A vida é uma montanha,
Que escalamos pra chegar.
Quando alcançamos o topo,
É hora de regressar.
Quem aprendeu na subida,
No declínio da descida,
Saberá como atuar.
Editorial Gazeta do Povo

Magda Chambriard, nova presidente da Petrobras, em entrevista coletiva concedida em 27 de maio
A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, concedeu na segunda-feira sua primeira entrevista coletiva depois de ter seu nome aprovado pelo Conselho de Administração da estatal, na sexta-feira passada. Ela substitui Jean Paul Prates, demitido por Lula por não cumprir totalmente as vontades do presidente da República, perdendo uma disputa interna com os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Casa Civil, Rui Costa. Todas as circunstâncias da troca de comando na petrolífera levaram o país a enxergar a nova presidente como uma mera executora das vontades de Lula, o autodeclarado “dono” da Petrobras, vontades essas que seriam extremamente nocivas para o desempenho da empresa. Foi essa impressão que Chambriard tentou desfazer na entrevista, com maior ou menor sucesso dependendo do tema.
Para tentar acalmar investidores, por exemplo, Chambriard adotou um discurso evasivo sobre a política de dividendos, a causadora da primeira grande crise entre Prates e Lula. Falou, por exemplo, em “ser rentável e ao mesmo tempo atender aos interesses dos acionistas majoritários e minoritários”, sem entrar em muitos detalhes sobre quais seriam esses interesses. Ironicamente, o mesmo governo que forçou a mão para reter os dividendos extraordinários, com o argumento de que eles seriam melhor usados se fossem reinvestidos na estatal, agora quer o dinheiro, a ponto de já contar com uma distribuição de 100% em documento recentemente enviado ao Congresso. O giro de 180 graus se explica: incapaz de cortar gastos e sem conseguir arrancar ainda mais impostos dos contribuintes, esses dividendos, estimados em R$ 14 bilhões, ajudarão a atenuar o buraco fiscal em que Lula está jogando o país.
Ambiguidade também foi a marca da resposta sobre o grau de ingerência de Lula na nova administração da Petrobras. “A Petrobras é uma empresa de economia mista. Ela roda com uma diretoria colegiada, da qual eu participo, submetida a um Conselho de Administração, que é conhecido e eu também participo. A lógica empresarial é essa”, afirmou Chambriard. De fato, a lógica empresarial é esta, mas a lógica da Petrobras não é bem a lógica empresarial. Se fosse, a estatal ainda seria presidida por Prates, ou mesmo por algum outro executivo mais disposto a bater de frente com os interesses de Lula quando eles se chocassem com os interesses da empresa.
E bater de frente com Lula certamente não está nos planos de Chambriard, a julgar por sua defesa da retomada dos investimentos no segmento de fertilizantes e em refinarias, bem como os acenos à indústria naval com políticas de conteúdo local. O abandono da política de desinvestimento que pretendia fazer a Petrobras se concentrar em atividades mais lucrativas e que ela executa com excelência – caso da extração de petróleo – é uma decisão de negócios questionável; já a decisão de usar a estatal para re-estimular a indústria naval, que Chambriard disse na coletiva ser uma “obrigação”, além de fazer a Petrobras pagar mais caro para ter o que ela poderia conseguir a preços mais baixos com fornecedores estrangeiros, já se mostrou ser uma porta escancarada para a corrupção, como bem demonstrou a Operação Lava Jato.
A julgar pela repercussão imediata da entrevista, medida pelo desempenho das ações da Petrobras, o mercado financeiro parece ter sido tranquilizado, ao menos temporariamente. No entanto, as futuras ações de Magda Chambriard à frente da estatal é que serão importantes. De nada adianta um discurso apaziguador que não seja efetivamente confirmado em decisões de negócios, sem falar na defesa explícita, feita pela nova presidente, de muitas políticas de investimento que são comprovados retrocessos. É então que veremos qual é o verdadeiro grau de autonomia de Chambriard, e para onde ela – por conta própria, ou sob as ordens de Lula e Silveira – está levando a maior empresa do Brasil.
Vitória da democracia: 317 x 139!!!
Parabéns a todos que mantiveram o veto da liberdade!
Seguimos lutando pela liberdade de opinião e pela segurança pública , no campo e na cidade! pic.twitter.com/ej50DAA44K— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) May 28, 2024
Hoje, VITÓRIA! Seguimos! A mobilização popular é a maior arma contra a tirania! pic.twitter.com/FFjUowgIxB
— Gustavo Gayer (@GayerGus) May 28, 2024
🚨 URGENTE! 🚨
Precisamos que os deputados e senadores votem para MANTER o veto 46 (de 2021).
Se este veto for derrubado, qualquer pessoa pode ser presa por publicar “Fake News” como já ocorre na Nicarágua e Venezuela.
Censura não! Ditadura não!#Veto46Sim
Conversem com seus… pic.twitter.com/GI1l2L2Bdw
— Carla Zambelli (@Zambelli2210) May 28, 2024
— ANONIMO DO BRASIL 🇧🇷 (@anonimobrofc1) May 27, 2024
Semana começou fria na gloriosa Campo Grande, ao mesmo tempo em que eu acompanho as tragédias e desastres que vem ocorrendo em Pindorama neste mês de maio que eu chamo de bobagens, coisas sem importância alguma.
