“Um ministro do Supremo não tem partido, um ministro do Supremo não tem ideologia, um ministro do Supremo não tem lado político”, diz @FlavioDino, que acrescenta: “No momento [em] que o presidente da República faz a indicação, evidentemente que eu mudo a roupa que eu visto”. pic.twitter.com/q3wR6kqy4P
Invoca maus presságios a mensagem de Lula ao Congresso para o BNDES voltar a financiar obras no exterior, até pelo fato de o presidente responder a acusações como tráfico internacional de influência.
Esse modelo malandro de negócios quase rendeu outra condenação de Lula à prisão.
Por meio de uma “exportação de serviços”, o BNDES financiava obras de empreiteiras nacionais lá fora sob a condição imposta ao país beneficiado: o governo brasileiro indicaria a empreiteira. Sem licitação.
A Odebrecht foi a que mais abiscoitou obras bilionárias, como o porto de Mariel (Cuba) e o aeroporto da Guiné Equatorial, entre muitas outras.
Sob contratos secretos, o esquema selecionava ditaduras sem órgãos de controle independentes, e pagamento direto à empreiteira no Brasil.
O BNDES garantia juros camaradas e carência maior que a expectativa de vida dos ditadores, e driblava a lei que prevê aprovação do Senado.
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Esta notícia começa dizendo que “invoca maus presságios” a mensagem enviada pelo Ladrão Descondenado para o Congresso, envolvendo o financiamento de obras no exterior pelo BNDES.
Eu quero saber o seguinte:
Existe alguma atitude, ato ou providência tomada por esse sujeito que não tenha maus presságios?
Que não seja associada a coisas ruins e funestas?
Me digam-me vocês que entendem de ciências ocultas.
Como ama o homem adúltero o adultério E o ébrio a garrafa toxica de rum, Amo o coveiro – este ladrão commum Que arrasta a gente para o cemiterio!
E’ o transcendentalissimo mysterio! E’ o nous, é o pneuma, é o ego sum qui sum, E’ a morte, é esse danado numero Um Que matou Christo e que matou Tiberio!
Creio, como o filósofo mais crente, Na generalidade decrescente Com que a substância cósmica evolui…
Creio, perante a evolução imensa, Que o homem universal de amanhã vença O homem particular que eu ontem fui!
Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos, Cruz do Espírito Santo-PB (1884-1914)