DEU NO JORNAL
RODRIGO CONSTANTINO
MUSK X SOROS

Americanos vão às urnas decidir entre a democrata Kamala Harris ou o republicano Donald Trump para ocupar a Casa Branca a partir de 2025
Elon Musk virou o maior defensor de Donald Trump nesta campanha. Musk mergulhou de cabeça e com o bolso para ajudar o republicano, alegando que se Kamala Harris vencer será a última eleição no país. O dono da Tesla e da SpaceX convenceu Joe Rogan a endossar o nome de Trump também. A campanha republicana ganha momentum.
Do lado democrata, o principal nome nos bastidores é George Soros, aquele que mais assina cheques para entidades de extrema esquerda. Kamala é bem próxima de Alex Soros, o filho do bilionário “progressista”. Não custa lembrar que Joe Biden foi substituído por Kamala sem ela ter um só voto nas primárias, por decisão da cúpula democrata, que passa por Obama, Clinton, Nancy Pelosi e Soros.
De um lado, então, temos um empreendedor que fez foguete dar marcha ré e fazer baliza, economizando bilhões para a indústria aeroespacial, além de vender o carro elétrico mais desejado do planeta. Do outro lado, temos um especulador que ficou bilionário apostando contra moedas como a libra esterlina. A esquerda não tem problema com ricaços, nem mesmo especuladores, desde que sejam de esquerda.
Musk comprou caro o Twitter para libertar o passarinho azul escravizado pela ideologia woke. Em sua plataforma X, toda a esquerda é livre para criticá-lo e atacá-lo das formas mais vis. Até Alexand.re de Moraes, que virou um desafeto de peso, foi capaz de manter seu @alexandre, como se fosse o único ou o mais importante Alexandre do mundo. Musk não usa seu poder de dono da plataforma para perseguir adversários.
Já seus adversários sim. Rachel Maddow, a apresentadora da MSNBC, chegou a sugerir que Kamala Harris poderia cancelar todos os contratos das empresas de Elon Musk com o governo americano por ele ter apoiado Trump. É assim que a esquerda radical pensa: o Estado deve ser instrumentalizado e aparelhado pelo partido para perseguir seus opositores. É uma visão tribal e nada republicana, mas é a cara da esquerda.
Felizmente cada vez mais gente percebe isso. Elon Musk votou em Obama duas vezes, ficou em fila para apertar sua mão, e agora é tido como inimigo da nação por apoiar Trump e não Kamala. Joe Rogan é um libertário defensor da legalização da maconha que já votou em Bernie Sanders, e agora apoia Trump. Tulsi Gabbard já comandou o DNC, o diretório nacional democrata, e hoje apoia Trump. RFK Jr., com o peso do sobrenome Kennedy, abandonou o Partido Democrata e apoia Trump para fazer a América saudável novamente.
Enquanto Biden chama os apoiadores de Trump de “lixo” e o bilionário Mark Cuban chama as mulheres que apoiam Trump de “fracas”, Megyn Kelly, uma mulher bonita, rica, independente e poderosa, declara apoio a Trump e faz uma das defesas mais persuasivas de todas ao lado do ex-presidente. Segundo Kelly, a radicalização democrata precisa ser interrompida, e as celebridades que defendem Kamala não se importam com as consequências de suas ideias na vida dos mais humildes.
É disso que se trata: Trump representa o “homem esquecido”, aquele explorado pelo sistema, que paga o preço de uma ideologia insana. Kamala representa a elite no poder, os financistas arrogantes, a velha imprensa, os globalistas ambiciosos. Para o bem da América e do mundo, espero que o lado certo possa vencer para endireitar o país.
DEU NO X
NORMAL, NORMAL, NORMAL
DEU NO JORNAL
LULA SE METE INDEVIDAMENTE NA ELEIÇÃO AMERICANA
Guilherme Macalossi

Quantos votos Lula consegue para Kamala Harris na Pensilvânia? Bem provavelmente a mesma quantidade que Pepe Mujica conseguiu para Maria do Rosário no segundo turno das eleições em Porto Alegre. Se o presidente brasileiro for conhecido por um 1% do eleitorado americano será muita coisa. De modo que, excluída uma hipotética influência política nos Estados Unidos, sobra apenas o prejuízo diplomático que o Brasil pode ter pelos efeitos negativos de uma desgastante intromissão sua na disputa entre Republicanos e Democratas.
Ninguém sabe quem será o próximo presidente dos Estados Unidos. De modo que Lula manifestar apoio a Kamala Harris ou a Donald Trump é apenas temerário. Ao contrário do que manda o bom senso e o figurino geopolítico, Lula resolveu falar sobre suas preferências numa entrevista concedida a uma TV francesa. Ao canal LCI, Lula afirmou que “para o fortalecimento da democracia nos Estados Unidos, seria mais adequado a eleição de Kamala Harris à Presidência”. “A democracia é a coisa mais sagrada que o ser humano construiu. Eu obviamente estou torcendo para a Kamala ganhar as eleições”, enfatizou.
É claro que Lula jamais diria que torce por Trump, até pela visão de mundo completamente distinta. Mas não é esse o ponto, até porque relações entre países devem se guiar, acima de tudo, pelo pragmatismo. De modo que, em vez de bancar a cheerleader da candidata democrata, o presidente brasileiro deveria trabalhar nos bastidores para construir pontes com o futuro governo americano, o que inclui dialogar também com lideranças republicanas.
Alguém poderá lembrar que Trump também se meteu na última eleição brasileira apoiado Jair Bolsonaro, e que Lula estaria apenas devolvendo na mesma moeda ao apoiar Kamala. Também não parece ser o caso. Lula escolheu se envolver deliberadamente sem medir consequências. A capacidade de o governo brasileiro retaliar o governo americano pela eventual interferência política em nossos assuntos internos é incomparavelmente menor do que numa situação inversa.
Caso Trump acabe eleito, e a possibilidade de isso ocorrer é altíssima, as relações entre os dois países tende a sofrer as consequências, com prejuízo muito maior ao Brasil, que tem nos EUA o seu segundo maior parceiro comercial. E isso não é viralatismo ou qualquer outra expressão que signifique submissão aos norte-americanos.
Lula poderia ter escolhido outras palavras para expressar o que pensa, mas preferiu aquelas que o posicionam em um dos lados de uma disputa acirrada. Se o lado escolhido perder, o Brasil perde junto. E é esse o risco inerente a tomar decisões geopolíticas colocando a ideologia na frente dos bois.
DEU NO X
FILHA INFORMANDO AO PAI QUE PASSOU NO VESTIBULAR
Emocionante: a filha que passou no vestibular concorrido e o pai dirigindo máquina pesada . È de chorar! pic.twitter.com/KwgsU1O0OF
— Milton Neves (@Miltonneves) November 5, 2024
DEU NO JORNAL
AVANÇO
A decadência pode ser ridícula: a esquerda brasileira, inclusive na mídia, tem novo ídolo: Kamala Harris.
Não deixa de ser um avanço, após décadas de culto a tiranos como Josef Stálin ou Fidel Castro.
Que fase…
* * *
De fato, um avanço fantástico.
De Stálin e Fidel saltaram pra Kamala.
Grande progresso.
Até porque parece que a fêmea americana não tem cabelo no suvaco e costuma tomar banho.
LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
TEM COMO DAR CERTO?
DEU NO JORNAL
DESESPERO: O FIM DE MUNDO TÁ CHEGANDO
DEU NO X
NÃO DÁ PRA RESISTIR À PRISÃO…
Imagina se eu iria resistir a prisão. 🤣 pic.twitter.com/fuo5RXbz51
— Tumulto BR (@TumultoBR) November 5, 2024
COMENTÁRIO DO LEITOR
UMA MULHER ASSIM
Comentário sobre a postagem VOLÚPIA – Florbela Espanca
João Francisco:
Eu só queria uma mulher assim.
Seria pedir muito?
* * *
VOLÚPIA – Florbela Espanca
No divino impudor da mocidade,
Nesse êxtase pagão que vence a sorte,
Num frêmito vibrante de ansiedade,
Dou-te o meu corpo prometido à morte!
A sombra entre a mentira e a verdade…
A nuvem que arrastou o vento norte…
– Meu corpo! Trago nele um vinho forte:
Meus beijos de volúpia e de maldade!
Trago dálias vermelhas no regaço…
São os dedos do sol quando te abraço,
Cravados no teu peito como lanças!
E do meu corpo os leves arabescos
Vão-te envolvendo em círculos dantescos
Felinamente, em voluptuosas danças…

