DEU NO JORNAL

MAIS UM MINISTÉRIO

Nikolas Ferreira (PL-MG) entende que o título de primeira-dama não é o mais apropriado para Janja.

“Empossou” a mulher de Lula como Ministra dos Eventos e Viagens Luxuosas com dinheiro público.

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Acertou em cheio, sinhô deputado!

Não poderia haver cargo mais apropriado que este para Esbanjanja, a Primeira Cuidadora da Presidência da Republiqueta Banânica.

Com direito a gabinete luxuoso, pra que ela não reclame mais que não dispõe desta regalia.

A PALAVRA DO EDITOR

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

A FALA DA CUIDADORA

Comentário sobre a postagem UMA PRECE POR JANJA

João Francisco:

O pior que a Janja fez no fatídico discurso do sábado, não foi mandar Elon se fuder na frente de correspondentes midiáticos internacionais.

Elon estava justamente com o seu Best Friend Trump.

Provocado, na mesma hora respondeu com o emoji de gargalhada e disse em tom profético: “eles vão perder as próximas eleições”.

Um ex sócio do Musk já disse uma vez em uma entrevista que não era bom apostar contra ele.

A ex-mulher do Tiu França era uma mulher que passava por dificuldades emocionais.

Ouvir da primeira dama que seu ex-marido era um “bestão”, pode ter acionado o gatilho que a levou a colocar gasolina, atear fogo em sua casa, levando-a à provável e muito dolorosa morte.

É isso o que eu vejo na inconsequente fala da primeira cuidadora do ancião.

No mais eu fico feliz e torço para que a Sirigaita fale besteira todos os dias.

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

REUNIÃO DO G20 DEVE TERMINAR COM MAIS CONVERSA E NADA DE PRÁTICO

Reunião do g20

Primeira sessão reunindo líderes do G20 no Rio de Janeiro

A reunião do G20 no Rio de Janeiro começou na segunda, termina na terça, haverá uma declaração conjunta e ficará tudo por isso mesmo. Todos viajaram, gastaram dinheiro dos seus contribuintes, 20 representantes de países, chefes de governo, chefes de Estado – só Vladimir Putin não veio para não ser preso, já que o Brasil estaria obrigado a isso por ser um dos signatários do tratado que deu validade ao Tribunal Penal Internacional.

De tudo o que está sendo dito na reunião do G20 ficam duas considerações. Muita gente fala de clima, mas o Sol, que é o dono do clima na Terra, não participa das reuniões. As pessoas falam em “combater o clima”, mas é impossível combater o Sol. Ícaro se deu mal. Temos de explicar para as pessoas que há ciclos: desde que a Terra existe, ela depende das explosões solares. Temos de conviver com isso e nos adaptar, evitar que haja o agravamento de situações.

E temos de parar de usar chavões. Não falam mais de “enchente” no meu Rio Grande do Sul; dizem “tragédia climática”. Mas como assim? Foi uma enchente. Claro que ela é causada pela chuva, que é consequência do clima; e é uma tragédia, mas uma tragédia administrativa, do Estado brasileiro, porque não limparam as calhas dos rios. Eu nasci em 1940 e tivemos enchentes muito grandes em 1940 e 1941; foram muito maiores, mas a calha dos rios estava mais livre. A cada enchente anual essa calha vai enchendo; não limpam, e depois chamam as novas enchentes de “tragédia”.

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Mais um caso de roubo de armas em quartéis do Exército 

O Exército confirmou a notícia da Gazeta do Povo sobre o roubo de nove pistolas Beretta 9mm em um batalhão de infantaria em Cascavel (PR). Um amigo, oficial do Exército, que serviu na Vila Militar me contou que as facções criminosas costumam ou infiltrar recrutas ou conquistar recrutas para sua causa, oferecendo dinheiro, claro, para furtar armas. O Exército está investigando o caso de Cascavel, mas em outubro do ano passado foi ainda mais grave: foram 13 metralhadoras pesadas, ponto 50, e mais oito calibre 7,62. Seis militares e dois civis foram indiciados.

Eu não esqueço de outro caso bem mais famoso, em 1969: em um batalhão de infantaria em Quitaúna, cidade de Osasco (SP), o capitão Carlos Lamarca, ao trair o Exército, levou 63 fuzis FAL e dez metralhadoras INA – que eram uma porcaria, mas na época eram o que se tinha – e muita munição. Eu lembro quando o general Antônio Gabriel Esper era comandante em São Paulo, mais recentemente, ele foi buscar fuzis roubados e conseguiu recuperar todos. O Exército tem de mostrar que esse tipo de ação não fica impune.

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Previdência dos militares não entrará no pacote do Haddad 

Soube na segunda-feira que a previdência dos militares não vai ser tocada pelos cortes. Estão falando nisso para assustar e fragilizar as Forças Armadas, mas há resistência e não vai sair esse corte – aliás, não sei nem se os outros cortes vão sair, porque o ministro da Fazenda vai protelando, protelando. Vamos ver o que acontece depois do G20, porque o déficit público pelo excesso de gastos segue aumentando, exatamente por causa de coisas desnecessárias. Cargos, ministérios, burocratas, tudo por razões políticas. Este governo criou 14 ministérios que não existiam no governo passado. As estatais davam lucro no governo passado, mas agora a maioria dá prejuízo, porque misturam política com o serviço público.

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STF demorou, mas validou contratação por CLT no serviço público

Falando em serviço público, o Supremo confirmou, por 8 votos a 3, uma reforma administrativa do século passado, mas que só agora foi votada. Os ministros decidiram que é possível haver contratação no regime de CLT no serviço público, com exceção dos cargos de Estado, como procurador, auditor fiscal ou juiz.

DEU NO JORNAL

BOTANDO NO FURICO DO CONTRIBUINTE

Enquanto enrola para anunciar corte de gastos, Lula (PT) desfruta de luxuosa hospedagem no Fairmont de Copacabana (RJ), hotel que oferece acesso a outras extravagâncias, além da diária de R$ 5,3 mil que cada quarto pode custar.

Quase quatro vezes o salário-mínimo que ele aumentou em 18 reais, para R$ 1.412.

Lula e Janja têm ao alcance um menu de ricaços como o casal adora curtir mundo a fora.

Uma garrafa do tinto argentino Cobos Malbec (2018), sai pela bagatela de R$ 9,8 mil.

Amante de carnes, Lula terá à disposição o Tomahawk maçaricado por R$ 740.

Se pedir uma água, R$ 20, a nacional. A gringa sai por R$ 35.

Se a fome for pouca, o casal pode pedir mini cachorro-quente. O preço é gigante, sai por R$ 78.

Uma broa de milho custa R$ 50. Um pão, R$ 20.

O hotel está com ingressos para um “almoço a 8 mãos”, ao preço de R$ 715.

O espetinho de queijo coalho sai por R$ 50.

O ovo mexido com salmão defumado custa R$ 80. Sem nada, R$ 55.

A tigela de açaí, outros R$ 55.

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E isso tudo é pago com o dinheiro do contribuinte.

Com o nosso suado dinheirinho.

É a volta do amor com altíssimos percentuais!!!!

Vamos dar uma dedada em quem fez o L.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

A cachorra Xolinha ficou de tabaca arrombada com o esbanjanjamento luleiro

DEU NO X

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

O VAIVÉM DO PACOTE DE HADDAD

Editorial Gazeta do Povo

Pacote do Haddad ainda não está fechado

O pacote está concluído. Depende só de detalhes. Quantas vezes o Brasil já ouviu essas afirmações nas últimas semanas, sem que nenhum anúncio fosse feito? Pois o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, repetiu a mesma promessa na noite de domingo, em entrevista concedida ao canal Times Brasil CNBC. Mas, caso finalmente o pacote venha à luz – e são tantos os obstáculos para que isso aconteça que o ceticismo segue plenamente justificado –, outras partes da entrevista de Haddad dão muitos motivos para preocupação.

Se em ocasiões anteriores a justificativa estava na necessidade de bater o martelo com o presidente Lula, ou na resistência dos ministros da área social, alguns dos quais ameaçaram até deixar o governo em caso de cortes em suas pastas, desta vez a principal resistência estaria nas Forças Armadas. O pacote estaria mirando regras previdenciárias dos militares, um grupo que passou pela reforma da Previdência de 2019 mantendo algumas vantagens em comparação com os trabalhadores da iniciativa privada e até mesmo em relação aos servidores públicos civis – em termos proporcionais, o déficit da previdência dos militares é maior que o do INSS e do funcionalismo civil. As reuniões entre as pastas da Fazenda e da Defesa na semana passada terminaram em impasse.

Ainda que os dois ministérios se acertem, no entanto, Haddad entregou, em sua entrevista, o que parecem ser as linhas-mestras do eventual pacote: “fazer com que a despesa cresça num ritmo moderado e que a receita seja recomposta”. Ou seja, não estamos falando em efetivamente reduzir gastos, apenas em moderar seu crescimento. E o que seria um “ritmo moderado”? Se for aquele do arcabouço fiscal, que garante aumento acima da inflação todo ano, independentemente do andar da carruagem da economia, o estrago continua contratado, ainda que para mais adiante. E, ao falar em “recompor a despesa”, Haddad também admite que não desistiu de sua ideia de seguir arrancando ainda mais recursos da economia real, das pessoas e das empresas, para bancar o Estado.

Isso é tudo que o petismo tem para oferecer ao país, mas está longe de ser aquilo de que o país realmente necessita. Ainda que alguns subsídios fiscais oferecidos atualmente não se justifiquem – e não é nosso objetivo neste momento analisar a conveniência de cada uma das várias renúncias fiscais que existem hoje no Brasil –, o caminho, no caso brasileiro, não é o de um “ritmo moderado” de crescimento do gasto público, mas o de autênticos cortes: a eliminação de desperdícios, imoralidades, distorções e absurdos. Não basta coibir supersalários, pois o problema é bem mais profundo: está na estrutura inchada do Estado, que ajuda a perpetuar desigualdade ao pagar muito mais que a iniciativa privada em cargos semelhantes; no financiamento público de campanha; nas estatais dependentes que sugam recursos do contribuinte; e em vários outros sorvedouros de dinheiro construídos ao longo de décadas.

Enquanto o governo não consegue um acordo entre seus integrantes, o pacote vai sendo adiado sob as mais diversas justificativas: a reunião do G20 em curso no Rio é só o pretexto mais recente, e outros ainda podem vir. No entanto, se o espírito das medidas é o descrito por Haddad, de seguir buscando novas fontes de arrecadação para bancar um crescimento “moderado” de gastos, nem é preciso haver detalhamento para sabermos que os mercados podem até se acalmar no curto prazo, mas a bomba-relógio segue armada, com a contagem regressiva apenas correndo mais lentamente. Cortes dignos do nome, ao que tudo indica, só com um outro governo que seja bem mais responsável fiscalmente.