Tem jeito não!
Estou muito velho pra viver em socialismo.
Sou viciado em luxos como papel higiênico, eletricidade, comida, água limpa e sapatos.
Bom dia.
O insolvente Correios não consegue banco disposto a emprestar-lhe os R$ 20 bilhões para pagar dívidas, como pretende, até porque o risco de calote é do tamanho do rombo.
A saída pode ser ainda pior: o governo Lula (PT) obrigar os bancos estatais, já fragilizados, a bancar o crédito.
A situação dos Correios é tão crítica que até de graça sairia caro. Ainda que conseguissem vendê-la pelo valor de mercado, isso mal seria suficiente para o pagamento de menos de um terço das dívidas.
Os Correios passaram a dar lucro com a Lei das Estatais do governo Temer, mas Lula conseguiu que o STF a suspendesse. E tudo desandou.
Lula pediu e o STF suspendeu a Lei das Estatais, a fim de nomear quem quisesse como diretores. Para os Correios, designou seu churrasqueiro.
Além de liquidar sua principal receita, taxando blusinhas, Lula fez crescer gastos com pessoal nos Correios para quase R$ 13,3 bilhões/ano.
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Lula nomeou seu churrasqueiro pros correios, diz a nota aí de cima.
E aí, ao invés de assar a picanha, queimou a estatal e incendiou as contas.
Não há motivo pra espantos.
Tá tudo dentro dos padrões da atual administração.
Normal, normal, normal.

O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, foi escolhido por Trump para assumir negociações com Brasil
Teremos, agora, reuniões entre equipes do Brasil e dos Estados Unidos. Mas a delegação brasileira que vai negociar o “tarifaço” não encontrará muita simpatia dos representantes do governo Trump: o secretário de Estado Marco Rubio, o representante de Comércio Jamieson Greer e o secretário do Tesouro Scott Bessent. Informações que eu tenho dos Estados Unidos dão conta de que eles conhecem muito bem o que está acontecendo no Brasil. E não é por “diz que me diz que”, é por informações que eles têm como oficiais, no Supremo Tribunal Federal, no Congresso Nacional e no Poder Executivo.
E o que pega mesmo, como já disseram Greer e Rubio, são esses 40% de tarifa que funcionam como sanção, para que o Brasil seja pressionado a voltar ao Estado de Direito, respeitar o devido processo legal, o amplo direito de defesa, o juiz natural, obedecer a Constituição, defender a liberdade de expressão sem impor censura nem mesmo excepcionalmente. “Vamos desobedecer a Constituição, ao menos excepcionalmente” é o tipo de ideia que já surgiu no Supremo, que é o guardião da Constituição por obrigação, por mandato constitucional.
Está nas mãos de Lula corrigir isso, e ele pode corrigir. Não pode desfazer decisões do Supremo, ao qual ele é agradecido por sua descondenação e que tem de tratar com gratidão. Mas ele pode, por exemplo, permitir que os seus líderes no Congresso votem a favor de uma solução. Eu já mencionei aqui a sugestão do juiz aposentado Everardo Ribeiro que muda um pequeno trecho do artigo 359 do Código Penal, e já resolve muita coisa.
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Vitória do partido de Milei mostra que a direita está avançando na América Latina
Cada vez mais a América Latina está votando na direita. Agora, nas eleições na Argentina, tivemos uma estrondosa e importantíssima vitória do partido La Libertad Avanza, do presidente Javier Milei. Ele venceu os centro-esquerdistas, os peronistas e os kirchnernistas até na capital federal e na província de Buenos Aires, onde se concentra 40% da população argentina, e também se saiu bem em outras grandes e importantes províncias como Córdoba, Mendoza e Santa Fé. Vimos isso na Bolívia, estamos vendo isso nas pesquisas no Chile, que terá eleição em novembro, e no ano que vem teremos eleições também.
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Que pena que Paulo Guedes não teve como continuar seu trabalho à frente da economia
Estou aqui no Rio de Janeiro, e nesta segunda-feira passei na frente do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec). Lembrei do ex-ministro da Economia Paulo Guedes, que estava resolvendo todos os grandes problemas estruturais das finanças públicas. Mas este não é um trabalho de apenas quatro anos, e infelizmente ele não teve como dar sequência a seu trabalho extraordinário.