1 – A Tragédia no RS – mesmo comovido com a rede de solidariedade civil em ajudar nossos irmãos gaúchos, o que mais ouço é as pessoas dizerem: “não é hora de buscar culpados”. É sim. E, digo mais, passou da hora de apontar quem foram esses culpados. Infelizmente o RS, não diferente do resto do Brasil sempre votou em tragédias anunciadas que envidaram todos os esforços para destruir o Estado. Alceu Colares (PDT), Antônio Brito (PMDB), Olívio Dutra (PT), Germano Rigotto (PMDB), Yeda Crusius (PSDB), Tarso Genro (PT) e Eduardo Leite (PSDB). Todos esses governadores contribuíram, de uma forma, ou de outra para a incompetência chegasse ao estado de Arte. O resultado…morte, enchentes, perda de patrimônio e um atraso de mais de um século para o povo gaúcho. Vale de alerta para os demais estados da federação refletirem sobre o tipo de liderança política que querem. A natureza não é mãe. Quando ela se manifesta, bons e maus acabam na mesma lama e no mesmo caos.
2 – Lula e a doação de carne ao RS – hoje acordei com uma notícia que me arrepiou os cabelos da carcunda. Lula anunciando a doação de carne para os desabrigados do RS, tendo ao lado os irmãos bucaneiros Batista. A notícia ainda dizia que esse ajuntamento de donos de frigoríficos “não pediram nada em troca” da doação de carne e a distribuição será feito pelo M.E.R.D.A – Ministério Especial de Reconstrução de Desastres e Alagamentos -, Paulo Montanha Pimenta. Mal sinal. Juntar Lula e os irmãos Batista na mesma sala é sinal claro de corrupção da grossa está rolando nos bastidores e que essa carne “doada”, vai sair salgada, não só para os gaúchos, mas para toda a população brasileira. A quantidade não se me fixou na mente, mas só de saber que os irmãos Metralha, digo, Batista, estão na jogada, é informação mais que suficiente para botar a PF em campo.;
3 – Combustíveis – notícias jornalisteiras já estão dizendo que o preço dos combustíveis estão 20% defasado em relação ao mercado internacional e que a Petrobras – sempre esse anacronismo típico do Brasil -, está segurando os preços para evitar a explosão dos índices de inflação. Mal sinal. Usar empresa de capital misto para fazer politicagem de preços vai nos levar ao mesmo cenário de 2016. Empresa quebrada, com o otário pagador de imposto enfiando a mão no bolso para sanear uma excrescência que há muito tempo deveria estar nas mãos da iniciativa privada, processos internacionais levando o resta de dinheiro e o gunverno bostejando que está trabalhando para o nosso “pogreço”.
4 – Eleições – já começaram as movimentações para as eleições municipais. Gente em quem eu não confiaria nem com um estilingue na mão sendo vendida como preparada, com experiência, com visão política. Tudo mentira. São os mesmos profissionais da política que têm trabalhado pelo progresso do nosso atraso há cerca de 30 anos, não largam o osso, não deixam as boquinhas. Prefeitos que querem ser reeleitos gastando como se a dívida não fosse um dia cobrada, e que o credor vai querer o seu dinheiro de volta. Aqui no glorioso Mato Grosso do Sul, ainda no mês de abril já houve suplementação orçamentária na casa de 400 milhões de reais, e no município, neste mês de maio, suplementação orçamentária de 120 milhões. Trocando em miúdo, o dinheiro acabou, verba suplementar é dinheiro emprestado que está sendo usado para cobrir rombo, e um dia vai ter que ser pago. Mas, a festa precisa continuar e o circo precisa levar adiante a apresentação.
5 – Arrependidos do L – vejo nas redes sociais, nos canais do Youtube, depoimento de pessoas que estão zangadas com o “Barba”, jurando nunca mais votar no PT e fazer o L. A trupe de gozadores que se divertem com essa notícia, no entanto, desviam do essencial para o acessório, ou seja, a abóbora e o capim. Eu sempre me pergunto do motivo dessa zanga. A resposta é sempre a mesma. Estão emputiferado com o “Barba” porque ele cortou o Bolsa Farelo da turma. Não vejo nenhum falando que estão zangados porque o governo está cavando um buraco fiscal impagável, ou porque a educação está uma merda, pior do que era a merda anterior, ou porque não suportam mais pagar impostos, ou, ainda porque o governo não criou um clima de segurança jurídica para que o investidor crie empregos, ou porque a segurança pública já foi para a lata de lixo e hoje vivemos o “salve-se quem puder”, e o resto deixe para o crime organizado. Não! A única reclamação vem do fato de que, uma geração criada com espírito e alma parasitária, teve sua bolsa esmola cortada. Isso não é arrependimento. Basta o “Barba” soltar a grana e todos voltam feliz da vida para beijar aquela mão bucaneira.
E, por hoje chega. Caeté não é chegado a boquejar desastre, mas sempre torce para que algum toitiço “più grasso” sobre nessa lambança toda.