COMENTÁRIO DO LEITOR

O PRIVILÉGIO É NOSSO!

Comentário sobre a postagem JBF, O CAMPEÃO!

Peninha:

Orgulho e privilégio fazer parte desta seleção.

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Comentário do Editor:

O privilégio é nosso, grande Peninha!

Meu e dos leitores.

Contar com um colaborador do seu quilate aqui nesta gazeta, um pesquisador-colecionador fantástico como você, é um fato auspicioso.

Ressalto suas colunas da semana passada:

De segunda a domingo, do dia 18 ao dia 24, você nos presenteou com uma série intitulada ORIGINAL E VERSÃO SERTANEJA.

O original da música em inglês e, em seguida, uma versão sertaneja brasileira.

Uma coisa impressionante esta sua pesquisa!

Só você mesmo, meu caro amigo e colunista fubânico, para nos brindar com uma preciosidade assim.

Repito: é um privilégio contar com a uma cabra do seu tope por aqui!!! 

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There’s no more corn on the Brasos – The Walkers

Distante – Luiz Cláudio & Giuliano & Matogrosso

DEU NO X

“MEXEU NAS VÍSCERAS DE UM SISTEMA PODRE”

ROQUE NUNES – AI, QUE PREGUIÇA!

PORQUE SOU MONARQUISTA

Muitos podem até estranhar essa minha confissão, mas analisando Pindorama no século e mais algumas quireras de República, posso afirmar, sem a menor dúvida: nessa história de republicanismo, a indiaida nacional entrou bem. Os donos da república entraram com o fumo, e a bugraiada, com a bunda.

Quase dois anos após o falecimento da Rainha Elizabeth II, do Reino Unido, peguei-se-me a pensar como a monarquia britânica promoveu, entre o século XX e agora, cento e vinte e quatros anos de estabilidade, mesmo com a ruma de primeiros-ministros bons, excelentes, ruins, péssimos e petistas, mesmo.

Eduardo VII, após o falecimento da Rainha Vitória, assumiu o trono em uma sucessão tranquila. Seu filho, George V enfrentou a Primeira Guerra Mundial, a Grande Depressão e manteve a serenidade e o Reino e o Império unidos. A crise da abdicação de Eduardo VIII, causou comoção, mas logo depois da sucessão, George VI enfrentou o resto da depressão, a guerra mais destrutiva da história da humanidade e a desagregação do império em estados independentes, mas a maioria optando por permanecer na chamada Commonwelth, tendo o soberano britânico como chefe de estado dessas nações. Há até uma história, não sei se verdadeira que, quando George VI anunciou a entrada da Grã-Bretanha na Segunda Guerra, o primeiro-ministro da Austrália, nem solicitou autorização do Parlamento para declarar guerra à Alemanha nazista, apenas comunicou: “Se a Grã-Bretanha está em guerra, a Austrália também está em guerra”.

Elizabeth II governou durante setenta anos, e viu o fim do império, a ascensão da guerra fria, o fim do bloco soviético, a guerra dos Bálcãs, os desastres humanitários na África, a escravidão trazida pelos regimes socialistas, a ascensão dos ideários sindicalistas, a chamada Revolução Tatcher, a retomada dos princípios da livre iniciativa. Tudo bem que os filhos deram mais trabalhos que os súditos, principalmente em assuntos privados, mas Elizabeth II se manteve firme.

Há um documentário da década de 1980 quando os idiotas dos generais argentinos resolveram invadir as Falklands, em um debate no parlamento inglês, um deputado do Partido Trabalhista, abanando a mão na cara da senhora Tatcher gritou que ela havia deixado a Argentina humilhar a Rainha Elizabeth. Vejam, não foi a nação que foi humilhada, mas a rainha, tal a concepção que os ingleses têm de que o Trono é o país e o país é o Trono.

Voltemos os olhos para Pindorama nesse século e alguns anos de republicanismo. Se olharmos com curiosidade de pesquisador veremos que não houve uma década sequer de estabilidade política, uma década sequer de previsibilidade econômica, social, educacional. Já começamos errados. A res publica, ou coisa pública brasileira, de público mesmo nada tem. A república brasileira começou com um golpe militar que, malandramente deixou o povo fora, restando a este, apenas pagar as contas das festas que se seguiram ao golpe. Em seguida vieram as crises: crise da abdicação de Deodoro, a Revolta da Chibata, a Revolta da Armada, a Guerra de Canudos, a Guerra do Contestado, o tenentismo, a revolta de 1930 que implantou o populismo e o varguismo como panaceia para todos os nossos males.

Vargas, boa bisca que era, provocou a revolta constitucionalista de 1932, o golpe de 1937 e foi chutado em 1945, após a vitória brasileira nos campos italianos, lutando contra aquele carequinha – tô falando do carequinha 1, o Mussolini, não do dois, ou do… bem, deixa pra lá -, entre o governo Dutra, a volta de Getúlio, houve um aparente período de tranquilidade que pariu figuras como Jânio Quadros, João Goulart, Francisco Julião, Miguel Arraes, entre outros símbolos do atraso. A posse de Juscelino também foi antecedida de revoltas militares, como a do Araguaína outras instabilidades. Jânio fez o que fez e foi jogado na lata de lixo da história. Jango, com aquela sua postura nem-nem, trafegava pelo apadrinhamento, pela politicagem do toma lá da cá, até ser chutado da presidência e começar os governos de coturno e toda a barbárie cometida neste torrão, seja pela direita, seja pela esquerda.

