LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

DEU NO JORNAL

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

A PICANHA INALCANÇÁVEL NO GOVERNO LULA

Picanha Lula Alexandre Garcia

A inflação é o imposto mais injusto que existe porque só cobra do pobre

Esta é a semana da decisão sobre os cortes. Era na semana passada. É uma manhã que nunca chega. Todos os dias dizem: amanhã vamos cortar. O pior é que enquanto não cortam as despesas públicas, os cortes bovinos estão subindo. A picanha ficou inalcançável porque tudo está subindo 7%, 9%, 10%.

O IPCA que mede a inflação já saltou e não tem como usar o argumento que a taxa Selic não poderia ser aumentada em 0,5 pontos percentuais e está em 11,25% agora. É dever do Banco Central proteger a moeda porque a inflação é o imposto mais injusto que existe porque só cobra do pobre. Quem tem dinheiro aplicado está protegido da inflação. Quem aplica na poupança não porque a inflação está acima da poupança.

O dólar está lá em cima e vejo manchete do jornal dizendo, erro do editor: eleição de Trump fortalece o dólar, mas beneficia o agro. Não tinha que ter “mas” e, sim, um “e”. Fortalece o dólar e beneficia o agro, mas ele não quer que o agro seja beneficiado e foi prejudicado por esse “mas”, ato falho do editor de Internacional de um jornal.

Estamos esperando, tem ministro que disse que pede demissão se tiver corte, o Lupi do Previdência, o Luiz Marinho do Trabalho. Não sei se vão cair fora mesmo por causa disso. O Lupi tem uma história bonita. Ele era dono de uma banca de jornal que arranjava todos os jornais de Porto Alegre para o Brizola, que morava no hotel na Prudente de Morais, o Everest.  O Brizola estava formando o PDT, convidou o Lupi, que entrou no PDT. Acabou sendo presidente do partido, acabou sendo ministro, político. 

* * *

G20 promete caos no Rio de Janeiro

Lula está liberado e vai para o Rio, para o G20, nos dias 18 e 19. Segunda e terça-feira que vem, dois dias de caos porque será no centro do Rio de Janeiro, no Museu de Arte Moderna, do lado do aeroporto Santos Dumont, que vai ficar fechado. Eles vão transferir tudo para o Galeão, que de repente vai receber um outro aeroporto. O Galeão estava vazio com poucos voos, estava com capacidade ociosa. Mais o perigo da periferia, a avenida Brasil, linha vermelha, linha amarela. Vai ser o caos no Rio de Janeiro. 

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Lula ataca Trump; Janja ex-presidentes

A primeira-dama, mulher do presidente, o que ela diz, o que ela faz tem repercussão. Eu vi um vídeo em que ela está inaugurando uma área do Palácio que foi teve que ser recuperada por causa da invasão do 8 de janeiro. Alguns bárbaros que estragaram quebraram o patrimônio deles próprios porque aquele relógio, por exemplo, eu sou o dono do relógio, vocês também. Se o relógio é do Estado brasileiro, nós somos os donos do Estado. Enfim, na fotografia dos ex-presidentes, eu não sei a quem ela se referia, mas ela fez uma brincadeira, dizendo que tinha gente que não deveria estar ali.

Eu não sei se eram aqueles que foram eleitos, exatamente, como foi eleito Tancredo Neves ou se referia a última ou a outra eleição. O fato é que é dispensável e ainda publicam isso. É incrível a desfaçatez, assim como do próprio presidente. Imagina o presidente chamar Trump de fascista e nazista. 

É uma acusação gravíssima, é uma ofensa gravíssima e ele é chefe de Estado, ele não se dá conta que está dizendo isso como chefe de Estado. A presidente do PT talvez pudesse dizer, ela é presidente de um partido político, mas ele é o presidente do Estado brasileiro, é diferente. A gente fica pensando quais seriam as consequências disso porque eu soube que o Eduardo Bolsonaro teria mostrado essa gravação para o Trump na Flórida.

Vamos ver, o futuro a Deus pertence. Está cheio de gente, eu não faço parte desse grupo que tem bola de cristal, jornalistas que têm bola de cristal e fazem projeção do futuro. Eu não arrisco porque aqui nesse país, como disse o Pedro Malan, até o passado é imprevisível.

DEU NO JORNAL

VAI CONTINUAR

O deputado Beto Richa (PSDB-PR) acha que o rombo nas contas do governo Lula, R$ 105,2 bilhões só este ano, decorre de gastos descontrolados e gestão irresponsável.

“Isso não pode continuar”, diz.

* * *

Num adianta protestar, sinhô deputado.

Isso vai continuar.

E continuar de modo mais firme e avassalador no ano que vem.

Gastos descontrolados e gestão irresponsável são marcas indeléveis de um gunverno lulo-janjo-petralha.

Aguarde.

MARCOS MAIRTON - CONTOS, CRÔNICAS E CORDEIS

A MELANCOLIA DO DOMINGO E AS CIGARRAS

Tarde melancólica de domingo em Brasília. O céu nublado, mas sem expectativa de chuva.

As cigarras se esgoelando em seu tsi-tsi-tsi intermitente e interminável me fazem lembrar de “Como la cigarra”, de Elena Walsh.

Apesar de a canção, de 1973, tratar aparentemente de uma situação particular, como uma vitória pessoal sobre um momento difícil na vida, acabou adquirindo ares revolucionários, depois que uma gravação de Mercedes Sosa foi censurada na Argentina em 1978.

Foi pela voz de Mercedes Sosa que a conheci, ouvindo um CD que comprei em Buenos Aires, em 2009.

Mexendo no YouTube, encontrei a canção sendo interpretada por Leon Gieco, tendo ao seu lado Gilberto Gil. O ano era 2010, numa celebração dos 200 anos da Revolução de Maio, que nos remete ao início dos movimentos pela independência dos povos da América do Sul.

Mas não encontrei uma versão de “Como la cigarra” em português. Aí, aproveitei a melancolia do domingo e fiz essa aqui. Sem pensar em revoluções, mas apenas nas lutas da vida cotidiana.

Ainda pretendo gravá-la em estúdio algum dia.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA

Dia 11/Nov/2024.

Um dia especial.

Ele faz hoje 61 anos. Meio careca, meio barrigudinho mas um cérebro privilegiado (acredito que todos concordam com a afirmativa). Sem ele nossas sextas-feiras não seriam as mesmas.

Euzinha sou sua fã incondicional e nunca escondi que nutro pela criatura uma grande paixão. Que ele tenha um dia especial porque a noite, ele e eu, deixaremos estourar bolinhas de Moet Chandon nas nossas narinas e curtir as coceguinhas, hehe.

Nada de cerveja, nada de vinho. Um belo champanhe 🥂 é o que merece este ser especial. Um banho de hidro com sais perfumados, uma massagem feita de cabo aos pés (nde cabo a rabo não que ele é muito espada) por uma bela e novinha ruiva escultural.

Depois…ah o depois e, depois do depois, um sono profundo sem insônia (de preferência).

Daqui, um PARABÉNS do tamanho do universo e que ecoe durante todo ano até o próximo aniversário.

Felicidades Sancho Pança!

Muitas felicidades procê. E não só a vitória de Trump merece comemoração.

Já é tempo de todos saberem que estamos, ocê e euzinha, casados para todo o sempre! (Ou esqueceram de te avisar?).

E não pense nos (D)anos como bem disse o Di.

Apenas siga seu caminho com bravura pois todo ele estará pontilhado de alegrias, saúde, paz e, sempre, esperança!

Besos caríssimo!

XICO COM X, BIZERRA COM I

QUATRO DE NOVEMBRO

Quantos outubros se foram, quantos novembros virão?
Muitos versos já versados, tantos silêncios em vão
Quantas cantigas cantadas, outras tantas por cantar
Quantos novembros passados, alguns estão por passar …

Todo ano tem um 4 de novembro em minha vida. Somam-se-me dias, como diria Fernando, o Pessoa. Nessa data, agradeço aos Deuses o fato de estar envelhecendo. Meu sábio avô dizia que ‘quem não envelhece morre cedo’. Ouço isso desde sempre. Envelhecer é o único meio de se viver muito tempo. Que assim seja! Verdade que o bom mesmo é ser jovem, tudo fazer sem reclamar de dor, sem precisar fugir das escadas, todas tomar sem se preocupar com taxas de colesterol ou glicose. Hoje, tudo passa a ter um valor dobrado. Por isso, a cada dia digo mais e mais a palavra que demorei a dizer. O verso que hoje sei de cor, recito-o de quando em vez, de vez em quando. Faz-me bem.

Minhas Rugas e Cabelo Brancos

Não me incomodam as artroses, rugas e cabelos brancos: são apenas sinais do tempo. Ainda bem que a alma permanece jovem, desconhece calendários e não sabe contar os dias. Espero continuar envelhecendo por mais um bom tempo, fazendo o que gosto e deixando de fazer, a contragosto, o que o doutor recomenda. Resta-me engraçar, ficar feliz, a cada minuto, com cada abraço, cada sorriso, ao ver brotar a primeira flor do meu pé de manacá.

Um Ser Subversivo, Nunca Um Sub Ser Vivo

As tolices que cometi na juventude me atormentam menos que o não poder voltar a cometê-las – era o que dizia Albert Camus. Comigo também é assim. Afinal, quem sou eu para dele discordar? Hoje sou muito menos subversivo do que fui aos 18, querendo consertar o mundo, mas jamais fui ou serei um sub ser vivo. Ficam as lembranças. E a cada minuto me convenço mais e mais de que quem está com muitas saudades hoje está com menos saudade do que eu. Nem sei ao certo de que, mas que estou, estou. Acho que tem a ver com o envelhecer.

74 Bem Vividos

Assim, levemente, cheguei aos 74. Ninguém mais me considera hipocondríaco, embora doam-me costas, joelhos, ombros e, principalmente, panturrilhas, o que me impede de fazer caminhadas longas, maiores que 200 metros. Já não sofro para manter a barriga encolhida. Deixo-a livre, grande e desimpedida. Minha visão não piorará além do que hoje está e as coisas que comprei ontem não terão tempo de ficarem velhas. Meus óculos, hoje são muito mais importantes que aquilo que era importante há 40 anos, no passado. Os segredos que confiei a amigos de infância estão bem guardados: os que continuam vivos, já não lembram quais são. É o ônus da idade. Ainda bem que existem os abonos: uma mulher que me atura há quase 50 anos, filhos criados e felizes e, principalmente, netos que só alegria me dão, apesar da bagunça que promovem em minha casa. Ainda bem que eles são bagunceiros …

Em 2090

Se toda noite, a exemplo do meu primo José, de São Luís, antes de dormir, eu continuar tomando o meu chazinho de entrecasca da catuaba, rico em flavonoides, estarei com menos cansaço e fadiga. Por outro lado, não abandonarei o saudável hábito de degustar o carnudo, saboroso e nutritivo pequi do Crato associado a um inigualável ‘baião de dois’ de feijão de corda, com queijo de coalho. É desse ‘jeitim’ que eu chegarei ao ano 2090 com os mesmos 140 anos que viveu o bíblico e paciente Jó! Até aqui está dando tudo certo! Eu acho que vai dar. Paciência eu tenho de sobra.

DEU NO JORNAL

TRUMP E O BRASIL DO PT

Luís Ernesto Lacombe

Donald Trump

O mundo vai acabar. Donald Trump foi eleito presidente dos Estados Unidos de forma avassaladora, e todos nós estamos ameaçados… É o que está nas manchetes dos jornais, dos telejornais, nos portais de notícia. Dificilmente, haverá salvação. A CNN americana aponta as “vítimas preferenciais”: “Vitória de Trump é um pesadelo para mulheres negras e imigrantes ilegais”. E é certo mesmo que vai sobrar para todo mundo… A publicação britânica The Economist já fala até no temor de que “as faculdades mentais de Trump comecem a falhar”, sem que seus jornalistas sejam chamados de “agentes de desinformação”, de extremistas. Assim eram tratados apenas aqueles que questionavam as capacidades físicas e mentais do presidente Joe Biden.

A imprensa brasileira que desistiu de ser imprensa vai na mesma onda insana. O UOL estampou em manchete: “Estados Unidos optam pelo inferno e forçam o mundo a conviver com o diabo”. Para o Estadão, “os americanos escolheram o populismo autoritário”. O jornal paulista afirma que, sendo um “criminoso, um golpista, um orgulhoso agente do caos”, Donald Trump “vai tornar o mundo mais instável”. O jornal O Globo não tem dúvida de afirmar que o presidente eleito “representa um risco à democracia americana”, que ele “menospreza as instituições e não tem nenhum tipo de constrangimento em usar o poder do Estado em benefício próprio”. Claro que o folhetim carioca não é capaz de dizer o mesmo de Lula…

Imaginem o que anda falando a Folha de S.Paulo… “Trump oferece caos, pede poder e Estados Unidos topam”; “Trump abusará do autoritarismo”; “Trump volta ao poder para desafiar a própria ideia da democracia”… “Trump reeleito é um desastre global climático, ele vai estabelecer uma âncora para o negacionismo ambiental, a brutalidade social, as divisões políticas e as doutrinas anticientíficas”. E o que dizer de quem ainda lê a Folha, não por obrigação profissional, como eu? Está na seção de cartas dos leitores: “A vitória de Trump deixa o mundo mais perigoso”; “A maior democracia do mundo elegeu Trump e seu discurso antidemocrático”; “Incrível que os americanos acreditem em promessas que o mundo sabe que não serão cumpridas”. Esses foram trechos selecionados da turma que deve comer picanha e tomar cerveja todo fim de semana e que trata Nicolás Maduro como presidente reeleito e fala em “jornada democrática” na Venezuela.

Donald Trump não derrotou apenas Kamala Harris e um Partido Democrata radicalizado, desesperado, mentiroso, cínico, apartado do mundo real. Ele venceu uma batalha importante contra a mídia enviesada, as falsas acusações de incitação à violência, a derrubada de suas redes sociais, os processos fajutos contra ele, as tentativas de prendê-lo, de matá-lo. Ele deu uma boa pancada no sistema, no aglomerado woke, na ideologia de gênero, na “linguagem neutra”, nos homens metidos em competições esportivas de mulheres, nos falsos movimentos feministas, no assassinato de bebês nos ventres das mães, nos falsos movimentos raciais, no “ressentimento racial”.

Trump assustou as escolas corroídas, o meio acadêmico, os artistas desorientados, arrogantes, pretensiosos, toda a indústria do entretenimento e cultural. Foi uma pancada nos agrupamentos contra a família, os cristãos, os judeus. A vitória de Donald Trump foi contra o terrorismo, o ecoterrorismo, a Agenda 2030 da ONU, a agenda globalista, contra as fronteiras abertas, contra a criminalidade, a favor das forças de segurança, da polícia, a favor da Justiça, do mérito, contra o vitimismo. Foi uma pancada na banalização do nazismo e do fascismo, foi uma bordoada no comunismo, nas ditaduras, nas tiranias. Foi um triunfo pela liberdade de expressão, contra a censura, a perseguição política. E, por tudo isso, sim, foi uma vitória marcante contra o Brasil do PT e do STF.