DEU NO X
DEU NO JORNAL
TÁ NO CARGO CERTO, NO GOVERNO CERTO
Uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, será protocolada pelo deputado Evair de Mello (PP-ES), responsabilizando o executivo pela perda de R$ 30 bilhões no valor de mercado da Petrobras, em razão de sua declaração sobre redução dos dividendos devidos aos acionistas brasileiros ou estrangeiros.
A fala desvalorizou a petroleira, fez a bolsa de valores desabar e provocou grande fuga de investidores da estatal.
A representação pode pedir à Justiça a condenação de Prates a devolver os R$ 30 bilhões que a frase leviana fez sumir da Petrobras em um dia.
Ainda na quarta (28), a estatal divulgou lorota minimizando a fala de Prates, jurando que “ainda não há decisão sobre dividendos”.
Era tarde.
O caso lembra a Lei das Estatais, que impedia tipos como ele dirigindo empresas públicas. Lei dilacerada por Ricardo Lewandowski no STF.
Ex-senador e ativista da esquerda brasileira, das mais atrasadas do mundo, Prates parece perdido desde que assumiu o cargo na estatal.
* * *
É pro cidadão de bem ficar zonzo com o prejuízo: 30 bilhões de reais !!!!
Dinheiro que só a porra.
Só mesmo num governo Lulo-petralha é que a nossa maior estatal estaria nas mãos de um militante canhototo mediocre e de cérebro tão bostificado.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!!
Xolilnha de tabaca arrombada com a declaração do petralha descerebrado que preside a Petrobras
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
PENINHA – TUPI PAULISTA-SP
Com esse vídeo quero aqui agradecer de público aos comentários da postagem que foi publicada no último dia 28 de fevereiro, com referência ao período em que participo deste glorioso jornal.
Obrigado Nonato, obrigado Tereza Araujo, obrigado Valter Portela, obrigado Sancho Pança, obrigado Manoel Bernardo, obrigado Marcelo, obrigado Magnovaldo Santos, obrigado mestre Xico Bizerra, obrigado também ao mestre Assuero (estou com saudades do Cabaré), obrigado Nilson Araújo, obrigado poetisa Violante Pimentel, obrigado José Roberto, d.Matt, Neto Feitosa e obrigado ao Hipólito Moreira e João Francisco que comentaram nas colunas diárias esta semana.
Obrigado principalmente ao Luiz Berto por permitir que eu faça parte desta comunidade.
Obrigado a todos vocês e todos aqueles que curtem o JBF.
R. Nós é que somos gratos e felizes pela sua participação no JBF, meu caro Peninha.
Sua coluna diária é um marco da nossa gazeta e que dá início ao expediente com uma nova música a cada dia.
Repito o que já disse: é um privilégio editar uma página que tem você como colunista.
E pra completar o desmantelo, fiquei ancho que só a peste com esse vídeo que você mandou como agradecimento aos comentários feitos na sua postagem.
Uma gravação feita no terraço aqui de casa, em julho de 2022, onde meu neto Pedro Berto aparece tocando seu bandolim, ao lado do meu filho João Berto, com seu violão.
E o vovô e papai babão completamente abestalhado ouvindo os dois!
DEU NO X
CACHAÇA RUIM
???? Que isso ? pic.twitter.com/nxX6tpX7Pt
— 🇧🇷 (@weber_farias) February 29, 2024
VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO
EVOCANDO O “FEBEAPÁ”
Não me canso de relembrar o Escritor Sérgio Porto (Stanislaw Ponte Preta, com o seu FEBEAPÁ – Festival de Besteira que Assola o País, (1ª edição – dezembro de 1966 e FEBEAPÁ 2, dezembro de 1967).
O besteirol tem aumentado muito nos dias atuais. Há muito mais besteiras hoje, do que na época de Stanislaw Ponte Preta.
Nunca ri tanto, como com esse episódio da Baleia Jubarte X Bolsonaro. Tenho certeza de que se essa baleia pudesse falar, ela absolveria o Ex- Presidente de todos os pecados a ele atribuídos por causa dela. Ela se sentiria vaidosa de ser alvo de tão importante polêmica, envolvendo o Ex-Presidente Bolsonaro, admirador das belezas naturais do Brasil e um motonauta admirável.
O ex-presidente da República Jair Bolsonaro prestou depoimento, na tarde desta terça-feira (27), na Polícia Federal, em São Paulo, sobre um caso de suposta importunação de animal marinho, ocorrido em junho de 2023, em São Sebastião, no litoral paulista.
