PT sendo PT, deputado José Guimarães falando para ninguém. pic.twitter.com/dtTZ6dXbYW
— Tumulto BR (@TumultoBR) May 28, 2024
PT sendo PT, deputado José Guimarães falando para ninguém. pic.twitter.com/dtTZ6dXbYW
— Tumulto BR (@TumultoBR) May 28, 2024
Foram décadas de descaso e negligência por parte dos “governos”, na manutenção das dezenas de barragens que existem no Rio Grande do Sul.
Sem elas as cidades “beira rio” não existiriam. O poder público tem a obrigação de mantê-las intactas, além de cuidar do assoreamento dos rios.
Nunca foi tão oportuno culpar as “mudanças climáticas”.
A culpa não é das vacas. A culpa é dos “cornos”.
O presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), disse que a derrubada dos vetos de Lula “foi um grito” ao governo Lula.
“Derrubar lei do Congresso é um tapa na cara da sociedade”, que ontem reagiu.
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Se o sinhô deputado quiser, a gente pode responder o que ele chama de “tapa na cara da sociedade” com uma estocada.
Uma estocada é melhor do que o que ele chama de “grito ao governo Lula”
Uma estocada da pajaraca do jumento Polodoro, mascote desta gazeta, no furico de quem inventou essa sacanagem.
Sem cuspe e sem vaselina.
Polodoro está às ordens.

Record mundial !!! Nunca se mentiu tanto em tão pouco tempo. Padrão PT pic.twitter.com/v2VACPLwjq
— Rogério Marinho🇧🇷 (@rogeriosmarinho) May 28, 2024

O presidente Lula e o ministro Paulo Pimenta durante evento em São Leopoldo (RS)
A maior e mais importante comissão da Câmara dos Deputados, a Comissão de Constituição e Justiça, está chamando, a convite, o ministro Paulo Pimenta para explicar por que ele levou à Polícia Federal o que ele chama de “fake news” sobre as enchentes no Rio Grande do Sul, e o que ele acha que são fake news. Seria uma convocação, quando o ministro é obrigado a ir, mas virou convite, graças a um acordo com o pessoal do PT. Ele deve ir no dia 11 ou dia 12 de junho, pode escolher a data.
Os deputados querem perguntar se o ministro não está confundindo crítica com fake news, vão perguntar quem é que decide o que são fake news. Houve boatos, sim; chamam de fake news só para dizer que isso é coisa de rede social, mas a notícia mentirosa existe desde que existe a imprensa. E um dos casos mais notórios de fake news envolveu elementos do Exército, que já está punindo os que fizeram isso. Não sei se foram os militares que inventaram, mas foram eles que passaram adiante a informação de que um dique havia rompido lá no bairro Mathias Velho, em Canoas, e isso causou um certo pânico.
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Jovens sem perspectiva
Está cada vez mais assustador a situação dos jovens. Do início do ano passado até agora, aumentou em 35% o número de jovens que não estudam nem estão procurando trabalho, os “nem-nem”. Segundo um levantamento do Ministério do Trabalho, são 5,4 milhões de jovens, entre os 34 milhões de brasileiros dos 14 aos 24 anos. Diz a estatística que 60% são mulheres que ou casaram ou estão cuidando de filho recém-nascido. Ainda assim, é muita gente que não está se preparando para o futuro, não está se qualificando para ter um bom emprego e um bom salário, exercer uma boa atividade rentável. Estão vivendo à custa de alguém, porque não cai mais maná do céu há um bocado de tempo; alguém deve pagar a roupa, a diversão deles.
Desses 34 milhões de jovens, 14 milhões estão sem trabalhar, 10 milhões estão trabalhando ou estudando, e cerca de 6 milhões estão procurando emprego. Mas está difícil, a situação econômica não está boa. Agora mesmo a Gerdau fechou uma siderúrgica em Minas Gerais, e foram 487 demitidos, indenizados. A empresa não teve como concorrer com o aço da China. E a nova presidente da Petrobras está dizendo que o preço dos combustíveis vai continuar “brasileiro”, mas está ficando defasado. Terá de haver reajuste de combustível, que vai puxar tudo para cima, vai deixar tudo ainda mais difícil.
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Petrobras vai ser novamente prejudicada com o desmonte da Lava Jato?
Falando em Petrobras, a empresa, perplexa, foi ao Supremo perguntar como é que fica sua situação. Marcelo Odebrecht foi descondenado pelo ministro Toffoli, já tinha sido dispensado de pagar multa, assim como o pessoal da J&F. O Estadão, em editorial, disse que é estranho que Toffoli não tenha se declarado impedido de tratar de assuntos envolvendo a Odebrecht, mas isso nem é novidade: ele era advogado de Lula e participou de julgamentos envolvendo Lula. Mas Toffoli vai ter de explicar por que anulou as condenações, mas não a colaboração premiada. E a Petrobras, que tem interesses envolvidos aí, está pagando caro por tudo que fizeram com ela, tudo que a Lava Jato apurou. A Petrobras foi criminosamente usada e agora seu departamento jurídico quer saber se o Ministério Público pode reabir investigações com base na colaboração premiada de Marcelo Odebrecht.
Foi um dia histórico de reafirmação do Congresso a derrubada de vetos de Lula, como saidinha de presos, e a manutenção do veto do antecessor Jair Bolsonaro que impede a volta da censura ao País.
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De fato, foi um dia histórico.
Um dia especial.
Uma pajaraca de grosso calibre enfiada no furico daquele bando que adora tirania e censura.
Aquela quadrilha que a gente conhece muito bem.
URGENTE. SURPRESA DA NOITE. MAIS UMA DERROTA DO GOVERNO. HOJE LULA NÃO DORME!
Aprovamos agora o PDL 206/2024, dando segurança jurídica aos clubes de tiro, aos atiradores e colecionadores.
Parabéns, @PollonMarcos! pic.twitter.com/eW7A0tWmPm
— Filipe Barros 🇧🇷 (@filipebarrost) May 29, 2024
Oposição unida, fortalecida e articulada. Vitória do povo brasileiro.
Resumo dessa terça-feira histórica. pic.twitter.com/7w9DpikKg1
— Filipe Barros 🇧🇷 (@filipebarrost) May 29, 2024
O GOOGLE está dando destaque à crônica toda que escrevi sobre Benício Bem, ‘O Caminhoneiro do Dente Furado’, publicado no JBF do dia 05.03.2024.
O penúltimo parágrafo é o destaque de hoje, e o inspirador da crônica surpreendente me ligou agradecendo e ao JBF pela postagem.
Parabéns à Gazeta Escrota.
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Republicação:
Benício Bem Coco do Troca Troca
Benício Bem, artista superlativo, múltiplo, pulsante, pungente, completo. Privilegiado com talento raro para a música de harmonia e melodia inteligente.
Simples, espontâneo, verdadeiro, corajoso, assumindo sua preferência sexual num ambiente familiar predominantemente adulto, paternal, democrático, ao estilo respeitoso dos seguidores e fãs.
Cigano de alma libertária, Benício Bem nasceu em Poção, distrito de Piripiri, Teresina (PI), onde fica localizado o Olho d’ Água mais fascinante do que o Delta do Parnaíba, ou Delta das Américas. Correspondente à foz do Parnaíba, onde se encontram as 73 ilhas fluviais mais belas do mundo.
Benício é a reencarnação espiritual-musical de Carmen Miranda com seus balangandãs e de Pinduca, o Rei do Carimbó raiz paraense, com seu “kirimbu” cigano, estirizado, violado, repentista.
Há muito tempo na estrada, fazendo estripulia musical, o piripiriense de Poção já tem no currículo musical mais de 150 crônicas musicais ao estilo “pinduquense”. “Banca de Camelô”, “Ciranda de Cigana”, “Como o Piauí É Bom”, “Coco da Maria Toca Toca”, dentre outras pérolas.
“O Caminhoneiro do Dente Furado,” título do carimbó que dá nome à crônica, é o título de uma canção que ele compôs recentemente para um caminhoneiro por quem estava apaixonado até os quatro pinéus, como se diz no nordeste, e não conseguia ser correspondido. Mas o esqueceu após compor a canção. Freud explica essa metamorfose ambulante.
Breve ele aporta por aí como o humorista João Cláudio Moreno, o gênio do humor de Piripiri (PI), maior do Brasil depois de Chico Anísio.
Editorial Gazeta do Povo

Magda Chambriard, nova presidente da Petrobras, em entrevista coletiva concedida em 27 de maio
A nova presidente da Petrobras, Magda Chambriard, concedeu na segunda-feira sua primeira entrevista coletiva depois de ter seu nome aprovado pelo Conselho de Administração da estatal, na sexta-feira passada. Ela substitui Jean Paul Prates, demitido por Lula por não cumprir totalmente as vontades do presidente da República, perdendo uma disputa interna com os ministros de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e da Casa Civil, Rui Costa. Todas as circunstâncias da troca de comando na petrolífera levaram o país a enxergar a nova presidente como uma mera executora das vontades de Lula, o autodeclarado “dono” da Petrobras, vontades essas que seriam extremamente nocivas para o desempenho da empresa. Foi essa impressão que Chambriard tentou desfazer na entrevista, com maior ou menor sucesso dependendo do tema.
Para tentar acalmar investidores, por exemplo, Chambriard adotou um discurso evasivo sobre a política de dividendos, a causadora da primeira grande crise entre Prates e Lula. Falou, por exemplo, em “ser rentável e ao mesmo tempo atender aos interesses dos acionistas majoritários e minoritários”, sem entrar em muitos detalhes sobre quais seriam esses interesses. Ironicamente, o mesmo governo que forçou a mão para reter os dividendos extraordinários, com o argumento de que eles seriam melhor usados se fossem reinvestidos na estatal, agora quer o dinheiro, a ponto de já contar com uma distribuição de 100% em documento recentemente enviado ao Congresso. O giro de 180 graus se explica: incapaz de cortar gastos e sem conseguir arrancar ainda mais impostos dos contribuintes, esses dividendos, estimados em R$ 14 bilhões, ajudarão a atenuar o buraco fiscal em que Lula está jogando o país.
Ambiguidade também foi a marca da resposta sobre o grau de ingerência de Lula na nova administração da Petrobras. “A Petrobras é uma empresa de economia mista. Ela roda com uma diretoria colegiada, da qual eu participo, submetida a um Conselho de Administração, que é conhecido e eu também participo. A lógica empresarial é essa”, afirmou Chambriard. De fato, a lógica empresarial é esta, mas a lógica da Petrobras não é bem a lógica empresarial. Se fosse, a estatal ainda seria presidida por Prates, ou mesmo por algum outro executivo mais disposto a bater de frente com os interesses de Lula quando eles se chocassem com os interesses da empresa.
E bater de frente com Lula certamente não está nos planos de Chambriard, a julgar por sua defesa da retomada dos investimentos no segmento de fertilizantes e em refinarias, bem como os acenos à indústria naval com políticas de conteúdo local. O abandono da política de desinvestimento que pretendia fazer a Petrobras se concentrar em atividades mais lucrativas e que ela executa com excelência – caso da extração de petróleo – é uma decisão de negócios questionável; já a decisão de usar a estatal para re-estimular a indústria naval, que Chambriard disse na coletiva ser uma “obrigação”, além de fazer a Petrobras pagar mais caro para ter o que ela poderia conseguir a preços mais baixos com fornecedores estrangeiros, já se mostrou ser uma porta escancarada para a corrupção, como bem demonstrou a Operação Lava Jato.
A julgar pela repercussão imediata da entrevista, medida pelo desempenho das ações da Petrobras, o mercado financeiro parece ter sido tranquilizado, ao menos temporariamente. No entanto, as futuras ações de Magda Chambriard à frente da estatal é que serão importantes. De nada adianta um discurso apaziguador que não seja efetivamente confirmado em decisões de negócios, sem falar na defesa explícita, feita pela nova presidente, de muitas políticas de investimento que são comprovados retrocessos. É então que veremos qual é o verdadeiro grau de autonomia de Chambriard, e para onde ela – por conta própria, ou sob as ordens de Lula e Silveira – está levando a maior empresa do Brasil.