DEU NO X

DEU NO JORNAL

POLODORO ESTÁ ÀS ORDENS

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), pregou aviso: que o MST não se meta a besta, incluindo seu Estado entre aqueles que pretende invadir, de acordo com anúncio desta segunda-feira (22) dessa entidade de “amigos do alheio”.

Caiado disse que a lei será usada com rigor e que os órgãos de segurança do seu governo estão atentos: não será tolerada nenhuma invasão de prédio público ou privado, de propriedade urbana ou rural. Invadiu, será retirado imediatamente.

Uma das estrelas do agronegócio, Goiás é o terceiro maior produtor brasileiro de proteína animal, de acordo com a CNA, entidade do setor.

Caiado se orgulha do fato de não haver uma única invasão de terras em seu Estado, neste momento, e garante que continuará assim.

O governador resumiu ontem em uma frase, na TV BandNews, sua ordem às polícias: “em Goiás, bandido muda de profissão ou de Estado”.

* * *

Depois que li essa notícia aí de cima, enviei uma mensagem para o governador Ronaldo Caiado.

Coloquei à disposição dele o nosso querido jumento Polodoro, mascote desta gazeta escrota.

A pajaraca de Polodoro é na medida certa pra enfiar no furico dos bandidos do MST.

Cada cutucada rebenta um dezena de pregas.

O bandidão Stédile vai gemer durante 13 dias com uma única estocada do nosso estimado bichinho.

Polodoro à disposição para arrebentar pregas de bandidos: sem cuspe e sem vaselina

ALEXANDRE GARCIA

OS FRUTOS QUE LULA QUER COLHER NA ECONOMIA ESTÃO TODOS PODRES

Segmento aguarda com ansiedade pelo Plano Indústria.

Indústria terá centenas de bilhões de reais em subsídios e incentivos até 2026

O governo anunciou na segunda-feira um plano para ajudar a indústria brasileira, com R$ 300 bilhões em financiamento e subsídios, principalmente via BNDES. Paradoxalmente, o anúncio repercutiu muito mal no mercado. A bolsa caiu, o dólar subiu, voltou a estar perto de R$ 5. Não pegou bem porque todos ficam se perguntando: e o orçamento? E as contas públicas? Protecionismo de novo? Isso é volta ao passado, coisa de governo militar, o Estado protegendo a indústria, estimulando não a produtividade, mas a ociosidade, facilitando as coisas para uma indústria que só quer que o governo não atrapalhe, não imponha empecilhos nem problemas.

A riqueza do governo é o que ela tira da nação, e a nação não dá espontaneamente. A riqueza da nação é aquela gerada quando se produz, quando se vende, quando se presta algum serviço. O Estado não: ele simplesmente arrecada, com o compromisso de prestar bons serviços de segurança, de garantir a propriedade, os direitos, de proporcionar infraestrutura mínima para a sociedade funcionar. A bolsa despencou também na semana passada e havia motivo: as ações da Vale, uma das blue chips da bolsa, caíram porque o governo quer botar Guido Mantega no Conselho de Administração.

Tudo isso vai se somando. Lula, no Recife, se justificou dizendo que não fez muita coisa no primeiro ano porque tinha de preparar o terreno para plantar, mas que agora vai colher os frutos. Um desses frutos é a Refinaria Abreu e Lima, que Lula disse que a Petrobras vai fazer sozinha. Já é um susto. Ainda temos a medida provisória que tentou revogar a desoneração da folha dos 17 setores que mais empregam – parece que ela será retirada. E agora temos esses R$ 300 bilhões, que estão indicando desequilíbrio nas contas públicas por causa do crédito subsidiado para a indústria. O CEO da Gerdau disse até que pode rever investimentos, porque o governo está desestimulando, tirando a competitividade da indústria brasileira.

* * *

Presidente paraguaio deixou Lula sem argumentos em discussão sobre Itaipu 

O presidente Lula ficou chateado com o ministro da Fazenda porque não soube, na reunião com o presidente do Paraguai, Santiago Peña, oferecer dados que se contrapusessem aos dados do paraguaio – que já foi ministro da Fazenda – sobre a necessidade de aumentar o pagamento do Brasil por Itaipu, aportar mais dinheiro para o Paraguai. Nossos ministros não souberam fazer o dever de casa.

* * *

Chefão do MST promete mais invasões em 2024

João Pedro Stédile, que o presidente já levou em duas ou três viagens, está prometendo que este ano vai acirrar a “luta social”. “Luta social” é um eufemismo para invasões, tal como aconteceu sábado na Bahia no sábado, com um desfecho trágico: pataxós invadiram a fazenda, houve reação dos fazendeiros, uma índia foi morta e um cacique foi baleado nesse país que precisa de liberdade de expressão, segurança pública e respeito à propriedade. Do outro lado da fronteira, na Argentina, o presidente Javier Milei anunciou que este ano será o ano da liberdade, da segurança pública e da propriedade.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

QUAL É O PROBLEMA COM DAVOS, AFINAL?

Leandro Ruschel

Eu era um estudante de engenharia em Porto Alegre em 2001, quando a cidade recebeu o primeiro Fórum Social Mundial, um encontro de organizações de extrema-esquerda, para promover a agenda socialista.

Declaradamente, o evento tinha como objetivo fazer um contra-ponto ao Fórum Econômico Mundial, que seria o maior representante do “neoliberalismo”, o bicho-papão dos esquerdistas, à época.

Lembro de ter achado graça de ver militantes do MST, gritando “Fora FHC, Fora FMI”, segurando uma faixa com os dizeres “fora ianques”, na fila para comprar um McDonald’s.

À época, eu não fazia ideia que o paradoxo era muito mais profundo do que o representado por militantes de extrema-esquerda ajudando a engordar o caixa de uma multinacional americana.

Na verdade, boa parte das ONGs que participavam do primeiro Fórum Social Mundial já era bancada por fundações bilionárias para promover a agenda socialista, entre elas a Fundação Ford, a Fundação Rockefeller e a Open Society, de George Soros.

Soros, por sua vez, sempre foi um grande entusiasta do Fórum Econômico Mundial, participando dos seus encontros há muito tempo. Numa entrevista de 99 para a Forbes, Klaus Schwab, fundador do Fórum, se gabava de ter influenciado Soros a adotar as ideias que guiariam a sua atuação política.

Passados mais de 20 anos, quase ninguém fala mais em Fórum Social Mundial, enquanto o Fórum Econômico Mundial é talvez o mais influente evento político do planeta, deixando cada vez mais evidente a sua agenda extremista de esquerda.

O discurso do presidente argentino foi direto ao ponto, num recado aos CEOs, acadêmicos, autoridades públicas, jornalistas e outros integrantes da elite global, reunida em Davos:

“O Ocidente está em perigo porque aqueles que deveriam defender os seus valores estão capturados por uma visão de mundo que leva inexoravelmente ao socialismo, e à pobreza”.

Milei só não deixou tão claro no discurso quem seriam as vítimas do empobrecimento: o grosso da população. Com certeza não seriam os integrantes do Fórum Econômico Mundial, a cada ano mais ricos e poderosos.

Estudando mais a fundo os escritos de Klaus Schwab, fica evidente que ele nunca foi um defensor do capitalismo e do livre mercado. O que ele defende é basicamente um modelo político fascista: a união entre governos e corporações para implementação de agendas ideológicas. É um arranjo profundamente antidemocrático.

Pegue, por exemplo, a principal agenda do Fórum nos últimos anos: a transição para uma “economia verde”. Sem entrar no mérito sobre qual é a verdadeira ameaça oferecida pelo “aquecimento global”, ou a eficácia das medidas propostas para combatê-lo, quem deve decidir sobre a implementação de tal medida?

A mudança na matriz energética do mundo tem implicações gigantescas, especialmente na vida dos mais pobres, já que o aumento do custo da energia afeta desproporcionalmente essa população. O povo não deveria ter o direito de votar sobre isso? De pelo menos ouvir críticas ao plano, tratadas como “fake news” e prontamente censuradas? Ou deve ser tudo definido por ricaços, que emitem mais carbono numa viagem de jatinho até Davos do que o ser humano médio produz durante toda a sua vida, enquanto querem proibir o povão até mesmo de comer um bife?

O jogo da elite globalista é evidente: concentrar poder político e econômico, solapando as soberanias nacionais e a próprio democracia, em benefício próprio. Lord Acton nos alertava que “o poder tende a corromper, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. Ele também falava que “o perigo não é que uma determinada classe seja incapaz de governar: toda classe é imprópria para governar.”

Eis o problema com Davos.

DEU NO JORNAL

PERGUNTAS URGENTES A JOSÉ GENOINO

Marcos L. Susskind

O então presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoino, durante entrevista no dia 4 de outubro de 2004,em São Paulo.

O então presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), José Genoino, durante entrevista no dia 4 de outubro de 2004,em São Paulo

Sr. José Genoino:

Ouvi parte da entrevista na qual o senhor propõe cortar laços com Israel e boicotar as empresas de Judeus.

No intuito de seguir suas nobres instruções, ficam algumas perguntas para as quais preciso de suas respostas:

1- Meu vizinho é dono de um pequeno supermercado onde procuro comprar para prestigiar o pequeno comerciante.

Este rapaz está se convertendo ao judaísmo.

Devo boicotá-lo desde já, apesar que ele ainda é cristão ou devo esperar para boicotar só depois da conversão?

2- A sapataria onde compro os tênis de meu filho é de um casal. Ocorre que ele é cristão e ela é judia. Devo boicotar totalmente, não devo boicotar ou passo a comprar um pé lá e outro em outra loja? Afinal um dos sócios não é judeu.

3- Meu primo precisa abrir uma veia do coração que está entupida. A melhor forma seria colocar um stent. Acontece que stent é invenção israelense e eles recebem royalties. Para fazer o boicote sugerido devo insistir para que meu primo arrisque a vida em operação de peito aberto ou falo para ele morrer? Ou, neste caso especial, pode esquecer o boicote?

4- Você propôs parar de usar equipamentos de segurança israelenses. Suécia, Inglaterra, Alemanha e muitos outros países usam tecnologia de segurança proveniente de Israel. A segurança em nossas cidades não é uma “maravilha”. Será que sem os equipamentos israelenses vai melhorar?

Sabe, Genoíno: Hitler e seus seguidores começaram com propostas iguais às suas. Será que você vai evoluir para eliminar judeus dos serviços públicos e, num estágio posterior, para matança em massa de judeus?

O antissemitismo começa sempre atacando os judeus mas nunca para só nos judeus.

Então termino com um alerta aos negros, aos nordestinos, aos evangélicos, aos LGBT e a toda e qualquer minoria: cuidem-se!

Afinal, as demais minorias sempre são vítimas posteriores. Todo cuidado é pouco.

Você, Genoíno, responderá ou seguirá os demais membros de seu partido, que jamais respondem aos eleitores?

Marcos L. Susskind é radialista e guia de turismo em Israel

DEU NO X

DEU NO JORNAL

A TABELA DO IMPOSTO DE RENDA E AS PROMESSAS NÃO CUMPRIDAS

Editorial Gazeta do Povo

Trabalhador que ganha dois salários mínimos passará a pagar Imposto de Renda na fonte

A notícia de que, em 2024, brasileiros que recebem dois salários mínimos sentirão a mordida do leão, tendo de pagar Imposto de Renda Pessoa Física, despertou uma indignação justa, por duas razões. A primeira delas é a situação em si, já que novamente os cidadãos mais pobres acabam punidos sem o reajuste da tabela do IRPF, contrariando os princípios mais básicos da justiça tributária. A segunda é o enorme descompasso entre essa realidade e as promessas de Lula, tanto durante a campanha eleitoral quanto depois da posse.

A falta de reajuste da tabela do IRPF representa um aumento indireto de impostos por razões óbvias. À medida que as remunerações dos trabalhadores são corrigidas – mesmo quando os reajustes acabam ficando abaixo da inflação – e a tabela não é alterada, brasileiros que antes estavam isentos do IRPF acabam entrando na faixa sujeita a tributação, como acaba de acontecer com quem recebe dois salários mínimos, e outros que já pagavam o IRPF mudam de faixa, pagando alíquotas maiores. Consequentemente, o governo arrecada mais sem precisar realizar nenhum tipo de ato normativo nem se empenhar pela aprovação de um projeto de lei no Congresso. Ainda que as alíquotas sejam progressivas, é evidente que colocar na boca do leão cada vez mais brasileiros, com remunerações cada vez mais baixas em termos de salários mínimos, é caminhar na direção diametralmente contrária do que preconiza a justiça tributária, pela qual quem tem mais paga mais.

E não faltou quem apontasse a enorme contradição entre o discurso e a prática do presidente Lula. Nos últimos meses, o petista e seus apoiadores na classe política e na imprensa têm dito que a promessa de isentar do IRPF quem ganhasse até R$ 5 mil mensais seria cumprida gradualmente até o fim do mandato. No entanto, uma busca rápida mostra que não era bem isso que Lula e o PT alardeavam. O próprio site do PT traz uma publicação, datada do período de transição, afirmando que “uma das principais propostas da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva, a correção da tabela do Imposto de Renda, com isenção para quem ganha até R$ 5 mil, é uma necessidade urgente e integra a lista de medidas que serão implementadas em 2023” (destaque nosso).

Obviamente, um reajuste destas dimensões teria um enorme efeito negativo sobre a arrecadação, e isso já era admitido pelo próprio Lula durante a campanha. Mas, enquanto minimizava uma promessa, fazia outra – que também deixaria de cumprir. Em discurso a metalúrgicos no ABC paulista, em agosto de 2022, o petista afirmou que “nós vamos ter que discutir, porque na hora que você fizer isso, você vai ter que deixar de arrecadar uma quantidade enorme de dinheiro (…) agora, o reajuste, independentemente de qualquer coisa, a gente vai fazer isso todo ano”. Pois o brasileiro não viu nem uma coisa nem outra no ano recentemente encerrado: não apenas o patamar de isenção não foi elevado para R$ 5 mil, como também não houve reajuste nenhum, ainda que ínfimo.

No entanto, é preciso dizer que o congelamento da tabela não é obra exclusiva de Lula. O último reajuste ocorreu no governo de Dilma Rousseff, para o IRPF de 2016, que tinha 2015 como ano-base – e ainda assim ficou muito abaixo da inflação: contra um IPCA de 10,67% em 2015, o reajuste foi de 6,5% nas duas faixas de menor renda (incluindo os isentos), 5,5% na terceira faixa e 4,5% nas duas faixas de maior renda. Nem Michel Temer, nem Jair Bolsonaro mexeram na tabela – este último também prometeu a isenção para quem recebesse até R$ 5 mil, tanto na campanha vitoriosa de 2018 quanto nas eleições de 2022, mas o máximo que fez foi propor elevar o limite de isenção para R$ 2,5 mil dentro de um projeto de lei mais amplo de reforma tributária fatiada, que ficou parado no Congresso. Essa escolha dificultou o reajuste ao deixá-lo atrelado a outros itens bem menos consensuais, como a taxação sobre lucros e dividendos, enquanto em ocasiões anteriores o Congresso aprovou tranquilamente as medidas provisórias que atualizaram a tabela do IRPF.

