DEU NO JORNAL

CHANCELER DE MENTIRINHA

Lula escanteou de novo o chanceler decorativo Mauro Vieira.

Para a reunião de quinta (14) entre Venezuela e Guiana, escalou Celso Amorim, chanceler de fato, bajulador do ditador Maduro, para representar o Brasil.

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Esse negócio de ter um chanceler de mentirinha, só pra comer o salário de ministro, é uma coisa típica desse desgoverno lulo-petralha.

E o cargo é ocupado por um tabacudo que não tá nem aí com esse constrangimento.

O esquerdóide descerebrado Celso Amorim é quem comanda a despolítica externo do Ladrão Descondenado.

Isso é cagado e cuspido a cara da republiqueta banânica 2023.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

O DINHEIRO PÚBLICO A SERVIÇO DO PROJETO DE PODER DO PT

Editorial Gazeta do Povo

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE)

O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE)

“Se tiver que fazer déficit, vamos ter que fazer. Senão a gente não ganha a eleição em 2024.” A frase do líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), sintetiza perfeitamente a forma como o petismo enxerga todas as instituições: como meros apêndices a serviço do partido, que pode usá-los – e ao dinheiro que eles administram – como bem entender. A fala veio em um encontro nacional do PT realizado no fim de semana para discutir estratégias para as eleições municipais do ano que vem, e a mensagem quase unânime é a de que a explosão do gasto público é essencial para turbinar as chances de vitória dos candidatos petistas em outubro de 2024.

Guimarães faz parte da ala do petismo que adotou como dogma o “gasto é vida” dilmista e defende uma revisão da meta que o próprio governo Lula determinou para cumprir em 2024: zerar o déficit primário, com uma banda de tolerância para cima ou para baixo sem risco de ter de adotar medidas de austeridade. O passe livre para a gastança é defendido também pela presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, que no mesmo evento falou em déficit de até 2% do PIB – oficialmente, Gleisi e o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) tentaram mudar a Lei de Diretrizes Orçamentárias para contemplar um déficit de 0,5% do PIB. Mas esta batalha, ao menos por enquanto, está sendo vencida pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que trabalha pela manutenção da meta atual.

“É claro que o governo Lula tem uma responsabilidade fiscal, mas temos um problema”, acrescentou Guimarães logo após defender o déficit. De fato, o partido tem um problema: quer conquistar o máximo possível de prefeituras, especialmente nas capitais estaduais e cidades importantes, para si ou para seus aliados. O Brasil também tem um problema: precisa crescer, oferecer confiança aos investidores, preservar o valor de sua moeda e evitar que a inflação escape novamente do controle, e isso só é possível com responsabilidade fiscal. Como a solução do problema do Brasil atrapalha a solução do problema do PT, Guimarães já anunciou sua escolha: sacrifique-se o país em nome do sucesso eleitoral em 2024.

Não deixa de ser curioso que declarações explícitas em defesa da gastança sejam feitas às vésperas de uma nova reunião do Conselho de Política Monetária (Copom). Nesta semana, o colegiado provavelmente aprovará uma nova redução de meio ponto porcentual na Selic, mas sempre aproveita os comunicados e atas para analisar a situação atual e explicar as condições necessárias para que a inflação se mantenha sob controle e permita que os juros continuem caindo. O Banco Central foi uma das unanimidades no encontro eleitoral do PT, pois tanto Gleisi quanto Haddad criticaram o órgão. Ignorando que foi o acerto da política monetária do BC que permitiu ao Brasil trazer a inflação para níveis menos preocupantes, Haddad afirmou que atual diretoria do BC é “durona” e “pouco arejada”.

Como em muitos outros assuntos, o que é bom para o PT é ruim para o Brasil. Para que os candidatos petistas e aliados tenham algo a mostrar a seus eleitores no ano que vem, José Guimarães e boa parte do petismo defendem que as torneiras sejam todas abertas e que o governo gaste como nunca. Mas, para isso, o Brasil terá de se endividar ainda mais, tendo de pagar juros mais altos como prêmio para quem ainda quiser emprestar dinheiro a um país perdulário, enfraquecendo sua moeda, diminuindo a confiança e afastando investimentos que geram emprego e renda. Com um país em desaceleração econômica, Lindbergh Farias ainda tem a capacidade de ir ao X (antigo Twitter) e dizer ser “inquestionável que estímulos fiscais em situações de baixo crescimento como devemos enfrentar em 2024 têm sim um papel enorme no crescimento do PIB”. Mas a gastança governamental como motor do PIB já foi testada poucos anos atrás pelo petismo, e o resultado ainda está fresco na memória dos brasileiros.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO JORNAL

VIAGENS DE FAMILIARES

Lúcio Vaz

Lula

A gastança dos familiares de Lula com seguranças em viagens pelo país

As despesas com diárias e passagens de seguranças nas viagens de familiares do presidente Lula já custaram R$ 4,2 milhões aos cofres públicos. De março a junho, algumas viagens tinham o registro de filhos do presidente – Lurian Cordeiro, Luís Claudio e Marcos Lula da Silva. Nos meses seguintes, esses dados foram mantidos sob sigilo. Na viagem de Lula a Juazeiro do Norte/CE, em setembro, houve o deslocamento de uma Pajero Full blindada para a primeira-dama, Janja da Silva, diante da possibilidade de “retomada da agenda da primeira dama”.

A despesa dos familiares do presidente está muito próxima dos gastos com as missões oficiais do vice-presidente, Geraldo Alckmin – R$ 4,6 milhões. Em algumas viagens, familiares de Lula contam com a segurança de até 30 ou 35 militares. O custo desses deslocamentos chega a superar os R$ 200 mil em cada uma das viagens, com duração de até duas semanas. Os detalhes das viagens são mantidos em sigilo durante o mandato presidencial, por questões de segurança, como prevê a Lei de Acesso à Informação. No caso, desinformação.

Nomes dos filhos sob sigilo

As viagens dos familiares de Lula começaram com moderação. Em 15 de março, três seguranças acompanharam Luís Cláudio Lula da Silva por dois dias, ao custo de R$ 10,6 mil. De meados de março ao final de junho, é possível identificar 46 viagens com o nome de cada um dos filhos de Lula, no valor total de R$ 184 mil. Eles estiveram no Rio de Janeiro, Brasília e Aracaju. A partir de julho, os nomes dos familiares ficaram sob sigilo. Mas estão disponíveis o destino, o número e o nome dos seguranças e o valor das diárias e passagens.

Até junho, as despesas com viagens de seguranças de familiares de Lula somavam apenas R$ 326 mil. Mas houve uma explosão de gastos em julho, num total de R$ 1,1 milhão. Depois, foram R$ 950 mil em agosto, R$ 734 mil em setembro e R$ 1 milhão em outubro. Os dados de novembro não estão fechados. Além de São Paulo, os destinos mais concorridos foram Jaguariúna (R$ 590 mil) e Aracaju (R$ 660 mil). A Presidência não paga as despesas pessoais dos familiares.

As maiores gastanças

Em 27 de julho, uma equipe de segurança de 33 militares, liderados por um oficial superior, deslocou-se a São Paulo para dar prosseguimento nos serviços de segurança de familiar do presidente da República em apoio ao Escritório de Representação da Presidência da República na cidade de São Paulo. Ali permaneceram por 15 dias. As diárias e passagens aéreas dos seguranças somaram R$ 174 mil. O valor médio das passagens foi de R$ 3,8 mil.

Em sequência, nova equipe de segurança com 32 integrantes, “em apoio a familiar” do presidente da República, voou para São Paulo, onde ficou por 15 dias. O valor médio das passagens dos seguranças chegou a R$ 5,1 mil – com a mais cara batendo em R$ 7,5 mil. A despesa total, incluindo as diárias, alcançou R$ 224 mil.

Outra equipe de segurança com 31 integrantes viajou a São Paulo, de 15 a 29 de julho, com a finalidade de dar prosseguimento nos serviços de segurança de familiar do presidente Lula. O valor médio das passagens alcançou R$ 5,6 mil. Os bilhetes mais caros chegaram a R$ 9 mil e R$ 13,7 mil. A conta para o contribuinte fechou em R$ 224 mil.

A equipe de segurança em apoio aos familiares do presidente e à implantação do Escritório de Representação em São Paulo custou R$ 202 mil em diárias e passagens. O valor médio das passagens foi de R$ 5,2 mil. A missão dos 32 militares foi de 6 a 17 de julho. O grupo foi liderado por um oficial superior.

Quem fez as maiores despesas?

O blog perguntou à Presidência da República quem foi acompanhado nas viagens com cerca de 30 seguranças: a primeira-dama ou filhos do presidente? Sobre o registro “Levar a viatura blindada Pajero Full, inclusive considerando a possibilidade de retomada da agenda da primeira-dama Janja da Silva”, na visita do presidente Lula a Juazeiro do Norte/CE, o blog perguntou: o veículo blindado foi realmente utilizado pela primeira-dama?

A Presidência repassou a demanda para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), responsável pela segurança dos familiares do presidente da República. Não houve resposta até a publicação da reportagem.

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

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ALEXANDRE GARCIA

LULA PODERIA SER MAIS INCISIVO COM MADURO

Lula e o ditador venezuelano, Nicolás Maduro

O Brasil parece que não está cumprindo o papel que era esperado do governo brasileiro de demover o ditador Maduro de invadir o país vizinho.

Maduro é devedor de Lula. O presidente brasileiro teria força pra fazer isso.

Mas, foi uma comitiva brasileira a Caracas e parece que o venezuelano ficou ainda mais solto depois de conversar com essa comitiva. Aí fez o plebiscito, ao qual compareceram apenas metade dos eleitores, já anexou no mapa, já tá lá Essequibo, já nomeou um general governador e estava ameaçando ir para Moscou falar com Putin, tipo “vou lá falar com meu aliado, assustar vocês”.

Adiou a viagem, falou com Lula (não sei se foi isso).

Mas o fato é que o presidente brasileiro do Brasil poderia ser mais incisivo e dizer: “Olha, se você invadir o país vizinho, acabou a nossa amizade. Não conte mais comigo para nada”.

Mas está assim meio enrolado: “Olha, tem uma nota no Mercosul”, “olha a Comissão de Estados Latino-Americanos e Caribenhos vai conversar a respeito com as partes”.

Mas como assim conversar com as partes? Não precisa conversar com a Guiana, ela não está fazendo nada. Tem que conversar com o Maduro.

Então, o governo brasileiro está meio “Pilatos”. Ou não quer se incomodar com Maduro, ou já recebeu um “fora” dele, ou quer ficar neutro.

Neutralidade aí, com um país que está ameaçando invadir o outro, tem outro significado.

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Festa de Bolsonaro em Buenos Aires

Bolsonaro fez uma festa em Buenos Aires. Andando pelas ruas, ovacionado por todo mundo. Brilhou na posse. Michelle brilhou também, na elegância e beleza.

Foi uma reunião com políticos de direita do mundo inteiro. Ficou faltando a Giorgia Meloni, da Itália, e o Donald Trump.

Só o que o norte-americano acho que estava era vibrando com a pesquisa do Wall Street Journal, que está mostrando que ele está com 37% pra eleição do ano que vem e o Biden com 31%. Seis pontos na frente. É uma força para o Trump.

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STF reprovado por 38% dos brasileiros

Saiu outra pesquisa, do Datafolha: Supremo está com reprovação de 38% de ruim e péssimo. Ótimo e bom, 27%. Regular – que é o pessoal que não acompanha, que diz “regular” – com 31%.

E o Congresso está com reprovação de 35% (parecido com o Supremo, um pouquinho menos) e aprovação de 18%, menor que a do STF. Regular 43%. É gente que não quer nem saber de política, o que é ruim, porque não está fiscalizando os seus mandatários.

É o mandante que não fiscaliza o seu mandatário. Não esqueça que “é só o olho do dono que engorda o gado”. É isso.

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No governo Bolsonaro, milhões de brasileiros saíram da pobreza

Saíram números do IBGE agora, mas do ano passado, do último ano Bolsonaro.

No último ano da gestão do ex-presidente, dez milhões de brasileiros saíram da extrema pobreza.

Vamos ver o que vai acontecer agora.

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Brasil tem advogados demais?

Por falar em números: Lula disse que o Brasil tem advogados demais.

O país tem 1.452.000 advogados. É um pra cada 145 brasileiros.

É bastante. Agora, tá cheio de gente que não é exatamente advogado, né. Foi lá, tirou bacharelado, mas tá lá atuando como despachante.

Tem uma coisa: é judicialização demais aqui nesse país. Inclusive aquela nociva, que substitui o Poder Legislativo.

O que não tem a menor chance de passar no Congresso (aborto, liberação de drogas…), o partido pequeno, que não vê o seu projeto aprovado, vai pro Supremo.

Aí vem o voto da Rosa Weber pelo aborto, por exemplo. Agora o novo presidente está segurando pra por em votação isso. Está protelando.

E não adianta. O Congresso não toca pra frente porque essas coisas morrem nas Comissões.

Se não passar pelo Congresso, não vale.

Não adianta, por exemplo, o Lula dizer que “precisamos de uma governança mundial para a Amazônia”. Qualquer tratado, acordo, tem que ser aprovado no Legislativo.

O Congresso é a fonte onde se espelha, onde se derrama, o poder popular.