🚨VEJA – William Waack detona Lula e diz que ele só acabou com a “taxa das blusinhas”, impediu o aumento da gasolina e lançou plano contra o crime organizado com fins eleitoreiros
“Tem uma coisa que é considerada muito feia na política: é perder. O resto é bobagem.” pic.twitter.com/kXMJnJlAwY
Hoje 13 de Maio é um dia de muita luz e espiritualidade.
Que a fé de Nossa Senhora de Fátima ilumine os caminhos e que a sabedoria e a força dos Pretos Velhos tragam o acolhimento, a cura e a proteção necessária.
Adorei as almas e Salve a Santa! Que tenhamos muita paz, saúde e amor.
Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós! Que a Virgem de Fátima, revelada aos pastorinhos, nos cubra com seu manto de amor e nos guie a Jesus.
Salve as Santas Almas e Pretos Velhos! Que as ervas e a reza tragam cura, renovação e força, aprendendo com a paciência dos velhos sábios.
Filhos de Fé. Que no dia de hoje as bençãos de Oxalá, Nossa Senhora de Fátima dos Pretos Velhos , Ogum e de todos Santos, Anjos e Orixás desçam sobre nós!🙏🏻
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante Encontro com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Casa Branca, Washington, D.C.
O encontro entre os presidentes do Brasil e dos Estados Unidos na Casa Branca teve vasta cobertura da imprensa. Afinal, ali está supostamente um grande foco de tensão política. Se Donald Trump fez o que fez com Nicolás Maduro, a princípio todos os aliados do ex-ditador venezuelano estão nessa incômoda berlinda.
E o que essa vasta cobertura da imprensa mostrou sobre o tão aguardado encontro? Nada. Ou melhor: mostrou uma coletânea de especulações obtidas pelo buraco da fechadura dos vazamentos mais ou menos confiáveis. Tudo aconteceu nas sombras.
Não deixa de ser curioso que a imprensa brasileira dedique tanto espaço a um evento que, na última hora, foi sonegado à própria imprensa. A decisão de barrar toda e qualquer cobertura jornalística antes, durante e depois da reunião entre Lula e Trump foi atribuída a um pedido do governo brasileiro — segundo uma dessas fontes pelo buraco da fechadura. E não foi isso que dominou as manchetes na tal vasta cobertura. Incrível…
Ao contrário: a imprensa barrada agiu como mulher de malandro. Mesmo sem o direito a uma entrevista coletiva dos dois presidentes após a reunião, ou, pelo menos, a uma oportunidade de fotografá-los juntos e fazer-lhes perguntas breves antes da reunião, boa parte dos veículos saiu cantando vitória para Lula.
O presidente brasileiro não poderia sonhar com uma mídia mais compreensiva. Fez seu stand-up sozinho na Embaixada do Brasil em Washington, ajeitou sua “narrativa” sobre o encontro fechado do jeito que bem entendeu e emplacou manchetes de todos os tipos: mandou Trump sorrir mais, disse que o colega americano ainda vai fazer um pix etc. E a decisão grave de barrar a imprensa no grande encontro? Deixa pra lá.
Isso foi manchete na grande mídia — essa mesma que teve de se contentar com migalhas especulativas sobre o encontro na Casa Branca após a blindagem pedida pelo governo do Brasil, o país-sensação da liberdade de imprensa.
Esse coquetel de especulações e deduções aproximadas — típico de quando o jornalismo é barrado na porta — tem dado conta de que o encontro Lula-Trump foi marcado pelo empresário Joesley Batista. Então, além de driblar o circuito da imprensa, aparentemente o Brasil adotou também um circuito diplomático “alternativo”, por assim dizer. Sai o Itamaraty, entra a picanha. Muito saudável para a democracia.
Mesmo depois de todos esses sinais de movimentação subterrânea, a vida seguiu seu curso no faz-de-conta da grande mídia: Lula é a resistência democrática contra o fascismo imaginário. Jornalistas são impedidos de discutir um projeto de lei, e moradores são obrigados a retirar faixas de suas varandas. Mas está tudo normal.
Hoje eles choram “lágrimas de crocodilo”, mas lá no fundo, são muito gratos a essa desgraça que quase inviabilizou o Governo de seu adversário, a ponto de permitir sua volta ao “comando” da nação.
Agora eles tentam ressuscitar o único trunfo que pode lhes dar alguma chance nas próximas eleições.
O presidente Lula chegou à posse de Nunes
Marques na presidência do TSE de mãos dadas com a primeira-dama Janja e com a ministra do STF Cármen Lúcia. pic.twitter.com/8wz4jy83qs
O “Programa Brasil contra o Crime Organizado”, que Lula lançou ontem (12) para ter o que dizer nas eleições de outubro, não deve produzir nem mesmo cócegas nas organizações criminosas.
O investimento prometido por Lula para o “combate a facções”, no valor de R$ 1,065 bilhão, é uma enganação.
Essa quantia, a ser aplicada em inteligência e capacidade operacional das forças policiais, é uma gota no oceano dos bandidos: o lucro anual das organizações criminosas é estimado em R$ 146,8 bilhões.
O lucro anual foi apontado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública no documento “Follow the Products”, de fevereiro de 2025.
A grana dos bandidões é muito maior.
Os R$ 146,8 bilhões somam só quatro pilares de produtos explorados e não inclui tráfico de drogas.
Se estados e municípios quiserem uma fatia dos R$ 10 bilhões a mais do programa, aí terão de pagar financiamento a cargo do BNDES.
A desconexão de Lula com o tema é tão grave que a PEC da Segurança está na gaveta de Davi Alcolumbre há dois meses. Nem relator tem.
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Isso é cara do Brasil atual: os bilhões na mão da bandidagem atingem um nível desconcertante!!!
É pra arrombar!
A expressão “desconexão de Lula com o tema” que fecha esta nota aí de cima, resume tudo.
A desconexão do Descondenado não é apenas com esse tema.
É com todos os temas fundamentais que precisam ser tratados neste país.