Uma imagem vale mais que mil palavras*
Conhecem os dois do vídeo? pic.twitter.com/qZPrWEhYY5
— Maria P (@damadanoite14) February 20, 2024
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Após a reprimenda humilhante de Israel ao governo Lula (PT), em pleno Museu do Holocausto, para comunicar que o petista é persona non grata naquele país, e a repulsa mundial às declarações irresponsáveis do presidente brasileiro, a crise não deve piorar, segundo expectativa dos diplomatas mais experientes do Itamaraty.
As relações bilaterais ficarão “congeladas” ou prejudicadas, ao menos enquanto Lula e Netanyahu ocuparem seus cargos, mas não devem evoluir para um rompimento.
As afirmações levianas de Lula foram feitas fora do discurso preparado pelo Itamaraty. Ele quis improvisar e acabou provocando um desastre.
Fontes do Itamaraty acham que Lula reproduziu insultos a Israel que teria ouvido de radicais como Celso Amorim, notório bajulador do Hamas.
Passando pano em terroristas que matam judeus e até no regime da Rússia, que mata opositores, Lula faz história assim, com “h” minúsculo.
Não se tem notícia de governante “persona non grata”, como Lula. É uma vergonha para o Brasil, para nossa diplomacia, para os brasileiros.
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Isso mesmo.
O Bandido Descondenado faz história com “h” minúsculo, conforme está escrito nessa nota aí de cima.
No futuro, os estudantes vão se deparar com uma fossa cheia de merda quando tiverem que estudar o desgoverno petralha.
Esse cabra safado tornou o nosso querido Brasil uma vergonha mundial.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
Nem a Globonews consegue defender lula: “As declarações dele são a cópia exata da propaganda adotada por partidos e organizações que são contra o estado de Israel.” pic.twitter.com/jo6V5yAc88
— Carlos Jordy (@carlosjordy) February 20, 2024

O presidente Lula comparou Israel aos nazistas durante viagem oficial à África
Uma pesquisa Quaest mostra que 90% dos pesquisados reprovam as declarações de Lula contra Israel. Já faz muito tempo que ele tomou partido nisso. Assim que Lula assumiu o governo, por exemplo, autorizou que dois navios iranianos aportassem no Rio de Janeiro, contra a opinião dos Estados Unidos, que considera esses navios de guerra terroristas. Lula gosta do Irã, gosta do Hamas, já fez várias manifestações a respeito disso, tomou partido e agora é persona non grata em Israel.
Lula chamou o embaixador brasileiro em Israel, o que é um passo para cortar relações diplomáticas. O embaixador tinha sido convocado pelo governo israelense, houve um encontro no Museu do Holocausto. O Brasil, em troca, também chamou o embaixador israelense; talvez, para dar o troco, o governo brasileiro pediu que ele, que mora em Brasília, fosse ao Rio de Janeiro, lá no antigo prédio do Itamaraty, que ainda funciona como um escritório de representação.
Parece que vão romper relações, ou pelo menos esta já é a maior crise criada pela boca do presidente, que não está bem a par da realidade. Todos sabem, desde sempre, que Israel avisa antes dos ataques. Diz aos palestinos “saiam daí os civis que nós vamos pegar aqueles que usam vocês como escudo” – escudo, no caso, dentro de hospitais, dentro de agência da ONU. Ao tomar essa atitude, Lula não está brigando só com Israel; está brigando com todos os países que cortaram o auxílio para a agência da ONU que estava infiltrada pelo Hamas na Faixa de Gaza, países como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Áustria e Suécia. E, principalmente, briga com a maioria do povo brasileiro, cuja cultura é judaico-cristã.
Eu não gostaria de comparar com o governo anterior, mas, para dar outro exemplo, Lula está apoiando abertamente Vladimir Putin, que foi acusado no mundo inteiro de ser o responsável pela morte do opositor Alexei Navalny, falecido na prisão. E Lula disse “para que essa pressa em apresentar culpados? Depois vão se arrepender”. Já o presidente anterior foi a Moscou conseguir benefícios para o Brasil, no caso dos fertilizantes que estavam sendo necessários na época, tanto que o presidente brasileiro teve recepção melhor que o francês Emmanuel Macron da parte de Putin, como se viu.
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Farras da Conae e de feira do livro em Cuba sugam dinheiro dos nossos impostos
Você sabe quanto pagou por aquela Conferência Nacional de Educação que produziu um documento de 135 páginas que não fala muito de Física, Química, Matemática, Geografia, Português, e fala muito de direitos LGBT e coisas semelhantes, bem ao gosto de Gramsci, Paulo Freire e Karl Marx? Você pagou R$ 10,2 milhões dos seus impostos, segundo a Gazeta do Povo. Foram 1,9 mil viagens de gente do Brasil inteiro, R$ 3,6 milhões em passagens. As diárias deram R$ 3,1 milhões. Para a UnB, onde foi feita a reunião final nacional, mais R$ 3,5 milhões. Teve pessoa física que recebeu R$ 29 mil. É um aviso para os congressistas que vão votar esse plano de educação, que vale por dez anos.
