1969 – Ti voglio tanto bene
Lúcio Vaz

A gastança dos familiares de Lula com seguranças em viagens pelo país
As despesas com diárias e passagens de seguranças nas viagens de familiares do presidente Lula já custaram R$ 4,2 milhões aos cofres públicos. De março a junho, algumas viagens tinham o registro de filhos do presidente – Lurian Cordeiro, Luís Claudio e Marcos Lula da Silva. Nos meses seguintes, esses dados foram mantidos sob sigilo. Na viagem de Lula a Juazeiro do Norte/CE, em setembro, houve o deslocamento de uma Pajero Full blindada para a primeira-dama, Janja da Silva, diante da possibilidade de “retomada da agenda da primeira dama”.
A despesa dos familiares do presidente está muito próxima dos gastos com as missões oficiais do vice-presidente, Geraldo Alckmin – R$ 4,6 milhões. Em algumas viagens, familiares de Lula contam com a segurança de até 30 ou 35 militares. O custo desses deslocamentos chega a superar os R$ 200 mil em cada uma das viagens, com duração de até duas semanas. Os detalhes das viagens são mantidos em sigilo durante o mandato presidencial, por questões de segurança, como prevê a Lei de Acesso à Informação. No caso, desinformação.
Nomes dos filhos sob sigilo
As viagens dos familiares de Lula começaram com moderação. Em 15 de março, três seguranças acompanharam Luís Cláudio Lula da Silva por dois dias, ao custo de R$ 10,6 mil. De meados de março ao final de junho, é possível identificar 46 viagens com o nome de cada um dos filhos de Lula, no valor total de R$ 184 mil. Eles estiveram no Rio de Janeiro, Brasília e Aracaju. A partir de julho, os nomes dos familiares ficaram sob sigilo. Mas estão disponíveis o destino, o número e o nome dos seguranças e o valor das diárias e passagens.
Até junho, as despesas com viagens de seguranças de familiares de Lula somavam apenas R$ 326 mil. Mas houve uma explosão de gastos em julho, num total de R$ 1,1 milhão. Depois, foram R$ 950 mil em agosto, R$ 734 mil em setembro e R$ 1 milhão em outubro. Os dados de novembro não estão fechados. Além de São Paulo, os destinos mais concorridos foram Jaguariúna (R$ 590 mil) e Aracaju (R$ 660 mil). A Presidência não paga as despesas pessoais dos familiares.
As maiores gastanças
Em 27 de julho, uma equipe de segurança de 33 militares, liderados por um oficial superior, deslocou-se a São Paulo para dar prosseguimento nos serviços de segurança de familiar do presidente da República em apoio ao Escritório de Representação da Presidência da República na cidade de São Paulo. Ali permaneceram por 15 dias. As diárias e passagens aéreas dos seguranças somaram R$ 174 mil. O valor médio das passagens foi de R$ 3,8 mil.
Em sequência, nova equipe de segurança com 32 integrantes, “em apoio a familiar” do presidente da República, voou para São Paulo, onde ficou por 15 dias. O valor médio das passagens dos seguranças chegou a R$ 5,1 mil – com a mais cara batendo em R$ 7,5 mil. A despesa total, incluindo as diárias, alcançou R$ 224 mil.
Outra equipe de segurança com 31 integrantes viajou a São Paulo, de 15 a 29 de julho, com a finalidade de dar prosseguimento nos serviços de segurança de familiar do presidente Lula. O valor médio das passagens alcançou R$ 5,6 mil. Os bilhetes mais caros chegaram a R$ 9 mil e R$ 13,7 mil. A conta para o contribuinte fechou em R$ 224 mil.
A equipe de segurança em apoio aos familiares do presidente e à implantação do Escritório de Representação em São Paulo custou R$ 202 mil em diárias e passagens. O valor médio das passagens foi de R$ 5,2 mil. A missão dos 32 militares foi de 6 a 17 de julho. O grupo foi liderado por um oficial superior.
Quem fez as maiores despesas?
O blog perguntou à Presidência da República quem foi acompanhado nas viagens com cerca de 30 seguranças: a primeira-dama ou filhos do presidente? Sobre o registro “Levar a viatura blindada Pajero Full, inclusive considerando a possibilidade de retomada da agenda da primeira-dama Janja da Silva”, na visita do presidente Lula a Juazeiro do Norte/CE, o blog perguntou: o veículo blindado foi realmente utilizado pela primeira-dama?
A Presidência repassou a demanda para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança dos familiares do presidente da República. Não houve resposta até a publicação da reportagem.
