A PALAVRA DO EDITOR

PRAGA PRA UMA SEXTA-FEIRA, 13

Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.

É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.

Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo e terá um dia excelente.

Assim como excelente terá todo o resto do ano.

Já os farrapos humanos que falam mal mim que preparem o furico: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.

Moleque Bimba-de-Alavanca de plantão pra enrabar os muderninhos do puliticamente correto, os babacas, os idiotas, os transbaitolados, os lesos, os tabacudos e os militantes zisquerdóides; e fiquem de pregas preparadas Lula, Toffoli, Dilma, Maria do Rosário, Boulos, Haddad, Gilmar, Gleisi, Lewandowski, Tiburi do Cu e mais 13 outros que estão aqui na lista, além de todos os componentes das redações da Folha, da Veja, do Estadão e da Globo.

A PALAVRA DO EDITOR

INFAME CANALHICE GLOBAL CONTRA UMA CRIANÇA

Fantástico, lindo, comovente, tocante o desfile do Dia 7 de Setembro, no sábado passado.

Um espetáculo que teve vários momentos fora do protocolo e do cerimonial.

Momentos que tocaram os corações de todos nós patriotas que amamos este país que nos serviu de berço.

A cena do garoto pegando carona no carro oficial em pleno desfile, a convite do Presidente Bolsonaro, é um destes momentos antológicos que ficam registrados para sempre.

Também ficará registrado para sempre o infame comentário que o G1, a página daquele lixo midiático chamado Rede Globo, postou sobre o fato.

Tiraram do ar depois que sentiram a forte reação das pessoas de bem e das merecidas cacetadas que levaram na internet.

Tiraram do ar mas já era tarde: o recurso do chamado print eternizou a cafajestada dos canalhas globais.

Os felas-da-puta chamaram a criança de “moleque imbecil“.

Parabéns, jovem patriota Ivo Cezar Gonzaga!

Você ganhou a admiração e o respeito de todos nós.

Espero que seus país aceitem a sugestão do Movimento Advogados do Brasil de levar este lixo global à justiça e dele cobrar uma indenização proporcional à injúria que cometeram.

Este dia ficará marcado tanto na sua vida quanto ficará também marcado nos corações das pessoas de bem.

Das pessoas que amam este país e que nas últimas eleições mandaram para o lixo a canalha que o saqueou.

A PALAVRA DO EDITOR

A CANALHA MIDIÁTICA SE SUPERA A CADA DIA QUE PASSA

O “jornalista” Mario Sergio Conti é colunista da Folha e apresentador da GloboNews.

Duas primorosas bostas midiáticas da atualidade brasileira.

Vejam o que Conti publicou ontem, 7 de setembro, Dia da Pátria, em sua coluna na Folha de S.Verdevaldo:

A chamada “grande imprensa” brasileira, saudosa das gordas verbas públicas, deixou a isenção de lado e passou a ser descaradamente oposicionista desde as últimas eleições presidenciais.

Quando a gente pensa que chegou ao limite da estupidez e da babaquice, ela consegue se superar e produz insanidades da magnitude dessa que está transcrita aí em cima.

Uma clara e indesmentível apologia à violência e à barbárie.

Não tenho a menor ideia de quem seja este tal de Kunkel e não li o texto citado pelo idiota do Conti.

Sei apenas que temos aqui um caso claro de babaca se referindo a outro babaca.

E depois os zisquerdóides ficam bradando que o “discurso de ódio” vem da direita e dos eleitores da Bolsonaros.

É phoda!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A PALAVRA DO EDITOR

MEU AMIGO NATANAEL, O GENERAL-PRESIDENTE

Final da semana passado encantou-se um grande amigo meu, uma figura humana extraordinária, um sujeito excepcional.

Foi em Brasília, onde ele morava e onde começou a nossa amizade.

Passei a semana me lembrando dele e dos excelentes momentos que vivemos juntos.

Só hoje, uma semana após a sua partida, é que resolvi escrever sobre ele.

José Natanael Rodrigues de Moraes, o Natan, era uma figura que fazia parte da minha vida e pertencia ao seleto círculo de amigos que moram na minha estima e na minha benquerença.

Encantou-se jovem, com apenas 80 anos, e partiu com a mesma aparência jovial de quem sempre amou a vida e viveu intensamente.

Há 37 anos, em novembro de 1982, o grande artista Natan fez a capa do meu primeiro livro, A Prisão de São Benedito e Outras Histórias:

Na parte de baixo da capa, aí do lado direito, está a assinatura dele:

De lá para cá, o livro já teve várias outras capas, conforme escolhidas pela direção da Bagaço, que viria a se tornar a editora exclusiva da minha obra.

Em janeiro de 1983, quando comecei a escrever O Romance da Besta Fubana, me apropriei do seu nome e da sua naturalidade, abusando da nossa amizade, e coloquei-o como personagem principal do livro: General-Presidente Natanael, natural de Ingá do Bacamarte, Paraíba.

Um grande líder que viria a ser tornar o chefe inconteste da República Rebelada dos Palmares, conforme consta do meu romance.

E aprofundando ainda mais esta mistura de realidade com ficção, foi o próprio Natanael que fez, a meu pedido, as ilustrações que constam do livro, como grande artista gráfico que ele era.

Ilustrações que são partes integrantes e indissociáveis do enredo de O Romance da Besta Fubana.

Ele foi assim como que um co-autor do livro. Eu botei palavras e ele botou imagens.

Numa das ilustrações, Natanael, desenhado por ele mesmo, aparece ao lado de outra das personagens principais, a rapariga Amara Brotinho.

Os dois devidamente engalanado, ele como Chefe de Estado e ela como Primeira Dama do país dentro do qual acontece toda a trama do meu enredo.

A primeira edição d’O Romance da Besta Fubana foi publicada em 1984.

Já lá se vão 35 anos…

Leitor incansável, com uma fome insaciável de conhecimentos, Natanael dava conta da literatura do mundo todo e tinha em sua estante as obras dos grandes nomes da literatura do Brasil e do exterior. 

Um dia ele que me presenteou com os sete volumes de Em Busca do Tempo Perdido, e foi assim que fiquei conhecendo a obra do genial escritor francês Marcel Proust.

Éramos ambos, eu e Natan, cachacistas militantes, companheiros de copo e parceiros de vida.

Farreamos muito juntos, tomamos porres homéricos e juntos fizemos muitas presepadas em Brasília.

A foto abaixo é de maio de 2008, quando eu já morava no Recife e passei uns dias na capital federal, visitando meus filhos.

A última vez que nos encontramos pessoalmente foi em março de 2009, quando Natanael veio rever o nordeste e passou aqui no Recife.

Na foto abaixo, ele aparece na sala aqui de casa, brincando com o João, que tinha então 2 anos de idade.

Encantou-se um sujeito que vive lá dentro do meu coração e nas minhas boas lembranças.

Descanse em paz, seu cabra safado!

Um dia a gente volta a tomar umas bicadas aí num recanto do infinito.

* * *

Fecho esta postagem com um texto que foi escrito por um amigo comum, o Eduardo Monteiro, e que foi publicado na página Notibras

* * *

NATAL, IRREVERENTE, FOI MORAR COM SÃO PEDRO – Eduardo Monteiro

Natal na sua prancheta de trabalho

Brasília e o Brasil acabam de perder uma daquelas pessoas que só o tempo poderá lhe trazer os louros merecidos. O paraibano de Ingá do Bacamarte, José Natanael Rodrigues de Moraes, o popular Natal, foi reconhecidamente o que se pode chamar de artista plural. Com formação em desenho clássico, Natal transitava com desenvoltura e naturalidade desde a charge e a caricatura à mão livre, até complexos desenhos industriais, passando por técnicas como o bico de pena, aquarela e óleo sobre tela, com o mesmo indefectível talento.

Em seus 80 anos bem-vividos, dos quais 26 dedicados à Infraero, empresa administradora dos principais aeroportos brasileiros que viveu seus dias de glória até o final da década de 1990, Natal deixou sua marca. Nesse período ele desenvolveu inúmeros projetos na área de Comunicação Visual, Marketing Aeroportuário e Comunicação Social, sendo inclusive o responsável pelo desenvolvimento da logomarca original da empresa.

Intelectual polivalente, era capaz de emocionar uma plateia tanto dissertando sobre a obra de Machado de Assis ou Camões, como falando sobre as criações de Assis Valente, Vinicius de Morais ou ainda contando causos dos humoristas Geraldinho ou Mução.

O jeito nordestino ganhou tonalidades de carioca, resultado de seu estágio no Rio de Janeiro, em meados da década de 1950, quando morou na lendária Ilha de Paquetá e serviu, como militar da Força Aérea Brasileira, na Base Aérea do Galeão, e depois no antigo Ministério da Aeronáutica, localizado no Centro do Rio de Janeiro, então capital do país.

Nessa época, em suas andanças conheceu e chegou a frequentar a escola de Samba Mangueira, ocasião em que viu de perto nomes como Nelson Cavaquinho, mestre Delegado, Cartola e Jamelão, este seu companheiro eventual na barca que fazia a travessia do Rio até Paquetá, cantando a plenos pulmões sambas antigos da Verde e Rosa.