E ainda não sei quanto dos nossos impostos pagamos para uma comitiva brasileira, que não é pequena, ir a uma feira internacional do livro em Havana. Eu imagino que livros estarão lá em Cuba. Foi todo mundo, inclusive a ministra da Cultura, todos recebendo passagens e diárias pagas pelo dinheiro dos seus impostos. Uma festa durante uma semana.
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OAB reclamou de delegado que violou sigilo entre advogado e fonte no inquérito do aeroporto de Roma
Há uma expectativa muito grande sobre essa ação da OAB, que acionou o Supremo e a Procuradoria-Geral da República para reclamar do delegado federal que presidiu o inquérito dos Mantovani, aquele do aeroporto de Roma, e que tornou pública a conversa entre o advogado Ralph Tórtima e o seu cliente Roberto Mantovani Filho. Estou curioso para saber o resultado disso; é preciso respeitar os direitos alheios, inclusive os de pessoas sobre as quais nem sequer se concluiu que valia a pena indiciar.
Além de comparar a ação israelense na Faixa de Gaza ao holocausto de judeus na Alemanha nazista, o presidente Lula (PT) aproveitou para passar pano para os ditadores Vladimir Putin e Nicolás Maduro.
Após a morte do principal opositor do russo, Lula disse é preciso “fazer uma investigação” antes de qualquer acusação.
O petista deu resposta semelhante à expulsão de funcionários da ONU pela Venezuela do seu companheiro Maduro: não tem “informações do que está acontecendo”.
O ditador Maduro expulsou do país todo o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos de Caracas, na Venezuela.
Principal opositor de Putin, Alexei Navalny morreu numa prisão na Sibéria Ocidental, após anos de batalha na Justiça por ser “extremista”.
“Não sei se ele estava doente, se tinha algum problema”, disse Lula sobre o opositor morto de Vladimir Putin.
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Esse tabacudo é uma vergonha.
Uma vergonha mundial.
A primeira coisa que me vem à cabeça, ao tomar conhecimento dessa desgraça instalada em nosso país pelo governo petralha, é saber que ainda tem gente que defende o Ladrão Descondenado com unhas e dentes até hoje.
Mesmo depois de tudo que tem acontecido desde que ele tomou posse.
Como bem dizia Seu Luiz, meu saudoso pai, gente besta e mato é o que mais tem nesse mundo.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!
Cartaz do filme quando lançado em DVD
Quando Clint Eastwood encarnou seu “pistoleiro sem nome” na célebre Trilogia dos Dólares, de Sergio Leone, o gênero western ganhou um novo padrão. Não mais o cowboy bom-moço de outros clássicos do gênero, como os interpretados por John Wayne. Agora o protagonista demonstrava claramente sua moral duvidosa e seus óbvios traços de cinismo. Não é segredo para ninguém que ali o protagonista de western ganhou contornos bem mais humanos e quase que fronteiriços entre o herói e o anti-herói. Também seria óbvio dizer que os irmãos Coen conheciam muito bem essa evolução quando filmaram Onde Os Fracos Não Tem Vez. Mas a obra-prima de 2007 é muito mais que um simples padrão modernizado do gênero. Os diretores adicionaram elementos que modificaram sua estrutura e seu espírito. Se o longa-metragem o subverte ao dar o protagonismo a um anti-herói inequívoco, ele acaba também por modificar os próprios moldes dos vilões tradicionais, já que Anton Chiguhr é em tudo atípico.
Qualquer análise sobre Onde Os Fracos Não Tem Vez gravitará necessariamente em torno de seu anti-herói – um dos maiores vilões da história do cinema. Javier Bardem interpreta Chiguhr de modo assombrosamente inspirado e o compõe de uma série de maneirismos que revelam sua frieza, sua soberba e sua completa loucura. Seu corte de cabelo excêntrico parece ser usado por ele como uma ironia ou um deboche. Impressiona seu ritualismo a cada cena. Ele caminha calmamente até suas vítimas e dialoga com elas sem jamais se exaltar, agitar-se. O personagem decide com lances de uma moeda se seu interlocutor morrerá ou viverá.
Anton Chiguhr nega o livre arbítrio. Seus atos são reflexos de uma força que não demora a se revelar – o psicopata dos irmãos Coen encarna a própria força da morte. Irreprimível e atemporal. Nenhum dos personagens do longa-metragem apresenta registros de historicidade. Nada sabemos sobre eles. Nem suas motivações nem seus objetivos. Presente, passado e futuro tornam-se um só.