O Brasil é o único pais do mundo em que a Justiça Eleitoral, dispensável, cara e incompetente, continua funcionando mesmo num ano em que não há disputa nas urnas. Quem seus integrantes pensam que são para continuarem a “cumprir missões” que em países sérios seriam consideradas… pic.twitter.com/U3LTW5W0nV
— Augusto Nunes (@augustosnunes) December 10, 2023
🚨URGENTE – Lula: “Se o povo melhorar um tiquinho de vida já não vota no PT, NÃO podemos permitir isso.”
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) December 10, 2023

O Brasil parece que não está cumprindo o papel que era esperado do governo brasileiro de demover o ditador Maduro de invadir o país vizinho.
Maduro é devedor de Lula. O presidente brasileiro teria força pra fazer isso.
Mas, foi uma comitiva brasileira a Caracas e parece que o venezuelano ficou ainda mais solto depois de conversar com essa comitiva. Aí fez o plebiscito, ao qual compareceram apenas metade dos eleitores, já anexou no mapa, já tá lá Essequibo, já nomeou um general governador e estava ameaçando ir para Moscou falar com Putin, tipo “vou lá falar com meu aliado, assustar vocês”.
Adiou a viagem, falou com Lula (não sei se foi isso).
Mas o fato é que o presidente brasileiro do Brasil poderia ser mais incisivo e dizer: “Olha, se você invadir o país vizinho, acabou a nossa amizade. Não conte mais comigo para nada”.
Mas está assim meio enrolado: “Olha, tem uma nota no Mercosul”, “olha a Comissão de Estados Latino-Americanos e Caribenhos vai conversar a respeito com as partes”.
Mas como assim conversar com as partes? Não precisa conversar com a Guiana, ela não está fazendo nada. Tem que conversar com o Maduro.
Então, o governo brasileiro está meio “Pilatos”. Ou não quer se incomodar com Maduro, ou já recebeu um “fora” dele, ou quer ficar neutro.
Neutralidade aí, com um país que está ameaçando invadir o outro, tem outro significado.
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Festa de Bolsonaro em Buenos Aires
Bolsonaro fez uma festa em Buenos Aires. Andando pelas ruas, ovacionado por todo mundo. Brilhou na posse. Michelle brilhou também, na elegância e beleza.
Foi uma reunião com políticos de direita do mundo inteiro. Ficou faltando a Giorgia Meloni, da Itália, e o Donald Trump.
Só o que o norte-americano acho que estava era vibrando com a pesquisa do Wall Street Journal, que está mostrando que ele está com 37% pra eleição do ano que vem e o Biden com 31%. Seis pontos na frente. É uma força para o Trump.
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STF reprovado por 38% dos brasileiros
Saiu outra pesquisa, do Datafolha: Supremo está com reprovação de 38% de ruim e péssimo. Ótimo e bom, 27%. Regular – que é o pessoal que não acompanha, que diz “regular” – com 31%.
E o Congresso está com reprovação de 35% (parecido com o Supremo, um pouquinho menos) e aprovação de 18%, menor que a do STF. Regular 43%. É gente que não quer nem saber de política, o que é ruim, porque não está fiscalizando os seus mandatários.
É o mandante que não fiscaliza o seu mandatário. Não esqueça que “é só o olho do dono que engorda o gado”. É isso.
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No governo Bolsonaro, milhões de brasileiros saíram da pobreza
Saíram números do IBGE agora, mas do ano passado, do último ano Bolsonaro.
No último ano da gestão do ex-presidente, dez milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza.
Vamos ver o que vai acontecer agora.
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Brasil tem advogados demais?
Por falar em números: Lula disse que o Brasil tem advogados demais.
O país tem 1.452.000 advogados. É um pra cada 145 brasileiros.
É bastante. Agora, tá cheio de gente que não é exatamente advogado, né. Foi lá, tirou bacharelado, mas tá lá atuando como despachante.
Tem uma coisa: é judicialização demais aqui nesse país. Inclusive aquela nociva, que substitui o Poder Legislativo.
O que não tem a menor chance de passar no Congresso (aborto, liberação de drogas…), o partido pequeno, que não vê o seu projeto aprovado, vai pro Supremo.
Aí vem o voto da Rosa Weber pelo aborto, por exemplo. Agora o novo presidente está segurando pra por em votação isso. Está protelando.
E não adianta. O Congresso não toca pra frente porque essas coisas morrem nas Comissões.
Se não passar pelo Congresso, não vale.
Não adianta, por exemplo, o Lula dizer que “precisamos de uma governança mundial para a Amazônia”. Qualquer tratado, acordo, tem que ser aprovado no Legislativo.
O Congresso é a fonte onde se espelha, onde se derrama, o poder popular.
Roberto Motta

Meio ambiente é pauta séria. Não é motivo para lacração irresponsável. Mas é exatamente isso que está acontecendo. Em todo o mundo.
Vejam a tal da COP. Ela é uma conferência organizada pela ONU para discutir as “mudanças climáticas” (entre aspas mesmo). Ano passado ela aconteceu no luxuoso resort egípcio de Sharm El-Sheikh – foi a COP 27. Esse ano o local escolhido para a COP 28 foi a fantástica cidade de Dubai. Onde acontecerá no próximo ano a COP 29? Paris? Alpes suíços? Ilhas Maldivas?
A COP é uma festa de bilionários e de políticos que viajam com o dinheiro do povo. É uma reunião para tomar champagne e lacrar. Os “líderes mundiais” (entre aspas mesmo) dão entrevistas sobre o efeito estufa assim que desembarcam de seus jatinhos, depois de despejar toneladas de carbono na atmosfera.
“Mudanças climáticas” é uma expressão usada para explicar tudo: seca e inundação, calor e frio e até – inacreditavelmente – terremotos e vulcões. A maioria das pessoas que usa essa expressão apenas repete o que ouviu, como um papagaio. Elas citam “estudos científicos” que nunca leram e repetem estatísticas imaginárias, segundo as quais não deveria haver nem mais uma árvore no planeta.
Trata-se de um consenso obrigatório. O debate sobre “mudanças climáticas” está totalmente interditado, embora seja evidente que boa parte do que é apresentado como “ciência” não passa de alarmismo barato e histeria sem qualquer fundamento.
O mundo está esquentando ou esfriando? Vivemos apenas uma fase de um ciclo periódico ou estamos próximos de nosso fim como espécie? Você jamais saberá as verdadeiras respostas a essas perguntas, porque só é permitido apresentar evidências que favoreçam o lado apocalíptico do debate. Essa hegemonia contamina a sociedade com a visão de um futuro tão ameaçador quanto improvável.
O alarmismo não é gratuito – ao contrário, ele é muito bem remunerado e útil para atacar inimigos políticos e disfarçar interesses ideológicos e econômicos. A verdade é que a pauta ambiental é extremamente lucrativa. Muitas pessoas acham que se trata apenas de uma defesa apaixonada do meio ambiente. Mas qualquer um que já tentou tirar uma licença ambiental para seu negócio conhece a realidade.
A selva burocrática ambiental é quase impenetrável e exige auxílio especializado e muito bem remunerado. Muitos ambientalistas têm uma atividade oculta de despachantes ecológicos, facilitadores de negócios ou representantes ocultos de interesses estrangeiros. Nesse ecossistema de burocratas, ONGs e entidades internacionais, o verde que mais importa é o verde do dólar.
Na última casa do lado direito da ponta da rua, no cabaré de Malu, a menos Santinha do lugar, a puta mais recente ali chegada parecia segurar um arco-íris junto ao colo. Tanto era o brilho de esperança no olhar verde daquela quase menina que cores várias sugeriam refletir-se em seu rostinho pálido, nem por isso menos gracioso. Recém-chegada das brenhas de um sertão distante, coxas fartas, generosas ancas, Iaiazinha viera em busca da vida que em seu lugarejo não havia. Encontrou tropeiros, coronéis e fazendeiros bêbados e sedentos do fugaz amor de uma menina-moça, corpo frágil, cabecinha de vento, que sonhava e se encantava com sonhos vãos, príncipes que não existiam e juras nunca cumpridas.
FALSOS SORRISOS
Homens vários vinham e iam, uns prometendo voltar, com um falso sorriso no canto da boca. Outros, apenas diziam adeus. Até que o tempo transformou a jovem menina em mulher feita, sem sonhos, sem esperança, sem nada. Já não despertava o interesse da clientela. A pequena Iaiá pensou em voltar aos confins do seu sertão distante. Não voltou. Continuou na última casa do lado direito da ponta da rua, no cabaré de Malu Santinha. Apenas não mais segurava um arco-íris junto ao colo.
JURAS MENTIROSAS
A tarefa agora era cumprida por putas mais recentes, meninas impregnadas de esperança tal qual a Iaiazinha que um dia encantou tropeiros, coronéis e fazendeiros, com todas as luzes aconchegadas junto a si. Hoje, ela já não ouve juras mentirosas tampouco acredita em raros e falsos sorrisos, em vãs promessas. Iaiazinha não mais carrega um arco-íris no colo e sequer sonha mais.
NOTA: Tanto Malu Santinha quanto Iaiazinha são nomes oriundos da imaginação do autor, pura ficção. Desnecessário dizer, pois, que qualquer semelhança com a vida verdadeira deverá ser considerada mera coincidência.
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