Em confronto gigantesco com o desenvolvimento da Ciência e da Tecnologia, dissemina-se pelos quatro cantos do Brasil, progressivamente, o vírus da mediocridade. Vitimando os mais diferenciados setores, de todas as classes sociais e rendas. Recentemente, quatro adolescentes, de pais incultos abastados, assassinaram a pauladas um cãozinho comunitário, revelando um nível de crueldade dinossáurico, típico de quem foi educado sob os balizamentos de uma Pedagogia da Mediocridade, que, “no mundo do capital, prega a missão de poder transformar gruas em cisnes, mascarando o caráter perverso do capitalismo, uma vez que, ela, na verdade, simplesmente cria estigmas, cristaliza ilusões, sistematiza e justifica a exclusão ao, através dos diplomas e dos currículos, dizer, enganosamente: quem é inteligente e quem não é, quem terá sucesso e quem não terá, quem será incluído e quem não será”, segundo análise feita por um pesquisador carioca, Cleberson Eduardo da Costa, em seu último livro, intitulado Pedagogia da Mediocridade: o Individualismo e a Meritocracia Sistematizados Como Valores da Escola, editado pela Atsoc Editions, Orlando, Flórida, USA, 2026, 228 p. Um livro que deveria ser amplamente assimilado por todos os atuais segmentos educacionais do país.
Sempre buscando disseminar uma consciência crítica comunitária, facilitando a identificação dos sinais da crescente mediocridade em diversas áreas, anteriormente quase isentas, explicito, abaixo, alguns já bem notórios:
Congresso Nacional – encharcado de parlamentares sem uma mínima noção de futuro, a grande maioria portadora de ideários minimamente éticos, isentos de uma nulificante solidariedade social.
Televisão – Novelas e eventos desprovidos de uma sadia convivialidade alavancadora, imbricando muitas vezes banalidades, bundalidades, falências morais, violências e machismos.
Futebol – predominância de dirigentes esportivos mentalmente incapazes de um mínimo planejamento estruturador.
Instituições religiosas – sem mínima densidade espiritual, meras arrecadadoras semanais das doações de manadas, que se postam sem fervor consistente em dias e horários estabelecidos.
Ensino Básico Fundamental – ministrado quase integralmente por entes nunca pensantes, geralmente de muito baixo nível cognitivo, sempre seguidores radicais de um “se deus quiser” e de um “deus quis” profundamente desvinculados do Criador do Todo e Sua Missão.
Em anos passados, um pesquisador mineiro estabelecia que o nível de mediocrização de um ambiente familiar estava sempre correlacionado positivamente com o número de livros não-escolares existentes na casa. Até hoje muitos ruminantes metidos a diplomados ainda imaginam que a aquisição de livros é despesa, jamais investimento, desacreditando integralmente na Parábola dos Talentos, e3xplicitada em Mateus 25, 14-30, que foca na responsabilidade, multiplicação dos dons recebidos e fidelidade na administração ética dos recursos aplicados.
Recomendaria a todos os professores de todos os grais de ensino do Brasil uma leitura densamente reflexiva da apologia A CAVERNA, de Platão, que retrata um ambiente repleto de ilusões, erros, ignorâncias, comodismos e materialismos, fatores que caracterizam a nossa contemporaneidade.
Saibamos sair da Caverna, percebendo-nos sempre uma metamorfose ambulante na caminhada para a Luz Divina, sem fingimentos, chiliques, violências, fakes news e patifarias.
Chegou fevereiro. Em Brasília, com o fim dos recessos parlamentar e judiciário, o Congresso Nacional e os tribunais superiores voltam às suas atividades normais. O ano vai começando “pra valer”.
Mas, não podemos esquecer que “logo alí” é o carnaval. Aliás, em vez de “logo ali”, poderíamos escrever “desde logo”, já que este ano o período momino vai do dia 14 ao dia 17 de fevereiro, oficialmente, mas em muitas partes do Brasil blocos de foliões já ocupam as ruas.
Isso não é uma crítica, mas uma constatação. O Brasil é assim. Nós somos assim. Moraes Moreira, que cantou o Brasil como poucos, já dizia:
Sabendo que a vida ensina
Sina, sina
Sabe do bem e do mal
E o ano só termina
Quando é carnaval!
Outro dia, conversando sobre o assunto com um amigo advogado, ele comentou comigo que uma das grandes surpresas que teve em sua vida profissional aconteceu em uma véspera de carnaval.
Segundo me narrou, naquela sexta-feira à tarde, quando ele já se preparava para deixar o escritório, um cliente chegou, sem avisar antes, querendo falar sobre um processo. Quando o cliente deixou o escritório, já era possível ouvir o som de tambores em algum lugar das redondezas.
Horas depois daquela conversa, em casa, fiquei imaginando a situação, e me veio a inspiração para contar a história aos meus leitores. Não a história verdadeira, narrada por meu amigo, mas aquela que imaginei que poderia ter acontecido.
Foi assim que nasceu o vídeo que compartilho agora, o qual dedico a todos os advogados do Brasil que já tenham ouvido de um cliente a seguinte pergunta: “E aí, doutor, dá pra ganhar a questão?”.
Que oportunidade para prejudicar mais uma vez o produtor brasileiro!
Além de forçar a queda do preço com um cacau de baixa qualidade, a imprensa ainda vai elogiar o desempenho do governo, por promover uma Páscoa bem “achocolatada”.
É o trabalho infantil por trás dos ovos de chocolate.
É o desgoverno e sua ânsia em atacar o Agronegócio.
É o chocolate brasileiro deixando de ser chocolate de verdade.
Clique aqui e leia matéria sobre este assunto.
🚨URGENTE – Jornal Nacional vai para cima do Governo Lula, expõe rombo em contas públicas, que fecharam 2025 com déficit de R$ 55 bilhões, e prejuízo nas empresas estatais, de quase R$ 6 bilhões pic.twitter.com/JdxHGmTyd5
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) January 31, 2026
Nikolas Ferreira

Orelha, cão mascote da Praia Brava (Florianópolis), morreu em 5 de janeiro de 2026 após sofrer maus-tratos por adolescentes e precisou ser submetido à eutanásia
O caso recente envolvendo o cachorro Orelha, torturado e morto por um grupo de adolescentes em Florianópolis (SC), é, sem dúvida, de uma crueldade revoltante e covarde. Não há qualquer justificativa possível para um ato tão bárbaro e, conforme eu já disse publicamente, quem é capaz de cometer tamanha atrocidade contra um cachorro demonstra, sim, potencial para repetir esse tipo de conduta contra seres humanos.
Diante disso, chama a atenção a indignação seletiva de setores da esquerda, que agora exigem punições severas e até prisão para os envolvidos, mas que, historicamente, sempre se posicionaram contra a redução da maioridade penal. Quando o crime choca a opinião pública, surgem diversos discursos inflamados e cobranças por justiça exemplar; mas, passado o clamor, volta o velho argumento de que o menor é “vítima da sociedade” e não pode ser responsabilizado como adulto, não importa a brutalidade do ato cometido.
Infelizmente, o caso de Orelha está longe de ser um episódio isolado. O Brasil já assistiu a crimes igualmente bárbaros cometidos por menores de idade. Em 2007, o país ficou estarrecido com o assassinato de João Hélio, de apenas 6 anos, arrastado até a morte durante um latrocínio no Rio de Janeiro, tendo entre os autores um menor.
Em 2015, o médico Jaime Gold foi esfaqueado e morto, também no Rio, em um crime cometido por adolescentes. E talvez o caso mais emblemático seja o de Champinha, que, em 2003, sequestrou, estuprou e assassinou Liana Friedenbach, de 16 anos, em Embu-Guaçu (SP), um crime que chocou o país e gerou intenso debate político à época.
Não é possível exigir punição exemplar em um caso e, ao mesmo tempo, lutar para manter um sistema que garante, na prática, a impunidade em tantos outros.
Se um jovem de 16 anos tem capacidade para votar, escolher seus representantes e influenciar os rumos do país, por qual motivo não teria capacidade para responder criminalmente por atos brutais que comete?
Para os progressistas, menores podem tudo: ter o direito de decidir o que querem ser, usar bloqueadores hormonais, fazer cirurgias de redesignação sexual e assim por diante; mas tudo muda quando se trata de puni-los caso cometam crimes.
Evidentemente, a redução da maioridade penal, sozinha, não resolve todos os problemas da segurança pública. Mas é um passo importante para deixar claro que crimes têm consequências, independentemente da idade. O brasileiro está cansado de impunidade, de discursos vazios e de indignação performática. Não basta apenas gritar nas redes sociais quando um caso ganha repercussão.
Criminosos não são vítimas da sociedade; são responsáveis por seus atos e devem ser punidos de forma proporcional à gravidade do que fizeram, mesmo que tenham menos de 18 anos. Sem isso, casos como o de Orelha e todos os outros que citei, infelizmente, continuarão se repetindo.
Justiça por Orelha e por todos.