Na época, vídeos publicados nas redes sociais mostraram que, de jet ski, com o motor ligado, Bolsonaro se aproximou de uma baleia jubarte no momento em que ela aparecia na superfície da água. O ex-presidente chegou a ficar a menos de 15 metros de distância do animal. Uma portaria do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), no entanto, proíbe embarcações com motor ligado a menos de 100 metros de qualquer baleia. No local, não há nenhuma sinalização, cartaz ou bandeira, que alerte os motonautas, para a distância que existe entre eles e o habitat” das baleias “jumarte”.
O advogado de Bolsonaro, Daniel Tesser, que acompanhou o depoimento, disse que o ex-presidente se reconheceu nos vídeos, mas declarou que não houve importunação do animal. “Você não consegue controlar um animal daquele tamanho que surge, ele emerge da água, de baixo. Foi exatamente o que aconteceu. O presidente tomou todas as precauções a partir do momento em que avistou a baleia, sem saber a que distância se encontrava dela.
O Ministério Público Federal abriu o processo de investigação em novembro do ano passado. A apuração vai definir se Bolsonaro desrespeitou a lei que proíbe “qualquer forma de molestamento intencional”, ou a importunação de baleias. A punição prevista é de dois a cinco anos de reclusão e multa.
Mais um caso hilário, digno de integrar o Festival de Besteira que Assola o País, se vivo fosse Sérgio Porto, o insubstituível Stanislau Ponte Preta.
No hemisfério sul, o principal alimento das baleias jubarte (Megaptera novaeangliae), da subordem Mysticeti, é o krill – um pequeno crustáceo semelhante ao camarão.
Enquanto isso, no hemisfério norte, as jubartes se alimentam de cardumes de peixes, como anchovas, bacalhau, lança-areia e capelim, de acordo com o site do Serviço Nacional de Pesca Marinha dos Estados Unidos.
O Ex-Presidente tem uma alma nobre. Ao invés de estar curtindo os finais de semana atracado com uma garrafa de cachaça, se presta a exercitar sua habilidade de motonauta, no seu Jet Ski, filmando com o seu celular as belezas naturais litorâneas. Não é um homem comum e sim um predestinado, a começar pelo seu nome de Batismo.
Relembrando o FEBEAPÁ (Festival de Besteira que Assola o País, de Stanislau Ponte Preta, pseudônimo do saudoso Sérgio Porto- 1ª Edição – 1966 – Febeapá 2 – 1967 – EDITORA SABIÁ), vemos que as besteiras de hoje superam as besteiras de antigamente.
Há pessoas especialistas em criar e falar besteiras, principalmente o novo Governo e parlamentares.
Obs. Uma grande besteira que assola o País: No discurso de hoje, o Presidente disse que “a Companhia Vale pertence ao Brasil e o Brasil é quem manda nela.” Esqueceu que a Vale foi privatizada em 1997. Há exatamente 26 anos, num leilão realizado em 6 de maio de 1997, o governo brasileiro vendeu a maior parte de suas ações da até então estatal Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). O negócio envolveu, na época, cerca de R$ 3,3 bilhões.
Mudando o rumo desta prosa:
Certo dia, correu o boato de que estavam conspirando contra o Estado Democrático de Direito, com a intenção de dar um golpe. A conspiração acontecia no domicílio de um Coronel.
Uma situação dessa quando vasa, vai um carro verificar a denúncia, para lavrar um flagrante. O carro, então, é uma viatura policial.
Pois bem. Espalhou-se a notícia de que uma conspiração de golpe estava sendo tramada no domicílio de um Coronel. Logo uma viatura se deslocou para dar uma incerta no endereço do tal Coronel, conforme informação colhida.
O caso ficou de boca em boca, com conotação de mistério. O suspense era grande.
E foi preparado o flagrante, para apanhar os conspiradores em ação. O que interessava aos agentes policiais era dar o flagrante e prender os conspiradores todos de uma vez. Essa notícia iria ser manchete de jornal.
A conspiração (ou reuniões), segundo a denúncia, começava por volta das 10 horas da noite e terminava de madrugada.
Várias pessoas de aparência suspeita entravam no edifício e lá ficavam, fazendo o silêncio mais constrangedor que se podia imaginar. As luzes permaneciam acesas, e quem estava de fora pressentia que o apartamento estava cheio de gente, mas os sons discretos que vinham de dentro não coincidiam com esses detalhes. Eram palavras quase murmuradas.
A viatura policial chegou de mansinho, encostou na outra esquina, para não ser identificada, e os componentes da patrulha desceram para cercar o domicílio. Foi tudo muito fácil, pois os conspiradores nem sequer tinham tomado providências contra um possível flagrante. O militar que chefiava a turma subiu ao andar onde o Coronel tinha domicílio certo, e protegido pela sua metralhadora, bateu na porta devagarinho, para que não desconfiassem. Abriram a porta e lá dentro estavam vários casais jogando biriba.
Nunca houve coisa mais ridícula do que este flagrante. E nunca houve atitude mais abominável do que este fiasco de flagrante, querendo encontrar cabelo em ovo, e maldade onde não existe.
Como também, nunca houve coisa mais forjada e ridícula, do que a tal minuta de golpe, escrita para prejudicar o Ex-Presidente. Mais uma perseguição e mais uma besteira, para “enriquecer” o “FEBEAPÁ” (FESTIVAL DE BESTEIRA QUE ASSOLA O PAÍS.
Voltando à Baleia:
A Baleia sempre foi o mais veloz e comilão animal do mar. Comia tudo o que via em sua frente. Nadava mais do que todos os outros peixes.
Diz a lenda que, certo dia, uma moça devota de Santo Antônio ia rezando com uma imagem desse santo casamenteiro, pedindo que o navio entrasse logo na barra. De repente, a imagem caiu no mar. A Baleia abocanhou Santo Antônio, mas ficou engasgada. Quanto mais se engasgava, mais a goela ficava estreita.
Santo Antônio desapareceu e a Baleia ficou, até hoje, só engolindo sardinhas e peixes miudinhos.
Também diz a lenda, que Nosso Senhor Jesus Cristo, como castigo, torceu o rabo da Baleia. Por isso, ela nada mais devagar e é o único peixe que tem a barbatana do rabo virada para baixo, batendo água de baixo para cima, e não da direita para a esquerda, como todos os viventes da água.
DEU NO JORNAL
UM GOVERNO DE BÁRBAROS
Editorial Gazeta do Povo

Nota técnica que ampliava aborto na rede pública para qualquer momento da gestação foi assinada por dois secretários do Ministério da Saúde e suspensa no dia seguinte
O governo Lula exibiu suas credenciais abortistas já nos primeiros dias após a posse, em janeiro de 2023. Além dos discursos das ministras da Saúde, Nísia Trindade, e das Mulheres, Aparecida Gonçalves, reiterando todos os conhecidos clichês pró-aborto, o governo retirou o Brasil do Consenso de Genebra, um acordo internacional em defesa da vida. Ainda mais importante foi a revogação de uma portaria exigindo dos serviços de saúde que notificasse as autoridades policiais sobre abortos realizados nos casos de gestação resultante de estupro, com preservação do material genético. Pouco mais de um ano depois, uma nova nota técnica do Ministério da Saúde, ainda que de vida curtíssima, revelou a que ponto a barbárie do atual governo pode chegar.
A nota, assinada pelos secretários de Atenção Primária à Saúde, Felipe Proenço de Oliveira, e de Atenção Especializada à Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Júnior, revogava dois textos de 2022: uma outra nota técnica e um manual para o atendimento das mulheres que sofrem abortos espontâneos, bem como aos casos de aborto não punidos pelo Código Penal (gravidez resultante de estupro e risco de vida para a mãe; em 2012 o STF autorizou o aborto em caso de feto anencéfalo). As regras estabelecidas no governo anterior, muito mais condizentes com o espírito da lei penal, traziam uma série de pontos positivos: a notificação às autoridades policiais e a preservação do material genético tinham o objetivo de ajudar na descoberta do estuprador, além de dissuadir mulheres de alegar estupros inexistentes apenas para conseguir um aborto sob demanda, já que a falsa comunicação de crime também é criminalizada pelo Código Penal. Especialmente importante era a ênfase na recomendação para que o aborto não fosse feito após a chamada “viabilidade fetal”, que ocorre por volta das 22 semanas e marca o momento em que o feto tem chances de sobrevivência fora do útero; nesses casos, o bebê não deveria ser eliminado, ocorrendo em vez disso a antecipação do parto e o emprego de todos os meios médicos possíveis para preservar a vida da criança recém-nascida.
