o agora nos proporciona prever o que virá.

A tal metamorfose ambulante de Raul Seixas – onde Lula se espelha – não cabe eternamente nas diversas faces que se possa mostrar.

Mostra apenas um ser perdido, sem identidade que a cada momento quer ser algo do instante, mas sem responsabilidade do que se mostra.

Torna-se um mentiroso, um simples ser leviano e sem qualquer definição de respeito, apenas um ser que se aproveita da situação para ser modificado, ao sabor de seus interesses.

Diferente daqueles que um dia fomos, mas soubemos mudar com equidade, análise crítica e respeito, antes de tudo a nós mesmos, sem nos corrompermos ou obter vantagem a não ser respeito próprio.

Podemos ver isso em alguns “analistas” e “sabichões “ que permeiam sites, blogs e outros tantos meios de comunicação, vendendo sua opinião para satisfazer aos que premiam suas contas bancárias.

São os vendilhões do templo, nos tempos atuais!

Inté!