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Missionários reagem a expulsão de brasileiros assentados no Pará
Queria destacar uma reação de missionários que estão no Pará, diante da ação policial contra brasileiros que estão garantindo a soberania com os pés no chão da Amazônia, e passando por um sofrimento que tem aumentado com a ação policial. Em nome da “proteção da natureza”, estão impedindo que esses brasileiros trabalhem, exerçam suas atividades. As pessoas foram instaladas décadas atrás pelo Incra em áreas que depois viraram reservas indígenas, e então foram expulsas de suas casas, das vilas que construíram, com escolas, com igrejas. É cruel o que tem acontecido lá.
Eita que a Budega Veia tá fervendo pic.twitter.com/cb3EhqqoR4
— Italo Marsinho (@ItaloMarsinho) October 26, 2025
É amor? Não sei. Esta intranquilidade,
Este gozo na dor, esta alegria
Triste que vem de manso e que me invade
A alma, enchendo-a e tornando-a mais vazia;
Este cansaço extremo, esta saudade
De uma cousa que falta à vida… O dia
Sem sol, as noites ermas, a ansiedade
Que exalta e a solidão que anestesia,
É amor. Egoísmo de sofrer sozinho,
De as penas esconder do humano açoite,
De transformar as pedras do caminho
Em carícias sutis para colhê-las
E andar como um sonâmbulo, na noite,
Escancarando os olhos às estrelas …

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)

Bezerra da Silva (1927-2005)
José Bezerra da Silva, nome artístico Bezerra da Silva, nasceu no Recife. Era filho de Hercília Pereira da Silva e Alexandrino Bezerra da Silva, que abandonou a mãe quando esta estava grávida do filho, e se mandou para o Rio de Janeiro para se aventurar na Marinha Mercante e raparigar, o que era muito comum na época.
Aos quinze anos, percebendo que o Recife não teria futuro para ele, Bezerra da Silva, também se foi para o Rio de Janeiro tentando encontrar o pai, viajando no navio cargueiro transportador de açúcar. Lá o encontrou, mas com poucos meses de convivências começaram a ter atritos e o jovem Bezerra da Silva escafedeu do lar paterno em busca do seu fado.
Começou a trabalhar no ramo da construção civil, já que não sabia fazer outra coisa. Nessa época começou a desenvolver a verve musical a partir do coco de Jackson do Pandeiro, e logo ingressou no bloco carnavalesco Unido do Canta Galo, tocando tamborim. Em 1950, conheceu José Alves, ou Doca, conhecido como um dos autores da música “General da Banda”, ao lado de Tancredo Silva e Sátiro de Melo, todos moradores do Morro do Cantagalo, que logo convidaram Bezerra da Silva para participar do “Programa da Rádio Clube do Brasil” como ritmista.
Boêmio e malandro, Bezerra da Silva foi detido por várias vezes, que acabou sendo demitido do programa. Durante muitos anos viveu como morador de rua em Copacabana. Nessa época chegou a tentar o suicídio, mas foi salvo e acolhido por um Terreiro de Umbanda. Lá, descobriu sua mediunidade e soube, através de uma mãe de santo, que o seu destino era a música.
Com o nome artístico de José Bezerra, teve suas primeiras composições “Acorrentado” e “Leva teu Gereré”, em parceria com Jackson do Pandeiro, lançadas no primeiro álbum da carreira do paraibano, em 1959. Na primeira metade da década de 1960, ingressou na orquestra da gravadora Copacabana Discos, que acompanhava vários artistas de renome, e também teve novas composições, assinadas com outros músicos, gravadas por Jackson do Pandeiro, como “Meu Veneno” (com Jackson do Pandeiro e Mergulhão), “Urubu Molhado” (com Rosil Cavalcanti), “Babá” (com Mamão e Ricardo Valente, “Criando Cobra” (com Big Bem e Orlandes Rodrigues) e “Preguiçoso” (com Jackson do Pandeiro). Acrescendo ainda que em 1965, a cantora Marlene gravou “Nunca Mais” (uma parceria de Bezerra da Silva e Norival Reis).
Em 1967, compôs seu primeiro samba, chamado de “Verdadeiro Amor”, que foi gravado por Jackson do Pandeiro. No final daquela década, mudou o nome artístico para Bezerra da Silva e, em 1969, gravou um compacto simples pela Copacabana Discos, com as músicas “Mana, Cadê meu Boi?” e “Viola Testemunha”; no seu primeiro LP, “Bezerra da Silva – O rei do Coco, Volume I”, seria apenas lançado em 1975, pela gravadora Tapecar, e teve como destaque a canção “O Rei do Coco”. No seguinte, pela mesma gravadora, lanço “Bezerra da Silva – O Rei do Coco II”, cuja música de maior destaque foi “Cara de Boi”.
