-Ministro das relações exteriores, a sr tem contato com o Marco Rubio?
-Então, certa vez eu mandei uma CARTA.
The Office Bostil, 2025 pic.twitter.com/JtbDoO7OE8— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) May 28, 2025
-Ministro das relações exteriores, a sr tem contato com o Marco Rubio?
-Então, certa vez eu mandei uma CARTA.
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O chanceler Mauro Vieira citou ontem (28) a deputados da Comissão de Relações Exteriores uma “brecha” que obrigaria o governo dos Estados Unidos a conceder vistos de entrada a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que venham a sofrer sanções do governo de Donald Trump, incluindo anulação de vistos de entrada no país.
Vieira contou lorota.Os “acordos de sede”, que citou, são usados por tiranos sob sanção dos EUA. Entram no país, discursam na ONU e vão embora.
Ao citar os “acordos de sede”, Mauro Vieira ofende os ministros do STF, nivelando-os a ditadores como Fidel, Chávez, Nicolás Maduro etc.
Ministros do STF não representam o País em colegiados de organismos como ONU e OEA, por isso os “acordos de sede” são inócuos, no caso.
Com atribuições limitadas (o chanceler de fato é Celso Amorim), Vieira faz o diabo para mostrar serviço ao regime, e mete os pés pelas mãos.
Até assumiu autoria da decisão do vergonhoso asilo à ex-primeira-dama do Peru, amiga de Lula, condenada a 15 anos por roubar seu país.
* * *
Nada de espantos.
Normal, normal.
Esse chanceleiro, cujo cargo é exercido de fato por outro petralha, está no gunverno certo.
Diz a nota aí de cima que ele “contou lorota”.
Contar lorotas é parte fundamental no exercício da ministeriância petralha.
E fazer cagadas.
Guilherme Macalossi

Compre quem quiser a versão oficiosa de que o tarifaço do IOF anunciado por Fernando Haddad foi dialogado. O lulopetismo, entretanto, não dialoga. A não ser entre o seus. Firma sua convicções e as joga sobre a mesa. Quando não caem bem, quando repercutem negativamente, quando obrigam o governo a recuar, quando afetam a periclitante popularidade de Lula, daí aciona-se o modo “erro de comunicação” e, como num passe de mágica, todos os problemas de mérito são reduzidos a meros problemas de modo. Como se não houvesse uma concepção torta de administração a orientar as escolhas. Como se as políticas públicas não fossem fruto de uma visão de mundo.
Se o governo Lula tivesse qualquer intenção de construir uma proposta ao menos coesa sobre a elevação da alíquota do IOF, teria consultado o Banco Central para tirar a temperatura. Mas nem isso. Gabriel Galípolo ficou sabendo pela imprensa, junto com o mercado, que derreteu sob a percepção de que a medida constituía um cepo cambial à moda brasileira. De tal forma que o Ministério da Fazenda correu para revogar uma parte do que acabara de ser anunciado.
Segundo Haddad, o tema IOF era pauta do governo há pelo menos um ano, e foi discutido “na mesa do presidente”. Será que ninguém nesse meio tempo imaginou as consequências de elevar a tributação sobre as remessas de capitais para o exterior? Ou o efeito potencialmente inflacionário de se encarecer a aquisição de crédito para empresas produzirem? Será que na mesa do presidente ninguém ponderou diante do óbvio? Ou será que se sabia de caso pensado e tal decisão foi tomada na base do se “colar colou”?
A fraqueza mais contundente do arcabouço fiscal sempre foi sua dependência estrutural de recordes de arrecadação. Sem o aumento progressivo da receita ele torna-se insustentável. Isso porque a opção do governo sempre foi deixar de lado qualquer compromisso programático com o corte estrutural de despesas.
Empurra-se a conta para depois da reeleição. Já não há mais de onde se tirar dinheiro dos contribuintes para sustentar o governo. Usar um imposto regulatório como o IOF para aumentar o dinheiro em caixa é emblemático de um modelo que se exauriu. “Não é gasto, é investimento”, repetem os petistas. A semântica virou inimiga da aritmética e subterfúgio da contabilidade criativa.
O lulopetismo subestima a sociedade. E acha que seus factoides eleitoreiros serão sempre comprados pelo valor de face. Todos já sabem que o tal compromisso com a responsabilidade fiscal virou um fantasma retórico morto em definitivo no final de 2024. No drama fiscal, que mostra uma trajetória de contração dramática do orçamento livre e crescimento explosivo da dívida pública nos próximos anos, uma conta ajuda a não fechar todas as demais: a da reeleição. E tome tarifaço para viabilizá-la.
Tem como o Lula superar essa besteira? pic.twitter.com/U5NHQ9AYcY
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 28, 2025
Janja pagou mais um mico.
Ao apoiar Marina Silva, Ministra do Meio Ambiente, após o barraco no Senado, disse que a ministra “implantou políticas que contribuíram significativamente para o desmatamento”.
* * *
Essa Primeira Cuidadora é uma figura fantástica.
Tá conseguindo ultrapassar o cachaceiro em cagadas orais.
Mesmo assim, “Políticas para o desmatamento” é uma expressão que se casa perfeitamente com o discurso da atual administração lulosa.
Editorial Gazeta do Povo

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad: plano era elevar arrecadação anual do IOF em 60%
A equipe econômica de Luiz Inácio Lula da Silva, chefiada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, criou um péssimo hábito: sempre que as contas do governo ameaçam ficar no vermelho, corre em busca de mais um imposto para aumentar. Desta vez, o alvo foi o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cujo aumento foi anunciado na semana passada como uma das medidas do novo pacote fiscal para tentar cumprir as metas deste ano – cada vez mais distantes de serem alcançadas, graças ao apetite insaciável de Lula por mais gastos. Serão pelo menos R$ 37 bilhões ao ano – um extra equivalente a 0,3% do PIB de 2024, ano em que o governo já alcançou a maior arrecadação da história.
O novo aumento, que impacta desde turistas que viajam ao exterior até empresas em busca de crédito, é reflexo da escolha recorrente do governo federal de buscar socorro no bolso do pagador de impostos sempre que se vê encurralado pela fria realidade dos números. Ainda que o aumento do IOF tenha sido acompanhado do anúncio de um congelamento de R$ 31 bilhões no orçamento – medida que pode ser revertida a qualquer momento –, não há mérito no bloqueio, como avaliou o colunista da Gazeta do Povo, Fernando Jasper. O orçamento original preparado pelo governo é uma peça de ficção, com receitas infladas e gastos subestimados – inclusive os obrigatórios, de fluxo previsível, como as aposentadorias. O bloqueio apenas evidencia que o próprio governo sabe muito bem que criou uma fantasia orçamentária que exigirá constantes remendos.
Como o governo é incapaz de cumprir as próprias metas que estipulou – e jamais admite a necessidade de reduzir sua sanha gastadora, querendo, isto sim, gastar ainda mais –, recorre ao aumento de impostos, fazendo com que trabalhadores e empresários arquem com a conta da irresponsabilidade fiscal. Entidades do setor produtivo, em manifesto divulgado na última segunda-feira (27), calculam que o aumento do IOF impactará diretamente as operações de crédito, câmbio e seguros, elevando os custos em R$ 19,5 bilhões apenas no restante de 2025. Para 2026, o aumento de custo chega a R$ 39 bilhões.
A medida instituída por Lula ainda terá outra consequência nefasta: anula a política da gestão de Jair Bolsonaro, que previa a redução progressiva da alíquota do IOF até sua eliminação em 2028. O fim do imposto sobre o câmbio – praticamente inexistente nas economias mais desenvolvidas – era um dos passos para a adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o chamado “clube dos países ricos”. A reversão dessa política tende a dificultar o ingresso do país no grupo. Mas essa parece ser a última preocupação do governo Lula, que nunca se mostrou empenhado em fazer com que o Brasil fizesse parte da OCDE.
Não é por acaso que já começaram as movimentações no Congresso para tentar frear a medida. Até agora, ao menos 19 pedidos de suspensão do decreto que aumenta o IOF foram apresentados na Câmara dos Deputados. O tema deve ser discutido ainda nesta quinta-feira (29) pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), que já criticou o decreto, afirmando que “o Brasil não precisa de mais imposto, precisa de menos desperdício”. Resta saber se o Congresso terá força para conter o apetite arrecadatório de Lula. Parlamentares governistas certamente tentarão proteger o aumento do IOF, usando o argumento de que a eventual derrubada do decreto pode levar ao congelamento das emendas parlamentares – as mesmas que, como já apontamos em outras ocasiões, também contribuem para o caos nas contas públicas.
Ainda que enfrente consequências, o Congresso não pode se omitir. A equipe econômica de Lula, chefiada por Fernando Haddad, insiste no hábito nocivo de recorrer a mais impostos sempre que a situação fiscal aperta – como agora, com o IOF, imposto que, aliás, tem caráter regulatório e não deveria ser utilizado como fonte de arrecadação. Já passou da hora de o governo entender que o bolso do pagador de impostos não aguenta mais financiar a irresponsabilidade fiscal. Quem sabe uma resposta drástica do Parlamento, suspendendo o aumento do IOF, possa finalmente mostrar ao Ministério da Fazenda que é preciso buscar outro caminho – o fim da gastança desenfreada – para cumprir as metas fiscais que o próprio governo estipulou.

Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) recebe a ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima, para discutir com os senadores a possível criação de uma unidade de conservação marinha na Região Norte. Mesa: ministra de Estado do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva; presidente da CI, senador Marcos Rogério (PL-RO)
Discutir com esquerdista é como jogar xadrez com um pombo: ele derruba as peças, defeca no tabuleiro e ainda sai de peito estufado como se tivesse vencido. Foi o que fez Marina Silva no Senado nesta terça. Convidada para prestar esclarecimentos sobre sua gestão medíocre no Ministério do Meio Ambiente, Marina não aguentou ser confrontada com fatos incômodos, ligou a matraca de forma histérica, interrompendo os senadores, chegou a colocar seu dedo em riste e a pegar no pulso no presidente da comissão, mas depois disso tudo e de fugir sem respostas, resolveu bancar a vítima.
Como a esquerda é unida nas narrativas seletivas, todos puxaram da cartola a cartada feminista: uma mulher “preta e humilde” fora “atacada” por senadores machistas. É pura misoginia, machismo! Mas quem viu as cenas viu algo bem diferente. Não importa: para a militância da Globo News até o ministro Fernando Haddad, passando por Tabata Amaral e ala feminista do Senado, a patota toda chamou de “inaceitável” o tratamento recebido por Marina.
Usaram, de forma repetitiva, uma frase do presidente senador Marcos Rogério: “Coloque-se em seu lugar”. Ele disse isso quando Marina não parava de falar, enquanto o senador tentava transferir a palavra para um colega fazer sua pergunta, e a ministra chegou a pegar pelo braço o presidente. O próprio Marcos Rogério explicou que lugar seria esse: “Lugar de ministro é no diálogo, com equilíbrio. Não nos espetáculos. Seguiremos firmes, cobrando soluções reais para os problemas do povo e não abrindo espaço para cenas de desrespeito como a de hoje”.
O senador, que presidia a sessão, acrescentou: “Lamento que a ministra tenha perdido o equilíbrio esperado de um agente público ao comparecer a uma comissão do Senado. O contraditório é parte fundamental da democracia. As divergências políticas não podem ultrapassar o limite do respeito institucional”.
O humorista sem muita graça, Marcelo Tas, embarcou nessa atrás de dividendos políticos: “Ponha-se no seu lugar”, diz o presidente da audiência no Senado à ministra que foi até lá como convidada. “De que lugar ele está falando? É só uma pergunta”. Só uma pergunta, tão inocente. Então tentemos uma resposta: Talvez no lugar de quem precisa responder perguntas em vez de falar sem parar gritando e interrompendo os senadores o tempo todo?
O senador Plínio Valério, do Amazonas, também se defendeu das acusações pérfidas de misoginia da mídia: “Mulher é dever respeitar sempre. Foi o q eu disse a ministra Marina Silva e ela não me deixou continuar. Ministro governador, senador posso respeitar ou não. E a do Meio Ambiente não tenho como respeitar pq ela nos desrespeita impedindo q sejamos brasileiros de fato e direito”. O principal argumento levantado pelo senador é a obra da BR-319, que liga Manaus a Porto Velho, e que Marina Silva chegou a dizer que não liga “lé com cré”. Marina atende a interesses de ONGs internacionais que enxergam a Amazônia como um jardim botânico particular, sem priorizar o povo amazonense que vive na pobreza.
O mimimi coletivo da esquerda para tornar Marina Silva vítima é patético demais. Péssima ministra, uma total farsa, hipócrita e incompetente, que não aguenta alguns fatos jogados em sua cara e foge para chorar e pedir ajuda dos colegas comunistas. Se ela não puder bancar a vítima de machismo, terá que responder as perguntas e explicar os péssimos resultados de sua gestão. Aí complica. Acostumada a viajar o mundo como uma espécie de Avatar do Meio Ambiente para uma elite culpada, na hora de meter a mão na massa é que a porca torce o rabo. Nem mesmo colegas petistas aprovam sua gestão medíocre…
Por falar nos colegas petistas, que tal lembrar o que fez a campanha do PT sob João Santana quando Marina Silva disputava a Presidência? Por defender a autonomia do Banco Central, uma de suas raras ideias acertadas, a campanha petista colocou banqueiros sorridentes na mesa com pobres do lado de fora, como se fossem ícones vilões de filmes caricatos. Detonaram Marina Silva com isso. E depois o marqueteiro confessou: faria tudo novamente. Isso era ataque? Era misoginia? Era machismo? Ah, a memória curta da esquerda…