DEU NO X

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LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO JORNAL

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CARLITO LIMA - HISTÓRIAS DO VELHO CAPITA

DOMINGÃO DE CARNAVAL

Quem foi quem disse que em Maceió não tem carnaval?

Olha aí o que copiei do site da Prefeitura de Maceió. Serão 4 dias de carnaval todas as noites no bairro histórico de Jaraguá.

“Em Maceió, a população e os turistas já podem se preparar para viver os quatro dias de frevo e folia na cidade mais bonita do Brasil. O histórico bairro de Jaraguá irá se conectar com a cidade de Nilópolis – RJ e receberá o QG do Rás Gonguila.

Com uma programação diversa, os artistas locais serão os responsáveis por agitar a folia de Momo. De sábado (10) a terça (13) o público contará com orquestras de frevo, bandas de samba, pagode, axé e muito mais. Durante os quatro dias de festa, a Rua Sá e Albuquerque terá o frevo ecoando das 16h às 18h. Já na Praça Dois Leões, as bandas estarão presentes garantindo a folia. Na terça-feira, já no clima de despedida, haverá um arrastão do trio elétrico, que sairá do Estacionamento de Jaraguá, passará pelo Coreto e irá finalizar voltando para o local de início, daquele jeito massa de Maceió. Além disso, para torcer e festejar a Maceió de Rás Gonguila na Beija-flor de Nilópolis, haverá a transmissão do desfile no dia 11, a partir das 23h, e da apuração do votos na quarta-feira de cinzas.”

ROGÉRIO DYAS – No sábado comanda a folia no Bom Parto com os Blocos do Bobo e Sururu na Lama

DOMINGÃO NA ORLA

Já no domingo dia 11 de fevereiro o Bloco da Nega Fulô prepara-se para mais uma edição, prometendo muita animação e inclusão.

Fundado em 2016, o Bloco da Nêga Fulô tem se destacado como uma opção alternativa e acolhedora para os foliões locais, atuando com o objetivo de resgatar a tradição do Carnaval de rua em Maceió. Neste ano, o desfile irá acontecer no dia 11 de fevereiro, domingo de carnaval, e terá concentração na Praça Sete Coqueiros, a partir das 14h. O desfile do Bloco da Nega Fulô proporciona um espetáculo descontraído com uma banda animada, pé no chão e um mini trio elétrico. O evento atrai uma média de 500 pessoas a cada ano, consolidando-se como uma celebração familiar e livre de incidentes. Em 2024, o tema do desfile será “O Circo Vem Aí” e a grande homenageada será Peró Andrade, artista que dedicou sua vida ao circo, trabalhando arduamente tanto dentro quanto fora dos picadeiros. A homenagem visa reconhecer o valioso legado de Peró para a comunidade circense.

O desfile também contará com uma ala especial dedicada aos cadeirantes, o que reforça o compromisso do bloco com a inclusão social e a acessibilidade, proporcionando uma experiência de Carnaval para todos os participantes.

Os blocos “Mamãe Eu Quero”, “Bloco dos Bonecos”, “Sonho Encantado” e “Só Vai Quem Chupa” irão se juntar ao Bloco da Nêga Fulô nesta grande festa carnavalesca no dia 11 de fevereiro, formando o Domingão de Carnaval na Orla.

Não existe corda, nem exigência de camisas dos blocos, todos podem entrar na folia. Haverá um concurso da melhor fantasia. Saída dos blocos às 14.30 da pracinha dos 7 Coqueiros.

DEU NO JORNAL

EVENTO INTESTINAL

Sempre hostilizando Israel para agradar ao Hamas terrorista, Lula levou Janja (ou vice-versa) e ministros para jantar na embaixada da Palestina, em Brasília, cuja construção foi bancada com nosso rico dinheirão.

* * *

Segundo apurou nosso Departamento Cozinhatório, Esbanjanja esbanjou durante a comilança na embaixada da Palestina.

Saiu de lá de bucho cheio.

E Lula soltou peidos tão potentes, em consonância com o terrorismo do Hamas, que a assessoria teve de providenciar um aspirador de gases fétidos.

Tudo dentro da mais perfeita normalidade.

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

KRAMER VS. KRAMER (1979), UM ÓTIMO DRAMA NO TRIBUNAL

É impossível não se emocionar com o embate jurídico travado no tribunal por Ted e Joanna, interpretados magnificamente por Dustin Hoffman e Meryl Streep, numa batalha judicante comovente pela custódia do filho.

O filme narra a história de Ted Kramer (Dustin Hoffman), um profissional para quem o trabalho vem antes da família. Joanna (Meryl Streep), sua mulher, não suportar mais essa situação e sai de casa, deixando Billy (Justin Henry), o filho do casal. Quando Ted consegue finalmente ajustar seu trabalho às novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a custódia da criança. Ted não aceita os argumentos de Joanna e os dois esbarram no fórum lutando pela guarda do filho Billy.

Um espetacular drama sobre os traumas do divórcio e as dificuldades entre trabalho e família. O jovem marido e pai Ted Kramer (Dustin Hoffman) ama sua família e seu trabalho, onde passa a maior parte do tempo. Tarde da noite, quando retorna para casa depois do trabalho, a esposa Joanna (Meryl Steep) inicia uma discussão e acaba abandonando o marido e o filho de seis anos. Ted tem que aprender a ser pai enquanto enfrenta os problemas de sua estafante carreira. Justo quando ele se adapta a seu novo papel e passa a desfrutar sua condição de pai, Joanna retorna, querendo o filho de volta.

Inteligente, bem realizado pelo diretor Robert Benton e com roteiro baseado no romance homônimo de Avery Corman. No Oscar de 1980, venceu em cinco categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Dustin Hoffman), melhor atriz coadjuvante (Meryl Streep) e melhor roteiro adaptado. Recebeu ainda outras quatro indicações, nas categorias de melhor fotografia, melhor ator coadjuvante (Justin Henry), melhor atriz coadjuvante (Jane Alexander) e melhor edição. Um filme emocionante e comovente.

Kramer vs. Kramer mergulha de cabeça no tema que, mesmo não sendo mais tabu nos EUA em 1979, quando a produção foi lançada, chamou atenção pela forma que a abordagem é feita, com a adaptação do romance de Avery Corman pelo roteirista e diretor Robert Benton tentando manter os dois pés fincados no chão e lidando com as consequências de maneira realista e dolorosa, arriscando inclusive uma escolha arriscada em usar como estopim para a trama o “abandono do lar” por Joanna Kramer, esposa e mãe de um menino de tenra idade e não o contrário. É, de muitas maneiras, a semente para a visão mais recente, mas não muito diferente, de Noah Baumbach em seu História de um Casamento.

O diretor Benton já começa a projeção com a Joanna de Meryl Streep (que lhe rendeu sua segunda indicação ao Oscar e primeira vitória), em uma devastadora sequência, largando a vida de casada – marido e filho – sem maiores explicações, mas com feição entristecida e uma voz embargada que deixa algo no ar, algo que só voltaria bem mais para a frente na obra que, então, passa a focar quase que exclusivamente em Ted Kramer (Dustin Hoffman) tentando ajustar-se ao novo status quo de sua vida em que ele precisa conciliar o trabalho com afazeres domésticos que giram ao redor de seu filho Billy (Justin Henry), o que obviamente leva ao caos imediato. A maneira como as lentes apontam para Ted, aos poucos levando-o do desespero à forte conexão com Billy, sacrificando sua carreira no processo, não tem como objetivo falar de Ted apenas, mas sim também, indiretamente, de Joanna, mesmo que sua presença física na fita seja diminuta.

Esse é, na verdade, o grande trunfo da delicada direção de Benton e de mais uma excelente atuação de Hoffman. Entendemos muito facilmente que todo o desconhecimento e falta de jeito sobre a vida doméstica que Ted revela é um atestado para a importância de Joanna – ou da mulher – nessa equação. Ao mesmo tempo, a discussão dos papeis em um casamento ganha relevo, pois da mulher se espera todo o tipo de sacrifício. Afinal, ter filho e trabalhar não combina, não é mesmo? Mas o mesmo não vale para o homem, que é o provedor oficial, claro. Tudo é, no entanto, muito sutil em Kramer vs. Kramer, sem a necessidade de entulhar a narrativa com diálogos expositivos por todo o tempo ou com a demonização da mulher que “abandonou” o lar, até porque o trabalho de Benton é tão bem costurado que a compreensão da escolha de Joanna vem muito rapidamente, assim como quando, em seu retorno, ela luta pela custódia do filho. Chega a ser prodigioso como um filme sobre um homem e uma mulher em processo de separação e divórcio e que é focado quase que integralmente no homem, fala tão bem e tão equilibradamente dos dois lados.

É bem verdade que Benton não resiste completamente à tentação do didatismo e entrega à Streep seu momento choroso padrão que ela entrega muito convincentemente. A questão é que, quando isso acontece, a situação toda já está consolidada e as pistas sobre as motivações de Joanna já foram mais do que exploradas. Essa sua conversa com Ted e, depois, uma repetição na tribuna, destoam da abordagem indireta e inteligente que o roteiro vinha oferecendo, ainda que, pelo menos no processo de divórcio, o lado verborrágico fosse efetivamente inevitável.

Por outro lado, a curta duração do filme faz com que o diretor recorra a algumas elipses temporais que aceleram talvez demais a nova realidade de Ted, correndo com sua involução no trabalho e sua evolução com Billy, além de seu contato mais constante com Margaret (Jane Alexander), vizinha dele e amiga de Joanna. Como esses elementos dão estofo à narrativa, a obra teria se beneficiado com uma evolução mais vagarosa nesse lado, em um dos poucos casos em que mais duração teria beneficiado o conjunto. Mesmo assim, vale nota a direção de arte minimalista de Paul Sylbert e a fotografia sóbria de Néstor Almendros, que amplificam o naturalismo e realismo da obra, muitas vezes compensando a pressa de Benton.

Kramer vs. Kramer elegantemente mete o dedo na ferida de uma situação ainda não completamente equacionada e pacificada, mesmo tanto tempo depois. Grandes atuações e texto certeiro em um filme que cumpre com maestria sua função de levantar importantes e ainda muito atuais discussões sobre a vida e os pequenos e grandes fracassos que a compõe.

Kramer vs. Kramer (1979) Trailer #1 | Movieclips Classic Trailers

Dustin Hoffman winning Best Actor for “Kramer vs. Kramer”

DEU NO JORNAL

ESTABLISHMENT INVERTE A REALIDADE PARA ACABAR COM A OPOSIÇÃO E CONSOLIDAR O SEU PODER TOTALITÁRIO

Leandro Ruschel

O que há na reunião de Bolsonaro com ministros que ele já não tivesse falado publicamente, diversas vezes?

Na reunião, o ex-presidente ainda afirma que NÃO QUER golpe, e reclama do viés da Justiça.

Ora, o próprio presidente do Supremo afirmou: “nós derrotamos o Bolsonarismo”. Durante o processo eleitoral, vimos um show de censura contra a direita, e permissividade completa à esquerda, chegando ao ponto da censura prévia.

A decisão de proibir Bolsonaro de chamar Lula de “ladrão”, e permitir que Lula chamasse Bolsonaro de “genocida” é um bom exemplo de como a justiça eleitoral agiu.

Nem vamos entrar no tema urnas, porque virou uma discussão proibida, passível de censura instantânea, o que por si só demonstra a falta de transparência e da arbitrariedade do processo todo.

A decisão já foi tomada: a direita brasileira inteira deve ser criminalizada e tirada de circulação, sobrando apenas alguns neotucanos para encenar o próximo teatro das tesouras, enquanto a lista inteira da Odebrecht está solta e de volta ao poder.

Há quem chame tudo isso de “defesa da democracia”.