
Empoderamento feminino é isso!
A mulher senta bala nos malandros e o homem comemora! pic.twitter.com/MpV2E5Ne7v— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) July 6, 2026
Na caçada a culpados pela derrota do Brasil para a Noruega, um meme lembrou a reputação de pé-frio de Lula (PT).
Faz sentido: o Brasil nunca foi campeão do Mundo com o petista na presidência.
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O Brasil nunca foi campeão de coisa boa alguma na gestão petralha.
Já na área de coisas ruins, não tem nação que consiga derrotar o Descondenado!
Somos campeões imbatíveis no setor de tudo que não presta.

A mala de dinheiro é um clássico da corrupção brasileira
Nesta terça-feira, nos Estados Unidos, haverá uma discussão sobre as deslealdades possíveis no comércio Brasil-Estados Unidos, e uma delas é a corrupção no Brasil. Vai ser difícil alguém explicar isso aos americanos, explicar o quanto a corrupção está entranhada aqui. Em Brasília todos sabem quem paga com dinheiro vivo em mala; é gente que não manda Pix nem pede recibo, o dinheiro passa de mão em mão. Isso é sinal de corrupção, sem dúvida. E aí vemos de tudo, do Master até PCC e Comando Vermelho.
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Novo governador do Rio já está vendo o tamanho do problema
Falo da corrupção porque o desembargador, Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, assumiu o governo do estado, já que não havia mais nem governador nem vice-governador. Autarquias todas envolvidas com o Master: Rioprevidência, Cedae… Couto tirou sete secretários, substituiu por gente da confiança dele, e descobriu, de cara, 2.538 funcionários sobrando, fazendo nada. Se todos comparecessem, não caberia tanta gente dentro das repartições.
Essa gente toda estava lá porque a cultura brasileira é de conseguir um “biquinho” no emprego público e se pendurar no dinheiro dos pagadores de impostos. Foi essa cultura que nos deu territórios “liberados” pelo PCC, pelo Comando Vermelho e pelas milícias. Isso é o caldo do Rio de Janeiro que começou lá atrás, com o jogo do bicho, e todo mundo foi tolerando. É contravenção, é ilegal? Mas faz parte, dá-se um jeitinho. É proibido estacionar em cima da calçada? Dá-se um jeitinho. Não respeitar o sinal, passar por cima da faixa de pedestre com o sinal fechado? Não tem problema, dá-se um jeitinho.
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Não é só no futebol que a Noruega nos deixa para trás
E de jeitinho em jeitinho temos a desordem, embora na nossa bandeira (pobre hipocrisia nacional!) esteja escrito “Ordem e Progresso”, porque o progresso é consequência da ordem. Da desordem não vem o progresso, como vemos. Estamos cada vez mais atrasados em relação ao mundo; o futebol é só um sinal. Se compararmos Brasil e Noruega, por exemplo, veremos que a Noruega está em outro mundo, um mundo que ainda não conhecemos.
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Rombo recorde das estatais, mais uma realização do governo Lula
Uma das consequências dessa desordem é o que estamos vendo nas estatais: até maio deste ano, segundo o Banco Central, o rombo das estatais federais é de R$ 7,4 bilhões, e já supera o déficit de todo o ano passado, que foi de R$ 5,9 bilhões. Não entram nessa conta a Petrobras, a Caixa Econômica, o BNDES e o Banco do Brasil, mas entram especialmente os Correios, além de Infraero, Serpro, Dataprev e Casa da Moeda.
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Não é no futebol que encontraremos a felicidade que merecemos
Qual é o nosso problema? Nós nos dedicamos ao futebol. Estávamos atentos à Copa, mas o futebol nos tapa os olhos e ouvidos para as mazelas do nosso país. Sem que nós corrijamos essas mazelas – e não adianta buscar fugas no futebol, na praia, no carnaval –, temos de encarar os fatos: ou nós nos organizamos cumprindo leis, princípios éticos e valores, ou continuamos caindo.
E, caindo, perdemos o direito à felicidade de que tanto se fala. A Declaração da Independência americana, de 250 anos atrás, já dizia que o direito à felicidade é um dom evidente, que não é preciso pedir ao governo. A liberdade e a vida são dons do Criador, segundo Thomas Jefferson. Não percebemos que isso está nas nossas mãos. Governos existem por concessão do povo, porque o povo permite; o povo é que dá a permissão para ser governado, para que haja uma ordem.
Em menos de três meses teremos a oportunidade de decidir sobre essas questões. Não adianta conhecer apenas o nome do candidato; é preciso conhecer o candidato a fundo, saber quais são as ideias dele para o país, quais são suas opiniões, ideias, princípios, doutrinas, objetivos e pretensões – desde que ele não seja mentiroso, claro.
Servidores da Presidência da República deitam e rolam com “cursos” caríssimos bancados pelo pagador de impostos. No oba-oba, belos valores em diárias e até passagens aéreas entram na farra.
No mês passado, 11 servidores participaram de curso de “Gestal de Cerimonial” com mensalidade a R$ 3,9 mil cada.
Até curso de “Preparação para a Aposentadoria” entra na lista.
Cursos de idiomas, em uma das escolas mais tradicionais da capital, fazem sucesso: 522 alunos palacianos.
A Presidência ainda desembolsou mais de R$ 6,2 mil em curso sobre “Governança, Riscos e Compliance”.
Em maio, um congresso sobre zoológicos e aquários para um servidor custou R$ 1,2 mil. Soma R$ 843 de passagem e R$ 3,3 mil em diárias.
Em abril, uma servidora foi ao exterior para curso entre os dias 13 e 17. Só com passagens, lá se vão R$ 14,8 mil. Com diárias, mais R$ 16,1 mil.
Outra também escolheu a mesma instituição para cursinho na gringa. A viagem, tida como “urgente”, saiu por R$ 32,8 mil em passagens e diárias
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O bom mesmo seria o patrocínio de cursos para o chefão.
Curso de leitura, curso de falar a verdade, curso de sobriedade, curso de seriedade e curso de honradez.
Fora outros e outros.
Estes sim, valeriam a pena serem bancados com nosso suado dinheirinho.
Amo-te tanto, meu amor… não cante
O humano coração com mais verdade…
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.
Amo-te afim, de um calmo amor prestante,
E te amo além, presente na saudade.
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.
Amo-te como um bicho, simplesmente,
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.
E de te amar assim muito e amiúde,
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

Vinícius de Moraes, Rio de Janeiro (1913-1980)
Comentário sobre a postagem COITADINHA… FAZ PENA…
Luci Oliva:
A lei do retorno é foda.
O mal é um bumerangue: jogou, volta.
A macumbinha que ela fez para o Trump fez o retorno e voltou para ela.
Desde que falou em fazer macumbinha para o Trump só vem se lascando.
Passou a maior vergonha cantando o hino e agora desaba feito um saco de…