CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

JACOB FORTES – BRASÍLIA-DF

O RETORNO

Num comunicado breve, um amigo me fez saber do seu retorno a Brasília. Regressos geralmente merecem uma saudação. Seja bem-vindo, amigo, ao seu quartel general, ao regaço do seu lar. Quando me vem a notícia de que um amigo retornou ao colo da sua casa, logo sou acometido de um silencioso sentimento de conforto, de desafogo, uma sensação de resgate. Depois de certo tempo de ausência o retorno ao lar é de suprema alegria. O lar ainda é o local mais aconchegante. Evidentemente, os humanos, desde os primórdios, não foram feitos para a reclusão em suas casas, mas, a exemplo dos navios, para singrar os mares da vida. Pesarosamente, muitos retornos são demarcados por penosas tristezas, digamos uma peregrina comoção. Isso muito me diz. Isso ainda está aceso na minha memória.

Aos vinte anos, farejando sonhos, deixei a casa dos meus pais e desandei, sobre o lombo de um pau-de-arara, em busca de uma cidade que estava sendo edificada no vazio central do estado de Goiás. Apinhada de esqueletos de obras, e envolta numa gigantesca nuvem de poeira vermelha, os que já se achavam arranchados nela juravam que, finalmente, haviam encontrado o tão sonhado eldorado, onde se podia garimpar ouro em solo raso.

Pois bem, somente cinco anos depois, com algumas raízes nos pés, pude retornar à casa dos meus pais. Quão agradecido fiquei a Deus, minha bateria afetiva estava desnutrida. A primeira pessoa que apareceu à porta foi uma menina, quatro anos. Cheia de desconfiança com a presença de um forasteiro, ela disparou o alerta.

– Mamãe, tem um homem aqui.

– Como é o seu nome, perguntei.

– Verônica, ela respondeu com o semblante travado.

– Então, você é a Verônica? Eu sou seu irmão.

– Não, você não é meu irmão.

Me ajoelhei e disse:

– Verônica, eu sou o Jacob, seu irmão de Brasília, me dê um abraço.

Ela destravou a cara e correu, não para mim, mas para o interior da casa.

– Mamãe, mamãe, tem um homem, é meu irmão de Brasília.

Lá vinha minha mãe, com seu vestido molhado. De voz chorosa e soluçada, mal disse:

– Meu filho!!!!!

A PALAVRA DO EDITOR

MANIFESTO

Um manifesto que escrevi há mais de uma década.

* * *

Nesse Dia Internacional da Mulher, 8 de Março, venho a público lançar o seguinte

MANIFESTO AOS HOMENS BRASILEIROS

1) Conclamo todos os homens brasileiros para nos unirmos e reinvindicarmos a aplicação real do princípio da igualdade e da isonomia que está contido na nossa Carta Magna. Vamos lutar para a criação da Delegacia do Homem em todas as cidades do país, nos mesmos moldes das já existentes delegacias da Mulher, do Idoso e da Criança e do Adolescente.

2) Na Delegacia do Homem poderemos nos queixar das agressões que sofremos das nossas mulheres, das pragas de sogras, das mal criações das filhas e dos ataques das vizinhas. A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco tem estatísticas incríveis sobre a quantidade de homens que são agredidos por suas mulheres, sobretudo nos bairros da periferia. Essas agressões geralmente acontecem com os companheiros exercendo seu saudável estado de embriaguês e são espancados bêbados, numa covardia inominável.

3) Briguemos pelo direito de sermos chamados de “Gostoso!” nas ruas, de termos a ventura de sentirmos uma mulher passar a mão na bunda da gente e de sermos estuprados por um trio de garotas jovens, num mato, num quarto ou numa beira de praia, assumindo o público compromisso de não nos queixarmos quanto a isso.

4) Batalhemos pela ascensão profissional das nossas mulheres, a fim de que elas passem a ter renda superior à nossa, de tal modo que possamos requerer pensão alimentícia em caso de separação.

5) E, no caso de ter a companheira uma renda de alto nível, batalhemos pelo direito de ficarmos no sagrado recesso do lar, exercendo as tarefas de dono-de-casa, com a competente assessoria de uma boa empregada.

6) Que façamos brotar um tempo onde a mulher abra a porta do carro, pague a conta no restaurante, escolha o motel, insista na cantada quando estivermos hesitando, tome a iniciativa de nos garanhar no carro e nos diga com os olhos brilhando: “Já estou molhada e de grelo duro…”.

7) Por fim, companheiros, nos unamos pelo sagrado direito de brocharmos e termos ejaculação precoce sem sermos alvos de jacotas, estatísticas, cobranças ou ameaças. Briguemos pela manutenção com altivez do lema “Enquanto eu tiver língua e dedo, mulher não me bota medo”.

DEU NO JORNAL

O AVISO FOI DADO

Aviso do candidato a primeiro-ministro de Portugal, André Ventura, do Chega:

Se for eleito, Lula não pisa no país.

“Se insistir, vai para a cadeia. Mas ele já sabe o que é isso, não será grande novidade para ele”.

* * *

De fato, isso não é novidade pro Ladrão Descondenado: ele já sabe o que é cadeia.

Foi condenado em todas as instâncias.

Instâncias sérias.

E libertado por…

Deixa prá lá.

O que quero mesmo é que André Ventura se torne primeiro-ministro de Portugal e o Rei da Mentira invente de viajar pra lá.

DEU NO X

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

SENADO SEGUIRÁ EM FRENTE COM PEC DAS DROGAS

O senador Davi Alcolumbre (União-AP) é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

O senador Davi Alcolumbre (União-AP) é presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

Está marcada para a próxima quarta-feira a votação de uma PEC acrescentando um inciso, o LXXX, ao artigo 5.º da Constituição, que é cláusula pétrea, mas pode receber acréscimos, nunca supressões nem modificações. O novo inciso considera crime o porte e posse de qualquer quantidade de droga ilícita, recomendando tratamento diferente para traficantes e usuários. A decisão de Rodrigo Pacheco (presidente do Senado) e Davi Alcolumbre (presidente da Comissão de Constituição e Justiça) sobre a votação desse projeto, cujo relator é o senador Efraim Filho, veio depois que o ministro Dias Toffoli, do STF, pediu vista e tem 90 dias para devolver a questão para o plenário, onde está 5 a 3 pela descriminalização, por decidir qual é a quantidade máxima de droga para que a pessoa não esteja cometendo crime, sendo considerada apenas usuário.

Como pode demorar até 90 dias para o julgamento recomeçar, decidiram seguir em frente no Senado. Pacheco não queria votar a PEC no mesmo dia em que estavam analisando o tema no STF para não parecer uma afronta. Mas quem precisa cuidar para não causar constrangimentos são os outros poderes, o Executivo e o Judiciário, porque o primeiro dos poderes é o Legislativo. Esse não pode ser afrontado, porque é o poder do povo, é o que mais próximo do povo está.

Alguns leitores me chamaram a atenção porque eu falei em “viciado”; disseram que muitas vezes o usuário não é viciado, mas ele está usando droga esporadicamente, maconha, cocaína. De qualquer maneira, está sustentando o tráfico, sustentando o traficante que compra a arma. O dinheiro que compra a arma vem também de quem não é viciado, mas está sustentando o crime, porque todo comprador de droga está financiando o traficante. Isso é óbvio.

* * *

Ministra dos Povos Indígenas está na mira do Senado porque se recusa a dar informações sobre o fiasco da pasta

Senadores enviaram à Procuradoria-Geral da República um pedido de impeachment da ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara. Seis parlamentares e até uma comissão, a de Fiscalização e Controle, enviaram pedidos de informação que ela não respondeu. Ela pensa que está acima do Poder Legislativo, mas não está. O ministro não é mais que um deputado. O deputado é mais que o ministro, porque o deputado representa o povo. Então, provavelmente, ela não respondeu nada porque não teve resultados. O caso dos yanomamis, por exemplo. Como é que morreram mais índios ano passado? Fizeram um barulho danado, dizendo que iam resolver as mortes dos yanomamis, e no fim o primeiro ano de Lula teve 20 mortes a mais que o último ano de Bolsonaro.

A maneira mais lógica de resolver isso é perguntar aos yanomamis o que eles querem. Eles vão querer uma casa, e não aquela coisa rudimentar. Eles vão querer sair da caverna, querem vir para o nosso tempo. Querem ter um refrigerador, uma máquina de lavar roupa, como muitos têm em Roraima, inclusive em território indígena – eles mesmos me contaram. Máquina de lavar roupa, fogão a gás, refrigerador, energia elétrica… coloque energia elétrica lá para ver a diferença nas condições sanitárias. Mas querem condenar uma etnia a viver no passado. Dizem que se colocarem tudo isso os yanomamis da Venezuela virão todos para desfrutar. Tudo bem, é só registrá-los. Depois vão acabar sendo brasileiros, produzindo sua própria comida, integrando-se à nação brasileira. Para que tanta maldade com os índios? Se eles não quiserem, paciência, mas que se dê informação a eles, que se mostre como os outros estão vivendo. Para que negar isso a eles? O nome disso é preconceito.

DEU NO JORNAL

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

A BALEIA

As baleias-jubartes estão entre os maiores e mais majestosos animais marinhos. Elas podem crescer até 16 metros de comprimento e pesar até 40 toneladas.