Texas, década de 80. Um traficante de drogas é encontrado no deserto por um caçador pouco esperto, Llewelyn Moss (Josh Brolin), que pega uma valise cheia de dinheiro mesmo sabendo que em breve alguém irá procurá-lo devido a isso. Logo Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade, é enviado em seu encalço. Porém para alcançar Moss ele precisará passar pelo xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones). Excelente filme que demorei muito para assisti. Um filme bem tenso e para deixar mais tenso ainda o telespectador o filme não tem trilha sonora e com uma brilhante atuação de Javier Bardem, com uma fotografia soberba. Oscar merecido.
“Onde os Fracos não têm Vez” é, sem dúvida o auge dos irmãos Coen, que aqui fazem um trabalho de mestre em um filme que faz uma reflexão sobre os tempos de violência.
O filme acompanha um ex militar Llewelyn Moss que encontra em um cenário de crime uma maleta contendo 2 milhões de dólares. Ele decide levar para casa mesmo sabendo que vai dar errado. Um psicopata sem senso de humor e que mata com frieza é contratado para achar o dinheiro e inicia sua caçada deixando rastos de morte por onde passa, paralelamente o Xerife Bell está na caçada não só pelo assassino quanto por Llewelyn.
O filme é uma adaptação do livro escrito em 2005 por Cormac McCarthy chamado de No Country For Old Men. É escrito e dirigido pelos irmãos Coen, que aqui apresenta seu melhor trabalho. É um filme profundo e cheio de camadas, definitivamente não é para todos já que os diretores adotam um ritmo lento e os diálogos são feitos para serem interpretados. Aliás, eles estão muito inspirados aqui, cada personagem são brilhantemente bem escritos.
O filme tem como protagonismo o personagem Bell, veterano da polícia, o filme abre com um “voice over” com ele relembrando o pai e avô dele na época que eles trabalhavam na polícia, desse diálogo podemos tirar a sacada do filme, de que os tempos mudaram (ou não já que temos outro diálogo lá para o fim), agora o mundo é cheio de violência, o ser humano não possui mais bondade, são todos cheio de maldade e frieza, não se importando com o bem estar da sociedade, lá para o fim existe uma conversa entre Bell e seu tio onde podemos refletir se os tempos realmente mudaram ou se sempre nos humanos fomos violentos. São diálogos simples com grandes significados e as atuações são perfeitas. Tommy Lee Jones está extraordinário. É uma atuação simples, mas que passa muita sinceridade. Josh Brolin é outro com grande atuação, é um homem comum que não se distanciou da guerra e que vê no dinheiro uma forma de mudar seu destino. É outro com muitas camadas. Temos boas participações de Woody Harrelson e Kelly Macdonald. Mas a alma do filme é Javier Bardem, aqui ele incorpora um dos maiores psicopatas da história do cinema e uma das melhores atuações masculinas da história. É um personagem muito frio, intenso e que tem uma “conduta de moral” distorcida para praticar suas atrocidades.
Os Irmãos Coen criaram um visual e fizeram uma escolha de ator para o papel na medida. O ator possui uma caracterização marcante com um cabelo e exótico e uma arma de crime absolutamente fora dos padrões. A atuação do Bardem é assustadora na pele do psicopata Chiguhr. O olhar dele é assustador e passa muito de suas emoções, sua maneira de cometer os crimes é banal e fria, um fascinante estudo de personagem. Para auxiliar no suspense da obra, os Coen preferiram não adicionar trilha sonora, e com isso temos um filme tenso e bem trabalhado nesse western moderno.
O roteiro para variar é brilhante, sabendo dar profundidade nos personagens e na história em si em cima dos diálogos e das metáforas presentes no filme. A fotografia é excele, o design de produção é muito bom e o trabalho com o som é outro destaque da parte técnica, além dos enquadramentos de câmera.
O longa concorreu em 8 categorias, saindo vencedor em melhor filme, direção, roteiro adaptado e ator coadjuvante para Javier Bardem. “No Country For Por Men” é um filme brilhante, cheio de profundidade dos personagens e com uma grande mensagem de um mundo onde é dominado pelos fortes e os fracos realmente não tem vez, um mundo caótico onde a injustiça infelizmente reina.
No Country For Old Men (2007) Official Trailer – Tommy Lee Jones, Javier Bardem Movie HD
Editorial Gazeta do Povo

O presidente Lula comparou Israel aos nazistas durante viagem oficial à África
A língua sem freio de Lula voltou a atacar no encerramento de sua viagem à África – mas antes se tratasse apenas das boquirrotices habituais do presidente da República sobre assuntos como economia, por exemplo. Desta vez, Lula foi muito além do aceitável, e em duas breves frases ditas no domingo, em entrevista coletiva realizada na Etiópia, onde participou da abertura da 37.ª Cúpula da União Africana, deixou muito claro que está incondicionalmente alinhado com o que existe de pior no mundo em termos de autoritarismo e uso do terror contra uma população.