Anos depois, Bezerra da Silva conheceu a mulher que mudava completamente sua vida pessoal e artística, Regina do Bezerra, pseudônimo de Regina de Oliveira, compositora e produtora musical, nascida em 1953 no Rio de Janeiro, mas só se casando com ele em 2004, um ano antes da morte de Bezerra.
Bezerra da Silva, após a união com Regina de Oliveira, teve sua carreira artística deslanchada, pois ela foi a grande responsável por composições que marcaram a vida artista do sambista dos morros e das favelas.
A conferir:
Compôs a música “Meu Pai é General de Umbanda” junto com Jorge Garcia e 1000tinho, a música foi gravada por Bezerra da Silva e ele a lançou em 1987 no seu Álbum “Justiça Social.”
Compôs a música “O Bom Pastor” junto com Pedro Butina, a música foi gravada pelo Bezerra da Silva e ele lançou a música em 1989 no seu Álbum “Se Não Fosse o Samba.”
Compôs a música “O Filho de Jurema” junto com o próprio Bezerra da Silva, a música foi gravada pelo Bezerra da Silva e ele lançou a música em 1990 no seu Álbum “Eu Não Sou Santo.”
Compôs a música “Instinto Traíra” junto com Pedro Butina, a música foi gravada pelo Bezerra da Silva e ele lançou a música em 1992 no seu Álbum “Presidente Caô, Caô.”
Compôs a canção “O Segundo Nazareno” e a canção foi gravada pelo Bezerra da Silva e ele lançou a música em 1993 no seu Álbum “Cocada Boa.”
Compôs a música “O Juramento Jurou” junto com Mário Gogó e Gil de Carvalho, dentre várias composições que ela fez esta música se destaca.
Compôs a música “Tem Coca Aí Na Geladeira” e a música foi gravada pelo Bezerra da Silva e ele lançou a música no ano 2000 no seu Álbum “Malandro é Malandro e Mané é Mané.”
Em 2004 fez a produção do primeiro Álbum gospel do cantor Bezerra da Silva que se chama “Caminho da Luz.”
Desde que Lula (PT) assumiu a presidência, as contas de energia dos palácios utilizados pelo petista dispararam e, em dois anos e dez meses, o valor já encostou no que foi gasto ao longo de quatro anos da gestão de Jair Bolsonaro.
De janeiro de 2023 até este mês de outubro, as contas de energia somaram R$ 29.864.513,78. Nos 48 meses, entre 2019 e 2022, o valor foi de R$ 33.159.002,56.
A conta inclui os palácios do Planalto, da Alvorada e a Granja do Torto, residência oficial alternativa.
O Alvorada, palácio onde Lula mora, consumiu este ano R$ 1,3 milhão em contas de energia. Só a fatura de outubro beirou os R$ 149 mil.
Para manter temperatura amena, o ar-condicionado presidencial custou outra fortuna ao pagador de impostos: R$ 964 mil somente este ano.
A Granja do Torto, palacete campestre que Lula dá as caras vez ou outra, consumiu R$ 317,9 mil em energia nos últimos dez meses.
O gasto está assim, ano a ano: R$ 9,1 milhões em 2025 (até outubro); R$ 11,2 milhões em 2024; e R$ 9,3 milhões em 2023.
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E o contribuinte continua gastando sua energia no trabalho pra poder bancar esses números surreais.
Mas essa esbanjanjamento luleiro tem seu lado posivito:
Só assim a gente pode ver luz e claridade em um setor do atual gunverno petralha.
Ufa!!!
Comentário sobre a postagem JÁ TÁ PRA LÁ DA BEIRA
José de Oliveira Ramos:
Sou assinante da revista (e agora televisão) Oeste.
Estou plenamente satisfeito com o que leio, e tudo é do meu agrado.
Se assim não fosse, cancelaria minha assinatura.
SUGIRO, entretanto que os Editores (a gente imagina que, “quem manda” é o Augusto Nunes) contratem profissionais confiáveis, dentro da linha que defendem e oferecem a todos.
Não acho, por exemplo, “que o Brasil está a beira de se tornar um “país narcoestado”.
O Brasil, vejo assim, “já é um país país narcoestado” – pode ser que ainda não seja no Estado onde quem produziu a matéria, vive.
Pois saiba que, no Ceará, na Bahia, e no Maranhão (onde vivo), quem “manda mesmo” é o narcotraficante.
As polícias apena assistem e cumprem determinações do CV e do PCC.