Originalmente, no Brasil, as baleias – jubartes se distribuíam, durante a época reprodutiva, do Rio Grande do Norte a São Paulo; atualmente, se concentram principalmente no Banco dos Abrolhos, uma extensão da plataforma continental, recoberta por recifes de coral entre o sul da Bahia e o norte do Espírito Santo.

No Brasil, as jubartes foram caçadas desde 1602, primeiro na região do Recôncavo baiano, com a chegada dos baleeiros bascos, e depois pelas estações costeiras de caça à baleia, chamadas Armações, que se estabeleceram entre a Bahia e Santa Catarina, para matança de jubartes.

Na primeira metade do século XX, baleeiros noruegueses e japoneses trouxeram navios para matar as baleias que restavam em águas brasileiras, um massacre que só terminou de vez em 1985 quando o então Presidente José Sarney suspendeu a caça de baleias no país.

Em 1987, a aprovação pelo Congresso da Lei Federal 7/643, que proíbe a captura e o molestamento intencional de toda espécie de cetáceo em águas jurisdicionais brasileiras, coroou quase duas décadas de campanhas contra a matança por ativistas brasileiros, e inaugurou uma nova política de Estado do Brasil a favor da conservação e do uso exclusivamente não-letal desses animais através da pesquisa científica e do Ecoturismo. Atualmente, a população das jubartes se recupera, e as pessoas tem a consciência de que uma baleia vale mais viva do que morta.

Os machos totalmente crescidos têm em média 13m – 14 m. As fêmeas são ligeiramente maiores, com 15m – 16m.

A baleia-jubarte (nome científico: Megaptera novaeangliae), também conhecida como baleia-corcunda, baleia-cantora, baleia-corcova, baleia-de-corcova, baleia-de-bossas, baleia-preta ou baleia-xibarte é um mamífero marinho, presente na maioria dos oceanos. Suas longas nadadeiras peitorais, que chegam a medir até 1/3 de seu comprimento total, poderiam ser comparadas às asas de um pássaro. Esta é a origem do nome Megaptera, que em grego antigo significa “grandes asas”, enquanto novaeangliae fala do primeiro local onde foi registrada a espécie, Nova Inglaterra. É conhecida por seus comportamentos aéreos e outros mais realizados na superfície, o que as torna popular no turismo de observação de baleias. Machos produzem cantos complexos que duram de 10 a 20 minutos com a finalidade de atrair as fêmeas para acasalar. As baleias vivem na água apesar de não terem guelras, porque evoluíram há milhões de anos a partir de ancestrais que viviam na terra. Sua evolução está amplamente documentada no registro fóssil.

Por não possuir dentes, a base alimentar das baleias – jubartes, mesmo adultas, são pequenos crustáceos, conhecidos como krill.

Dessa forma, no hilário episódio do falso importunamento do Ex-Presidente à baleia-jubarte, jamais ela o engoliria. Primeiro, porque o Ex-Presidente não a importunou, nem de longe. Essa infâmia é mais uma intriga da oposição perseguidora e má. E em segundo lugar, apesar da boca da baleia poder medir até três metros, sua goela é muito estreita e mede, no máximo 15 centímetros. E isso tem história. Senão vejamos:

A baleia sempre foi o mais veloz e comilão animal marinho. Comia tudo o que via em sua frente. Nadava mais do que todos os outros peixes. Até que um incidente aconteceu entre uma baleia e uma moça devota de Santo Antônio, que viajava num navio.

A tripulante conduzia nas mãos uma imagem do santo casamenteiro, rezando o tempo todo e pedindo a Santo Antônio para que o navio entrasse logo na barra. A devota tinha muita fé e tinha certeza de que seu santo milagroso faria com que, naquele navio, ela encontrasse o seu príncipe encantado, para sair do detestável caritó.

De repente, a imagem de Santo Antônio caiu no mar. Imediatamente, uma baleia que acompanhava a embarcação abocanhou Santo Antônio, mas ao tentar engolir a imagem, sua goela se estreitou. Quanto mais a baleia tentava engolir a imagem, mais se engasgava. Quanto mais se engasgava, mais a goela ficava estreita.

Santo Antônio desapareceu e a baleia, até hoje, só se alimenta de peixes miúdos, como sardinhas.

Segundo a lenda, Nosso Senhor Jesus Cristo castigou a baleia, torcendo o seu rabo e deixando a barbatana virada para baixo, batendo água de baixo para cima e não da direita para a esquerda, como nadam todos os viventes da água. O castigo fez com que a baleia nadasse mais devagar e se tornasse o único peixe que tem a barbatana virada para baixo.

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

DEU NO JORNAL

FARSA COM DATA MARCADA E AVAL DE LULA

Editorial Gazeta do Povo

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e o presidente Lula durante cúpula da Celac, em março de 2024.

