DEU NO JORNAL

MAIS UMA VERGONHA INTERNACIONAL

Nikolas Ferreira

Nesta semana, Lula esteve na ONU, onde fez mais um discurso repleto de narrativas, falando somente o que lhe convém e ignorando totalmente a realidade dos fatos. A vergonha nacional tornou-se, mais uma vez, internacional.

Grande mesmo foi a delegação levada por ele aos Estados Unidos, que contou com mais de 110 pessoas e teve despesas superiores a R$ 4,3 milhões, enquanto alguns integrantes aproveitaram a viagem para passear em Nova York e correr no Central Park. Janja, claro, novamente foi antes do marido e aproveitou para fazer mais algumas comprinhas socialistas no país do “capitalismo opressor’’.

Logo nos primeiros minutos de sua fala, o petista afirmou: “Em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades. Cultuam a violência, exaltam a ignorância, atuam como milícias físicas e digitais e cerceiam a imprensa’’. Curioso como ele descreveu perfeitamente o que a esquerda está fazendo no Brasil.

Questiono aqui: onde está a liberdade em um país em que um lado busca perseguir e impedir a oposição até mesmo de falar? Eu, por exemplo, se me levanto e tomo café, já sou alvo de um pedido de cassação e de bloqueio das redes sociais por parte de alguns deputados petistas em busca de reconhecimento.

O atual governo gastou R$ 54 milhões do seu dinheiro para monitorar oposicionistas nas redes sociais, e a imprensa divulgou, ainda neste mês, um levantamento que apontou justamente a atuação de uma milícia digital e de robôs pró-Lula nas redes, focados em atacar seus rivais. Justamente aquilo de que nos acusaram e ainda acusam de fazer. Sobre a questão da imprensa, bom, não são jornalistas de esquerda que estão exilados em outro país por não conseguirem exercer seu trabalho por aqui.

Continuando, o inepto que preside o país criticou os EUA pelo combate ao narcotráfico e disse a seguinte frase: “É preocupante a equiparação entre a criminalidade e o terrorismo’’. Seria preocupante para quem? Só se for para ele. Os brasileiros estão cansados de ver o crime dominando o país e apoiariam qualquer medida que ajudasse a combatê-lo.

Claro que não poderia faltar bajulação às ditaduras. Enquanto Lula atacou países como os Estados Unidos e Israel, saiu em defesa de Cuba e da Venezuela, dos tiranos Nicolás Maduro e Miguel Díaz-Canel. Nesse caso, Lula não falou sobre a fraude nas eleições venezuelanas, tampouco mencionou como é o pleito eleitoral cubano. Nada novo sob o sol: os ditos defensores da democracia exaltando regimes antidemocráticos.

O mais cômico disso tudo é ver jornalistas e atores progressistas da Globo elogiarem um conteúdo com algumas “pérolas’’ como as que citei acima, enquanto procuram algo muito menos grave para problematizar no discurso de Donald Trump. Mas, se a cegueira ideológica faz até algumas pessoas tomarem um medicamento apenas porque o político de que não gostam mencionou algumas contraindicações, o que se poderia esperar?

Para não dizer que discordei de tudo o que Lula disse, concordo — e muito — com a parte em que ele afirmou que “não há pacificação com impunidade’’. Justamente por isso não podemos aceitar que alguém condenado em três instâncias por corrupção e lavagem de dinheiro presida um país.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SÉRGIO – SÃO PAULO-SP

Bom dia 😃

Precisamos de um Presidente assim que ao invés de bajular o crime organizado, vai para cima do crime organizado e se preocupa com a verdadeira formação dos jovens.

Parabéns Presidente Bukele 👏🏻👏🏻👏🏻

Veja o shorts abaixo.

Bukele fala da importância da educação de El Salvador:

 

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

O LEGADO DE BARROSO

Filho de Barroso decide não voltar aos EUA após medida de Trump

“Diminuir pena por uma tecnicalidade é uma coisa completamente diferente de anistia”, disse Luís Roberto Barroso no Roda Viva

Luís Roberto Barroso chega ao término de sua gestão como presidente do Supremo Tribunal Federal. Como já virou “tradição”, Barroso cantou samba na festa de despedida. Talvez o ministro seja um cantor frustrado. Isso seria o de menos. O pior mesmo é que ele provavelmente é um revolucionário frustrado…

Qual a marca que fica de sua presidência? Impossível esquecer sua fala, num convescote de comunistas da UNE: “Nós derrotamos o bolsonarismo”. O ativismo político, portanto, será sua maior marca deixada. Barroso já confessou seu desejo de “empurrar a história”. Para ele, ser o guardião da Constituição é pouco.

Claro que Barroso não está sozinho nessa. Vários outros ministros assumem postura ativista, incondizente com o papel de juiz da Corte Suprema. Mas Barroso simboliza esta conduta como nenhum outro. Nem mesmo Alexandre de Moraes, chamado de “herói” por Gilmar Mendes, representa tão bem a politização do STF. “Perdeu, mané, não amola”.

Barroso já se gabou de ter enterrado a “PEC do atraso”, referindo-se ao voto impresso. O ministro age como se realmente falasse em nome do povo, fosse a democracia incorporada num indivíduo. Para Tabata Amaral, num evento nos Estados Unidos, disse que o “bem” derrotaria as forças do mal.

Nosso Rousseau de Vassouras não mede esforços para “salvar a democracia”. Ele quer nada menos do que “recivilizar” o país. Barroso deve olhar no espelho e enxergar um grande ser iluminado, cuja missão é resgatar o Brasil das trevas. E certamente não tem um amigo com coragem para lhe tocar a real…

Ele se julga alguém numa cruzada contra a “mentira”, enquanto espalha a mentira de que não há censura no país. “Ó, Liberdade, quantas vítimas feitas em seu nome!” O desabafo de Madame Rolland na Revolução Francesa seria adequado ao nosso Robespierre tupiniquim.

E agora o comando do STF vai para Edson Fachin. Barroso diz que é muita sorte do Brasil. Será? Fachin foi garoto-propaganda de Dilma Rousseff e um simpatizante do MST. Ele também foi o responsável pelo malabarismo que levou à soltura e elegibilidade de Lula. Com uma “sorte” dessas, o país estará totalmente desgraçado em mais dois anos. Mas ao menos “derrotamos o bolsonarismo”…

DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL