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UMA FIGURA REPULSIVA

Em sua cruzada contra a metade do País que votou em Jair Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) se negou a incluir os presos pelos atos de vandalismo do 8 de janeiro do decreto de indulto natalino, afastando-se cada vez mais da expectativa de liderar a pacificação dos brasileiros.

Governa só para quem votou nele e, mesmo estes, a cada dia avaliam mal a sua gestão, como mostram pesquisas de avaliação, como a divulgada pelo Paraná Pesquisas ontem.

Em recente evento de radicais em Bruxelas, chamou eleitores de direita de “neofascistas”. E disse que “essa gente (…) tem que ser extirpada”.

Hoje tomado pelo desejo de vingança, Lula foi o mesmo que indultou o terrorista fugitivo Cesar Battisti, assassino cruel de 4 inocentes na Itália.

Também se negou a condenar terroristas do Hamas que assassinaram 1.300 civis (inclusive brasileiros) em Israel, país amigo e democrático.

Lula não reavaliou sua simpatia pelo Hamas nem quando se confirmou que os terroristas arrancaram a facadas bebês do ventre de mães judias.

* * *

Pensou num absurdo?

Pois bem: o Lula sempre ultrapassa.

Esse Ladrão Descondenado é simplesmente asqueroso.

As urnas eletrônicas que botaram ele no poder vão arder nas profundas de Satanás.

O terrorista confesso Cesare Battisti, que ganhou indulto de Lula, é menos criminoso do que os idosos e enfermos presos pelo 8 de janeiro?

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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ESQUERDA USA SUPOSTO HACKEAMENTO DO PERFIL DA ESBANJA PARA AVANÇAR COM AGENDA AUTORITÁRIA

Leandro Ruschel

O desgoverno não toma os cuidados mínimos de segurança para uma conta dessa visibilidade e a culpa é da rede social???

A Esbanja ainda fala a bobagem que Musk teria “ficado muito mais milionário com o ataque”.

COMO???

O esquerdismo gira em torno da vitimização e da mentira, além do ataque aos bem sucedidos.

A rede social retirou os posts num prazo razoável, num tratamento preferencial que praticamente nenhum outro usuário teria.

Além disso, ela foi agraciada com um inquérito tocado pelo Supremo (mesmo não contando com foro privilegiado), com atuação a jato da PF, com identificação e punição dos autores em poucos dias, um privilégio gigantesco, num país marcado pela lentidão da Justiça e pela impunidade.

Pior, ainda apresenta o projeto de Lei das Fake News como “solução” para o problema, sendo que se a lei estivesse vigente, não mudaria em nada o que ocorreu com a Esbanja.

Na verdade, a esquerda usa o episódio para avançar com a censura nas redes.

Esse é o verdadeiro propósito.

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VELHAS E NOVAS LIÇÕES DA ESQUERDA SOBRE O JORNALISMO

Jocelaine Santos

Velhas e novas lições da esquerda sobre o jornalismo

É curioso perceber a diferença entre a teoria e a prática, entre o discurso e a ação. Falar sobre virtudes é bem diferente de ser virtuoso; defender ideais elevados não significa necessariamente (infelizmente) que se viva tais ideais na prática. Claro, pode ser que haja um verdadeiro desejo de agir da forma como se diz. Nesse caso, há pelo menos a intenção de se agir bem. Já é um começo. Muito pior é quando quem faz o discurso nunca teve a real intenção de buscar a realização daquilo que prega.

Mais ou menos isso é o que ocorre com a esquerda brasileiras em relação ao jornalismo e a liberdade de imprensa e pensamento. Mas é bom que se diga que isso não ocorre apenas com a esquerda: temos várias instituições e políticos de diversos matizes ideológicos que estão exatamente na mesma situação: defendem aos quatro ventos a liberdade de imprensa, expressão, pensamento e agem de todas as maneiras possíveis para censurar e impor sanções a quem diz aquilo de que não gostam.

Anos atrás, por exemplo, uma das lições mais repetida pelos professores com mais afinidade com a esquerda dentro das faculdades de comunicação era a de que o jornalismo dos grandes veículos só atendia aos interesses do capitalismo. Eram sempre “chapa-branca”, como se dizia na época, quando um veículo sempre estava do lado do governo, funcionando como uma grande assessoria de imprensa, publicando apenas elogios e matérias para promoção e blindagem do governo de plantão. A população, coitada, nunca tinha acesso ao que de fato acontecia dentro dos governos porque a “grande mídia” não deixava.

“Um absurdo”, repetiam os professores de esquerda. “Jornalismo não pode ser assim. Precisa ser livre, democrático, popular”, insistiam.  Falavam também do clima de terror dentro das redações, onde os jornalistas assalariados não podiam escrever uma vírgula sequer que contrariasse os interesses dos “donos” da mídia. Bom mesmo eram os jornais de sindicatos, movimentos sociais e afins, que, “bravamente”, resistiam à lógica capitalista, e só assim conseguiam tornar realidade o propósito de informar bem e “dar voz à população”. Lá, os jornalistas eram livres, podiam mostrar a realidade.

Outra crítica comum dos professores de esquerda era a chamada concentração dos meios. Poucas pessoas tinham o “poder” de publicar e veicular conteúdos nos meios de comunicação. A população não tinha como expressar suas posições e pensamentos, eram continuamente calados pelo sistema. Por isso todas as formas de comunicação alternativa eram enaltecidas, rádios e tvs comunitárias, e a internet despontava como um alento: com as redes sociais, finalmente, o povo teria voz, poderia ter acesso a meio de contrapor os grandes veículos de comunicação. Sociedade em Rede, de Manuel Castells, era leitura obrigatória.

Seria interessante ver, hoje, se esses professores ainda defendem as mesmas ideias. Será que conseguiriam chamar de imprensa chapa-branca os jornais de sindicados, movimentos sociais e partidos que só sabem tecer elogios aos disparates de Lula e sua equipe? Teriam coragem de apontar a perseguição cada vez mais desenfreada aos jornalistas e colunistas de veículos que ainda resistem e insistem em tentar exercer a liberdade de imprensa sem se curvar aos ditames dos poderosos de plantão? Defenderiam a liberdade de expressão e o direto de voz da população nas redes sociais? Teriam a capacidade de elogiar os grandes veículos e suas reportagens que mostram a podridão embrenhada nas esferas do poder? Duvido muito.

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CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

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VISITOU MAIS O XEIQUE DO QUE OS ESTADOS

Com apenas 11 dias para terminar o ano e com tempo de sobra para agendas internacionais, o presidente Lula, não deu as caras em oito estados: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Tocantins e Santa Catarina.

Desta lista, Lula levou a pior na maioria dos estados no segundo turno. Venceu só em AL (58,68%), TO (51,36%) e ganhou raspando em MG, com diferença de apenas 0,4% (50,2%).

Em RO e AC, Bolsonaro levou mais de 70% dos votos.

A lista de estados ignorados só não é maior porque Lula, pela primeira vez, na sexta (15), foi ao Espírito Santo, e ao Amapá na segunda (18).

Lula também ignorou uma das estrelas do agronegócio, Goiás. O estado também teve maioria votante em Jair Bolsonaro, 58,71%.

Lula levaria apenas 13 minutos de voo entre Brasília/Goiânia. Em junho, a agenda de Lula no estado foi cancelada sob desculpa de mau tempo.

Lula esteve mais vezes visitando o xeique Mohammed bin Rashid Al Maktoum (Emirados Árabes) do que em 22 dos estados brasileiros.

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É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!!

É desolador saber que um sujeito desse nível está governando o nosso amado Brasil.

Mais desolador ainda é ter consciência de que ele foi colocado lá onde está eletronicamente.

Coitado desse nosso país.

Vamos rezar!!!