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e o presidente Lula durante cúpula da Celac, em março

A eleição presidencial venezuelana já tem data marcada: 28 de julho, segundo o Conselho Nacional Eleitoral do país. No pleito, o ditador Nicolás Maduro tem tudo para ser o candidato do bolivarianismo chavista, e “disputará” contra quem ele deixar concorrer, já que todos os principais nomes da oposição democrática estão barrados pelo Judiciário subserviente ao ditador. A essa altura, apenas os muito ingênuos ou os cúmplices declarados do ditador ainda afirmam que a eleição tem alguma chance de ser justa e limpa. E o presidente Lula já correu para se inscrever neste segundo grupo, dando seu aval ao teatro eleitoral previsto para daqui a alguns meses.

Ao lado do primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, que está visitando o Brasil, Lula soltou uma série de disparates sobre a eleição, com direito a comparações esdrúxulas com os pleitos brasileiros de 2018 e 2022. O petista chegou ao ponto de dizer que Maduro merece a “presunção de inocência”. “A gente não pode já começar a jogar dúvida antes das eleições acontecerem (…) nós temos que garantir a presunção de inocência até que haja as eleições para que a gente possa julgar se elas foram democráticas”, disse o presidente que já pediu o mesmo benefício a Vladimir Putin após a suspeitíssima morte de Alexei Navalny, mas que por outro lado é cheio de certezas quando se trata de Israel, que para Lula é causador de um segundo Holocausto; ou do casal Mantovani, chamado pelo presidente de “animais selvagens”, “canalhas” que “não merecem respeito”.

Não se trata, obviamente, de “jogar dúvidas”. O próprio Maduro já se encarregou de acabar com qualquer dúvida e dar ao mundo a certeza de que as eleições não serão justas. A inabilitação totalmente arbitrária da vencedora das primárias oposicionistas, María Corina Machado, bem como a de vários outros membros destacados das forças democráticas, como Henrique Capriles e Juan Guaidó, já é demonstração suficiente de que os venezuelanos não terão liberdade para escolher quem tentará a missão quase impossível de derrotar Maduro – “quase impossível” não porque o ditador tenha a estima de uma população que ele reduziu à miséria e à fome, mas porque as fraudes que marcaram os últimos pleitos venezuelanos podem muito bem se repetir, com o endosso de um CNE chavista, caso haja a mínima perspectiva de uma derrota.

Lula, aliás, não apenas se absteve de condenar a manobra judicial que inabilitou os principais nomes da oposição a Maduro, mas chegou a ironizar os democratas venezuelanos. Sem mencionar o nome de María Corina, Lula afirmou que “fui impedido de concorrer às eleições de 2018, e em vez de ficar chorando, eu indiquei um outro candidato que disputou as eleições”, em referência a Fernando Haddad. Só faltou explicar que, à época, Lula era um ficha-suja, automaticamente inabilitado pela aplicação de uma lei devidamente aprovada pelo Congresso e sancionada por ele mesmo, enquanto Corina está impedida de concorrer porque a Justiça venezuelana requentou uma condenação antiga, sem nenhuma previsão legal para tanto. Além disso, Lula tanto chorou que se lançou candidato em 2018 mesmo sendo ficha-suja, com direito a um enorme circo em Brasília, e continuou se promovendo como candidato por alguns dias mesmo depois de o TSE cassar seu registro.

Por fim, não satisfeito em pedir que o mundo conceda a Maduro uma “presunção de inocência” que ele não merece, Lula ainda se achou na posição de mandar uma advertência não ao ditador que sufoca seu povo, mas à oposição que busca o retorno da democracia à Venezuela. O petista quer que os adversários de Maduro não adotem “o hábito de negar o processo eleitoral, nem a lisura do processo, ou de rejeitar as autoridades eleitorais” e que “se o candidato da oposição [venezuelana] tiver o mesmo comportamento do nosso candidato aqui [Jair Bolsonaro], nada vale”. Ou seja, ainda que possa haver uma oposição real disputando a eleição, e não apenas a oposição permitida por Maduro, Lula quer que ela suporte calada todas as arbitrariedades que os órgãos chavistas porventura lhe impuserem para prejudicá-la.

Para o ditador carniceiro, Lula pede a presunção de inocência, a confiança em uma capacidade de jogar limpo. Para a oposição que sofre com o repetido arbítrio, Lula só tem a oferecer sarcasmo e advertências típicas de quem já dá como certa a má intenção. Cúmplice de ditadores mundo afora, o petista novamente revela seu desprezo pela democracia ao abraçar Nicolás Maduro e dar seu aval a uma farsa, um teatro destinado a manter os venezuelanos subjugados a um “socialismo do século 21” que nada deve aos totalitarismos do século 20 e levas sua vítimas a padrões de vida dignos do século 19.