A Lapa, Cinelândia e Feira de São Cristóvão eram igualmente paradas obrigatórias em seus roteiros pelo Rio Antigo. O espírito de gozador inveterado, contrastava com a polidez de seu texto irrepreensível. Natal foi durante anos o editor do periódico Infra Informe, além de escrever artigos, editar jornais e revistas e ilustrar livros, como o consagrado Romance da Besta Fubana, de seu amigo pernambucano Luiz Berto. Ele também teve participação ativa nos três volumes do livro Memórias da Infraero, de autoria de Ottacillius Amazonas.

De gosto artístico bastante eclético, Natal lia e relia da Odisseia de Homero a Grande Sertão Veredas; ouvia de Rachmaninoff a Jackson do Pandeiro; e assistia e revia de Casa Blanca às comédias do Mazzaropi. Para completar sua polivalência, na gastronomia também não hesitava em saborear com o mesmo afinco, tanto uma suculenta rabada, como uma tradicional macarronada com frango.

Além dos livros, discos, pincéis e lápis, outro instrumento inseparável era o taco de Sinuca, seu esporte preferido – odiava quando se referiam à Sinuca como passatempo.

Quando ia a São Paulo, não deixava de dar uma passada pelo salão do mais famoso jogador brasileiro do esporte, Rui Chapéu, que em 1986 e em 1987, venceu o inglês Steve Davis, então campeão mundial de sinuca.

Natal com o campeão de sinuca Rui Chapéu

O mestre Natal, cujo corpo foi cremado nesta sexta, 30 de agosto, em Valparaíso de Goiás, deixará muitas saudades, tanto por sua irreverência e senso de humor, como pela sua incontestável bondade em repartir de graça o seu grande conhecimento em diversas áreas.

A PALAVRA DO EDITOR

GLOBALISMO VERSUS GLOBALIZAÇÃO – HEIN?

Uma das coisas mais curiosas da ascensão da “Nova Direita” no Brasil é a insistência de alguns de seus arautos em distinguir globalismo de globalização. Pessoas como Rodrigo Constantino, Felipe Martins e outros, dão tratos a bola para imaginar uma separação que existiria entre esses dois movimentos: a globalização seria boa, enquanto o globalismo seria ruim.

Vejamos uma curta definição das duas ideologias segundo Felipe Martins:

O globalismo é a ideologia que preconiza a construção de um aparato burocrático — de alcance global, centralizador e pouco transparente — capaz de controlar, gerir e guiar os fluxos espontâneos da globalização de acordo com certos projetos de poder.

Não há, portanto, nenhum motivo plausível para confundir uma coisa com a outra.

A globalização econômica consiste no fluxo global e espontâneo dos agentes econômicos que não só não necessita da interferência de burocratas, como funciona melhor na ausência de interferências burocráticas e é prejudicado por elas.

Como exemplo de ideologias globalistas podemos citar o desarmamentismo, o multiculturalismo, a ideologia de gênero, a liberação das drogas, apologia ao homossexualismo, ambientalismo, indigenismo, etc.

Como exemplo de globalização podemos citar a livre movimentação de capitais, separação mundial do trabalho, fronteiras abertas, tribunais internacionais, etc.

Uma das práticas mais comuns de qualquer investigação baseia-se no princípio: a quem interessa o crime? (qui bono?) E um de seus corolários é: siga o dinheiro! (follow the money!). Aplicando-se essa técnica às empresas, grupos econômicos e organizações diversas que apoiam as iniciativas globalistas, veremos que são as mesmas instituições que lucram com a globalização.

Esse “aparato burocrático de alcance global” mencionado acima por Felipe Martins, precisa destruir os Estados Nacionais Soberanos para poder assumir o controle mundial. Para isso são utilizadas as ONGs globalistas, que agem internamente às nações, de forma a destruí-las de dentro para fora. Destruídos os Estados Nacionais surgirá o Governo Mundial, que promoverá a paz em todo planeta. Não é lindo isso?

Os romanos também promoveram a Pax Romana em seu império, assim como os ingleses levaram a Pax Britannica a seus colonizados.

Reza o ditado que não há vácuo em política. O fim dos Estados Nacionais será ocupado pelo Império, agora chamado de Governo Mundial (ou Nova Ordem Mundial).

Ao contrário dos antigos impérios, o novo Governo Mundial, não será comandado por uma nação específica, mas sim pelas grandes corporações econômicas. Esse controle não será ostensivo, mas dar-se-á através de órgãos internacionais (tais como a ONU, Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, etc.) cujos dirigentes seriam indicados por eles.

Mas qual o objetivo disso? O que as grandes corporações econômicas lucrariam com o governo mundial? Ora, a resposta é óbvia: a globalização econômica! Não haveria mais os Estados Nacionais para taxar o capital, limitar as importações, promover a industrialização e, de modo geral, lutar pelos interesses e bem-estar de suas populações.

O exemplo mais óbvio disso é o famigerado George Soros, o mega-investidor fundador da Open Society Foundation que patrocina inúmeras ONGs globalistas. Não é ele um grande defensor da globalização e um dos que mais lucram com a livre movimentação de capitais?

Porque as casas reais do Reino Unido, Dinamarca, Holanda e Espanha (entre outras) patrocinam ONGs globalistas? Ora, porque têm participação nos conglomerados financeiros que lucram com a globalização.

Portanto é óbvio, para qualquer pessoa de bom senso, que o globalismo não passa de uma estratégia para promover a globalização, este sim o objetivo final.
Como essa Nova Direita não enxerga isso? Ora, porque estão cegos pela filosofia do liberalismo (livre mercado) que sempre pregou a globalização.

Vejamos o que diz o filósofo Olavo de Carvalho em artigo de 2009 intitulado A Revolução Globalista:

A idéia do livre comércio, por exemplo, que é tão cara ao conservadorismo tradicional (e até a mim mesmo), tem sido usada como instrumento para destruir as soberanias nacionais e construir sobre suas ruínas um onipotente Leviatã universal. Um princípio certo sempre pode ser usado da maneira errada. Se nos apegamos à letra do princípio, sem reparar nas ambigüidades estratégicas e geopolíticas envolvidas na sua aplicação, contribuímos para que a idéia criada para ser instrumento da liberdade se torne uma ferramenta para a construção da tirania.

Um liberal dizer que globalização é boa mas o globalismo é ruim, é equivalente a um comunista dizer que o comunismo é bom, mas a ditadura do proletariado é ruim. São indivisíveis – duas faces de uma mesma moeda.

A PALAVRA DO EDITOR

UM CANALHA APAVORADO VENDO A CHEGADA DA HORA

Ontem, quarta-feira, eu estava dando uma passeada pelo Twitter e encontrei esta inacreditável postagem: 

Eu falei em “inacreditável” no parágrafo anterior.

Mas, na verdade, em vindo desse canalha, tudo é crível e possível.

Gilmar Boca-de-Buceta, amigo de meliantes, o laxante soltador de corruptos, falando em “contaminação geral” no sistema de investigação de roubalheiras.

É pra fudê!!!!

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

Esta excrescência suprema está se cagando de medo de uma CPI da Lava Toga, que apenas oficializaria as suas incomensuráveis e documentadas patifarias, que já são do conhecimento de todos nós. 

O ódio à Lava Jato, a fudedora de bandidos, está fazendo Gilmar se mijar nas calças.

Este cabra safado não tem limites em sua ânsia de aparecer e de excretar as bostas fedorentas que traz dentro da sua cabeça.

A grande meta dele nestes últimos dias e tirar da prisão do maior corrupto que o Brasil já teve, o seu parceiro de canalhice, o proprietário do PT.

Uma coisa é certa: vale a pena ver os comentários que foram feitos neste postagem que Boca-de-Buceta botou no Twitter.

Cada cacetada arretada.

Quem quiser dar uma olhada, é só clicar aqui.

Lá tem também o link da entrevista que ele deu à CBN.

Pra quem tiver coragem de ouvir, desejo uma boa audição.

A PALAVRA DO EDITOR

CHUPICLEIDE, XOLINHA E POLODORO ESTÃO FELIZES

No mês de agosto recém findo, o total de doações feitas por leitores e colunistas pra manutenção desta gazeta escrota foi de R$ 1.240,00.

Os valores das doações variaram de 30 até 300 reais, todos de igual importância pra manter este jornaleco no ar todos os dias. E o dia todo.

O total das doações deu pra pagar os R$ 600,00 de hospedagem e assistência técnica, e ainda sobraram alguns trocados pra pagar os salários atrasados de Chupicleide, nossa inxirida secretária de redação.

Fora isso, também sobrou um troco pro capim de Polodoro e pra ração de Xolinha, os dois animais que são os nossos mascotes.

Chupicleide e Polodoro relincharam de alegria em sinal de agradecimento.

E Xolinha arreganhou a tabaca pra demonstrar sua imensa satisfação!

Muito obrigado a todos que abriram os corações e fizeram suas generosas ofertas.

Espero que esta generosidade inspire surtos caritativos e amoleça os corações dos pirangueiros, dos somíticos, dos unhacas, dos sorrelfas, dos tacanhos, dos miscos, dos unhas-de-fome, dos avarentos, dos murrinhas, dos sovinas e dos renitentes.

Vocês fubânicos, tanto colunistas quanto leitores, são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares.

Paz, saúde e felicidade pra todos!!!

A PALAVRA DO EDITOR

O DATA-BOSTA NÃO SE LIMPA

Olhando a pesquisa que o Data-Bosta cagou hoje no Twitter, e que está publicada logo aí embaixo, dizendo que Haddad, o poste de Lula, derrotaria Jair Bolsonaro se a eleição para presidente fosse hoje, eu se alembrei-me das eleições do ano passado em Minas Gerais.

No último mês de outubro, o Instituto Lulo-Petista Data-Bosta previu a vitória de Dilma nas eleições para o Senado.

No final, a Vaca Peidona ficou num humilhante quarto lugar.

Recordar é se rir-se.

Vejam:

Essa grande mídia banânica, que passou a ser oposicionista desde que foi derrotada nas últimas eleições, não cria mesmo vergonha na cada.

As redações se transformaram num verdadeiro esgoto despejando merda o dia todo e pra todos os lados.

A PALAVRA DO EDITOR

O MAU CARATISMO ESCANCARADO NUMA CAPA DE REVISTA

A grande imprensa brasileira, que passou a formar um partido oposicionista desde as eleições de outubro passado, não se cansa de fazer merda. 

Quando a gente pensa que estes monstrengos chegaram ao extremo, eles conseguem superar a sua espantosa babaquice a cada dia que passa.

Os mamadores das redações não se conformem de modo algum com o secamento dos peitos fartos de verbas públicas para publicidades inúteis.

Acabou-se a boquinha.

E muito menos aceitam a surra que o poste de Lula levou na última eleição, por obra e graça da esmagadora maioria do povo brasileiro, que tocou fogo e extinguiu da floresta política brasileira a quadrilha zisquerdal petralhífera.

Vejam só a idiotice que é a capa da revista IstoÉ que circula neste final de semana:

Uma pica de 17 polegadas no olho do furico do sujeito que imaginou, imprimiu e botou nas bancas uma cafajestice desse porte ainda é muito pouco.

Tinha que ser um caralho bem maior e mais grosso pra não deixar uma única prega inteira.

Aí eu pergunto: dá pra levar a sério esta grande mídia babaca banânica?

Tocaram fogo na própria vergonha, chutaram o pudor e escancaram de vez sua falta de isenção e a posição oposicionista que assumiram após a derrota do lobisomem Haddad.

Informação séria e honesta nos grandes jornais e revistas não existe mais.

Já era.

Ainda bem que temos a internet e as chamadas redes sociais, que tudo mostram, vigiam tudo e não deixam passar nada.

Encerro a postagem recomendando a todos vocês que leiam o excelente artigo de Alexandre Garcia, que está logo aí embaixo.

E, antes que eu esqueça:

Vai te fuder, seu capista descerebrado da revista IstoÉ!!!

A PALAVRA DO EDITOR

O CENTENÁRIO DE JACKSON

Há exatamente 100 anos, no dia 31 de agosto de 1919, nascia o paraibano José Gomes Filho.

Que passou à história da música brasileira com o nome de Jackson do Pandeiro.

No último dia 15 deste mês, em sua coluna aqui no JBF, o Poeta Jessier Quirino falou sobre este seu ilustre conterrâneo.

Jackson é um dos meus ídolos de infância, cujas músicas eu ouvia no serviço de som do Bar e Pensão Riso da Noite, localizado no Alto do Lenhador, em Palmares.

Uma de suas interpretações, em particular, mora na minha estima: a música Casaca de Couro. Uma letra arretada com um magnífico acompanhamento musical durante sua execução.

Casaca de Couro é uma ave endêmica do Nordeste brasileiro. Tem cor marrom, corre risco de extinção. Canta em dueto, quer dizer dois machos cantam em desafio como dois violeiros, se movimentam ao cantar disputando o amor da fêmea, o ninho delas e desarrumado com gravetos e ramos secos. É uma ave linda, é da zona rural, não entra nas cidades. – Roberto Pedrosa

A seguir, este Editor oferece aos leitores fubânicos dois vídeos.

O primeiro com a música Casaca de Couro e outro com Jackson cantando várias outras composições.

E quem quiser saber mais sobre este extraordinário artista, basta clicar aqui para assistir a um documentário com pouco mais de 50 minutos.

Espero que vocês gostem.

Um excelente final de semana para toda a comunidade fubânica!!!