Após a dita redemocratização veio o desastroso governo Sarney, a aberração chamada Constituição de 1988, o ladroísmo descarado de Collor, e o impeachment do mesmo que quase nos leva para o buraco. O governo Itamar foi aquela sensaboria que todos conhecem, afora a cena com a sans-cullote no carnaval que se tornou um escândalo e quase leva Itamar para o buraco. Fernando Henrique Cardoso tentou dar alguma racionalidade, mas rendeu-se ao sistema republicano do toma lá-da cá para poder passar a emenda da reeleição. Chamaram isso de presidencialismo de coalização, ou seja, o chefe do executivo entrega um ministério, uma autarquia, um banco, uma estatal de porteira fechada para um chefe político, em troca de votos no congresso. E o público? Sempre convocado a pagar essa brincadeira cara demais, sem graça demais, para quem precisa gerar riqueza e sustentar essa máquina balofa e ineficiente chamada Poder Público.

Após FHC – Fernando Henrique Cardoso – inaugurou-se a república do lúmpen sindicalismo, com toda sorte de bucaneiro, parasita, escroque, vagabundo, preguiçoso e oportunista se adonando da nação. O resultado? Mensalão, Petrolão, a Fraude contábil, que muitos idiotas chamam de pedalada fiscal, como se esse crime fosse tipificado, mas é apenas uma forma de atenuar os crimes cometidos por um desastre ambulante que somou nove mais quatro e encontrou onze, que disse que uma bola feita de folha de bananeira era o ápice da evolução do brasileiro, que saudou uma raiz de mandioca, que encontrou um cachorro como sujeito oculto atrás de uma criança, e por aí vai.

E outra crise se instalou quando, os bucaneiros do congresso resolveram chutar a inquilina do Alvorada porque as tetinhas estavam magrinhas e saindo pouco leite. Só não saiu porrada no congresso porque estava todo mundo de olho, mas cuspe, xingamentos, alusão à mãe, promessa de vingança pulularam, naquele espaço que chamam de casa do povo. Sinto, mas até um puteiro há mais ordem, decência e organização do que naquele espaço. Imagina isso ocorrendo na casa de um cidadão? Jamais.

Veio o governo Bolsonaro, a pandemia e toda a esculhambação político-jurídica que bagunça a nação e destrói as possibilidades de futuro. Certa vez Paulo Guedes disse que em seis meses o Brasil viraria uma Argentina de Cristina Kirchner e em um ano, uma Venezuela de Maduro. Enganou-se. Em um ano saímos de uma Argentina e fomos direto para uma Coreia do Norte, com toda a sua arbitrariedade, sua truculência, suas vinganças e mesquinharia.

Aproveitou-se a pandemia para levantar a bandeira de “salvar a democracia”, reconduzindo um ladrão triplamente condenado, e seu acusador, aquele que dizia que o ladrão queria voltar à cena do crime, de volta ao poder e à lúmpen república. Em resumo, nunca, na história republicana tivemos vinte anos sem crises e regressos, sem objetividade e sabotando o futuro do país, tudo em nome de uma república que, de público nada tem, apenas o dinheiro para pagar as contas dos “donos do poder”.

Comparativamente, acredito que dei exemplos suficientes de que, a volta à monarquia, pelo menos dará estabilidade e previsibilidade ao país, mesmo porque, despejar um primeiro-ministro inepto é menos traumático do que um presidente, pois uma família imperial será espelho dessa estabilidade, tranquilidade e certeza de uma representação de decoro público que nossa república prometeu, mas nunca cumpriu.

DEU NO X

DEU NO JORNAL

O VELHO HÁBITO ESTATIZANTE E INTERVENCIONISTA

Editorial Gazeta do Povo

empresas

Uber, Vale, Eletrobras, aplicativos, “igualdade salarial” e mais: governo Lula intensificou a ofensiva sobre o setor privado e a liberdade econômica

A passagem do tempo e as aceleradas inovações tecnológicas provocam transformações da realidade econômica que alteram inevitavelmente a validade de certas teorias e certas políticas públicas, porquanto mudam concomitantemente as relações de produção, a estrutura do mercado e os hábitos de consumo. O desafio das estruturas estatais e dos governantes consiste em acompanhar as mudanças, reexaminar as teorias econômicas e atualizar sua visão da realidade geral com o objetivo de ajustar as políticas públicas e as ações de governo.

Nesse contexto de um mundo que muda em alta velocidade, tem sido constatado que as maiores dificuldades da estrutura de Estado e dos governos em se ajustar aos tempos novos ocorrem quando os mesmos governantes ficam tempo demasiadamente longo no cargo. Assim, os países nos quais o chefe de governo se mantém no poder por muitos anos, às vezes décadas, acabam se retrasando e ficando para trás na corrida mundial pela atualização e modernização. Isso vale também para o caso de países em que o chefe de governo, embora tenha mandatos fixos, acaba se reelegendo mais de uma vez, como é o caso do Brasil.