O brasileiro, portanto, fica com o pior dos dois mundos. Uma tributação bastante pesada sobre produção e consumo – o pior tipo de imposto em termos de justiça tributária, já que rico e pobre pagam exatamente o mesmo valor sobre um produto ou serviço –, que não é compensada por uma taxação mais leve sobre renda e patrimônio; pelo contrário, sem as devidas correções o garrote está cada vez mais apertado. E esta distorção, ao que tudo indica, não será eliminada pela reforma tributária que o Congresso vem analisando – nem no projeto que implanta o IVA dual, já aprovado, nem nas próximas etapas, que pretendem reformar outras partes do sistema tributário.

MARCELO BERTOLUCI - DANDO PITACOS

A TAL DEMOCRACIA, DE NOVO

Recentemente, o colunista do JBF Percival Puggina fez em sua coluna a seguinte citação:

João Camilo de Oliveira Torres ensinou em Harmonia Política (1961): “democracia é o Estado em que todos os poderes estão sujeitos à Lei e que tem como fundamento e condições para exercício o consentimento dos cidadãos, como finalidade, o bem comum do povo e como limite, os direitos fundamentais do homem”.

Todas as definições desta citação estão erradas. A tal democracia é usada como uma palavra mágica que pode resolver todos os problemas, e quando não resolve, é porque “não é democracia”. É sim, infelizmente. A democracia “ideal” poderia existir em um mundo de anjos, mas em um mundo de humanos imperfeitos, é isso que temos. Platão, 2400 anos atrás, já dizia em sua obra “A República” que a democracia é o pior dos sistemas de governo, e que sempre degenera em tirania.

Mas voltemos à citação do Percival para ver porque ela é irreal, parte por parte:

“todos os poderes estão sujeitos à Lei”

Como os poderes estarão sujeitos à lei se eles fazem a lei, modificam a lei sempre que desejam e interpretam a lei na forma que acham conveniente? E quando alguém resolve contestar, também são eles que julgam se a lei está sendo cumprida ou não.

“como fundamento o consentimento dos cidadãos”

Que consentimento? Os cidadãos são obrigados a votar, e aqueles que são eleitos ganham o poder de fazer o que quiserem. Ao cidadão, resta apenas pagar a conta. Ou algum cidadão foi consultado quando nossos deputados decidiram conceder a si mesmos os 5 bilhões do fundo partidário? Não existe nada na constituição ou em lei alguma que diga que o governo deve pedir o consentimento dos cidadãos para fazer o que quer que seja.

Disse certa vez um prefeito de São Paulo: “Governar é como cuidar do filho adolescente. Temos que fazer o que é bom para ele, não o que ele pede. Ele vai reclamar, mas um dia vai entender”.

Para deixar bem claro: o prefeito afirmou que sua função não é fazer o que o povo deseja. É fazer o que ele, prefeito, acha certo, mesmo contra a vontade do povo. O que nos leva ao ítem seguinte:

“como finalidade, o bem comum do povo”

O problema aqui é óbvio: quem define o que é “bem comum”? E por quê o “bem comum” deve ser único para todos? Por quê algumas pessoas devem ter o direito de impôr a todas as outras a sua noção de certo e errado?

“como limite, os direitos fundamentais do homem”

Falso. Os direitos fundamentais não definem o limite da lei, a lei é que define limites para os direitos fundamentais. Para o governo, os direitos fundamentais não são nem direitos nem fundamentais: são bondades que o poder concede, condicionados ao bom comportamento do cidadão que os recebe e às circunstâncias políticas, podendo ser cancelados a qualquer momento.

Isso foi dito claramente alguns anos atrás pelo ministro da justiça:

“Princípios básicos do Estado de Direito:

1.Há direitos fundamentais.
2.Não há direitos fundamentais absolutos.
3.As liberdades de expressão e imprensa são direitos fundamentais.
4.Tais direitos são limitados pela lei.”

Então, qual a solução? A solução é parar de pedir “mais democracia”, porque na prática isso significa mais governo, mais normas, mais decretos, mais órgãos públicos, mais estatais, mais impostos e menos liberdade. Deveríamos pedir menos governos, menos leis e menos impostos, porque isso traria o que realmente importa: a liberdade.

PENINHA - DICA MUSICAL