O absurdo da nova nota técnica petista – suspensa por Nísia Trindade no dia seguinte à sua publicação, após pesadas críticas e sob a alegação de que a ministra não havia tomado conhecimento do seu teor – residia especialmente neste ponto. Alegando que o artigo 128 do Código Penal não estabelece um limite temporal para a realização de abortos sem punição, a norma anulava a recomendação para a antecipação do parto caso a viabilidade fetal tenha sido atingida, afirmando que o aborto poderia ser feito a qualquer momento da gestação. Em outras palavras, as portas ficariam abertas para o desejo de matar puro e simples, pois as opções para encerrar uma gravidez que passou das 22 semanas são bem claras: antecipar o parto e fazer o que for possível para salvar a criança (ainda que não haja 100% de certeza de sucesso), entregando-a depois para adoção caso sobreviva e a mãe não queira ficar com o filho – o que é bem compreensível no caso de uma gestação realmente resultante de violência sexual; ou matar a criança dentro do útero e forçar a expulsão de um bebê morto. Pouco importa o que cada um pense sobre o status legal desse aborto, se permitido pela lei ou se criminalizado e não punido: negar sumariamente a um bebê indefeso e inocente a simples possibilidade de sobreviver é prática profundamente desumana.
A consequência prática desta nova norma, caso ela tivesse sido mantida, seria, no fim das contas, uma espécie de “legalização branca” do aborto sob demanda em qualquer momento da gestação. Se levarmos em conta todas as facilidades anteriormente implantadas pelo governo Lula para a realização de abortos na rede pública, sem a necessidade de boletim de ocorrência e ignorando a obrigação legal imposta pela Lei 13.931/19 (pela qual “constituem objeto de notificação compulsória, em todo o território nacional, os casos em que houver indícios ou confirmação de violência contra a mulher atendida em serviços de saúde públicos e privados”), basta unir os pontos: uma mulher que deseje um aborto poderia buscar um hospital público, alegar ter sofrido um estupro e conseguir eliminar seu filho em qualquer estágio da gestação, sem ter de comprovar sua afirmação e sem correr o risco de uma responsabilização penal caso tenha mentido. Assim, Lula atingiria o objetivo declarado em abril de 2022 – “todo mundo ter direito [ao aborto] e não ter vergonha” – sem precisar do Congresso, onde nunca houve maioria abortista, e prescindindo até mesmo do Supremo Tribunal Federal, onde a ADPF 442 não caminha provavelmente porque não há ministros suficientes para aprovar a legalização do aborto.
O passo que o governo Lula tentou dar, por enquanto sem sucesso, não tinha precedentes. Nem mesmo sua antecessora Dilma Rousseff, outra abortista, havia ousado abrir as portas para o aborto erroneamente dito “legal” em qualquer época da gestação – é de 2012 a norma técnica segundo a qual “não há indicação para interrupção da gravidez após 22 semanas de idade gestacional”. O texto publicado e suspenso chegava ao cúmulo de acusar uma suposta “fragilidade científica das premissas conceituais” das regras anteriores enquanto tentava fazer prevalecer uma série de informações bastante questionáveis sobre a percepção de dor por parte do feto. Este último aspecto, ainda por cima, revelava uma grave distorção de critérios, pois a defesa do nascituro não tem relação nenhuma com o fato de ele sentir dor ou não, mas com o fato simples de ele ser um indivíduo humano, digno de proteção, surgido no momento da concepção.
Em sua tentativa de enganar o eleitor evangélico, Lula escreveu em 2022 que o aborto “não é um tema a ser decidido pelo presidente da República e sim pelo Congresso Nacional”. Era mentira, e qualquer um que tivesse acompanhado as sequências de regulamentações do Ministério da Saúde nos governos de Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma já sabia que o Poder Executivo tinha os meios de abrir e ampliar brechas para facilitar o aborto sem depender dos outros poderes, usando apenas portarias e notas técnicas. Esta nova tentativa não durou muito, mas até a nota oficial do Ministério da Saúde anunciando a suspensão dá a entender que novas investidas virão. Não há mais dúvida: do presidente aos secretários, o que temos é um governo de bárbaros.
PENINHA - DICA MUSICAL
ZÉ DO RANCHO E ZÉ DO PINHO
DEU NO X
É POR ISSO QUE QUEREM A CENSURA NAS REDES
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
O MATUTO NO CINEMA
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A ÚLTIMA
Quem lembra da campanha eleitoral? pic.twitter.com/YI32s4UhzA
— MarioFrias (@mfriasoficial) February 29, 2024


