Não é novidade para Lula e para o PT o apoio à brutal ditadura venezuelana, acusada até mesmo pela esquerdista ONU de sistemáticos crimes contra a humanidade.
Como o próprio Hugo Chávez reconheceu, Lula foi um dos responsáveis pela chegada do tirano ao poder, no âmbito do Foro de São Paulo.
Desde então, o PT trabalha para apoiar e legitimar o regime responsável pela destruição da Venezuela, Que jogou a esmagadora maioria do povo na miséria, e produziu a fuga de mais de 8 milhões de pessoas, depois da instalação da ditadura.
Lula chegou ao ponto de mandar seus marqueteiros para Caracas, trabalhando na campanha de Maduro, logo após a morte de Chávez.
Lula participou da campanha, gravando mensagens de apoio a Maduro, mesmo estando em recuperação, após um tratamento contra um câncer na garganta.
Dinheiro de propina de construtoras brasileiras foi usado para pagar o serviço dos marqueteiros, segundo delação premiada deles.
É apenas um exemplo do quanto o PT sempre esteve comprometido com o apoio irrestrito à ditadura comunista na Venezuela. O partido jamais criticou os crimes contra a humanidade do regime.
Nada mais normal para Lula do que operar agora para dar legitimidade à mais uma farsa eleitoral no país, em que o principal nome da oposição está impedida de concorrer pelo regime.
Maduro quer fazer esse teatro para levantar as sanções contra o país, apenas isso. E conta com a ajuda do Brasil, comandado pelo descondenado, para enganar o resto do mundo.
A senadora Tereza Cristina (PP-MS) se revoltou com a frase indigna de Lula, sugerindo que o problema das eleições na Venezuela é a oposição ao seu amigo ditador:
“Não faltava mais nada, absurdo dos absurdos”.
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A palavra não é bem “absurdo”, senhora deputada.
O termo correto é “tolôte de bosta”.
A cada dia o Ladrão Descondenado caga um novo tolôte oral para aumentar o fedor do seu prontuário.
Corte de gastos viabilizado por Milei imprime primeiros resultados positivos na economia do país
Enquanto Lula defendia cobrar mais impostos em evento na segunda-feira (4,) durante o anúncio de um projeto de lei para regulamentar aplicativos de transportes, Milei fechava, na Argentina, a estatal de comunicação Télam e centros de suposta assistência social. Segundo o presidente brasileiro, o cidadão tem de pagar mais imposto para receber mais benefícios do governo. Já para o presidente argentino, a solução passa por cortar despesas do governo para sobrar mais dinheiro para o cidadão gastar como quiser.
Parece tão simples e, na verdade, é simples mesmo. Enquanto governos socialistas, perdulários e achacadores por natureza, engordam os cofres públicos com o dinheiro suado do povo para supostamente devolver em serviços, governos liberais se esforçam para arrumar a casa e devolver mais poder de escolha ao cidadão.
Por qual razão o governo argentino precisava de uma TV estatal de notícias? Pura propaganda Kirchnerista, alegou Milei. E o que o Brasil faz, ainda, com a EBC? A promessa de campanha de Bolsonaro para privatizá-la acabou não se cumprindo e, agora, voltou às mãos dos criadores petistas.
E os tais 59 “centros de referência de serviço social do Ministério de Capital Humano”, para que serviam? Também, segundo Milei, eram apenas “caixas da política e refúgios” para trabalhadores pagos sem prestar serviços. Os gastos com mais de 50 veículos, 42 telefones celulares e 600 funcionários – muitos dos quais fantasmas – deixarão de existir, o que significa menos necessidade de impostos cobrados do cidadão para bancar uma máquina essencialmente política, não pública.
As atitudes de Milei estão gerando alvoroço e muita esperança para os argentinos e para o mundo: o risco país caiu 848 pontos desde a sua posse em dezembro e a bolsa subiu 12% no mesmo período. É obviamente cedo para prever cenários duradouros, inclusive porque a reação política e sindical já está sendo violenta, mas é fato que o caminho que os argentinos traçam no momento é muito mais alvissareiro do que o brasileiro.
Os petistas, por sua vez, investem no desperdício do dinheiro público e no gasto muito acima da receita. O déficit de mais de R$ 230 bilhões em 2023 e a recusa em tratar de qualquer corte de despesa demonstra a completa falta de compromisso com o dinheiro de quem paga imposto. Mais: além de quebrar o setor público, anuncia intervenção no setor privado. A regulamentação proposta para aplicativos de transporte, por exemplo, é mais um desastre: limita a possibilidade de trabalho do motorista, retira sua autonomia e ainda propõe criar mais um sindicato. Tem como dar certo?
Enquanto assistimos, com admiração e fervorosa torcida, as investidas de Milei contra os parasitas da máquina pública argentina, não podemos descuidar das intervenções populistas de esquerda propostas por Lula e pelo PT, no Brasil. Ao tramitar no Congresso, o projeto de regulamentação de aplicativos merece ser rejeitado por completo e a sanha por mais gastos e despesas que o socialismo petista tenta implementar precisa encontrar a mais forte resistência no Parlamento brasileiro.