Ao comentar a morte de Alexei Navalny, ocorrida na sexta-feira, criticou a “pressa” dos que rapidamente atribuíram ao autocrata russo Vladimir Putin a responsabilidade pelo falecimento do seu principal opositor – o que incluiu praticamente todo o mundo livre. “Temos de primeiro fazer uma investigação para saber do que o cidadão morreu. (…) Para que essa pressa de acusar alguém?”, questionou o petista, que, para citar um caso recente, não esperou a investigação da Polícia Federal para chamar os envolvidos no empurra-empurra do aeroporto de Roma de “canalhas” e “animais selvagens” que “não merecem respeito”.
Aquilo que Lula chamou de “interesses” da parte de quem afirmou haver o dedo de Putin na morte de Navalny, no entanto, não tem nada de precipitação. Afinal, é inegável que o líder opositor já havia sofrido uma tentativa de envenenamento em 2020 com o uso de uma arma química que, segundo especialistas, só está disponível a agentes estatais – outros adversários de Putin foram atacados ou mortos com métodos semelhantes –, e as autoridades russas abortaram as investigações ainda na fase premilinar. Navalny estava em uma prisão remotíssima, e o governo russo se recusa a entregar o corpo para uma autópsia independente. Mesmo na hipótese de a causa imediata da morte de Navalny ser mesmo um mal súbito, e não uma ação letal direta como um novo envenenamento, não haveria como negar a influência de sua precária condição de saúde, consequência dos confinamentos e das tentativas anteriores de eliminá-lo.
Ainda mais abjeta, no entanto, foi a afirmação de Lula sobre a contraofensiva israelense em resposta aos ataques terroristas do Hamas, em 7 de outubro do ano passado. Depois de criticar a reação de vários países do Ocidente que reduziram ou cortaram seu financiamento à Agência das Nações Unidas para Refugiados Palestinos (UNRWA), após a notícia de que alguns funcionários da agência teriam colaborado com o ataque terrorista, Lula comparou a reação israelense ao nazismo alemão. “O que está acontecendo na Faixa de Gaza não existe em nenhum outro momento histórico – aliás, existiu quando Hitler resolveu matar os judeus”, afirmou o presidente brasileiro.
O repúdio imediato que a declaração despertou – do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, a lideranças políticas brasileiras e a praticamente toda a comunidade judaica nacionais, inclusive da parte que apoiou Lula em 2022 – foi até comedida perto do absurdo da comparação. É perfeitamente possível defender uma solução de dois Estados, considerar que a resposta israelense tem usado meios desproporcionais em sua busca por eliminar o Hamas e resgatar os reféns, ou até mesmo dizer que Israel está cometendo crimes de guerra em Gaza; mas não existe a mínima base histórica ou moral para comparar a contraofensiva à “solução final” do Holocausto, que foi um plano deliberado para exterminar toda uma população inocente simplesmente por sua origem étnica. Quem está próximo do nazismo não é Israel, mas o Hamas, que se nega a aceitar a existência do Estado de Israel e prega sua destruição – o grupo terrorista palestino, aliás, parabenizou Lula pelas declarações na Etiópia.
E, para não deixar dúvidas de que o antissemitismo está definitivamente impregnado no DNA petista – algo de que já se suspeitava fortemente, especialmente depois de José Genoino defender boicote a empresas com donos judeus –, os petistas e seus aliados, em vez de reconhecer o absurdo lulista, dobraram a aposta. O chefão do MST, João Pedro Stédile; o ministro Paulo Pimenta e a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann; e o chanceler de facto Celso Amorim endossaram as afirmações de Lula. O Itamaraty e aquele que, no papel, comanda a diplomacia brasileira, o ministro Mauro Vieira, andam tão ausentes (o máximo que Vieira fez foi pedir uma reunião com o embaixador israelense em Brasília) que foi Amorim quem adiantou que não haverá retratação pelas palavras de Lula.
A essa altura, não há gerenciamento de crise ou contenção de danos capaz de convencer o mundo livre de que o Brasil é um interlocutor confiável ou um mediador imparcial. Hoje, não somos nem sequer capazes de estar em uma mesa de negociações com russos e ucranianos, ou israelenses e palestinos, quanto mais tomar a iniciativa de buscar um entendimento entre eles. Lula escolheu seu lado, está sendo festejado por isso por seus aliados, e mostrou mais uma vez o nível de degeneração moral que consegue atingir quando se trata de proteger os amigos ou fustigar desafetos. O 18 de fevereiro de 2024 tem tudo para entrar na história da diplomacia brasileira como o seu “dia de infâmia”.