Lula está em seu terceiro mandato como presidente da República, o que lhe permitirá sentar-se por 12 anos na cadeira presidencial, com a particularidade de haver um intervalo de 12 anos entre o fim de seu segundo mandato e o início de seu terceiro mandato. De início, pode-se especular sobre os riscos de um chefe de governo – cujo poder no regime presidencialista é altíssimo – voltar ao comando do governo nacional com crenças, teorias e políticas superadas e inadequadas para a atual realidade econômica, social e política.

Desde o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) até o fim dos anos 1980, o Brasil seguiu a cartilha que preconizava um Estado grande e um governo forte, com alta dose de estatização da produção e pesada intervenção do governo nos domínios econômicos e nos mercados, sob o argumento de que o setor privado brasileiro não dispunha de capitais ou de uma classe de capitalistas capazes de darem conta de promover a implantação da infraestrutura física, nem de criar um parque industrial condizente com o tamanho do país e o crescimento populacional. Desde então, essa crença esteve presente na política estatizante e intervencionista do governo, inclusive no período de 1964 a 1985, quando o país foi governado pelo regime militar.

O mundo seguiu mudando; uma onda da globalização se apresentou em meados dos anos 1980 e se consolidou nos anos 1990 em diante, provocando uma revolução econômica e política que consistia na abertura internacional, liberalização do comércio, privatização de empresas estatais e redução da intervenção governamental nos mercados. Com isso, iniciou-se uma fase de atração de capitais estrangeiros para investimento empresarial no país; parte da infraestrutura física foi financiada pelo Banco Mundial; e, mais adiante, foi dado um choque nas velhas estruturas estatizantes e intervencionistas, sobretudo no governo de Fernando Collor de Mello, que teve início em março de 1990. Apesar de um mandato curto (Collor sofreu um impeachment em outubro de 1992 após denúncias de corrupção), o Brasil avançou significativamente na abertura internacional, privatização de empresas estatais e liberalização do mercado.

Fernando Henrique Cardoso, que teve dois mandatos como presidente da República, de janeiro de 1995 a dezembro de 2002, prosseguiu com a política de desestatização, incluindo ambiciosa política de privatização de bancos estatais federais e estaduais sob o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), executado com êxito apesar da ferrenha oposição do PT e da CUT. Vale registrar que em nenhum momento o governo ousou incluir no programa de privatização o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras, sob o argumento de que eram empresas estratégias e intocáveis.

A condição de empresas consideradas estratégicas não livrou essas megaestatais de serem exploradas e enfraquecidas sob corrupção e má gestão justamente nos governos esquerdistas do PT, que diziam ser seus maiores defensores. Na fase aguda dos prejuízos da Petrobras, os acionistas foram severamente punidos, incluindo entre eles a legião de trabalhadores aos quais o governo autorizou o saque do FGTS para compra de ações da companhia. Atualmente, os acionistas privados da Petrobras detêm 63,4% do capital da empresa; o BNDES detém 7,9%; e o Tesouro Nacional é dono de apenas 28,6% do capital, embora as ações do governo sejam todas com direito a voto, o que lhe dá maioria do capital votante e o controle da companhia.

O hábito estatizante e intervencionista, embora nocivo e enferrujado, continua sendo a marca deste terceiro mandato de Lula, como provam as recentes intromissões do presidente na Petrobras e a tentativa de emplacar membros do PT em megaempresas privadas, a exemplo da pressão do governo para a nomeação (que não deu certo) de Guido Mantega na presidência da Vale. Insaciável em sua ânsia de intervir no mercado e prejudicar o funcionamento da economia privada, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, apoiado por falas públicas de Lula, anunciou sua pretensão de regular os aplicativos de entregas de refeição e transporte particular de passageiros.

Em resumo, o PT e os partidos de esquerda que o apoiam com ideias dos anos 1970 seguem querendo impor suas crenças e práticas atrasadas sobre o funcionamento do mercado e do livre comércio nesta terceira década do século 21, em que a Quarta Revolução Tecnológica inundou o mundo com um turbilhão de inovações e novas formas de trabalhar, produzir e consumir. Além disso, é extremamente perigoso para o futuro das finanças públicas e da estabilidade econômica que o governo queira ir pelo caminho de aumentar o tamanho do Estado, aumentar as empresas estatais sob seu comando e intervir no livre funcionamento do mercado justamente no momento em que a dívida pública é alta como porcentual do PIB e as contas públicas apresentam déficit fiscal primário em torno de 2,5% do PIB.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

DEU NO JORNAL

ALGO INESPERADO

O Ministério do Planejamento de Simone Tebet, dama do Orçamento Federal, anunciou que o governo Lula (PT) já reverteu a expectativa de superávit em 2024.

Virou déficit de R$ 9,3 bilhões.

E a gente pagando.

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Que coisa!

Que espanto!

Ninguém esperava isto.

Grande novidade!

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA