DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

O FIEL VINICIUS

Comentário sobre a postagem SONETO DE FIDELIDADE – Vinicius de Moraes

João Francisco:

O Soneto mais famoso (que eu saiba) do Vinícius.

Acho que já comentei este soneto aqui (minha memória me trai), mas repito.

Vinícius era um bon vivant (aquele que sabe viver bem); nascido em berço esplêndido (nada contra), inteligente, culto, viajou o mundo (só países top) como diplomata e aderiu ao socialismo light.

Teve sete mulheres (oficiais) e outras tantas amantes e vem falar de fidelidade no amor.

Seria o mesmo que o casal Nardoni fazer um soneto declamando o amor paternal.

Ou a Suzane von Hichthofen fazer louvores aos pais.

Não dá para levar a sério.

DEU NO JORNAL

SÓ O CONGRESSO PODE PARAR A GASTANÇA DE LULA

Marcel van Hattem

contas públicas impostos iof

Fernando Haddad se reuniu com Hugo Motta, Davi Alcolumbre e líderes partidários para apresentar alternativas à alta do IOF

Foi uma vitória do povo brasileiro e uma derrota acachapante do governo Lula. A Câmara dos Deputados aprovou, por 346 votos (ou seja, mais do que o necessário para um impeachment), a urgência  para votação do projeto de decreto legislativo que suspende o aumento do IOF imposto pelo ministro Fernando Haddad via decreto. Um aumento sorrateiro, abusivo, inconstitucional e ilegal, além de ser uma agressão ao Parlamento.

É importante que o Brasil saiba: o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) é, por natureza, um tributo com função regulatória, não arrecadatória. Sua utilização como ferramenta para tapar rombos fiscais evidencia o desespero de um governo que não corta gastos enquanto desperdiça o dinheiro público; quando acaba o dinheiro, vai atrás de saquear ainda mais a população brasileira. Lula e Haddad chegaram a simular recuos, mas compensaram a alteração no decreto do IOF com novos aumentos de impostos em uma medida provisória. É um governo que mente, manipula e despreza o devido processo legislativo. Mas não vai colar. Agora, o jogo virou.

Denunciamos, desde o princípio, a nulidade do decreto que aumentou o IOF. Denunciamos o desrespeito ao Congresso Nacional. Exigimos que a Câmara não se curvasse a mais uma tentativa do governo Lula de governar por decreto. No Colégio de Líderes da Câmara defendemos que se colocasse em pauta a urgência da derrubada do decreto. E assim se fez na última segunda-feira (16).

Agora, deve ser votado em plenário o mérito do projeto que suspende o aumento do IOF. É certo que o governo Lula será derrotado mais uma vez. Não há justificativa moral, jurídica ou econômica para mais esse aumento. O povo não é culpado pela gastança descontrolada do lulopetismo e não deve pagar pelos abusos de um governo perdulário, incompetente e ideologicamente hostil à responsabilidade fiscal.

É necessário frear o improviso tributário. O Brasil precisa de corte de despesas, privatizações, desburocratização e liberdade econômica. A criação de um Grupo de Trabalho na Câmara para discutir a modernização da máquina pública é um grande passo do Legislativo nesse sentido. Já que o governo Lula não faz a parte que lhe cabe, como deveria, o Congresso terá de fazer em seu lugar.

PENINHA - DICA MUSICAL

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COMENTÁRIO DO LEITOR

ANÃO DIPLOMÁTICO

Comentário sobre a postagem DE BRAÇOS DADOS

Maurino Júnior:

Lula, O Anão Diplomático!!

Há tempos o Brasil caminha curvado na arena internacional, mas o que se vê hoje é mais do que uma postura encurvada — é rastejamento ideológico. E à frente desse espetáculo vexatório está o presidente da República, que, em vez de se portar como um estadista, prefere o papel de militante descompensado.

O Brasil, país de dimensões continentais, de cultura vibrante e povo plural, transformou-se num anão diplomático, para usar a expressão cunhada por Shimon Peres sobre países que traem valores universais em nome de oportunismos rasteiros. E não é força de expressão: ao romper ou degradar relações com Israel, fechar consulados, comparar o Holocausto à defesa de um Estado democrático atacado por terroristas e abraçar abertamente a causa de grupos como o Hamas, o presidente brasileiro não apenas mostra ignorância histórica — mostra desprezo pela própria inteligência.

Defender os palestinos é legítimo; defender o terrorismo é criminoso. Mas, infelizmente, nosso chefe de Estado não sabe (ou não quer) fazer essa distinção. Sua retórica embriagada de ideologia transforma a diplomacia em palanque, a política externa em comício, e o Brasil em motivo de piada entre países sérios.

Enquanto isso, as nações que realmente contam no concerto global — mesmo as que criticam Israel — não cortam laços, não fecham embaixadas, não rasgam pontes. Elas negociam, pressionam, dialogam. O Brasil, ao contrário, atira pedras do fundo do poço moral que cavou para si mesmo.

E quando abre a boca, o presidente fala com ares de profeta. Mas não é Isaías. É um Quixote sem Sancho, lutando contra moinhos que ele próprio inventou — um cruzado de ocasião, cuja coragem só existe quando enfrenta democracias. Contra ditadores de verdade, silencia, sorri e acena.

O resultado? Um país isolado, sem relevância, tratado como exótico nas cúpulas globais. O Brasil que já foi ponte entre o Norte e o Sul, entre árabes e judeus, entre ricos e pobres, hoje é visto como imprevisível, instável e ideologicamente fanático.

Não se trata de defender Israel cegamente. Trata-se de respeitar a verdade, o direito à defesa, e de não confundir libertação de um povo com a barbárie de fanáticos que usam crianças como escudos e juram exterminar o outro.

O Brasil merecia mais. Merecia um presidente que lesse História, que compreendesse o mundo, que falasse com estadistas — e não com aiatolás ou milícias políticas disfarçadas de causas humanitárias.

Mas por enquanto, temos um anão. Um anão que grita para o mundo ouvir — mas cuja voz, lá fora, não ecoa. Porque quando a arrogância se une à ignorância, o som que se ouve não é de liderança. É só ruído.

E o mundo segue em frente, enquanto o Brasil fica para trás, ranzinza, desorientado e cada vez mais… irrelevante.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

A COMPLACÊNCIA OCIDENTAL COM O TERROR

Guilherme Fiuza

Manifestantes pedem que presidente Lula rompa relações com o estado de Israel

O lado escuro do conflito no Oriente Médio tem um discreto favorecimento no Ocidente. Ou nem tão discreto assim. Uma das maiores máquinas de propaganda terrorista já vistas na história, o grupo que hoje dá as cartas na política Palestina não recebe o repúdio de nenhuma das mais célebres vozes em defesa da causa Palestina. Ou é distração, ou é apoio tácito.

Segundo a maioria dos estudiosos confiáveis do Oriente Médio, o estado iraniano se tornou grande financiador dos grupos terroristas da região. É um assunto que a imprensa ocidental trata cheia de dedos. Provavelmente porque há aí um amplo e lucrativo campo demagógico para defender árabes contra israelenses, naquela base direita x esquerda que não quer dizer nada. 

Nessa ficção esquisita, o lado árabe representa uma espécie de desafio revolucionário ao conservadorismo israelense, etc. (muitos etcs para essa cantilena). Aí os “progressistas” ocidentais fecham os olhos para como o Irã e vários outros países nada democráticos da região tratam as mulheres e os gays e fica tudo bem na revolução de mentira. 

Como essa propaganda demagógica se espalhou fortemente no Ocidente, o ódio cultuado contra Israel gerou uma nova onda de antissemitismo ostensivo – propagado por aqueles que dizem ser contra o fascismo e o nazismo. Deve estar faltando livro de história na praça. 

A mídia deu para publicar bobagens como umas listas, que mais parecem álbuns de figurinhas, mostrando entre as estrelas hollywoodianas quem é pró-Israel e quem é pró-Palestina. Assim mesmo: só a carinha do artista e a legenda “Israel” ou “Palestina”. Tipo Fla-Flu. E olha que a lista é enorme.

A idiotização fantasiada de polarização parece não ter hora para acabar. A “tomada de posição política” virou uma coisa menos complexa que escolher entre os Beatles e os Rolling Stones. 

A protagonista do remake de Branca de Neve, por exemplo, se sentiu poderosíssima, aproveitando a notoriedade para panfletar nas redes sociais pela causa palestina.

Como sempre, aquela afetação vaga de engajamento com fins humanitários sem uma palavra sobre o terror sádico do Hamas, que hoje “representa” politicamente a Palestina. 

O produtor do filme chegou a pegar um avião para Nova York para pedir à moça que não misturasse aquele proselitismo político com a campanha de lançamento. O remake de Branca de Neve, repleto de interferências da bobajada woke, foi um fracasso de bilheteria. 

Mas a disseminação desse tipo de proselitismo pelo ocidente – chegando a levar os EUA a investir numa relação “leal” com o regime obscurantista do Irã – fortalece os devaneios despóticos e belicistas dos alucinados de sempre. 

Se a Greta está na causa, é porque o esquemão está investindo nisso – não em apoio ao povo palestino, claro, que envolveria condenar a desumanidade do Hamas (inclusive contra palestinos, como mostrou recentemente a Gazeta do Povo). O esquemão quer discórdia. Quer intoxicar o organismo para facilitar seus propósitos parasitários.

Todos os apoiadores coreográficos da Palestina que se omitem gravemente quanto ao terrorismo que se aproveita da causa são sócios da guerra.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA